terça-feira, 20 de abril de 2010

100 ANOS DE REPÚBLICA EM ABRANTES




17 Outubro 1910: A Câmara municipal manda retirar todas as coroas existentes em todos os edifícios públicos.

28 Outubro 1911: Encerrada a IGREJA DE S.JOÃO de Abrantes.

2 de Dezembro de 1911: Assaltam a IGREJA Paroquial de S.Miguel do Rio Torto.

Natal de 1911: No Souto, a População irritada contra a República, dão vivas ao Rei D.Manuel e ao herói Paiva COUCEIRO.

14 Fevereiro de 1912: Depois de presos vários monárquicos, conseguem evadir-se da cadeia municipal.

1913: Os Republicanos fecham várias Igrejas Abrantinas e são assaltadas e vandalizadas quase todas as IGREJAS.

1914: Várias procissões da cidade são apedrejadas por republicanos, ferindo várias pessoas de bem, junto ao Passo da rua do Cabo.

Neste ano são extintas várias importantes e muito antigas Irmandades devido à perseguição dos republicanos, destruindo tradições de centenas de anos.

18 Junho de 1914: Os párocos das principais IGREJAS de Abrantes são proibidos de ensinar doutrina cristã nas Igrejas !!!!!!!!

14 JULHO de 1915: A Câmara MUNICIPAL procede à demolição (à sua custa) de 5 passos religiosos existentes nas ruas da vila, para tentarem exterminar a fé do povo abrantino. OS Passos estavam em bom estado e foi um tremendo crime patrimonial feito à cidade.

22 Agosto 1915: 500 excursionistas de LISBOA, do Grémio Civil do MONTE, promovem um comício anticlerical, incitando à violência.

NOVEMBRO DE 1917: Roubam todos os objectos das principais Igrejas abrantinas e levam o seu espólio para a CÂMARA!!!

1918: O grande Abrantino Luís Falcão Pacheco Menna, é preso em Lisboa, por colocar uma bandeira monárquica na sua casa!

17 Janeiro 1919: Estado de sitio, devido a guerra entre Monárquicos e Republicanos, durante 30 dias. São presos mais tarde vários monárquicos.

21 Fevereiro de 1919: Prisão do Padre das Mouriscas, José Simão Nogueira.

1919: Manuel Proença R.Lisboa, exilou-se em Espanha por ser simpatizante monárquico.Foi perseguido a tiro em Lisboa. Figura que muito amparou mais tarde a cidade de Abrantes.

29 ABRIL 1919: MONÁRQUICOS atacam o Real Convento de S.Domingos para tomarem os militares. PRISÕES e humilhações.

1920: Descontentamento geral com toda a vida: greves, fomes e descontentamento. Sapateiros, padeiros e outros entram em greve.

FOME: retenção de azeite falta de farinha.

13 Fevereiro 1921: Um grupo de monárquicos funda a Sopa dos Pobres, para fazer face à miséria que a Republica criou em 11 anos.

Maio de 1921: Constituição do Grupo Monárquico Integralista de Abrantes.

1921: David Serras PEREIRA, concorre como Monárquico Regionalista, com boas votações.

7 Dezembro 1922: O Republicano Manuel Lopes Valente Júnior, tenta assaltar o edifício da Câmara para roubar boletins de voto dos monárquicos.

11 Agosto de 1927: Suspensão por 60 dias do jornal "O eco da voz da república", por não respeitar a censura.

1929: A ditadura da República começa a destruir parte do antigo Convento da Esperança.

12 Março de 1933: É PRESO o serrador mecânico, Zeferino Seabra Esteves, condenado a 10 anos de desterro para Angra. SÓ é libertado em 1943.

15 Setembro de 1934: O Censor à imprensa distrital visita e fiscaliza as livrarias da cidade.

20 NOVEMBRO DE 1939: A Câmara destrói o Solar seiscentista armoriado em frente à Misericórdia, para se construírem os actuais Correios.

Durante 48 anos de Ditadura Republicana feroz são presos, perseguidos e torturados abrantinos por pensarem de diferente modo.

2003: A Câmara obriga o Abrantino Dr.Joaquim Simões Ribeiro a retirar compulsivamente a Bandeira Portuguesa (azul e branca) de um seu edifício em frente às instalações do município.

A liberdade de expressão é nula na cidade, perseguindo os patriotas e monárquicos.

2009: O Censor Republicano Candeias da Silva, da Revista "Zahara", paga com dinheiros públicos, não permite que se publiquem alguns artigos históricos nessa publicação, uma vez que contrariavam algumas teses.

2009: Nelson de Carvalho, Presidente da Câmara, manda destruir por completo a "máquina da água" da cidade, que elevava a água desde o tempo da Monarquia.

Crime patrimonial de grande gravidade.

2010: A Câmara Municipal quer construir uma Torre (futuro Museu MIAA) ao lado de um CONVENTO classificado, sem ouvir a população e sem concurso publico, indo contra toda a ética democrática.

Existe uma petição com mais de 1000 pessoas, que contestam o crime patrimonial ao centro histórico e à cidade.

EM SUMA TIVEMOS
16 ANOS DE ANARQUIA
+48 ANOS DE DITADURA
+36 ANOS À DERIVA
= 100 ANOS DE REPUBLICA

Publicada por Núcleo Monárquico de Abrantes
(Fonte: Blogue do Núcleo Monárquico de Abrantes)

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