sábado, 10 de dezembro de 2011

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VERGONHA NA CARA


Nestes inauditos tempos de História que atravessamos, não nos basta ter de aturar o bando de tudológos oficiais nas rádios e televisões a choramingar banalidades sobre as “injustiças” do sinistro ajustamento económico a que estamos condenados, temos também a má fortuna deste regime nos legar uma crescente troupe de inimputáveis presidentes e ex-presidentes da república, que do alto da sua insignificância contribuem para o ruido com trivialidades sobre o “diálogo”, o perigo do “empobrecimento”, ou a famosa “distribuição dos sacrifícios” assunto para o qual cada um parece ter a sua receita mágica. Todos eles gozam por estes dias o seu peso em prebendas e mordomias douradas pelos actos ou omissões que nos conduziram à actual ruína.
 
O último a botar a boca no trombone foi o pardacento e lacrimoso Sampaio, que não perdeu a oportunidade de lançar achas para a fogueira, sublinhando que o País está “num momento muito difícil” (!) e defendendo que “é preciso reforçar os instrumentos de diálogo”(!!), concluindo num desavergonhado assomo de lata que “afinal de contas” tinha razão na frase célebre frase “há mais vida além do orçamento” (!!!). Nestes tempos de emergência nacional falta-lhes é vergonha na cara.

 João Távora

RETRATO DE DOM SEBASTIÃO NÃO TEVE COMPRADORES EM LEILÃO

O retrato do Rei D. Sebastião, que foi na semana passada a leilão, não foi vendido. O quadro, que foi à praça com uma estimativa de licitação entre 30 e 50 mil euros, está agora disponível para venda, na Galeria da leiloeira Veritas, em Lisboa.

O responsável da leiloeira Igor Olho Azul atribui a falta de interesse de compra à suposta chegada tardia do catálogo do leilão a potenciais compradores. O preço de venda é agora de 30 mil euros ao qual acresce a comissão da leiloeira, de 12 por cento.
De autor desconhecido e data precisa por definir, o retrato , é uma pintura a óleo sobre tela do jovem monarca com a aparência que teria no final do século XVI ou início do século XVII, se não tivesse morrido com 24 anos na batalha de Alcácer-Quibir, em 1578: um D. Sebastião mais velho, com marcas de adulto, barba, bigode, já diferente do rei de rosto imberbe que habitualmente aparece em retratos feitos durante o seu reinado; mas não tão velho, calvo e de barbas brancas como em retratos e gravuras difundidos com o irromper do fenómeno sebastianista, da criação da lenda, resultante do desejo de ver o rei regressar para reconquistar a independência de Portugal.
A tela valerá mais como documento iconográfico do que como retrato artístico, referiu ao PÚBLICO o historiador de arte e especialista em leilões Anísio Franco, acrescentando que esta peça ajuda a compor o quadro da construção do mito sebastianista.
Confundido com outro
O retrato foi encontrado na casa de uns condes em Itália e foi a leilão na Europa, há cerca de quatro anos, como sendo o retrato de um conde italiano, apesar de em cima se ler Sebastianus Lusitanor I. Foi posteriormente vendido (por quem o adquirira no leilão) e adquirido por um comprador que se fez representar pela consultora de arte Câmara dos Azuis, que detectou o erro na atribuição. Já correctamente identificado como um retrato de D. Sebastião, veio para Portugal e os seus donos, portugueses, tentaram vendê-lo no leilão da semana passada.
É do mesmo modelo de dois outros que se guardam em Itália, escreveu Anísio Franco no texto publicado no catálogo da leiloeira, sendo um deles em miniatura e o outro atribuído a Cristofano dell'Altissimo, na série de retratos de reis da Europa na Ponte Vecchio, que liga as galerias Uffizi ao palácio Pitti, em Florença. E pode ser de um pintor espanhol ou "muito provavelmente" italiano, consideram outros historiadores de arte consultados pela Veritas.
Nesta tela pintada no fim do século XVI ou início do século XVII, o rei aparece de armadura, como um cavaleiro cristão, notou na altura Anísio Franco. Na parte inferior, vislumbra-se o princípio do que seria uma Cruz de Cristo. E essa será a principal nota a realçar.
"Aqui, ele aparece como o verdadeiro cavaleiro cristão", disse o especialista. "Era esta a imagem que ele queria propagar" e que corresponde "à sua função" e ao que ele ia fazer nas conquistas do Norte de África. "É uma imagem dele como um cavaleiro quase medieval. Era essa a ideia da espiritualidade medieval subjacente à própria batalha de Alcácer-Quibir", concluiu então. Esta "é uma imagem perfeita e acabada dessa nova espiritualidade".
Fonte: Público

PRÍNCIPES DA DINAMARCA DE REGRESSO À AUSTRÁLIA


A princesa herdeira da Dinamarca, Mary, regressou ao seu país natal, a Austrália, numa visita real a várias cidades, aproveitando para recordar os tempos em que conheceu aquele que veio a ser seu marido. Há mais de uma década, durante os Jogos Olímpicos de Sidney, em 2000, Mary Elizabeth Donaldson conheceu Frederik, o príncipe herdeiro da Dinamarca, num bar da capital australiana. O resultado já se sabe: casaram em 2004, tiveram quatro filhos (os dois últimos, gémeos, têm apenas dez meses) e se vão viver felizes para sempre, como nas histórias de encantar, é algo que ainda não sabemos.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

TROVADORISMO - CANTIGA GALEGO-PORTUGUESA

PORTUGUESE EMPIRE HERITAGE

CARTA DE PARABÉNS ENVIADA A MÁRIO SOARES PELO MONÁRQUICO E SOCIALISTA RUI MONTEIRO


Senhor Dr. Mário Soares

Antes de mais queria dar-lhe os seus parabéns pelo “desfazer” dos seus 87 anos, a mim o caminho ainda poderá ser longo para chegar lá se o destino assim o quiser. Escrevo-lhe nos meus 36 anos de idade ciente que o mundo e o nosso país correm sérios riscos de voltar atrás na História, ciente de que os problemas do Povo e não do Proletariado têm de estar sempre à frente das preocupações de qualquer pessoa de bem que se preocupa com a “coisa pública”.
 
Sou militante do Partido Socialista desde 1996 quando fiz 21 anos, o meu pai viu que estava na altura de eu assumir o que eu defendia depois de uma infância recheada de preocupações muito pouco normais para uma criança … sim eu com 9 anos via empolgado os debates políticos na TV onde o Senhor Doutor participava e os meus pais nunca me proibiram de o fazer. Tudo isso era fruto da educação e da tradição política que tinha na família, era uma consequência natural.
 
É fácil ser Socialista Democrata quando o nosso partido está no poder e está tudo a correr bem, o que nos põe à prova na vida e o Senhor Doutor sabe melhor do que ninguém é quando as circunstâncias são adversas ao que defendemos.  Só com os meus 14 anos comecei a ter plena consciência política do que significavam as coisas, foi por essa altura que recebi a herança familiar do que a minha família defendia. O meu avô Manuel António Vilela durante a 2º Guerra prestou serviços de informação aos EUA com um louvor por escrito do próprio presidente, era um acérrimo defensor do Partido Democrata Americano tanto no tempo de Roosevelt como no tempo de Kennedy. Ele esteve ao lado de Humberto Delgado na cidade no Porto nas eleições de 1958 e foi preso duas vezes por isso pela PIDE mas era um monárquico sem Rei como muitos o foram depois da morte de D.Manuel II e não se reviam no pai de D.Duarte de Bragança seu amigo. Sabendo isto e defendendo os mesmos ideias que o meu avô e o meu pai fazia sentido mais tarde ou mais cedo ser militante do Partido Socialista, defender o Povo, defender os mais desfavorecidos, defender os que mais precisam.
 
Sim sou Republicano porque defendo a “coisa pública” mas sou Monárquico da mesma forma que o foi Antero de Quental, Oliveira Martins, António Sérgio , Robert Owen, Proudhon, Olafe Palme, Gonçalo Ribeiro Telles, Sophya Mello Breyner e tantos outros …
 
Sempre o assumi desde o acto da assinatura da militância que era monárquico, monárquico como José Estevão, mas desde o primeiro momento os nossos camaradas disseram-me que o regime era válido em democracia. Como Antero de Quental dizia os problemas do Povo são mais importantes do que o problema de regime.
 
Não vou defender aqui a minha posição, acho que não o devo fazer porque não lhe vou dizer nada de novo. De há 4 anos para cá participei nas actividades do Instituto da Democracia Portuguesa onde sozinho aprofundei a ideia de uma “Esquerda Monárquica”, algo que achava que não existia mas a pesquisa e a História me demonstraram que sempre existiu, desde D.Manuel II apoiar o Partido Socialista Português até ao seu amigo Gonçalo Ribeiro Telles ter pertencido à sua lista nas eleições de 1969 e mais tarde o PPM com três deputados na bancada parlamentar do PS.
 
No meio disto tudo vejo com muita preocupação a colagem da extrema-direita ao ideal monárquico e o aproveitamento da falta de cultura política das pessoas para aproveitamento eleitoral. Vejo a História a repetir-se como aconteceu em 1929 com o Crash da Bolsa e infelizmente o que se sucedeu, peço desculpa como crente mas peço a “Deus” que não volte a acontecer. Mas o Povo no fim é o que sofre sempre, os Neo-Liberalistas já fizeram Adam Smith dar demasiadas voltas no caixão … insultam-no com a falta de ética na economia.
 
Admirava-o Senhor Doutor quando subia as escadas da Sede do PS em Aveiro e via a sua enorme foto, ainda hoje o admiro como referência e farol para todos os camaradas que nestes momentos conturbados lutam por acreditar no Socialismo Democrático. Precisamos mais do que nunca de um Europa Unida, precisamos da consciência social e da ética que só o Socialismo Democrático podem dar.

Melhores cumprimentos do seu humilde Camarada,
Rui Paiva Monteiro

OS DOIS BRAÇOS DA CASA REAL PORTUGUESA: CAUSA REAL E INSTITUTO DA DEMOCRACIA PORTUGUESA

 

Através da Vontade de SAR o Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança, foram criados, cada um na sua época, a Causa Real e o IDP, com missões bem distintas, mas ao mesmo tempo, complementares. A Causa Real para a defesa concreta e objectiva da Monarquia Democrática. O IDP, como centro de intervenção e de estudo, das políticas públicas necessárias para o Bem Comum dos Portugueses. Numa defende-se o principio fundamental que é o direito de todos os Portugueses de optarem pela Monarquia em Referendo e que nos é ainda vedado vergonhosamente. No IDP, defende-se e estuda-se e intervem-se, se possível, em diversas áreas fundamentais para Portugal. Assim o Senhor Dom Duarte intervem em várias regiões do País, onde efectivamente, há problemas que merecem a atenção de todos. Com o IDP, o Senhor Dom Duarte tem informações que pode estudar e participar em melhores condições, onde há crises e situações a tomar em conta. Assim, com a Causa Real de um lado, e o IDP do outro, a Casa Real Portuguesa, como Instituição Fundamental, tem dois braços fundamentais, para a intervenção em Portugal e na Lusofonia e até na Europa. E num Corpo Institucional, com dois braços distintos, não podemos, ter um braço a digladiar-se com o outro. São complementos absolutamente decisivos na acção conjunta na defesa de um Portugal melhor, um Portugal Real. Assim, é a Monarquia que intervem em todo o Território. Assim, é a Monarquia que avança. Sabemos que a missão incutida a cada um destes Braços não é tarefa fácil. Por vezes há dissabores. Mas também sabemos que se houver desentendimentos entre a Causa Real e o IDP, é a Casa Real que fica prejudicada e o avanço da Causa de Portugal fica comprometido. Os problemas pessoais que algumas pessoas possam ter entre si, devem ser secundarizados e as pessoas têm absolutamente que se concentrarem apenas e só, na defesa do Portugal Real. Hoje, com a situação dramática e vexatória em que Portugal vive, não há espaço para guerrinhas de facebooks (entre outros espaços). Os Monárquicos têm que ser Responsáveis, Profissionais, Coerentes, e quero aqui sublinhar algo de muito importante: Se SAR o Senhor Dom Duarte entendeu renovar a Causa Monárquica com a Causa Real e se aprovou a criação do IDP, que Monárquicos seremos nós se não respeitarmos a Vontade do nosso Rei? A Causa Real e o IDP, sempre que possível, devem trabalhar em conjunto, quando tal se justifica. Tal, não faz, nem fará com que a Causa Real e o IDP, percam as suas respectivas Identidades. A Causa Real quer Dom Duarte como Rei. E o IDP tem como Presidente de Honra Dom Duarte. Onde está o problema? A meu ver, não existe. Simplesmente, quer me parecer que há pessoas que não perceberam qual é o papel fundamental do IDP e da Causa Real. Na Causa Real não se discutem Políticas Públicas, mas sim Monarquia. E no IDP não se discute Monarquia, mas sim Políticas Públicas. E assim, ganhamos notoriedade nacional. A Casa Real Portuguesa tem estes dois braços fundamentais para agir em Portugal. E não há lugar para guerras e divisões estéréis. Todos devem estar unidos na defesa do Bem Comum de todos nós Portugueses. O actual estado do País não nos dá tempo para conversas estéréis com acusações infundadas de tudo e de nada. Sejamos Monárquicos e sejamos unidos no que nos uniu até aqui. O inimigo chama-se República e temos que fazer tudo para a depôr, através do Voto Popular. Viva o Rei! Viva Portugal!

David Garcia em PDR- Reino de Portugal

"ENCORRER" OS ESPANHÓIS


Como todos os anos acontece, mais uma vez a população do Fundão cumpriu a tradição de "Encorrer os Espanhóis" ou "Incorrer os Espanhóis" conforme a pronúncia.

Partindo da Praça do Município, ao som do Hino da Restauração, sempre tocado pela Banda Filarmónica Perovisense, a arruada percorreu todas as ruas mais emblemáticas do centro da cidade, voltando finalmente ao ponto de partida, onde todos gritaram vivas a Portugal e à Liberdade e cantaram o Hino Nacional.

As 12 badaladas da meia-noite, para além de darem início à arruada, marcam também o ligar das iluminações natalícias das ruas da cidade.

GUIMARÃES COMEMORA CLASSIFICAÇÃO PATRIMÓNIO DA HUMANIDADE OCORRIDA HÁ DEZ ANOS

REI JIGME KHESAR NAMGYEL WANGCHUCK E A RAINHA JETSUN PEMA DO BUTÃO DE VISITA AO JAPÃO

O príncipe Naruhito do Japão recebeu, no dia 16 de Novembro, o Rei Jigme Khesar Namgyel Wangchuck e a Rainha Jetsun Pema do Butão, no Palácio Imperial em representação dos imperadores Akihito e Michiko.

ESPANHA PODERÁ VER REVISTA A LEI DO ABORTO


Espanha poderá ver revista a lei de interrupção voluntária da gravidez, ainda que, até ao momento, se desconheçam os contornos das alterações.
O próprio programa eleitoral do Partido Popular (PP), liderado por Mariano Rajoy, prevê mudanças na actual legislação para assim, explica, "reforçar" a protecção do direito à vida, especialmente no que toca às menores.
Não se avançam detalhes mas o vice-secretário de Comunicação do PP, Esteban González Pons, recorda que o partido sempre se opôs a alguns elementos da lei em vigor e discorda, em particular com o facto de que menores abortem sem o conhecimento dos pais.
A par dessa mudança, explicou recentemente, o PP quer "procurar uma fórmula que preserve o direito à vida", ecoando declarações de uma outra dirigente do partido e ex-ministra da Saúde, Ana Pastor, que confirmou a vontade de alterar a lei em vigor há pouco mais de um ano.
Para Pastor, que coordena a participação social do PP, a lei é "injusta e desnecessária".
Os comentários de Ana Pastor suscitaram criticas imediatas do PSOE que acusa os conservadores de "voltar ao passado" e de "procurar limitar os direitos das mulheres".
A causa da polémica é a reforma da lei do aborto de 2010, que liberaliza até às 14 semanas e reduz para os 16 anos a maioria de idade para decidir sobre uma interrupção voluntária da gravidez.

FALECEU UM GRANDE PORTUGUÊS E UM GRANDE MONÁRQUICO: DR. PAULO CATARINO

É com enorme tristeza e  consternação que a direcção da Real Associação da Beira Litoral comunica a todos os seus associados e amigos que faleceu hoje o DR. PAULO DE MIRANDA CATARINO, presidente da mesa da Assembleia Geral desta associação e uma das maiores figuras do Movimento Monárquico Português.

O Dr. Paulo deixou-nos. Portugal está mais pobre. Deixou-nos um Amigo, um Companheiro de Armas. Um homem muito dedicado ao nosso país, de grande inteligência e notável sentido de humor. Mas sobretudo, deixou-nos este Grande Amigo que nunca esqueceremos.


À Família enlutada a Real Associação da Beira Litoral quer deixar os  mais sentidos pêsames, nestas horas tão difíceis.


Oportunamente divulgaremos detalhes das cerimónias fúnebres.


Rezemos pelo Dr. Paulo Catarino para que descanse em Paz e pela Sua Família que tem toda a nossa solidariedade.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

UM PRESIDENTE QUE "NÃO DEFENDE OS PORTUGUESES"


O empresário Joe Berardo diz que Cavaco Silva não dignifica o compromisso eleitoral assumido quando tomou o cargo de Chefe de Estado.mais uma voz crítica que se junta ao coro crescente de criticas à passividade cúmplice que o Presidente tem assumido num período critico de sobrevivência nacional.

Neste caso mais recente Berardo é conciso é definir o principal motivo para o fracasso da presidência da Republica: Não “defende os portugueses” 


O principal cargo de um Chefe de Estado é defender os interesses do povo, muitas vezes contra poderes legitimamente eleitos.Uma voz presente com que se pode contar nos tempos mais austeros.O Palácio de Belém tem provado na sua história ser o elo mais fraco de um regime que pretende a perfeição representativa.Para além de cara (Cavaco Silva custa 5 vezes mais do que o Rei de Espanha ) a República tem sistemáticamente falhado o compromisso de continuidade na defesa dos interesses nacionais.A recente crise de 2008 é apenas mais um capítulo na longa história de falhas que legitimam ditaduras.Um erro que nenhum Rei pode cometer ou cometeu na longa História de Portugal

Resta a cada um de nós,quando já “ninguém defender os portugueses”…quando já não houver respeito pela Democracia, escolher se quer outro delfim que escolha por nós ou um Rei que nos deixe escolher.

A mesma questão que enfrentaram os portugueses de 1640, cumpre-nos assumir

Joe Berardo pede a demissão do chefe de Estado


Não tem conseguido manter o compromisso de “defender os portugueses”, nem explicar o seu envolvimento em algumas situações polémicas, pelo que deve “pedir a resignação” do cargo.

Cavaco Silva é também responsável por “uma estratégia danosa para o futuro de Portugal, era tudo empréstimos e realmente pensava que não tínhamos que pagar esta dívida”.

“O nosso Presidente da República, não sei por quanto tempo, vai ficar muito zangado, mas não estou preocupado com o PR, estou preocupado é com o que está a acontecer a Portugal, que não há maneira de dar a volta por cima”, acrescentou Joe Berardo.

O empresário justifica o pedido de resignação, dizendo que Cavaco Silva está “relacionado com o BPN, ganhou dinheiro, e isso nunca foi bem explicado aos portugueses”, e tinha encontros com Oliveira e Costa (antigo responsável do BPN), um “amigo de longa data e homem do fisco do tempo” dos seus governos.

“Vi o Presidente da República dizer publicamente que o Dias Loureiro (antigo ministro e responsável do BPN) era uma pessoa honesta, em quem tinha confiança, mas já saiu“, referiu ainda o comendador.

Segundo Joe Berardo, enquanto governante, Cavaco Silva, defendeu também medidas que prejudicaram o sector das pescas de Portugal e “agora diz que o Governo devia lançar-se pelo mar”.

Por isso, considera que Cavaco Silva é também responsável por “uma estratégia danosa para o futuro de Portugal, era tudo empréstimos e realmente pensava que não tínhamos que pagar esta dívida”.

“Se alguém é responsável pelas coisas com as quais os portugueses estão a ser penalizados, não tem outro caminho senão pedir a resignação”, argumenta, realçando que “uma coisa é ser economista e outra é ser dirigente”.

O Manto do Rei 

Joe Berardo diz que o Presidente da República não tem conseguido manter o compromisso de “defender os portugueses”


Berardo pede demissão de Cavaco Silva

O empresário Joe Berardo diz que o Presidente da República não tem conseguido manter o compromisso de “defender os portugueses”, nem explicar o seu envolvimento em algumas situações polémicas, pelo que deve “pedir a resignação” do cargo.
“O Presidente da Republica é um pouco responsável por muita coisa que aconteceu até agora”, disse o comendador à Lusa, acrescentando: “Acho que o Presidente da República devia pedir a resignação.”
“O nosso Presidente da República, não sei por quanto tempo, vai ficar muito zangado, mas não estou preocupado com o PR, estou preocupado é com o que está a acontecer a Portugal, que não há maneira de dar a volta por cima”, acrescentou Joe Berardo.
O empresário justifica o pedido de resignação, dizendo que Cavaco Silva está “relacionado com o BPN, ganhou dinheiro, e isso nunca foi bem explicado aos portugueses”, e tinha encontros com Oliveira e Costa (antigo responsável do BPN), um “amigo de longa data e homem do fisco do tempo” dos seus governos.
“Vi o Presidente da República dizer publicamente que o Dias Loureiro (antigo ministro e responsável do BPN) era uma pessoa honesta, em quem tinha confiança, mas já saiu”, referiu ainda o comendador.
Segundo Joe Berardo, enquanto governante, Cavaco Silva, defendeu também medidas que prejudicaram o sector das pescas e “agora diz que o Governo devia lançar-se pelo mar”.
Por isso, considera que Cavaco Silva é também responsável por “uma estratégia danosa para o futuro de Portugal, era tudo empréstimos e realmente pensava que não tínhamos de pagar esta dívida”.
“Se alguém é responsável pelas coisas com as quais os portugueses estão a ser penalizados, não tem outro caminho senão pedir a resignação”, argumenta, realçando que “uma coisa é ser economista e outra é ser dirigente”.
E sustenta que Cavaco Silva, que garante que “defende os portugueses”, podia começar por dar o exemplo. “Senhor Presidente da República, vá ao país diga que não quer continuar aqui, arranje uma eleição, arranje alguém. Faça como a Itália, onde foram buscar profissionais para reger o país”.
O empresário critica ainda Cavaco Silva, sendo “uma pessoa culta”, por nunca ter visitado o Museu Berardo, uma referência nacional e internacional.
Fonte: Público

THE PAGES OF THE PDR - ROYAL DEMOCRACY PROJECT

 
Divulgação da Monarquia Parlamentar e Democrática aos Portugueses e Luso-Descendentes

O SER PORTUGUÊS (2ª Parte)

José Aníbal Marinho Gomes
Leia AQUI a 1ª Parte

A Europa está a desintegrar-se como Europa e caminha a passos largos para um eixo político entre a França e a Alemanha. Está claro que a solidariedade europeia é um conceito do passado fundacional e que Angela Merkel e a Alemanha se situaram mesmo à frente do resto da União.
 
Sim, Portugal perdeu a independência por causa da integração na Comunidade Europeia. A nossa Identidade de mais de oito séculos está a diluir-se e a nossa Alma Lusitana está ameaçada.
 
Cuidado, pois somos porta-voz de uma Cultura Única e Universal que não se implantou por imposição, mas pela vontade de um Povo que sentiu orgulho em SER PORTUGUÊS, ao lado do seu Rei.
 
Já Eça de Queiróz o afirmou ‘’Qualquer dia, Portugal já não é um país, mas sim um sítio. E ainda mais mal frequentado’’
 
Palavras sábias, estas de Eça de Queiróz, que antecipam num século aquelas que recentemente proferiu o sociólogo António Barreto ao admitir que Portugal pode deixar de existir como estado independente dentro de algumas décadas, mencionando como exemplo no Oceano Pacífico, a Ilha de Páscoa, cujos habitantes desapareceram não só pelas decisões tomadas mas também pela maneira como viviam.
 
E prossegue, acusando os dirigentes partidários que governaram Portugal nos últimos anos, de ludibriarem a realidade omitindo factos que ajudaram às dificuldades em que o País se encontra, de esconderem informação e mentirem ao povo, pois se ainda há quatro ou cinco anos, o país vivia desafogadamente como foi possível passar a uma situação de falência iminente e bancarrota?
 
Estou inteiramente de acordo com o ilustre sociólogo, quando diz que considera muito conveniente perguntar aos políticos o que vai acontecer no futuro…
 
Por tudo isto e principalmente pela VONTADE DE SER PORTUGUÊS não podemos permitir que os nossos governantes façam aquilo que muito bem lhes apetece.
 
É preciso dizer basta! Já chega desta república ideológica. Não podemos pactuar mais com o regime que nos foi imposto pela força e que está assente no derramamento de sangue de um Chefe de Estado legítimo e de seu filho.
 
É preciso incutir uma nova maneira de estar na política reafirmando e reformulando algumas ideias, que terão de passar pela dignificação da pessoa humana, ecologia, ambiente, etc.
 
A promoção destas novas ideias terá de ser feita de forma clara, para que as diferentes camadas da população compreendem a mensagem, sendo que para isso é necessário entrar no quotidiano dos portugueses.
 
É preciso a renovação dos partidos políticos, bem como dos quadros dos já existentes; é preciso chamar novas pessoas para a política.

Será que é livre um povo que vê o poder dos partidos enraizar-se a todos os níveis da vida nacional, de tal forma que é praticamente impossível ocupar algum lugar de relevância se não pertencer a um qualquer partido que esteja no governo?
 
Será que é livre um povo cujo desenvolvimento, depende cada vez mais de fundos europeus, cujo pagamento implica a perda de soberania?
 
Será que é livre um povo onde muitos dos seus membros vivem com reformas de 200,00€ e com um salário mínimo nacional de 485,00 €?
 
Será que é livre um povo que vê ficar impune a corrupção e o tráfico de influências?
 
Será que é livre um povo que perdeu o hábito de protestar, de se indignar e de se revoltar, quando a sua honorabilidade e a sua liberdade estão em perigo?
 
Portugal pode mudar se tivermos a coragem de traduzir em acções os nossos princípios, e se soubermos possuir a Vontade de Ser Portugueses e de Ser Livres.
 
Invoco o célebre grito de Almacave, proferido pelos povos representados nas Cortes de Lamego, simbolicamente identificado com a fundação do Reino de Portugal. ‘’Nós somos livres, nosso Rei é livre, nossas mãos nos libertaram’’ (Nos liberi sumus, Rex noster liber est, manus nostrae nos liberverunt).
 
Não posso deixar de citar novamente o brilhantíssimo Eça de Queiróz com um pensamento perfeitamente actual: Portugal está a atravessar a pior crise “Que fazer? Que esperar? Portugal tem atravessado crises igualmente más: - mas nelas nunca nos faltaram nem homens de valor e carácter, nem dinheiro ou crédito. Hoje crédito não temos, dinheiro também não - pelo menos o Estado não tem: - e homens não os há, ou os raros que há são postos na sombra pela política. De sorte que esta crise me parece a pior - e sem cura.” Eça de Queirós, in “Correspondência” (1891).

Publicado no Jornal Novo Panorama de 30 de Novembro de 2011

DEMAGOGIA PRESIDENCIAL


“Numa época de limitações orçamentais, o Natal no Palácio de Belém será este ano «bastante contido», sem prendas para os filhos dos funcionários, mas com momentos de confraternização.”….e sem postais de Natal! (parece que sobraram do ano passado)

Dois pensamentos assaltam qualquer comum português, que vive num País com desemprego de dois dígitos, à beira da falência:

O Palácio de Belém oferece prendas aos filhos dos funcionários!?…em plena crise (que dura desde 2003) e a funcionários bem pagos

O Palácio de Belém pretende resolver a crise orçamental poupando em cartões de boas festas?!

É conhecida a recente polémica em torno das acusações do financeiro Joe Berardo ao Presidente da República, o qual acusou de não cumprir as funções para as quais foi eleito, é natural que o Sr. cavaco Silva queira salvar a face da opinião pública promovendo uma imagem de proximidade com a austeridade sentida pelo povo, mas a medida apenas desmascara a verdade contida nas acusações que se vão empilhando em relação ao Presidente da República.



É do conhecimento público que os gastos da casa Presidêncial superaram há muito a capacidade nacional, mas não é com demagogia infantil que se resolve o problema.A crise nacional não se resolve com meia duzia de cartões de Natal nem com “Natais contidos” quando o desemprego atinge os dois dígitos e muitos portugueses perdem ,não o Natal, mas a própria casa onde vivem.

Um Chefe de Estado não serve para oferecer prendas aos filhos dos funcionários do palácio (que já são bem pagos) nem para mandar Cartões de Natal, serve para defender os portugueses missão que o Sr. cavaco Silva parece ter esquecido.


Bem faria o Presidente observar o exemplo de D. Duarte que em recente entrevista afirmou que iria restringir as ofertas que faz aos próprios filhos, porque o tempo é de crise e é preciso usar o que se tem para “partilhar com os que mais necessitam”.

Aqui está a diferença entre um Chefe de Estado republicano e um Rei: um poupa nos filhos dos outros; o outro poupa nos próprios porque primeiro está o exemplo.

5 DE OUTUBRO "SAGRADO"

De quem podia vir a preclara ideia? De Mário Soares, claro está. Aliás, o "sagrado" está na sua linhagem, como os cálices estão na celebração da Eucaristia. Filho de um ex-sacerdote que muito oportunamente se "despadrou" logo a seguir à burricada de 1910 - o mesmo Padre João que nos juramentos de Bandeira, alegadamente tecia loas à consubstanciação do corpo da Pátria no corpo d'El-Rei -, M.S. sempre teve um fraquinho pelas coisas do transcendente, desde que isso implicasse muitas e vistosas cerimónias, fotos com os Papas e príncipes da Igreja, vestes vermelhas cardinalícias, Te Deums e outras grandiosas anti-laicidades do estilo.
 
Diz que o 5 de Outubro é "sagrado", porque a "maioria da população portuguesa é republicana" e ainda por cima, afiança que o povo "não gostou" da ideia da abolição do feriado republicano. Seria interessante sabermos como é que disso poderá ter tanta certeza, uma vez que a tal República é afinal de continhas bem feitas, o tal esquema que resolvia os seus assuntos no malha-costas de adversários, a mesmíssima República que provocou uma maciça fuga para o estrangeiro - nas suas três versões regimentais, diga-se -, que bombardeou, prendeu, torturou, armou-se em ditadora ad eternum, arruinou financeira e economicamente o país, que tão mal "descolonizou" e que tantos dispendiosos e imprestáveis quadrúpedes teve na manjedoura de Belém. Em suma, República deu "no troykismo" que se vive.
 
Coerentemente, o reformado e bem pago ex-PR vai dizendo que a abolição do feriado do 1º de Dezembro, dia da Restauração da Independência, "não é tão grave". Percebe-se...
 
Mário Soares não é um qualquer, há que reconhecê-lo. Por mais incrível que pareça, a sua palavra ainda encontra eco nos saudosistas dos grandes nadas e aqui está a "ultima perninha" que talvez ainda consiga preservar para os próximos anos, o dia da nossa derradeira ida à praia. A menos que o actual Relvas seja "sensível" a gorduras aventaleiras, Mário Soares que se conforme como puder. Por exemplo, pague a senha - nem tudo pode ser à borla - e vá ao jantar dos Conjurados. Ainda está a tempo.

Nuno Castelo-Branco

COMUNICADO DO IDP SOBRE A CIMEIRA EUROPEIA DE 8 E 9 DE DEZEMBRO

O desenrolar da crise europeia mostra que vêm aí tempos não só muito difíceis mas sobretudo muito confusos. Mais do que nunca são essenciais uma informação pública transparente e uma comunicação social plural e diversa. Em 1999 a entrada de Portugal na moeda única europeia, a chamada Eurozona (EZ), foi uma decisão das elites da III República, sem consulta popular. Assistimos agora na Europa ao falhanço de uma certa elite, ao falhanço de um paradigma, ao falhanço da ética, ao falhanço de uma filosofia de vida. Mas desta vez, sabemos que os portugueses não deixarão passar sem escrutínio a decisão de permanecer ou sair da Eurozona.

É neste contexto confuso de crise do Euro e da Europa que a sr.ª Angela Merkel e Nicolas Sarkozy enviaram, a 7 de Dezembro, uma carta ao sr. Herman van Rompuy, e não aos Governos da EZ, com as propostas das medidas que entendem dever ser incorporadas em um novo Tratado Europeu, a debater na Cimeira Europeia de 8 e 9 de Dezembro.

Esta iniciativa da dupla de governantes que tem agido como o diretório da EZ surge num momento em que a moeda única europeia e as economias dos países que a compõem vacilam fortemente, devido a múltiplos factores; a grande crise iniciada em 2008: a especulação sobre as dívidas soberanas de todos os países da EZ, e já não só de Portugal, Irlanda e Grécia; a compra especulativa do euro pelos fundos financeiros internacionais, nomeadamente norte-americanos; e as políticas europeias que, tal como nos EUA, têm seguido o princípio de socializar as perdas e privatizar os lucros.

No nosso país, que faz parte do clube dos devedores da EZ na, é escassa e confusa a informação que nos chega sobre a posição do nosso Governo nestas matérias, e que contrapartidas o mesmo pretende apresentar na mesa das negociações da Cimeira, hoje e amanhã.

Face a esta situação, considera o Instituto da Democracia Portuguesa que a situação de emergência não pode ser pretexto para não sermos informados pois em Democracia, exige-se escrutínio permanente para as decisões que comprometem o país.; sem ele, piora a qualidade da decisão política e cresce um vazio de participação sempre preenchido por movimentações oportunistas e perturbadoras da coesão social. Iremos mesmo assim, pronunciarmo-nos durante e depois da Cimeira de e amanhã.

1. A carta ontem publicada pelo diário francês Le Monde, estabelece que todos os estados membros da UE, mas em particular da EZ, devem sujeitar-se ao limite de endividamento que é de 3% do PIB. O ponto decisivo que a Carta não esclarece são os detalhes e as metas calendarizadas de transição para o acatamento desta regra, a partir da situação presente de incumprimento; e lembramos que o primeiro país da EZ a incumprir foi a Alemanha, o segundo a França e o terceiro Portugal.

2. A carta prevê sanções automáticas em caso de não-conformidade com a regra de déficit, exigindo-se uma maioria de 85% para suspender a aplicação dessas sanções. Considera o IDP que este automatismo é insólito e atrevido, uma vez que a Europa só alcançou resultados duradouros mediante soluções consensuais. Parecem-nos insuficientes estas disposições para julgar em caso de litígio sobre a ilegalidade de orçamentos nacionais.

3. A carta indica que a participação futura do Setor Privado em resgates financeiros seguirá as regras do FMI. O Acordo com a Grécia continua válido, mas é considerado um caso a não repetir, de modo a evitar os eventos de crédito que lhe estão associados. Considera o Instituto da Democracia Portuguesa que esta continuada ternura para com a banca privada, não é um sinal positivo para a regulação do capital financeiro internacional.

4. A carta pretende que as disposições do novo Tratado estejam prontas em Março de 2010 e que o Mecanismo Europeu de Estabilidade (SME) se inicie em finais de 2012. Perante a crise do euro, pode-se pensar que estes prazos são demasiados longos, porque os ataques especulativos à moeda única e às dívidas soberanas continuam em força.

5. A carta pretende que os chefes de Estado e de Governo reúnam cada mês, para o governo económico da ZE. Como todas as informações apontam para que dentro, de um ano, os EUA estejam a braços com um desastre de proporções equivalentes ao da Eurozona, considera o IDP que estas medidas mensais de concertação são um caso típico de “demasiado pouco e demasiado tarde” e que melhor seria uma decisão firme e consensual imediata.

6. Finalmente, a carta do directório franco-alemão não indica sequer a possibilidade de euro-emissões que, segundo muitos, é única forma de a Europa mostrar coesão na crise presente. O Instituto da Democracia Portuguesa não aceita a narrativa que os países do “Norte” são estados virtuosos que, para emprestar dinheiro aos “irresponsáveis” do Sul têm de se munir de “garantias”, mormente um regime de “protetorado” e sequestro da soberania até que as dívidas estejam saldadas. Pelo contrário. Devemos exigir a todos os estados membros, todos eles credores e todos devedores em grau diverso, que acordem na emissão de dívida europeia conjunta porque só assim existirá uma Europa das Nações.

Por tudo isto, a Cimeira Europeia de 8 e 9 de Dezembro precisa de definir os detalhes e a distribuição de papéis dos estados membros; tem de apresentar os compromissos e os objectivos para os próximos anos; tem de definir o que entende por resolução dos problemas da EZ; tem de apresentar uma estratégia de resolução, as datas e as metas intercalares para alcançar o objectivo final que é estabilizar a EZ.

Há mais de dez anos, com a criação da Eurozona, Portugal alienou uma parte significativa da soberania sem que ninguém nos perguntasse nada. Mercê de uma ilusão bem elaborada, entregámos a credores o nosso presente e uma parte do nosso futuro e dos nossos filhos. Esta situação nunca foi explicada, nem à época nem nos solavancos confusos que até hoje se seguiram. Desta vez, não será assim. O IDP vai continuar a trabalhar para que os Portugueses sejam informados e possam debater o seu futuro na Europa das Nações.

Lisboa, 8 de Dezembro de 2011

A Direção do Instituto da Democracia Portuguesa

SONETO DE LUÍS DE CAMÕES