segunda-feira, 31 de outubro de 2011

O REI MIGUEL I DA ROMÉNIA POR OCASIÃO DO SEU 90º ANIVERSÁRIO


O Rei Miguel da Roménia fez nesta terça-feira seu primeiro discurso no Parlamento desde que comunistas apoiados pelos soviéticos o forçaram a abdicar do trono, há mais de 60 anos.
Ao assinalar o 90º aniversário, o rei apelou à classe política do país para restaurar a “dignidade e o respeito” da nação no palco internacional.
Criticou ainda o papel central das instituições do Estado, bem como a personalização do poder na Roménia.
"Não podemos ter um futuro sem respeitar o passado", disse Miguel, de 90 anos, a um Parlamento lotado no dia de seu aniversário.
"A coroa real não é um símbolo do passado, mas uma representação única da nossa independência, soberania e unidade", disse ele, que é o mais velho ex-monarca da Europa e um dos últimos chefes de Estado sobreviventes da 2a Guerra Mundial.
Parlamentares de todo o espectro político aplaudiram em pé o discurso do rei, que foi obrigado a deixar o trono em 1947.
"Eu tenho servido a nação romena durante toda a vida que tem sido longo e cheio de eventos, alguns deles felizes, muitos deles infelizes. Oitenta e quatro anos desde que me tornei Rei, posso dizer sem hesitação para a nação romena: Depois de liberdade e democracia, as coisas mais importantes a serem ganhas são identidade e dignidade. Aqui uma grande responsabilidade repousa sobre a elite romeno".
Momento de emoção para o Rei Miguel I da Roménia , que foi convidado a falar perante o Parlamento romeno, por ocasião do seu 90º aniversário. Acompanhado por sua filha mais velha princesa Margarita e seu filho o Príncipe Radu , o Rei Miguel l não foi capaz de esconder sua emoção no final do seu discurso.
Forçado a abdicar ao trono em 1947, Miguel I da Roménia, o então monarca também foi obrigado pelos comunistas a se exilar na Suíça. Somente em 2001, retornou à terra natal, onde vive até hoje.


A TRADIÇÃO DE PORTUGAL ! HOJE, 1 de NOVEMBRO , É DIA DOS FIEIS DEFUNTOS !

(Frontispício da Igrejade Sta Isabel em Lisbôa)

Cada vez mais se celebra o Dia de Todos-os-Santos 

 no Dia de Finados ou Dia dos Fieis Defuntos .

AIgreja Católica de Portugal aceita esta vontade do Povo Luso .



OEspírito Isabelino do Povo de Portugal
  
Este espírito manifesta-se também , na natural liberdade  do PovoLuso .
Detal modo é assim , que , ao longo dos séculos o Pôvo foi fazendo``adaptações´´ do catolicismo muito Português , á sua vontadede manifestar a Alma de Portugal .
Estaé uma dessas ``adaptações´´ do espírito Luso que estáintímamente ligado ao Espírito Santo .

 « ... Opadre José Manuel Almeida prefere acrescentar uma justificaçãomais espiritual :

``Avoz do Povo é a Voz de Deus e se calhar muitos dos nossos defuntospodem ser também celebrados no dia de Todos-os-Santos´´ ,explica. O religioso vai mais longe e acredita que , como ``DeusEscreve Direito por Linhas Tortas ´´ , esta combinação populardos dois dias pode-nos  fazer pensar e assim ,  fazer-seLuz :  ``Se calhar não são datas assim tão diferentes.´´
Umacoisa parece certa, os portugueses dão mais significado aoDia-de-Finados que à celebração de Todos-os-Santos. Talvez porque esta é uma data em que ``particularmente se recordam os amigose familiares que se encontram a caminho da comunhão com Deus´´,refere o priôr da paróquia de SantaIsabel.A proximidade das pessôas aos seus defuntos aumenta o significadodesta data, em relação à celebração de santos que sãodesconhecidos. ...  »  
(http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1407031)

ODIA DE TODOS OS SANTOS

Hojeé Dia de Todos-os-Santos e celebram-se todos os que morreram emestado de graça e não foram canonizados.
Emborao Dia-de-Finados seja no dia 2 de Novembro, é no dia 1 (Feriado) quenormalmente as pessoas se deslocam aos cemitérios, para prestarhomenagem aos seus familiares já falecidos.


Emalgumas aldeias do país, ainda há a tradição de as crianças iremde porta em porta , com um saco na mão, pedir o Pão-por-Deus.Normalmente recebem bolos, frutos secos, pão , …
Estasim, é uma tradição nossa que se está a perder, enquanto vamosimportando as tradições de outros países. 
(Coma colaboração do blogue  O AÇÔR  de que gosto muito ,por falar das Tradições e do Pôvo Lindo de Portugal .Eis aqui aligação para quem queira visitar  : http://oacor.blogspot.com/2008/11/o-misticismo-completo-razo-dos-grandes.html )

Entretanto, em vários locais de Portugal , 

Gente com alma , tem vindo arecuperar esta linda 

Tradição Portuguesa .

 
 
« EmPortugal, no dia 1 de Novembro, dia de Todos os Santos, logo de manhãbem cedinho,as crianças saem à rua em pequenos grupos para pedir o Pão-por- Dêus . 

Passeiamassim por toda a povoação batendo de porta em porta, até ao fim damanhã , e voltam com os seus sacos de pano cheios de romãs, maçãs, doces, bolachas, rebuçados, chocolates, castanhas, nozes, passas defigo e, às vezes até dinheiro.  ...  »(http://www.junior.te.pt/servlets/Bairro?P=Sabias&ID=312)
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Hápovoações em que se chama a este dia, o "Dia dos Bolinhos". 

« Ainda hoje em muitas localidades com maior incidência nas aldeias dePortugal, é um hábito do Povo, comemorar duma forma curiosa egenuína este dia feriado.
Natradição popular o Dia de Todos-os-Santos é conhecido pelo “Diados Bolinhos” ou “Pão-por-Deus” conforme os usos e costumes deregião para região.
Logopela manhã, as crianças em pequenos grupos com as suas saquinhas depano, andam de porta em porta por ruas e vielas, repetindo comentusiasmo e alegria o tradicional pregão “ Ó tia! dá bolinho?”.É interessante saber-se que, principalmente nos meios rurais, há pessoas que levam muito a rigor esta tradição , dedicando-se àconfecção de bolinhos , adicionando à sua massa, a noz, aspassas de uva e o pinhão (frutos secos da época) para que nestedia, possam presentear os seus familiares, amigos e todas as criançasque alegremente vão batendo  a todas as  portas.... » (http://florliriodocampo.blogs.sapo.pt/19923.html)
 Umacoisa muito boa que não sabias de certeza é que é costume os Padrinhos oferecerem um bolo, o Santoro,aos seus Afilhados no Dia de Todos-os-Santos! Já viste o que tensandado a perder ?
«... O mês do Santoro


Omês de Novembro inicia-se com o ritual do Santoro. Talvez hojeem dia, exceptuando em digitas zonas rurais, esse ritual se hajaperdido.
 
Jesué Pinharanda – Carta DominicalMudam-seos tempos e mudam-se os costumes. Como a vida é uma festa, oimaginário de haver um dia em que acontece algo de diferente, teráperdido o anelo com que se aguardava o dia 1 de Novembro.
Nessafesta, os padrinhos de baptismo costumavam oferecer aos afilhadoso Santoro.Este nome é uma variante popular da festa litúrgica de Todos osSantos – OmniumSanctorum, deonde: sanctorum– santorum – santoro.A lembrança que se recebia na Festa de Todos os Santos.
Pão Rosca de Todos os SantosNãoera mais do que uma boa rosca de pão de trigo, amassado com um poucode azeite e cozido no forno. Pesaria para aí uns três arrates, equando ia ao forno já levava umas incisões que permitiam partir obolo por fracções, sem recurso a faca.
Pão em argola, era estalargo o bastante para se pendurar no braço e ir com ele pela rua, decasa do padrinho até casa dos pais, raramente a rosca chegandointeira.
Foi um costume rural, a partilha do pão novo. O pão deTodos os Santos.«CartaDominical» de Pinharanda Gomes

      «...    Antigamente todas as pessoas , tradicionalmente , iam pedir o Pão-por-Deus   porquehavia muita pobreza e havia mesmo necessidade de pedir.
           Normalmenteas pessoas punham as mesas com o que tinham em casa (comida ebebida), e quando chegavam os pobres, entravam e comiam à vontade eà saída ainda lhes davam mais alguma coisa.
           
           Hoje, em muitas aldeias , só pedem as crianças para que se mantenha  a Tradição. 
Depois, almoça-se e vai-se aocemitério pôr flores nas Campas dos Familiares já falecidos.
           Na Tradição Portuguesa o Pão-por-Deus eraguardado num saquinho de pano , que tempos antes ,  as mães ou as avóspreparavam com todo o cuidado com uma sobra de chita de algumtrabalho de costura.
           Havia até mulheressimpáticas que confeccionavam para oferecer nesta época , uns bolos , as Ferraduras , que ainda hoje se cozem , com um agradável sabor a Erva-Doce, assimcomo Broas, para comerem e darás  crianças que lhes batiam à porta.
           Estas andanças de porta em porta eram sempreacompanhadas com Cantilenas que continuam na memória colectiva e que continuam a ser cantadas com Alegria , nesse renascimento da Tradição em Portugal .
 
``Pão porDeus,
Fiel de Deus,
Bolinho nosaco,
Andai comDeus.
 
Pão,Pão-por-Deus
àmangarola,
encham-meo saco,
evou-me embora .
Bolinhose bolinhós
Paramim e para vós
Paradar aos Finados
Queestão mortos, enterrados
Àporta daquela Cruz
Truz!Truz! Truz!
A senhora que está lá dentro
Assentadanum banquinho
Faz favor de se levantar
P´ravir dar um tostãozinho.
(quandoos donos da Casa davam alguma coisa, vinha a resposta...)
Estacasa cheira a broa
Aquimora gente boa.
Estacasa cheira a vinho
Aquimora algum santinho.
(quandoos donos da Casa não dão nada, era a ira da miudagem...)
Estacasa cheira a alho
Aquimora um espantalho.
Estacasa cheira a unto
Aquimora algum defunto. ´´
           Tradicionalmenteas crianças usam estas quadras, algumas diferentes, variando deregião para região.    »
(Fotosna Vendado Pinheiro noDia do Pão-por-Deus )
Maislinques sobre o Dia de Finados ou dos Fieis Defuntos  ,Pão-por-Deus ou Dia dos Bolinhos , Dia do Santoro até ao Dia de SMartinho





emuitos mais ...
Esperoque tenham amado como eu amo .

A Tradição Portuguesa é a nossa Alma , a nossa 

Identidade ancestral queprecisa Estar Viva para 

que Portugal Viva .



Por Amor a Portugal !
 
 

EVITAR A DECADÊNCIA

A decadência do homem contemporâneo foi ontem definida pelo Papa, em Assis: resulta da ausência e negação de Deus e realiza-se silenciosamente, de modo subtil e, por isso, perigoso.
Gradualmente, o Homem, em vez de adorar a Deus, passa a adorar o dinheiro, o ter e o poder. Passa a sobrepor o interesse pessoal a tudo o resto, tornando-se cada vez mais violento. E assim se destrói a paz. E, ao destruir a paz, o Homem destrói-se a si mesmo.
É um terrível retrato, perante o qual nenhum de nós está imune, pois, mesmo que teoricamente nos afirmemos do lado de Deus, a Sua ausência no concreto da nossa vida é uma triste possibilidade. Como aqueles que dizem ter de uma religião, mas não praticam...
Está, pois, nas nossas mãos evitar a nossa própria decadência!
Aura Miguel, Renascença

É A REPÚBLICA...

 
Ontem estive na Biblioteca Nacional a ver o jornal O Imparcial, dirigido em 1910 por Raul Brandão. Não me surpreendeu que ele, a 28 de Setembro, dedicasse o editorial à Rainha Dona Amélia, abrindo-o com uma evidência absoluta: «Passa hoje o aniversário de Sua Majestade a Sra. D. Amélia, e se outros títulos não houvesse para que esta data não corresse despercebida para este jornal, bastaria o dever em que nos achamos constituídos de prestar homenagem rendida do nosso respeito pela senhora a quem um irreparável desastre arrebatou com o trono, a doce alegria de viver, que nem é compatível com a saudade de um bem que não volta mais, nem com as torturas de um terror que nada extingue.»

Valeria a pena transcrever o texto na íntegra, mas este não é o lugar para isso. A razão deste comentário é sobretudo a de constatar (e de protestar contra) o facto de que, afinal, as comemorações do centenário republicano gastaram rios de dinheiro em propaganda e doutrinação, mas não fizeram o essencial: preservar e salvaguardar a memória exacta sob a forma dos jornais do tempo. Haveria que tê-los microfilmado e expurgado, pois estão uma lástima! Esses e muitos outros, certamente. Mas o sentido da coisa não era esse...

E a propósito de buracos e de inquéritos, para quando uma vistoria rigorosa às contas desse desperdício? Não foram alguns milhões? Ou é assunto tabu?...

Publicado por Vasco M. Rosa em Corta-Fitas

O CASTELO DE LANHOSO NA "REVISTA DOS CENTENÁRIOS"

Por ocasião da realização da Exposição do Mundo Português, em 1940, foi publicada a “Revista dos Centenários” cuja edição de Janeiro incluiu um artigo da autoria de Jorge Larcher alusivo aos castelos de Bragança e Póvoa de Lanhoso. Nesse artigo que fazia parte de uma série dedicada aos castelos de Portugal, o autor escreveu o seguinte a propósito do castelo de Lanhoso:
“Além do castelo de Bragança, de que ligeiramente nos ocupámos, breves referências vamos dedicar ao castelo da Póvoa de Lanhoso, do qual só resta, como recordação gloriosa desse passado distante, a torre de menagem coroada de ameias, a única parte do castelo que conseguiu escapar à fúria devastadora dos homens e do tempo.
Impossível fixar a data da sua construção, mas supões-se, e não sem fundamento, que a origem desta fortificação venha dos tempos romanos pelos emementos que têm sido encontrados por aquelas imediações.
Devia ter sido fortaleza importante, pois nela se recolheu D. Tereza, quando não podendo resistir à perseguição das forças de sua irmã, que lhe havia declarado guerra, se acolheu à sombra destas muralhas, que não tardaram a ser cercadas pelas forças de D. Urraca.
Valeu-lhe nesta terrível situação Fernando Peres, que, com D. Gelmires, arcebispo de Compostela, não deixando escapar a ocasião que se lhes oferecia para disputarem com D. Paio alguns bens que pretendiam alcançar procuraram assim lançar a divisão entre as forças de D. Urraca.
Ignora-se a forma como D. Gelmires actuou. O que é certo é que foi preso, mas, apesar dessa decisão, D. Urraca achou mais prudente, temendo talvez a influência de tão irreconciliável inimigo, estabelecer as pazes com sua irmã, fazendo-lhe grandes concessões.
A este castelo está ligada uma lenda, na realidade de grande intensidade dramática, história de amores mal fadados, que aqui teve o seu epílogo.
D. Rodrigo Pereira de Barredo, fidalgo de alta nobreza, teve um dia a secreta e desoladora notícia de que sua mulher traía a fidelidade conjugal.
O nobre fidalgo, depois de ter a certeza de tão desagradável informação, uma noite, fechou de surpresa todas as portas, de modo que ninguém pudesse escapar à cruel punição que reservava a todos que considerava culpados, e pegou fogo ao castelo, que ardeu completamente, morrendo abrasados pelas chamas todos que nele se encontravam.
Qualquer destes castelos do norte, de tão remota fundação, foram vigilantes sentinelas e resistentes obstáculos que contribuíram para a libertação do solo português e para a afirmação da nossa Independência, que em breves meses se vai comemorar, condignamente, em todas as terras de Portugal”.

HÁ SEIS SÉCULOS A DINASTIA DE AVIS ERA RECONHECIDA POR CASTELA

A 31 de Outubro de 1411 foi assinado em Ayllon um tratado de paz entre os reinos de Castela e de Portugal, que também incluía a França e Aragão. Este tratado foi ratificado pelos dois Reis. Contudo, quando D. João II de Castela atingiu a maioridade, foi feita uma nova ratificação do tratado, a 30 de Abril de 1423, onde estiveram presentes os embaixadores portugueses D. Fernando de Castro e o doutor Fernando Afonso. Era ainda o reflexo dos problemas vividos entre as duas mais importantes coroas ibéricas durante a crise de 1383-1385.
Estas tréguas eram extremamente importantes para Portugal, pois permitiam a manutenção da praça de Ceuta. Mas a paz definitiva só foi alcançada pelo Tratado de Medina del Campo, assinado a 30 de Outubro de 1431. D. João I, o monarca português, enviou a Castela, como seus embaixadores, Pedro e Luís Gonçalves Malafaia, assistidos pelo doutor Rui Fernandes e pelo secretário Rui Galvão.
Antes desta data, o período de paz conseguido pelas citadas tréguas entre os dois reinos permitiu retomar o povoamento das zonas raianas e fixar as populações. Permitiu igualmente, como nos diz Gomes Eanes de Zurara, implementar o comércio nas áreas fronteiriças, com a retoma das seculares relações de vizinhança entre as povoações dos dois lados.
 
A situação de conflito latente com Castela, mantida até 1411, fez endividar o país com as despesas inerentes à guerra. Contudo, a fase vivida entre esta data e a assinatura definitiva do tratado de paz afastou por completo a ameaça de uma invasão castelhana, embora não tivesse desvanecido um permanente clima de tensão entre estes dois reinos.
Durante todo o reinado de D. João I, o país viveu sob esta ameaça latente e num clima de suspeição relativamente a Castela, embora Portugal tenha encontrado uma boa alternativa ao voltar-se para Marrocos e para o Atlântico, enquanto o rei de Espanha se ocupava da conquista de Granada, o último reduto muçulmano na Península.
Fonte: Infopédia

domingo, 30 de outubro de 2011

O QUE NOS INTERESSA!

Hoje um Rei não interessa a ninguém no actual sistema republicano porque fala com independência; Hoje um Rei não interessa a ninguém porque não tem cor partidária; Hoje um Rei não interessa a ninguém porque não tem facção; Hoje um Rei não interessa a ninguém porque não tem lobby; Hoje um Rei não interessa a ninguém porque fala de união de todos os portugueses e não em cultos de individualidades; Hoje um Rei não interessa a ninguém porque implicaria uma mexida nas mentalidades de todos, aquilo que usualmente chamo de mentalidade colectiva de uma Nação; Hoje um Rei não interessa a ninguém porque implicaria agitação nos lugares bem instalados de muitos; Hoje um Rei não interessa a ninguém porque mexeria no status quo; Hoje um Rei não interessa a ninguém porque não trás as equações mágicas que a república prometia e que, em vez de 767 anos de grandiosidade, apenas trouxeram trevas e tristeza; Hoje um Rei não interessa a ninguém porque traria a verdade de um difícil caminho de médio e longo prazo a trilhar, contrariando as fórmulas republicanas ilusoriamente facilitadoras para atingir objectivos.

Mas quem me conhece bem…sabe que não sou de “caminhos fáceis e rápidos”! Para mim, e mais que nunca, interessa-me e muito um Rei para o meu País! Quero começar a trabalhar desde agora (pois mais vale tarde do que nunca), numa Monarquia Constitucional, para a médio ou mesmo longo prazo almejar equiparar-me a um sueco, um norueguês, um dinamarquês, um canadense, etc. 


FOTOS: 143º ANIVERSÁRIO DA REAL ASSOCIAÇÃO HUMANITÁRIA DOS BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS DE LISBOA - 18 DE OUTUBRO DE 2011

Chegada de S.A.R., Dom Duarte Pio às cerimónias do 143º aniversário.
Momento em que o anterior Guião é arreado pelo Porta Guião Chefe Paulo Vitorino, apradinhado por S.A.R., Dom Duarte Pio.
Já com o novo e real guardião de 1886
Entrega a S.A.R. Dom Duarte do Titulo de Sócio Honorário pelo Presidente da RAHBVLISBOA Dr. Pedro de Montargil, Visconde de Montargil. - Palácio de Quintela
S.A.R. Dom Duarte Pio entrega ao Duque de Palmela o Titulo de Sócio Honorário da RAHBVL - Palácio di Quintela.
Imposição por S.A.R. Dom Duarte Pio da Medalha de Mérito da Ordem de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa. - Palácio Quintela
Bolo de Aniversário
Fotos: Facebook
Ler notícia AQUI

FAMILIAR DA CASA DE POMARCHÃO ORIGINOU O PRIMEIRO LIVRO IMPRESSO NO BRASIL


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"A RAINHA SANTA" (C.1269-1336)

Rainha Santa Isabel - Milagre das rosas. Autor desconhecido Século XVI [1540-50] Óleo sobre madeira de carvalho 36 x 29 cm Museu Nacional de Machado de Castro, Coimbra

Filha de Pedro III de Aragão e de Dona Constança de Navarra, nasceu em Saragoça ou Barcelona e faleceu em Estremoz. Em 1288 casou por procuração em Barcelona com Dom Dinis. Acompanhou o rei, nos primeiros anos de casada, nas suas deslocações através do país e a fama da sua bondade granjeou-lhe a simpatia do povo, sendo-lhe atribuído o episódio conhecido por “Milagre das Rosas”. Desempenhou o papel de medianeira nas lutas entre Dom Dinis e o seu irmão Dom Afonso e entre o rei e o príncipe herdeiro, futuro Dom Afonso IV. Em 1287 Dom Dinis doou à Rainha, Sintra e seus castelos que lhe ficaram a pertencer até 1300, passando depois, por sucessivas doações para o infante Dom Afonso (irmão de Dom Dinis) para Dona Isabel (sobrinha de Dom Dinis) e Dona Beatriz (mulher de Dom Afonso IV), tendo contudo a Rainha usufruído de todos os direitos e pertenças até ao fim da sua vida, em 1336. O culto do Espírito Santo teria sido introduzido pela “Rainha Santa” em Alenquer e Sintra, sendo ainda hoje as festas do Penedo, em Sintra, consideradas as mais fiéis ao ritual tradicional. A pedido de Dom Manuel I, Dona Isabel foi beatificada por Leão X em 1516.

sábado, 29 de outubro de 2011

UMA QUESTÃO DE SOBERANIA

A soberania do povo não é ilimitada. Ela está delimitada pela justiça e pelos direitos dos indivíduos. A vontade de um povo não pode fazer com que aquilo que é justo vire injusto e vice-versa. Em segundo lugar, pode-se afirmar que a demonstração clara de certos princípios constitui a sua melhor garantia de aceitação universal.

Ora, se reconhecermos que a soberania tem limites, ninguém, em sã consciência, ousará reivindicar o poder ilimitado, nem tão pouco condiciona-lo aos interesses de um determinado grupo ou elite.
Para Benjamin Constant “ a soberania não pode ficar nas mãos dos que exercem o poder, pois a tendência de todo governo constituído é a sua auto-preservação. A soberania, portanto, deve ser limitada desde fora do poder pela própria sociedade”. Mas também afirma que “numa sociedade fundada na soberania do povo, é evidente que nenhum indivíduo, classe nenhuma, tem o direito a submeter o resto à sua vontade particular; mas é falso que a sociedade, no seu conjunto, possua sobre os membros uma soberania sem limites”, da mesma forma que “Um poder republicano que se renova periodicamente, não é um ser aparte, não impressiona em nada a imaginação, não tem direito à indulgência para os seus erros, já que buscou o posto que ocupa e não tem nada mais precioso que defender do que a sua autoridade, comprometida quando é atacado o seu ministério, integrado por homens como ele e dos que sempre é solidário”.

Numa altura em que Portugal se encontra inserido numa comunidade europeia, o conceito de soberania, revela-se agora de importância crucial. Daí, a necessidade de um poder “neutro”, que desde sempre foi característica da monarquia constitucional.

Para o mesmo pensador: “A monarquia constitucional oferece-nos esse poder neutro, tão necessário para o exercício normal da liberdade. O Rei, num país livre, é um ser aparte, superior à diversidade de opiniões, sem outro interesse que a manutenção da ordem e da liberdade, sem poder jamais cair na condição comum, inacessível, portanto, a todas as paixões que tal condição faz nascer e a todas as que a perspectiva de a ela voltar alimenta no coração dos agentes que estão investidos de uma potestade passageira. Essa augusta prerrogativa da realeza deve infundir, no espírito do monarca, uma calma e, na sua alma, um sentimento de tranquilidade, que não podem ser património de nenhum indivíduo situado numa posição inferior. O monarca flutua, por assim dizer, por cima das agitações humanas e constitui um grande acerto da organização política ter criado, no seio mesmo dos dissentimentos sem os quais nenhuma liberdade é possível, uma esfera inviolável de segurança, de majestade, de imparcialidade, que permite a eclosão desses dissentimentos sem nenhum perigo, desde que não excedam certos limites, e que, quando aquela se anuncia, ponha-lhe término por meios legais, constitucionais e não arbitrários. Todo esse imenso benefício perde-se se o poder do monarca for rebaixado ao nível do poder executivo, ou se for elevado este ao nível do monarca”.

Assim, ao contrário de certas correntes de pensamento monárquicas da nossa “praça”, a instituição régia, na prática da monarquia constitucional, posto que os seus poderes são delimitados, dá-lhe, no entanto, um perfil de salvaguarda da estabilidade política, tirando do soberano a pecha de ser um poder arbitrário, revestindo-o, em compensação, de uma auréola moral que se sobrepõe à luta rasteira pelo poder.

É verdade que hoje não existem cruzados, mas há inconformados.

Hoje, há gente disposta a lutar pela monarquia constitucional, independentemente dos feudos; que não presta vassalagem a ninguém, nem tão pouco personifica a sua causa, porque essa causa é ancestral, é a origem do mundo, a essência da identidade dum povo. Essa causa é Monarquia!

Abel Ferreira

IMPRENSA: S.A.R., A SENHORA DONA ISABEL APRESENTOU O LIVRO "REIS NO EXÍLIO" - 15 DE OUTUBRO DE 2011

Revista "Caras" de 22 de Outubro de 2011 - Reportagem completa na revista
(Clique na imagem para ampliar)



SAR, D. Isabel de Bragança na apresentação do livro "Reis no Exílio - Portugal Refúgio Real"

D.Isabel de Bragança com os pais, Jorge e Raquel de Herédia
SAR D. Isabel com os pais, Jorge e Raquel de Herédia

D.Isabel de Bragança

D.Isabel de Bragança
SAR a apresentar o livro

D.Isabel de Bargança e Charles-Philippe D'Orléans
SAR com o autor do livro, o Príncipe Charles-Philippe D'Orléans

D.Isabel de Bragança e Charles-Phillipe d'Orléans

D.Isabel de Bragança e Diana de Cadaval
SAR e a Duquesa de Cadaval, esposa do autor

O casal
O casal

Fonte: Caras