segunda-feira, 24 de outubro de 2011

SEM EXTREMISMOS, ORGULHOSOS! (II)


Antes de prosseguir sugere-se a leitura da primeira parte deste artigo.
Parece igualmente não haver nenhum rumo concreto e definido. As consequências são claras e indiscutíveis: se antes Portugal e os Portugueses, liderados pelo Rei, acabavam por triunfar, hoje mais parece que somos constantemente derrotados nas novas batalhas do sec. XXI.

O Povo Português, outrora guerreiro, está progressivamente a ser esvaziado do seu sentido de patriotismo, do seu amor-próprio, do respeito à sua própria Nação e da sua capacidade de luta. Um grande vazio, eis o que Portugal parece ter neste momento. Um vazio que facilmente se constata quando, no dia da Fundação de Portugal, oficialmente pouco ou nada se diz a respeito e não se presta a devida homenagem (oficial) ao Fundador. Portugal está a ser esvaziado da sua matriz cultural. Valham-nos os monárquicos que, com SSAARR os Duques de Bragança, ano após ano celebram o nascimento de Portugal e, com isso, “teimam” em manter a história, a dignidade e a alma nacionais viva! Haja alguém com sensatez nesta terra que, em 100 anos, se transformou na “terra do vale tudo”.

A situação a que Portugal chegou não é fácil. Será que os republicanos vão assumir a sua responsabilidade? Ou será que vão culpar S.M o Rei D.Carlos I?

Portugal e os Portugueses estão a agonizar. Sem força, sem ânimo, sem dinheiro, sem tempo já começam a deixar de viver para apenas (tentar) sobreviver. Isto é perigoso pois pode levar (como decerto levará) a uma drástica diminuição daqueles que conhecem e vivem Portugal e a Portugalidade! Se isso acontecer, e tendo em conta a quantidade de interesses obscuros que nos tentam constantemente dominar e aqueles que em vez de proteger a Nação (como era sua obrigação) a dão, quem irá proteger e lutar por Portugal? É necessário olhar para o futuro para entender a gravidade da situação. A incapacidade de perspectivar o futuro (tipicamente republicana) só servirá para nos levar à perdição e à ruína.

SAR D.Duarte chamou a atenção para a baixa natalidade em Portugal. Isto dá que pensar! Em primeiro lugar dá para perceber que o Senhor Duque de Bragança ao pensar nisso, pensa em Portugal como um “projecto a longo prazo” e, como tal, pensa como um verdadeiro Chefe de Estado, pensa como um Rei. Em segundo lugar dá para pensar que a República, obcecada em resolver no imediato os graves problemas que ela própria criou, se esquece de pensar verdadeiramente no futuro de Portugal e na sua sustentabilidade.

A natalidade em Portugal está a cair, com as consequências que qualquer pessoa minimamente informada e/ou sensata percebe! O que está a ser feito para combater isso? Quais as medidas que estão a ser tomadas para contrariar essa tendência? Serão a diminuição dos salários, o aumento do número de horas semanais de trabalho ou a eliminação de subsídios algumas dessas medidas? Será correcto ver números, unicamente números, em vez de ser seres humanos? “Portugal somos nós e nós somos Portugal”. A continuar assim quantos seremos nós no futuro? Consequentemente também se pode perguntar “ O que será Portugal no futuro?”.

Somos Portugueses e, sem qualquer tipo de extremismo, devemos estar orgulhosos disso pois fomos e ainda somos grandes, independentemente do que outros possam dizer.

Porque Portugal precisa de nós; porque é nossa obrigação cuidar da nossa terra, das nossas gentes e do nosso património; porque o movimento monárquico, encabeçado pela Família Real, é o único que verdadeiramente se preocupa com Portugal, com a sua protecção, preservação e futuro e porque “Portugal somos nós e nós somos Portugal” é imperativo proteger a nossa Nação daqueles que a querem dominar e destruir.

Pela Pátria,
Viva o Movimento Monárquico Português
Viva a Família Real Portuguesa
VIVA PORTUGAL!!!

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