quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

PRÍNCIPE HAAKON DA NORUEGA VISITA O NEPAL

Como Embaixador da Boa Vontade do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, o príncipe herdeiro Haakon da Noruega, juntamente com o Administrador do Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas e Presidente do Grupo de Desenvolvimento das Nações Unidas, Helen Clark, visitará Nepalgunj para examinar a PNUD.

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

A BALANÇA NÃO MENTE


HOMENAGEM A EL-REI DOM LUÍS, REI MARINHEIRO QUE ABOLIU A ESCRAVATURA

 
O Rei Dom Luís foi ontem homenageado na Sociedade de Geografia pelos 150 anos passados desde a ascensão ao trono. Não foi inocente a escolha do local, já que foi ele o fundador e primeiro protector daquela instituição. Forma de ‘fazer uma vénia’ a um Homem que foi Chefe de Estado de 11 de Novembro de 1861 a 19 de Outubro de 1889, data da sua morte, em Cascais.
 
Luís Aires Barros, presidente da Sociedade de Geografia de Lisboa, fez breve introdução, falou dos grandes feitos do Rei Dom Luís, do Homem culto que foi e da grande transformação que Portugal conheceu durante o reinado.
 
Dom Luís reinou durante 25 anos e na Sociedade de Geografia ficou a defesa da ideia de que não era Rei sem poder e influência, como muitas vezes se faz crer.
 
De Berlim a Londres
 
Rapidamente se escutaram alguns exemplos: foi por esses anos que se aboliu a pena de morte em Portugal, que se pôs fim à escravatura, que foi feito o primeiro recenseamento da população ou se fundou a Caixa Geral de Depósitos. E como não poderia deixar de ser, com o devido destaque nas palavras do professor Luís Aires, fundou ainda da Sociedade de Geografia, à imagem do que se fazia em Paris, Berlim ou Londres, numa época em que a Europa se virou para África e começou a estudar terras até então praticamente desconhecidas e ignoradas.
 
Marinha honrada
 
Chegara então o momento de discursar o almirante Vieira Matias. Porque se associou a Marinha a esta homenagem? Explicação simples, dada de imediato.
«A Marinha sente-se honrada por ter tido um marinheiro que foi Rei e que, sendo Rei... não deixou de ser marinheiro», afirmou o almirante, sublinhando os contributos para Portugal de um Homem de cultura e que teve contributo decisivo para o grande crescimento da marinha de guerra.
 
Dom Duarte e a influência
 
E não poderia deixar de estar presente Dom Duarte Pio, rosto da Monarquia nos dias de hoje.
«Teve educação esmerada, com muita influência alemã. Foi essa educação que o preparou para ser um excelente Chefe de Estado, como na realidade foi. Nessa fase da Monarquia o Rei não governava, é verdade, mas Dom Luís teve uma influência enorme no desenvolvimento do País», disse.
 
Crescimento económico
 
O senhor que se seguiu, o historiador Rui Matos, concorda com a ideia de uma magistratura de influência activa, apesar de reconhecer que é um período da história portuguesa que não está tão estudado como seria desejável.
 
«Dom Luís foi o segundo filho da Dona Maria II e não estava destinado a ser Rei, mas a verdade é que foi o reinado constitucional em Portugal mais longo da história... 28 anos. É inegável que não deixou memórias tão fortes como o antecessor, o irmão Dom Pedro V, nem mesmo que o sucessor, o filho Dom Carlos. Mas é injusta a tese que defende que a Monarquia se prolongava unicamente porque o Rei não mandava. É evidente que não era um homem incapaz ou ausente, talvez o que se passe é que tenha sido incompreendido na época em que viveu. Durante o Governo de Fontes Pereira de Melo tivemos uma das três épocas de maior crescimento económico em Portugal e o seu papel foi muito activo.»
 
Assinalados ficaram os 150 anos da subida ao trono do rei que ganhou o cognome de ‘O Popular’, diz-se que por ser apreciado pelo povo. Homem de cultura e, como tal, nem faltou uma actuação notável do Quinteto Clássico da Banda da Armada.
 
Por Luís Filipe Simões, 28 de Novemvro de 2011
 
FOTOS
 
S.A.R., Dom Duarte Pio destacou a personalidade de Dom Luís, cuja imagem se vê ao fundo (Foto António Azevedo/ASF)
 
Quinteto Clássico da Banda da Marinha teve actuação fantástica (Foto António Azevedo/ASF)
 
Sala bem composta num dia especial no Salão Nobre da Sociedade de Geografia (Foto António Azevedo/ASF)

S.A.R., Dom Duarte, Luís Aires Barros e Vieira Matias foram os oradores (Foto António Azevedo/ASF)

Muitos marinheiros na sala para conhecerem as obras do... Rei marinheiro (Foto António Azevedo/ASF)

D. ISABEL DE BRAGANÇA: "O MEU GRANDE TRABALHO É AJUDAR OS QUE PRECISAM"

A duquesa de Bragança assume que o Natal é importante para a família e revela que este ano os filhos, Afonso, Francisca e Dinis, vão receber apenas um presente cada um.

Há 20 anos, um grupo de mulheres começava a fazer voluntariado na Maternidade Alfredo da Costa, ajudando mães carenciadas. Assim foi criado o Banco do Bebé, presidido por Marina Arnoso e no qual D. Isabel de Bragança é presidente da Assembleia Geral. A celebração das duas décadas da associação proporcionou uma conversa com a duquesa, que dedica parte substancial do seu tempo ao voluntariado.

– Tem um papel activo no Banco do Bebé?

– Tento promover o voluntariado e dou apoio a vários níveis, como, por exemplo, fazendo a ponte com pessoas que possam ajudar. Não consigo vir muito à maternidade, mas estas senhoras têm feito um trabalho extraordinário, sendo um dos serviços mais importantes o apoio domiciliário, fundamental no regresso das mães a casa, com os bebés.

– Deve tornar-se difícil lidar com tantos pedidos de ajuda...

– Sim, fico bastante sensibilizada. Algumas pessoas vivem situações muito complicadas e nesse sentido tento ajudar, encaminhando-as para as associações indicadas. Infelizmente, não consigo ajudar todos como gostaria, mas cada vez existem mais pessoas disponíveis para ajudar. Somos um povo que, mesmo em crise, está sempre disponível para ajudar.

– Grande parte do seu tempo é dedicado ao voluntariado?

– Sim. O meu grande trabalho é ajudar os que precisam e pedir ajuda ou encaminhar para quem o sabe fazer melhor que eu.

– Ter três filhos sensibiliza-a mais para este trabalho?

– Sem dúvida. Cada vez que olho para um bebé, numa questão de segundos que seja, recordo tudo o que vivi quando fui mãe.

– E não tem vontade de ser mãe de novo?

– Imenso. É uma tentação enorme, mas penso que agora temos que apoiar os que estão cá.

– Tenta incutir este espírito de solidariedade nos seus filhos?

– Sim. Os meus filhos acompanham-me sempre que podem e no colégio onde estudam, este tipo de actividades são promovidas frequentemente. Acredito que o voluntariado ou solidariedade devem fazer parte da nossa formação humana.

– Como será este Natal?

– Em família, como é habitual. Este ano, devido à crise e também porque eles já são mais velhos, combinámos dar apenas um presente, para o qual toda a família contribui. Até porque eles não precisam de tantas coisas assim.


– O Natal vai ser também o reencontro da família, já que o Afonso estuda em Londres...

– É verdade. O Afonso faz-nos muita falta e temos muitas saudades, mas todos sentimos que está a ser uma boa experiência para ele e fundamental para a sua formação. Depois, em Londres está mais protegido de mim, porque sou uma mãe-galinha assumida e, sem querer, acabo por protegê-los bastante. Assim ele torna-se mais auto-suficiente, mais responsável e capaz de resolver os seus problemas.

– Assusta-a pensar no dia em que os seus filhos sairão de casa?

– Assusta-me imenso, nem quero pensar. Mas temos de saber que chega uma altura em que eles batem asas e seguem o seu caminho. O mais importante é termos a noção de que, com erros e com acertos, tentámos dar a melhor formação para eles serem pessoas realizadas, seguras e bem formadas.

– A Francisca e o Dinis também deverão ir estudar fora do país?

– Já se falou nisso, sobretudo no caso da Francisca, mas mais para a frente. Agora, cada filho é um filho. No caso do Afonso, tudo se conjugou assim, mas eles irão se quiserem, claro.

Por: Rodrigo Freixo

Revista



CAUSA MONÁRQUICA


Com os problemas vividos pelo sistema político português vigente na actualidade, concluo que precisamos de mudar a Democracia Portuguesa. Temos que incorporar nesta o sentido Monárquico.

Termos um Rei em vez de um Presidente seria algo excelente e que acabava com a instabilidade vivida em Democracia quando há este tipo de discórdia, que tem havido ultimamente, entre os diversos partidos políticos.

Com um Rei e com um Primeiro-Ministro com eleição directa pelo povo português, em que o candidato seria a pessoa e não o partido, poderíamos passar a ter uma Democracia muito mais interessante.

Já aos partidos penso que deveria ser dado o verdadeiro enfoque que devem ter, ou seja, os partidos devem assegurar a eleição dos Deputados e apenas dos Deputados da Assembleia da República. Com isso se passava a perceber que as pessoas nas listas a deputados seriam mais valorizadas que o possível primeiro-ministro resultante, contrariamente ao que acontece hoje.
  
 

O BEIJA-MÃO DO PRESIDENTE TURCO À RAINHA DE INGLATERRA

O presidente da Turquia, Adbullah Gulvisita, de visita ao Reino Unido, foi ao beija-mão à Rainha de Inglaterra.