quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

500 ANOS PORTUGAL-TAILÂNDIA: MAIS UM BORRA-BOTISMO REPUBLICANO


Estes intérpretes de gente que se arrogam em representantes de um país quase milenar, preparam-se para cometer uma desfaçatez que apenas os tipifica segundo o padrão há muito estabelecido: o de anormais, incompetentes, arrogantes na ignorância e sobretudo, malcriados ajuramentados por lojinhas.

Estava prevista uma espectacular inauguração da exposição comemorativa das relações entre Portugal e o Reino da Tailândia. Um catering cuidado e oferecido - ponto importante para esses ruminantes sempre à espera de pinga e de manjedoura -, na tradição daquilo que de melhor os tailandeses sabem fazer. Uma importante lista de convidados nacionais e estrangeiros, dando a necessária dignidade ao evento. Centenas de horas de preparativos e o primoroso catálogo executado após aturado estudo. Um staff preparado e bem ao contrário das "altas individualidades" semi-analfabetas, conhecedor desta realidade histórica que para nós e em termos de relações internacionais e de aliança, apenas se pode comparar à nossa ligação com a Grã-Bretanha. Tudo isto para nada!

Não se sabe bem porquê e por apetite de não se sabe que batráquio decisor, a dita inauguração foi anulada. Nada de burros ajaezados de cavalos vindos de Belém, nada de gulosos beneditinos e pior ainda, nada de secretaria cultural sita na Ajuda. Nada, nada, nada! Os tais intérpretes de gente, "acharam" que era coisa de pouca monta, pois não se tratando de "Europas", não podem perder tempo  com um banho e uma borrifadela de desodorizante, deslocando-se para mais uma maçada. No entanto, "acham" que vão lá dar um pulo no próximo dia 7 de Dezembro, talvez para verem as modas com que jamais sequer sonharam. Pois vão bater com o nariz na porta, ficando sós para a apetecida foto. Para eles, a Tailândia fica-se por umas férias de dez dias num resort qualquer, umas compritas em Patpong e uma visita ao Wat Phra Keaw. 

Enfim, a ralé que aturamos em forma de gajame. Isto é definitivamente, uma República de triste sina.

publicado por Nuno Castelo-Branco em Estado Sentido

AMANHÃ: AMÉRICO CARNEIRO APRESENTA LIVRO EM BARCELOS


Tenho a honra e o prazer de convidar Vª.s Ex.ªs para cpmparecerem no próximo dia 3 de Dezembro (sábado), pelas 16 horas, na Biblioteca Municipal de Barcelos (Casa Machado da Maia), onde se procederá à abertura solene da exposição de pintura “Barcelos / na senda do Condestável”, no auditório, com um recital de piano e a apresentação do livro “Diário poético”.
Com os melhores cumprimentos
Américo Carneiro

PRÍNCIPE CARLOS DE INGLATERRA DE VISITA À TANZÂNIA

Príncipe Carlos de Inglaterra e a Duquesa da Cornualha Camilla Rosemary visitaram o Parque Nacional de Arusha, na Tanzânia no passado dia 9 de Novembro.

MENSAGEM DE S.A.R., O SENHOR DOM DUARTE, DUQUE DE BRAGANÇA, AOS PORTUGUESES




Portugal atravessa uma das maiores crises da sua longa vida. Crise que, disfarçada por enganosas facilidades, foi silenciosamente avançando assumindo hoje consequências dolorosas para as pessoas, famílias e empresas.

A soberania de Portugal está gravemente ameaçada. A História, na crueza dos seus factos, revela-nos que, sempre que o País ficou enfraquecido, aumentou a vulnerabilidade à perda da sua Independência.

Até a razão por que hoje aqui nos encontramos, comemorando a Restauração da Independência de Portugal, pretende, por alguns, ser desvalorizada face à ameaça de extinção do feriado evocativo do Dia que mais devia unir todos os portugueses.

Sinal dos tempos…

A actual e humilhante dependência de Portugal dos credores internacionais é comparável à que resultou da crise financeira de 1890-1892, com tão graves consequências para a Nação e que levou ao fim do Regime da nossa Monarquia Democrática .

Tão importante como resolver a complexa situação interna que exige inevitáveis medidas de austeridade, é analisar as razões que nos levaram ao estado em que hoje nos encontramos.

Torna-se urgente proceder, através de um amplo debate nacional, a uma rigorosa e descomplexada análise dos modelos económico e político que estiveram na origem do depauperamento do Estado.

Cada vez é mais notório que os portugueses não se revêem no modelo de representatividade política em vigor.

Será que o Povo se identifica com os seus formais representantes?

Será que a nossa Democracia deverá ficar confinada a um modelo que já demonstrou não ser suficiente e eficaz?

Porque não considerar outras formas de representação popular complementares, através de outro tipo de representantes mais directamente relacionadas com a população, por exemplo, oriundos dos Municípios, modelo este com raízes profundas nas tradições históricas e culturais de Portugal?

Também no campo económico, necessitamos trabalhar para melhorarmos a nossa auto-suficiência, através de estímulos e incentivos para o desenvolvimento da indústria nacional e da recuperação prioritária das actividades agrícolas e relacionadas com o Mar.

É  inaceitável e perigoso que a maior parte dos alimentos que consumimos venha do estrangeiro!

Como repetidamente tenho alertadoem anteriores Mensagense entrevistas, no actual contexto, o aprofundamento consequente das relações culturais e económicas entre os países lusófonos, mais do que um objectivo, constitui uma verdadeira necessidade estratégica que, por natural, reúne todas as condições quer para o sucesso do desenvolvimento dos seus Estados quer para o aumento do bem-estar das suas populações.

Do muito que se pode fazer neste domínio cito como exemplo a criação de um espaço económico comum aos países da CPLP, integrando a troca de bens produzidos no seu âmbito e o intercâmbio de jovens universitários ou em formação profissional. Acredito que CPLP deveria evoluir para uma Confederação de Estados Lusófonos.

Antes da crise económica e financeira, já se encontrava instalada uma crise de ordem moral e ideológica.

Os tempos são difíceis mas poderão ser mais facilmente suportáveis se os portugueses estiverem cientes de que o esforço que lhes está a ser exigido se justifica para salvar a Pátria.

É preciso mudar o estilo de vida que artificialmente foi cultivado nas últimas décadas e adequarmos os nossos hábitos à realidade do País.

Exige-se, para tal, uma rigorosa responsabilização moral que começa pelos Governantes que, mais do que nunca, devem esclarecer com verdade as suas acções, começando por informar a Nação sobre o concreto destino dos avultados financiamentos resultantes dos compromissos assumidos pelo Estado Português ao abrigo do Plano de Assistência Económica e Financeira – “As boas contas fazem os bons amigos!”

Perante a herança que as próximas gerações vão receber, é nosso dever, no mínimo, contribuir para lhes facultar as melhores ferramentas para o seu futuro e o de Portugal: educando-os e formando-os com respeito pelos princípios da honra, da responsabilidade e do amor à Pátria.

A dúvida que hoje se coloca não é a de que País vamos deixar aos nossos filhos mas sim que filhos devemos deixar ao nosso País.

Confio na força anímica que, como Povo, sempre soubemos revelar perante os desafios mais difíceis. Especialmente na nossa juventude, que bem preparada, com a sua criatividade, generosidade e determinação, conseguirá restaurar Portugal!

Acredito que os nossos governantes tirem conclusões dos erros passados e que tenham a inteligência e vontade de corrigir o que ainda for possível emendar colocando Portugal acima dos interesses partidários.

Assim Deus nos ajude!

O Chefe da Casa Real portuguesa, D. Duarte Duque de Bragança

publicado por João Távora em Real Associação de Lisboa

FOTO-REPORTAGEM DO JANTAR DOS CONJURADOS 2011, ONTEM NO CCB


HOJE É DIA DE CELEBRAR A NOSSA INDEPENDÊNCIA

“QUEM A TEM...”

Não hei-de morrer sem saber
qual a cor da liberdade.

Eu não posso senão ser
desta terra em que nasci.
Embora ao mundo pertença
e sempre a verdade vença,
qual será ser livre aqui,
não hei-de morrer sem saber.

Trocaram tudo em maldade,
é quase um crime viver.
Mas, embora escondam tudo
e me queiram cego e mudo,
não hei-de morrer sem saber
qual a cor da liberdade.

in Fidelidade, Poesia-II - Jorge de Sena

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

DEUS, PÁTRIA, REI - A TRILOGIA DA NAÇÃO PORTUGUESA DEFINIDA POR D. NUNO ALVARES PEREIRA

DEUS-  O altíssimo princípio e dogma, origem e força de toda a autoridade, da fé e da moral.

PÁTRIA- Mais que um pouco de terra e um punhado de famílias; uma autêntica e profunda ideia, princípio espiritual, conceito elevado da terra e dos homens.

Estes passam; a ideia tem carácter de permanência; e só por isso as pátrias podem ressurgir sempre que se retorne à pureza primitiva dos princípios.

A Pátria é um pensamento a realizar-se na história; e esta é a vida dos povos; e estes têm a vida e o valor de cada um dos seus homens.

REI- a personificação do homem português, o representante da autoridade, o sinal visível da unidade do pensamento e amor nacionais.

Selo de D. Afonso Henriques


A respeito de D. NUNO pode pensar-se o que, para cada português devia constituir lei de formação HUMANA e CRISTÃ:

CADA HOMEM UM SERVIDOR;
CADA SERVIÇO, UMA DIGNIDADE;
CADA DIGNIDADE, UM DEVER;
CADA DEVER, UMA VITÓRIA.

D.NUNO faz parte daqueles santos VALORES que não esmorecem na história;

Os únicos que erguendo os olhos para outras claridades,
enchem os espíritos daquelas certezas absolutas e ardentes,
que ainda podem salvar a história e os homens da
mediocridade da vida e
renovar os caminhos da Verdade imutável;

Onde se encontram  os grandes construtores da civilização,

Os triunfadores infalíveis de ontem,
de hoje e de sempre.

por REX no Facebook