segunda-feira, 28 de novembro de 2011

HOJE: LANÇAMENTO DO LIVRO MARIA PIA DE SABÓIA

Por ocasião do Centenário da Morte da Rainha Maria Pia (1848-1911), o Palácio Nacional da Ajuda e a Câmara de Cascais editam o livro Maria Pia de Sabóia, Rainha de Portugal. Fotobiografia, de Maria do Carmo Rebello de Andrade.
O lançamento terá lugar no Palácio da Ajuda, no próximo dia 29 de Novembro, pelas 20h00, data de encerramento do ciclo de conferências A Rainha D. Maria Pia e o seu Tempo.
Instituto dos Museus e da Conservação

 

COROA RICA DE NOSSA SENHORA DE FÁTIMA NA COVA DA IRIA

A coroa rica de Nossa Senhora de Fátima na Cova da Iria, além do seu valor devocional no culto Mariano, é um interessante testemunho gemológico. Uma campanha junto das mães de Portugal, nos anos 1940, resultou na reunião de um significativo conjunto de jóias em ouro, prata e pedrarias para a sua feitura. Estes ex-votos foram utilizados pela Casa Leitão & Irmão, os antigos joalheiros da coroa, na sua produção que culminou, em 1946, na sua colocação na imagem original de Nossa Senhora de Fátima da Capelinha das Aparições.

A sua composição é um reflexo do que existia na época em Portugal como joalharia civil, pois os seus materiais derivam do desmancho total ou parcial de jóias oferecidas. Contam-se aqui diamantes, em grande quantidade e nos seus mais variados estilos de lapidação, destacando-se também as esmeraldas, rubis e safiras, assim como pérolas, granadas e berilos esverdeados que constituem as quatro grandes gemas rectangulares transparentes na base da coroa. Mais recentemente, o Papa João Paulo II fez chegar ao Santuário o projéctil que o atingiu no atentado de que foi alvo no dia 13 de Maio de 1981, o que lhe terá despertado a sua grande devoção a esta invocação mariana. A Casa Gomes da Póvoa de Varzim procedeu então à sua colocação, por engaste, no interior da coroa, imediatamente debaixo do orbe azul celeste.

Capelinha das Aparições © Arquivo do Santuário de Fátima

CADA UM QUER TUDO


“Em Portugal cada um quer tudo e quando os homens são de tal condição, que cada um quer tudo para si, com aquilo com que se pudera contentar a quatro, é força que fiquem descontentes três. O mesmo nos sucede. Nunca tantas mercês se fizeram em Portugal, como neste tempo; e são mais os queixosos, que os contentes. Porquê? Porque cada um quer tudo. Nos outros reinos com uma mercê ganha-se um homem; em Portugal com uma mercê, perdem-se muitos. Se Cleofas fora português, mais se havia de ofender da a metade do pão que Cristo deu ao companheiro, do que se havia de obrigar da outra metade, que lhe deu a ele. Porque como cada um presume que se lhe deve tudo, qualquer cousa que se dá aos outros, cuida que se lhe rouba. Verdadeiramente, que não há mais dificultosa coroa que a dos reis de Portugal: por isto mais, do que por nenhum outro empenho. 
(…)

Em nenhuns reis do mundo se vê isto mais claramente que nos de Portugal. Conquistar a terra das três partes do mundo a nações estranhas, foi empresa que os reis de Portugal conseguiram muito fácil e muito felizmente; mas repartir três palmos de terra em Portugal aos vassalos com satisfação deles, foi impossível, que nenhum rei pôde acomodar, nem com facilidade, nem com felicidade jamais. Mais fácil era antigamente conquistar dez reinos na Índia, que repartir duas comendas em Portugal. Isto foi, e isto há-de ser sempre: e esta, na minha opinião, é a maior dificuldade que tem o governo do nosso reino.”

Padre António Vieira, in ‘Sermões’

UMA REPRESENTAÇÃO DE ESTADO PARTIDARIZADA


Com a revolução de 1910 alguns determinaram que a partidarização da chefia de Estado resolveria os nossos problemas. Passou-se a dar uma cor, ou seja, um lado ao representante que devia ser de todos os portugueses. Confundindo os pouquíssimos pobres de espírito e de conhecimento, o Partido Republicano conseguiu que os problemas políticos da época, gerados no Parlamento e pelo Governo, fossem desembocar ficticiamente na nossa Chefia de Estado. De forma oportunista fizeram-se recorrer da força das armas para atingir mortalmente Monarquia Constitucional. Ou seja, naquela data eliminou-se o nosso último garante, o garante quase milenar do povo: o Nosso Rei! Retirou-se a última hipótese de termos um representante preparado à nascença para o cargo, apartidário, incorruptível, progressista e que pusesse Portugal e os interesses dos portugueses acima de tudo.

 
À luz da actual crise é fácil concluir como estamos actualmente com essa partidarização, com a república e com o republicanismo, em escassos 100 anos (cujo mesmo prazo de desenvolvimento da nossa Monarquia [D. Afonso Henriques a D. Afonso III] já nos trazia crescimento e progresso). Mais grave é ainda a constatação quando verificamos, comparativamente, onde se encontram hoje as Monarquias Constitucionais do mundo em desenvolvimento humano, níveis de democracia e progresso...!
 
PPA
 

VERGONHA NA CARA



Nestes inauditos tempos de História que atravessamos, não nos basta ter de aturar o bando de tudológos oficiais nas rádios e televisões a choramingar banalidades sobre as “injustiças” do sinistro ajustamento económico a que estamos condenados, temos também a má fortuna deste regime nos legar uma crescente troupe de inimputáveis presidentes e ex-presidentes da república, que do alto da sua insignificância contribuem para o ruido com trivialidades sobre o “diálogo”, o perigo do “empobrecimento”, ou a famosa “distribuição dos sacrifícios” assunto para o qual cada um parece ter a sua receita mágica. Todos eles gozam por estes dias o seu peso em prebendas e mordomias douradas pelos actos ou omissões que nos conduziram à actual ruína. 
O último a botar a boca no trombone foi o pardacento e lacrimoso Sampaio, que não perdeu a oportunidade de lançar achas para a fogueira, sublinhando que o País está “num momento muito difícil” (!) e defendendo que “é preciso reforçar os instrumentos de diálogo”(!!), concluindo num desavergonhado assomo de lata que “afinal de contas” tinha razão na frase célebre frase “há mais vida além do orçamento” (!!!). Nestes tempos de emergência nacional falta-lhes é vergonha na cara.

publicado por João Távora em Real Associação de Lisboa

A REPÚBLICA SAI CARA E É DE MÁ QUALIDADE

Carregue na imagem
Em Espanha, a Monarquia custa 19 cêntimos a cada cidadão, enquanto que em Portugal a Presidência da República custa 1 Euro e 58 cêntimos (8 vezes mais!). Por sua vez, o orçamento disponibilizado pelo Governo espanhol para a Casa Real ronda os 9 milhões de Euros, enquanto o orçamento transferido pelo Governo português para a Presidência ascende quase ao dobro (16 milhões de Euros).

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101 anos de República...afinal para quê? Pagar tanto para não ter nenhuma identidade histórica?

Um povo com raízes tão antigas e tão nobres a viver sem orgulho e sem patriotismo?

Não ter uma figura nacional sequer para cunhar nas moedas de Euro e andar com a cara do Rei de Espanha nos bolsos?

Ver a nossa cultura a ser absorvida pela U.E. por leis "antissepticas" que acabam com os nossos produtos regionais e tradicionais

Monarquia.TV  dos Arautos d'El-Rei 

PRINCESA VICTÓRIA DA SUÉCIA E DANIEL WESTLING: "SOMOS UMA FAMÍLIA MODERNA"

Victoria da Suécia e Daniel Westling viajaram até ao condado de Västernorrland, no norte do país para uma visita que durou dois dias.
Grávida de cinco meses, a princesa visitou uma fábrica de cadeiras de rodas eléctricas, sempre na companhia do marido.