terça-feira, 30 de agosto de 2011

O UNIVERSALISMO DA DEMOCRACIA REAL









Muito se tem lido comentários monárquicos
que procuram colar o Projecto Democracia Real a uma determinada
ideologia política, e de facto, é caso para dizer, que não perceberam
ainda nada onde se pretende chegar!





Desde quando uma Democracia Real tem que
ser de direita? Desde quando uma Democracia Real tem que ser de
esquerda? Desde quando uma Democracia Real tem que ser do centro?





No fundo, desde quando, a Democracia
Real, tem que pertencer a um dos “clubes ideológicos”? Se pertencesse a
um desses “clubes”, nunca seria isenta, democrática, pluralista e
universal!





A Democracia Real é e só pode ser
Universal em termos ideológicos. Mas não nega, nem pode fazê-lo, as suas
raízes dentro do País na qual se pretende implementar. Assim sendo,
sendo Portugal uma Nação com raízes Cristãs, é natural, que se siga, sem
vergonhas ou medos, o Caminho Cristão, da Paz, do Respeito entre os
Homens, não importa a sua Religião e Ideologia Político-Partidária, da
Tolerância, contra os extremismos que devem envergonhar qualquer
sociedade democrática digna desse nome.





Assim sendo, a Democracia Real, que se pretende para Portugal só pode ser Universal.





Universal na Política;





Universal na Religião;





Colocando-as separadas, cada uma delas
com a sua Missão, o que não significa que um Político, não tenha que ser
Tolerante e procurar a Felicidade do seu Povo.





Quanto ao Rei, deve ser o símbolo vivo da
Nação na qual e pela qual foi Aclamado, jurando fidelidade à
Constituição aprovada pelos representantes do Povo e referendada e
apoiada pelo mesmo Povo.





Numa Democracia Real, o Povo é o
Soberano, por excelência, que delega no Parlamento o seu Poder
Representativo para a gestão da república.





Numa Democracia Real, o Rei, recebe do
seu Povo, o Ceptro e o Manto Real, depois de Jurar a Constituição. A
Coroa, pertence à Rainha Protectora do Reino de Portugal, Nossa Senhora
da Conceição, pela Tradição Histórica e Secular do Reino de Portugal.
Não caberá ao Rei usar a Coroa, mas esta deverá estar sempre presente na
Aclamação, porque o Rei é, por um lado, pela Graça de Deus, mas também
por Aclamação do Povo, de acordo com a Tradição da Monarquia Portuguesa
que todo o Português terá que respeitar e perceber o grande significado
simbólico de tal acto que na nossa História se chamou de Alçamento,
Alevantamento e Aclamação.





A Democracia Real que se quer implementar
em Portugal, tem como principio o respeito pelas Identidades Europeias
em nome de uma União dos Povos pela Paz e Tolerância na Europa, mas
também, não se deve esquecer da História que deve ser a Guardiã Fiel,
que Portugal foi Império, e que a Língua Portuguesa é falada nos quatro
cantos do Mundo, pelo que deve também ter um papel forte a desempenhar
no quadro de um reforço da Lusofonia.





A Lusofonia é um espaço não só da mesma Língua, mas também das mesmas raízes Cristãs, legadas pelo Reino de Portugal.





Pelo que, enquadrando tudo num todo, este
Projecto de uma Democracia Real, enquadra-se perfeitamente, na
realidade Europeia, Lusófona e Portuguesa. E assim, se defende, no meu
entender, os interesses de Portugal no século XXI, no quadro de uma
Democracia Real – ou Monarquia Parlamentar e Democrática.





Finalmente, quem conhece o Senhor Dom
Duarte, Duque de Bragança, percebe perfeitamente, as fortes ligações que
tem seja a Portugal, sendo o Herdeiro da Monarquia Portuguesa, como
também, as ligações que tem por diversas razões à Europa, e também à
Lusofonia.





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