quarta-feira, 30 de novembro de 2011

DEUS, PÁTRIA, REI - A TRILOGIA DA NAÇÃO PORTUGUESA DEFINIDA POR D. NUNO ALVARES PEREIRA

DEUS-  O altíssimo princípio e dogma, origem e força de toda a autoridade, da fé e da moral.

PÁTRIA- Mais que um pouco de terra e um punhado de famílias; uma autêntica e profunda ideia, princípio espiritual, conceito elevado da terra e dos homens.

Estes passam; a ideia tem carácter de permanência; e só por isso as pátrias podem ressurgir sempre que se retorne à pureza primitiva dos princípios.

A Pátria é um pensamento a realizar-se na história; e esta é a vida dos povos; e estes têm a vida e o valor de cada um dos seus homens.

REI- a personificação do homem português, o representante da autoridade, o sinal visível da unidade do pensamento e amor nacionais.

Selo de D. Afonso Henriques


A respeito de D. NUNO pode pensar-se o que, para cada português devia constituir lei de formação HUMANA e CRISTÃ:

CADA HOMEM UM SERVIDOR;
CADA SERVIÇO, UMA DIGNIDADE;
CADA DIGNIDADE, UM DEVER;
CADA DEVER, UMA VITÓRIA.

D.NUNO faz parte daqueles santos VALORES que não esmorecem na história;

Os únicos que erguendo os olhos para outras claridades,
enchem os espíritos daquelas certezas absolutas e ardentes,
que ainda podem salvar a história e os homens da
mediocridade da vida e
renovar os caminhos da Verdade imutável;

Onde se encontram  os grandes construtores da civilização,

Os triunfadores infalíveis de ontem,
de hoje e de sempre.

por REX no Facebook

O NOSSO JOVEM PRÍNCIPE

"De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto."

Anónimo (recebido via e-mail)
Acrescentava:
No meio desta "governança" republicana, no centro das sucessivas injustiças a que os portugueses estão relegados, despejados ao esquecimento, desprotegidos e secundados existe um jovem Príncipe que, com apenas 14 anos, teve de se sacrificar por nós, abdicando da sua vida particular, dos seus interesses de miúdo, separando-se muito cedo do calor familiar de seus pais e do amor fraterno. Presentemente encontra-se só e por sua conta, tornando-se homem mas sobretudo um grande português (como apenas um emigrante sabe ser). É um estrangeiro em terras dos nossos mais antigos aliados. Sendo muitíssimo jovem, e num intensíssimo regime de aprendizagem, entrega-se ao estudo, ao trabalho, ao aperfeiçoamento e ao sacrifício, mas sobretudo prepara-se para nos servir.
Eu que passei por algo similar…entendo a dimensão da empresa. Apenas com duas importantes mas normais diferenças: Com custo mas fui em maioridade; Com custo mas com finalidades de rentabilidade própria e de autopromoção da minha vida. Tentando melhorar o País em que vivo…sim! Mas sem o alcance de uma entrega absoluta como a dele, como a do jovem Infante.
Eu, enquanto cidadão, e podendo ser só um, estou com ele e agradeço-lhe o que faz por mim enquanto português!
Viva o Príncipe da Beira, S.A.R., O Senhor Dom Afonso de Bragança que pela Santa Graça haverá de ser, para o bem de Portugal e dos Algarves, Açores e Madeira, Afonso VII!

PORTUGAL E A RESTAURAÇÃO DA INDEPENDÊNCIA NACIONAL


Painel existente na torre sineira da Igreja Matriz de Ponte de Lima evocativo da Restauração de 1640.



"Assentaram por conclusão que sábado, primeiro de Dezembro, com o menor rumor que fosse possível, se achassem todos juntos no paço, repartidos em vários postos, e que, tanto que o relógio desse nove horas, saíssem das carroças ao mesmo tempo. Sem haver dos confederados quem se arrependesse da determinação, ocuparam todos os postos destinados. Impacientes esperavam as nove horas, e como nunca o relógio lhes pareceu mais vagaroso, assim que deu a primeira e sem aguardarem a última, arrebatados do generoso impulso, saíram todos das carroças e avançaram ao paço. Neste tempo andava D. Miguel de Almeida, venerável e brioso, com a espada na mão gritando:

— Liberdade, portugueses! Viva El-Rei D. João, o Quarto!"

D. Luís de Meneses em História de Portugal Restaurado (adaptação)

Painel existente na torre sineira da Igreja Matriz de Ponte de Lima evocativo da Restauração de 1640

HOJE CELEBRA-SE O DIA DA RESTAURAÇÃO DA INDEPENDÊNCIA DE PORTUGAL - 1º DE DEZEMBRO DE 1640


A Restauração foi um movimento histórico que levou Portugal à independência no 1º de Dezembro de 1640.
 
A morte de D. Sebastião (1557-1578) em Alcácer-Quibir, apesar da sucessão do Cardeal D. Henrique I (1578-1580), deu origem a uma crise dinástica. Nas Cortes de Tomar de 1580, Filipe II de Espanha é aclamado rei de Portugal (Filipe I de Portugal).
 
Filipe I e os seus sucessores, Filipe II e Filipe III, não respeitaram o que tinha ficado combinado nas Cortes de Tomar.
 
Os impostos aumentavam; a população empobrecia; os burgueses ficavam afectados nos seus interesses comerciais; a nobreza estava preocupada com a perda dos seus postos e rendimentos; o Império Português era ameaçado por Ingleses e Holandeses e os reis filipinos nada faziam.
 
A capital do Império passou a ser Madrid e Portugal foi governado como uma Província espanhola. Durante 60 anos ocuparam o país e o oprimiram.
 
Como é natural, os portugueses viviam descontentes e compreendiam que só uma revolução bem organizada lhes poderia trazer a libertação.
 
Assim, no dia 1 de Dezembro de 1640, um grupo de 40 bravos portugueses, os chamados de Conjurados dirigiram-se ao Paço da Ribeira onde estavam a Duquesa de Mântua, regente de Portugal, e o seu Secretário, Miguel de Vasconcelos. A Duquesa foi presa e o Secretário morto.
 
Portugal recuperou a sua Independência, e deixou de pertencer a uma potência estrangeira, sendo D. João IV, Duque de Bragança, aclamado Rei, com o cognome de "O Restaurador".

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UMA HEROÍNA DE 1640: DONA FILIPA DE VILHENA

D. Filipa de Vilhena armando os seus filhos cavaleiros-1801-quadro de óleo sobre tela de Vieira Portuense

Esta heróica senhora, cujo nome ficou célebre na história do país, nasceu em Lisboa onde também faleceu a 1 de Abril de 1651. Era filha de D. Jerónimo Coutinho, que foi nomeado vice-rei da Índia, mas não aceitou a nomeação.
 
Casou com o 5º conde de Atouguia, D. Luís de Ataíde, que morreu, deixando-a com 2 filhos: D. Jerónimo de Ataíde e D. Francisco Coutinho. Senhora resoluta e briosa, teve conhecimento de todos os preparativos da revolução de 1 de Dezembro de 1640, e aconselhou a seus filhos que a ela aderissem e partilhassem os perigos de seus irmãos em fidalguia e em nacionalidade.
 
Na madrugada de 1 de Dezembro, mostrando realmente uma resolução mais que humana, armou ela própria os seus dois filhos cavaleiros, e mandou-os combater pela pátria, dizendo-lhes que não voltassem senão honrados com os louros da vitória.
 
O drama de Garrett, intitulado D. Filipa de Vilhena, ainda mais contribuiu para idealizar esta figura feminina, que ficou sendo como um símbolo enérgico do patriotismo.
 
D. Filipa de Vilhena foi chamada ao paço pela nova rainha de Portugal, D. Luísa de Gusmão, e recebeu o cargo de camareira-mor e de aia do príncipe D. Afonso, mais tarde el-rei D. Afonso VI

1º DE DEZEMBRO

O alcaide de Olivença, pretende recriar os violentos eventos que conduziram à ocupação daquela vila pelas tropas espanholas comandadas por Godoy. Sabendo-se algo acerca das brutalidades cometidas contra a população oliventina - desde o momento da ocupação até à autêntica política de erradicação identitária ao longo de dois séculos -, não deixa de ser absurda, esta paródia engendrada pelo PP espanhol.
Se existisse alguém com coluna vertebral na Câmara Municipal de Lisboa, a edilidade promoveria já no próximo 1º de Dezembro, uma "reconstituição histórica" da defenestração de Miguel de Vasconcelos. Candidatos a actores não faltariam, pois "Vasconcelos" há-os de sobra, de Belém a S. Bento.
Nuno Castelo-Branco

O 1º DE DEZEMBRO SOBREVIVEU À 1ª REPÚBLICA SENDO O FERIADO CIVIL MAIS ANTIGO

O 1.º de Dezembro é o feriado civil mais antigo: sobreviveu à I República austera em festividades, ao Estado Novo que só recuperou os "dias santos" em 1952 e à chegada da democracia, que nunca aboliu feriados mas acrescentou vários ao calendário.
Menos de uma semana após a revolução republicana de 1910, um decreto acabou com os feriados religiosos e institui apenas cinco dias de 'folga nacional': o 1.º de Janeiro (transformado em Dia da Fraternidade Universal), o 31 de Janeiro (data da revolta republicana no Porto, em 1891), o 5 de Outubro (Dia da República), o 1.º de Dezembro (Dia da Independência e da Bandeira) e o 25 de Dezembro (que passou a Dia da Família).
O mesmo decreto permitia aos municípios escolherem um dia de celebração local, estando aqui a origem dos feriados municipais.
Os republicanos só aceitavam uma celebração civil vinda da monarquia: o 1.º de Dezembro, que celebra a restauração da Independência em relação a Espanha em 1640.
Este é um feriado nascido na segunda metade do século XIX, pela mão da então Comissão Nacional 1.º de Dezembro, mais tarde Sociedade Histórica da Independência Nacional, criada em 1861 como reacção "a um movimento iberista".
Com a chegada da República, reduzem-se assim a cinco os feriados nacionais. Mas esta austeridade durou pouco e, lentamente, foram-se acrescentando dias de ócio ao calendário, até aos actuais 13 (seis civis e sete religiosos).
Logo em 1912, os republicanos criam o 3 de Maio, para celebrar a descoberta do Brasil. E em 1929, já sob a ditadura que levaria ao Estado Novo, o feriado municipal de Lisboa passa a nacional, nascendo aqui o 10 de Junho, que começou por ser o Dia de Camões e Portugal, passou a Dia de Camões, de Portugal e da Raça em 1944 e é, desde, 1978, o Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades.
"Curiosamente", sublinha Reis Torgal, o Estado Novo demorou décadas a mexer nos feriados e, em particular, a recuperar os religiosos, os "dias santos". Só o faz depois da assinatura da Concordata com a Santa Sé, em 1940, e o Ano Santo de 1951.
Mesmo o feriado da Imaculada Conceição, que é formalizado em 1948, é celebrado durante anos como o Dia da Consagração de Portugal a Nossa Senhora.
"Não se celebrava o dogma. O salazarismo manteve sempre a separação entre Estado e Igreja, apesar da grande influência da Igreja. Os feriados eram sempre celebrações cívicas", afirma o historiador.
Em 1952, Salazar acaba com o 31 de Janeiro e o 3 de Maio e junta três festas católicas à Imaculada Conceição (8 de Dezembro), ao Natal e ao 1.º de Janeiro, assim nascendo o Corpo de Deus (móvel), o 15 de Agosto (Assunção de Maria) e o Dia de Todos os Santos (1 de Novembro).
Os responsáveis pelo 25 de Abril de 1974 foram ainda mais rápidos do que os primeiros republicanos e, dois dias depois da Revolução dos Cravos, a data do golpe militar já era feriado, assim como o 1.º de Maio, o Dia do Trabalhador.
A democracia fez nascer mais dois feriados nacionais religiosos: a Sexta-feira Santa (em 1976) e o Domingo de Páscoa (em 2003).
Religiosos ou civis, republicanos ou monárquicos, os feriados mantêm uma característica: foram sempre associados a dias de ócio, sem trabalho, segundo Reis Torgal.

DOM DUARTE PREOCUPADO COM PERDA DE SOBERANIA


Duque de Bragança compara "a actual e humilhante dependência" de Portugal face aos seus credores à crise financeira que o país enfrentou e que levou à queda da monarquia

Duque de Bragança aproveita o Jantar dos Conjurados para dizer que Portugal atravessa uma das maiores crises e que "aumentou a vulnerabilidade à perda da sua independência".
"Portugal atravessa uma das maiores crises da sua longa vida". É com esta frase que D. Duarte abre a sua mensagem anual aos monárquicos, no Jantar dos Conjurados, na noite de quarta-feira, no Centro Cultural de Belém.
No tradicional jantar que junta os monárquicos portugueses na véspera das comemorações do Dia da Restauração da Independência, Duarte Nuno de Bragança menciona a possibilidade de ser este um dos feriados a extinguir pelo Governo.
Considerando o 1.º de Dezembro "o dia que mais deveria unir todos os portugueses", aproveita a oportunidade para se referir às consequências da actual crise.

Soberania ameaçada
"A soberania de Portugal está gravemente ameaçada" diz D. Duarte, considerando que a História tem demonstrado que "sempre que o país ficou enfraquecido aumentou a vulnerabilidade à perda da sua independência".
O duque de Bragança compara mesmo "a actual e humilhante dependência" do país face aos seus credores à crise financeira que Portugal enfrentou e que levou à queda da monarquia.
D. Duarte vê nesta crise sinais de que cada vez mais os portugueses "não se revêem no modelo de representatividade política em vigor" e aponta como caminhos para melhorar a situação económica nacional o aprofundamento das relações com os países lusófonos.
"Acredito que a CPLP deveria evoluir para uma Confederação de Estados Lusófonos", defende.
Fonte: Expresso
S.A.R. o Senhor Dom Duarte contra extinção do feriado de 1 de Dezembro

O chefe da casa real portuguesa, Duarte Pio, afirmou hoje que a soberania de Portugal está ameaçada, considerando que a extinção do feriado do 1.º de Dezembro desvaloriza o dia que mais devia unir os portugueses.
"A soberania de Portugal está gravemente ameaçada", disse Duarte Pio no discurso comemorativo da Restauração da Independência, proferido em Lisboa, defendendo que o país atravessa "uma das maiores crises da sua longa vida".
Para o herdeiro da casa real, a actual crise constitui um risco para a soberania já que a história mostra que "sempre que o país ficou enfraquecido, aumentou a vulnerabilidade à perda da sua independência".
Independência que, para Duarte Pio, está a ser desvalorizada "por alguns", face "à ameaça de extinção do feriado evocativo do dia que mais devia unir os portugueses".
O feriado de 1.º de Dezembro, que assinala a restauração da independência de Portugal face a Espanha em 1640, é um dos quatro que o Governo pretende extinguir como forma de aumentar a produtividade do país.
"A actual e humilhante dependência de Portugal dos credores internacionais é comparável à que resultou da crise financeira de 1890-1892", que "levou ao fim do regime da monarquia democrática", disse.
Em sua opinião "é urgente" criar um debate nacional para analisar os modelos económico e político "que estiveram na origem do depauperamento do Estado", até porque "é notório que os portugueses não se revêem no modelo de representatividade política em vigor".
"Porque não considerar outras formas de representação popular complementares, através de outro tipo de representantes mais directamente relacionadas com a população, por exemplo, oriundos dos municípios, modelo este com raízes mais profundas nas tradições históricas e culturais de Portugal", questionou.
Além disso, adiantou, deve-se incentivar a auto-suficiência económica, apostando nas actividades agrícolas e do mar.
Duarte Pio defendeu ainda a necessidade estratégica de aprofundar as relações com os países lusófonos, propondo a criação de um espaço económico comum aos países da CPLP que possa evoluir para uma confederação.
Criticando o "estilo de vida artificialmente cultivado nas últimas décadas", Duarte Pio afirmou ser necessária "uma rigorosa responsabilização moral", que julga dever começar com o esclarecimento pelos governantes sobre "o concreto destino dos avultados financiamentos resultantes dos compromissos assumidos pelo Estado ao abrigo do programa de assistência económica e financeira".
Ainda assim, Duarte Pio garantiu confiar na "força anímica do povo", em especial da juventude, para "restaurar Portugal".
"Acredito que os nossos governantes tirem conclusões dos erros passados e que tenham a inteligência e vontade de corrigir o que ainda for possível emendar, colocando Portugal acima dos interesses partidários", concluiu.
Fonte: DN


Público – Extinção do 1.º de Dezembro desvaloriza dia que mais devia unir os portugueses, diz Duarte Pio


O chefe da casa real portuguesa, Duarte Pio, afirmou nesta quarta-feira que a soberania de Portugal está ameaçada, considerando que a extinção do feriado do 1.º de Dezembro desvaloriza o dia que mais devia unir os portugueses.



“A soberania de Portugal está gravemente ameaçada”, disse Duarte Pio no discurso comemorativo da Restauração da Independência, proferido em Lisboa, defendendo que o país atravessa “uma das maiores crises da sua longa vida”.

Para o herdeiro da casa real, a actual crise constitui um risco para a soberania já que a história mostra que “sempre que o país ficou enfraquecido, aumentou a vulnerabilidade à perda da sua independência”.

Independência que, para Duarte Pio, está a ser desvalorizada “por alguns”, face “à ameaça de extinção do feriado evocativo do dia que mais devia unir os portugueses”.

O feriado de 1.º de Dezembro, que assinala a restauração da independência de Portugal face a Espanha em 1640, é um dos quatro que o Governo pretende extinguir como forma de aumentar a produtividade do país.

“A actual e humilhante dependência de Portugal dos credores internacionais é comparável à que resultou da crise financeira de 1890-1892”, que “levou ao fim do regime da monarquia democrática”, disse.

Em sua opinião “é urgente” criar um debate nacional para analisar os modelos económico e político “que estiveram na origem do depauperamento do Estado”, até porque “é notório que os portugueses não se revêem no modelo de representatividade política em vigor”.

“Porque não considerar outras formas de representação popular complementares, através de outro tipo de representantes mais directamente relacionadas com a população, por exemplo, oriundos dos municípios, modelo este com raízes mais profundas nas tradições históricas e culturais de Portugal”, questionou.

Além disso, adiantou, deve-se incentivar a auto-suficiência económica, apostando nas actividades agrícolas e do mar.

Duarte Pio defendeu ainda a necessidade estratégica de aprofundar as relações com os países lusófonos, propondo a criação de um espaço económico comum aos países da CPLP que possa evoluir para uma confederação.

Criticando o “estilo de vida artificialmente cultivado nas últimas décadas”, Duarte Pio afirmou ser necessária “uma rigorosa responsabilização moral”, que julga dever começar com o esclarecimento pelos governantes sobre “o concreto destino dos avultados financiamentos resultantes dos compromissos assumidos pelo Estado ao abrigo do programa de assistência económica e financeira”.

Ainda assim, Duarte Pio garantiu confiar na “força anímica do povo”, em especial da juventude, para “restaurar Portugal”.

“Acredito que os nossos governantes tirem conclusões dos erros passados e que tenham a inteligência e vontade de corrigir o que ainda for possível emendar, colocando Portugal acima dos interesses partidários”, concluiu.
Fonte Público