sexta-feira, 27 de maio de 2011

CHEGOU O TEMPO DE AGIR! (CONTRA A REPÚBLICA)

Temos um Rei para Aclamar!

Depois de ter escrito o seguinte parágrafo no Facebook, decidi aprofundar as ideias:

-Caros Monárquicos Portugueses, caros Amigos,
Não venho aqui vos dar lições. Apenas apelo a que num momento em que a nossa querida Pátria está a passar por uma fase terrível e só Deus sabe quando todos estes males estarão resolvidos, para bem do nosso Povo, e por ele, vos peço encarecidamente, que lutem, por amor de Deus, pela Pátria e pelo Rei e não entre vós! Longa Vida ao Rei Dom Duarte! Viva Portugal!


Desenvolvendo as ideias:

Precisamos de uma linha de orientação de Comunicação ambiciosa. Precisamos de maior dinamismo regional e local. Precisamos de não nos entretermos com o que não interessa e pensarmos alto. Pensarmos em Portugal. Precisamos de uma unidade de pensamento político em torno da Transição para uma Monarquia Democrática. Precisamos de ter os pés bem assentes no chão e não andarmos a perder tempo com cenários irrealistas (que é o contrário de se ser Realista ou Monárquico). Precisamos de perceber em que época vivemos.Precisamos de ver como funcionam as Monarquias Europeias que são Democracias Reais de excelência. Precisamos de de divulgar aos Portugueses a originalidade do Pacto Social nascido em Portugal, com a Aclamação Real. Em suma, precisamos de menos intrigas. Menos lavagem de roupa suja. Mais acções concretas. Mais trabalho de unidade na diversidade. Precisamos de defender o Rei quando é fundamental o fazermos nos sites dos Jornais Nacionais. Precisamos de defender a Monarquia Democrática também nesses sites e não olharmos para o lado, fazendo de conta que não é nada connosco. É CONNOSCO SIM! Precisamos, decisivamente, de marcar a Agenda Política. Precisamos de encostar todos aqueles que se dizem tão democratas mas que impedem o Referendo ao regime e a possibilidade de tal se realizar querendo manter o monopólio ideológico e fraturante na actual Constituição. Meus amigos, temos muito mais que fazer, do que perder tempo com guerrinhas internas entre Monárquicos. Já há demasiado tempo deixei de dar importância a pessoas que não merecem o menor crédito, a começar pelo Italiano Rosário Poidimani, passando pelo Nuno da Câmara Pereira, incluindo o Duque de Loulé e mais alguns tolos que seguiram as teorias da conspiração para descredibilizar o Senhor Dom Duarte e a Nossa Família Real.

Quem quiser se manter a par do que faz essa gente, que seja criada uma Comissão na especialidade com conhecimento de Sua Alteza Real o Duque de Bragança. Mas vir para a praça pública com isso, não é o melhor serviço que se pode prestar ao Reino a vir. Precisamos de ser mais discretos em relação a quem não merece a nossa atenção. Precisamos de nos preocuparmos mais com Portugal e o futuro dos nossos concidadãos e seus descendentes. Meus amigos, há tanto por fazer. Em relação ao Projecto Democracia Real verão novidades para breve. É tempo de atacar este regime com todas as nossas forças e pararmos de andar nas “tocas” como se fossemos uns coelhos que só saem quando acaba o Inverno (sem ofensa, claro). Meus Senhores, vamos para diante. VIVA O REI! VIVA PORTUGAL!

Publicado por David Garcia em PDR-Projecto Democracia Real

LUTAR POR PORTUGAL

Aura Miguel
Conheço muita gente que se queixa da triste situação do nosso país e que dizem que, se isto continua assim, o melhor é emigrar.
 
Ora, aqui está um dos principais problemas de muitos portugueses: demitirem-se da sua responsabilidade, da obrigação de ir votar, de escolher quem nos governe. Porque, se amamos o nosso país, se sofremos com o que se está a passar, é nestas alturas que nos devemos bater por Portugal.
 
E um bom critério para escolher os governantes - disseram ontem os nossos bispos - passa por considerar as opções éticas dos candidatos.
 
O "DNA" de Portugal tem a marca de grandes homens e mulheres que, em tempos de crise, fizeram tudo para garantir a nossa identidade. Então, que ninguém se demita agora para que - como, ainda há dias dizia D. Manuel Martins – “Portugal não deixe de ser Portugal”.
 
Rádio Renascença

FOTOS: SS.AA.RR., OS DUQUES DE BRAGANÇA NA CERIMÓNIA DE ENTREGA DO PRÉMIO INTERNACIONAL "TERRAS SEM SOMBRA 2011" EM SANTIAGO DO CACÉM, 07-05-2011

S.A.R., Dom Duarte de Bragança durante a assinatura do Livro de Honra do Festival, na Casa da Carreira.

S. A.R., O Senhor Dom Duarte de Bragança cumprimenta a cantora laureada pelo Prémio Internacional Terras sem Sombra, Cheryl Studer.

SS.AA.RR., Os Senhores Duques de Bragança à chegada à Casa da Carreira, onde teve lugar uma recepção.

S.A.R., Dom Duarte de Bragança conversando com S.A.R., O Príncipe Pavlos da Grécia.

SS.AA.RR., O Senhor Dom Duarte e Senhora Dona Isabel com S.A.R., O Príncipe da Grécia
 
Fotos: Casa Real Portuguesa, FTSS/Alfredo Rocha

CICLO DE CONFERÊNCIAS NO MUSEU DE AVEIRO


quinta-feira, 26 de maio de 2011

QUER MESMO FICAR SENTADO?

Chegaram e já se instalaram os que de fora vêm impor a receita que nos garantiam não ser necessária. Como é sabido e tem sido repetido até à exaustão, iremos viver tempos de grande dificuldade. Claro que quem nos pôs nesta miserenta situação, uma trupe de sucessivos irresponsáveis habituados a gerir à tripa forra recursos que não são seus, ao sabor dos ciclos eleitorais e das conjunturas, muito provavelmente, não sentirá remorsos nem um pingo de vergonha. Que não têm vergonha já se sabe. Que não nos respeitam também não se duvida. Mas não reside nisto o nosso problema. O grave é não nos darmos nós ao respeito.

Se estivermos minimamente atentos ao que se vai publicando lá fora sobre Portugal e sobre a sua triste situação, percebemos não ser muito abonatória a ideia que têm de nós e da capacidade de nos regermos. E, na verdade, percebe-se. Chauvinismos à parte, não é muito difícil de compreender o desconforto de quem, não tendo qualquer responsabilidades no nosso despautério, nem sequer uma vaga culpa in eligendo, vai pagar as pantominices desta caduca república.

O cenário em que hoje nos vemos é fruto de uma laboriosa prodigalidade de aventureiros e mentirosos que não se limitam a pôr em causa os nossos já magros cabedais. Com manifesta e recalcitrante ineptidão, ferem de morte a nossa credibilidade externa, a nossa compostura internacional e a honra com que nos apresentávamos no teatro das nações.

O medo que devotamos às chamadas ditaduras nacionais não é suficiente para que rechacemos aquelas que nos vêm do exterior. Claro que agora é tarde. Não pode corrigir-se o tiro que foi já desferido, mas deve a experiência do erro anterior ajudar a preparar o próximo disparo.

Não será tarde porém para nos convencermos de que todas as crises em que constantemente tropeçamos, umas mais económicas, outras mais financeiras, mas todas, sempre, políticas, são afinal emanação de valores pífios, transitórios e, as mais das vezes, contraditórios. Não será tarde, como digo. Mas não temos mais tempo. Se não tomarmos colectivamente uma atitude, se continuarmos ronceiramente a adiar a restauração dos nossos valores tradicionais, acontecerá connosco o que sucede com o nosso serviço de saúde. Ou vêm médicos estrangeiros salvar-nos ou morremos sentados numa cadeira de pau à espera de uma consulta.

Nuno Pombo in Correio Real nº 5 Maio 2011

EM FINS DE JULHO, A NÃO PERDER...




 

O CAMINHO CERTO

Iniciou-se no passado Domingo a campanha eleitoral para as Eleições Legislativas de 2011 mas antes Portugal teve oportunidade de assistir aos debates (frente-a-frente) entre os líderes partidários. No entanto, para surpresa (ou talvez não!) de todos aqueles que estão minimamente cientes da gravidade da situação que o País atravessa, os partidos sem assento parlamentar foram excluídos dos referidos debates. Qual a razão disto acontecer? Que (des)igualdade é esta? Foram os partidos representados no Parlamento que levaram Portugal ao actual estado (bem deprimente, por sinal). Será que são eles que têm as soluções para a nossa Nação? Não souberam gerir Portugal nem no passado nem no presente! Será que irão saber no futuro?

Saindo do âmbito partidário pode-se pensar na República em geral (porque o problema de Portugal é mais abrangente). Só na 3ª República o prestígio, o orgulho e a auto-estima nacionais foram gravemente feridos por 3 vezes! No passado a República já se mostrou incapaz de governar os destinos nacionais. Essa incapacidade foi confirmada pelos tempos presentes! Há algum sinal que nos garanta que o futuro será diferente?

Não será altura de uma mudança verdadeira? Não será altura de acordar e perceber que o caminho que Portugal começou a trilhar em 1910 é um caminho errado? Mudemos, pois, para o caminho certo.

Viva o Reino de Portugal !