segunda-feira, 28 de novembro de 2011

A REPÚBLICA SAI CARA E É DE MÁ QUALIDADE

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Em Espanha, a Monarquia custa 19 cêntimos a cada cidadão, enquanto que em Portugal a Presidência da República custa 1 Euro e 58 cêntimos (8 vezes mais!). Por sua vez, o orçamento disponibilizado pelo Governo espanhol para a Casa Real ronda os 9 milhões de Euros, enquanto o orçamento transferido pelo Governo português para a Presidência ascende quase ao dobro (16 milhões de Euros).

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101 anos de República...afinal para quê? Pagar tanto para não ter nenhuma identidade histórica?

Um povo com raízes tão antigas e tão nobres a viver sem orgulho e sem patriotismo?

Não ter uma figura nacional sequer para cunhar nas moedas de Euro e andar com a cara do Rei de Espanha nos bolsos?

Ver a nossa cultura a ser absorvida pela U.E. por leis "antissepticas" que acabam com os nossos produtos regionais e tradicionais

Monarquia.TV  dos Arautos d'El-Rei 

PRINCESA VICTÓRIA DA SUÉCIA E DANIEL WESTLING: "SOMOS UMA FAMÍLIA MODERNA"

Victoria da Suécia e Daniel Westling viajaram até ao condado de Västernorrland, no norte do país para uma visita que durou dois dias.
Grávida de cinco meses, a princesa visitou uma fábrica de cadeiras de rodas eléctricas, sempre na companhia do marido.

ALCAIDE DE OLIVENÇA CAUSA POLÉMICA COM RECRIAÇÃO DA GUERRA DAS LARANJAS

Godoy, pintado por Goya, está na origem deste episódio bélico
Godoy, pintado por Goya, está na origem deste episódio bélico (DR)
A Guerra das Laranjas, episódio bélico que durou 18 dias e conduziu à ocupação de Olivença em 1801, durante a 1.ª Invasão Francesa, vai ter uma recriação teatral que está programada para o primeiro fim-de-semana de Junho de 2012. O projecto está a ser posto em marcha pelo alcaide de Olivença, Bernardino Píriz, eleito pelo Partido Popular (PP), envolve cerca de 300 figurantes, e será completado por um evento gastronómico. O autarca espanhol espera ter portugueses entre os figurantes. O presidente da vizinha Câmara de Elvas, Rondão de Almeida (PS), já disse que, se a ideia for por diante, poderá haver manifestações de protesto da parte portuguesa.
A Guerra das Laranjas - designação que surge associada a um gesto do primeiro-ministro e chefe militar espanhol, Manuel Godoy, que enviou um ramo de laranjeira colhido nos campos de Elvas à rainha de Espanha Maria Luísa, de quem se dizia ser amante, para a informar de que tinha tomado Olivença - é a primeira surtida militar no âmbito das invasões francesas. Godoy, nascido em Badajoz e filho de mãe portuguesa, comandou a ocupação de uma dezena de localidades portugueses junto à fronteira.

A paz é alcançada no Tratado de Badajoz, a 6 de Junho de 1801, que restitui à coroa portuguesa as praças de Juromenha, Arronches, Portalegre, Castelo de Vide, Barbacena, Campo Maior e Ouguela, mas não Olivença. Mais tarde, a 9 de Junho de 1815, o Congresso de Viena decide a restituição de Olivença a Portugal, sem que as autoridades espanholas lhe dessem cumprimento até aos dias de hoje. É mediante este passivo histórico que o autarca de Elvas lembra: "Não interessa uma nova batalha em cima das campas dos nossos antepassados".

"Fomentar os laços de união

O objectivo, disse o alcaide de Olivença, num comunicado enviado à imprensa, "não é outro que não seja fomentar os laços de união entre oliventinos e portugueses". E define a "obra de teatro" com uma realização luso-espanhola. O texto que dará suporte à representação cénica, salienta, "está escrito para sarar as feridas e não abri-las".

Os primeiros a reagir com desagrado à iniciativa do autarca oliventino foram os seus antecessores eleitos em listas do PSOE, Manuel Cayado e Ramón Rocha. Em declarações à agência noticiosa espanhola EFE, afirmaram que a recriação histórica pode resultar numa "ofensa gratuita aos portugueses" e até "afectar" as relações entre Olivença e Portugal.

O primeiro, que é porta-voz do PSOE em Olivença, sustenta que a recriação da Guerra das Laranjas "pode afectar negativamente" as relações entre os dois países. E lembra que "este capítulo da história ainda não está superado", assinalando que o sentimento dos portugueses sobre Olivença é o mesmo dos espanhóis em relação ao território de Gibraltar, administrado pelo Reino Unido num extremo da Andaluzia.

Ramón Rocha adverte para as consequências do evento teatral, realçando que este "não é o momento" para a representação e chamando a atenção para o problema fronteiriço que "ainda não está resolvido". Com efeito, o troço da fronteira entre os dois países ibéricos entre ribeira do Caia e a ribeira dos Cuncos não está delimitado. Portugal sempre recusou a colocação dos respectivos marcos, por não reconhecer a soberania espanhola sobre Olivença.

"Com os nossos vizinhos portugueses não se pode estar em guerra toda a vida", frisa Ramón Rocha, mostrando-se contrário à realização de um espectáculo que inevitavelmente retratará uma guerra que foi "cruel" e conduziu ao "desencontro" entre os povos dos dois lados da fronteira.

Este argumento é partilhado pelo presidente da Câmara de Elvas, Rondão de Almeida, que, numa carta publicada no jornal Hoy, de Badajoz, diz estar "surpreendido" com a "macro-representação da Guerra das Laranjas". O autarca não tem a "menor dúvida" de que, para além de "ensombrar" as relações diplomáticas entre Portugal e Espanha, o projecto "parece de muito mau gosto e é inconveniente".

Rondão de Almeida deixa um aviso: o espectáculo mobilizará o grupo Amigos de Olivença, que reclama a devolução da cidade estremenha a Portugal, e dará força a manifestações contra a sua realização.

O autarca alentejano admite juntar-se a uma acção de protesto desse tipo e diz ter ficado muito "desapontado" pelo facto de o alcaide de Olivença não o ter consultado antes de avançar com a ideia da representação teatral. Mesmo assim, pede-lhe que "tenha um momento de reflexão" e que recorde que o povo de Olivença "descende daqueles que estiveram na Guerra das Laranjas."

O presidente da Câmara de Elvas está convencido de que os portugueses não participarão no evento e assegura que já falou com os presidentes das câmaras de Campo Maior e de Vila Viçosa, que também estão contra a iniciativa de Bernardino Píriz. 

CHAVES: 371º ANIVERSÁRIO DA RESTAURAÇÃO DA INDEPENDÊNCIA DE PORTUGAL


http://www.hotelruralcasasnovas.com/
No próximo dia 1 de Dezembro, 5ª feira, irá realizar-se o tradicional Jantar dos Conjurados, promovido anualmente pela Real Associação de Trás-os-Montes e Alto Douro.
Este evento é aberto a todas as pessoas que pugnam e/ou têm simpatia pelo Ideal Monárquico e também a todos aqueles que simplesmente queiram associar-se à evocação de uma data marcante da nossa História que assinala o 371º Aniversário da Restauração da Independência de Portugal.
Com o intuito de promover a realização de eventos em todos os concelhos abrangidos pela área geográfica de implantação da Real Associação de Trás-os-Montes e Alto Douro, e também de modo a dar a conhecer as nossas actividades, escolheu-se este ano o Concelho de Chaves para a realização do Jantar dos Conjurados.

O Jantar dos Conjurados contará com a presença de S.A.R. o Duque de Bragança.


Participe deste evento e traga familiares e amigos.

RESERVAS: Para fazer a sua reserva, envie por favor uma mensagem parageral@monarquia-realtrasosmontes.org com a indicação do número de pessoas. Em alternativa, contacte-nos telefonicamente para um dos seguintes nrs: 917158396/ 965521227 / 966905803 /919992068.

Preços:Adultos: €17,00Crianças até aos 12 anos: €8,50Crianças até aos 5 anos: Grátis

Obs: Quem pretender pernoitar no Hotel Rural Casas Novas, deverá fazer a reserva desde já, indicando que irá participar do Jantar dos Conjurados,beneficiando de um preço especial: Quarto duplo: (€50) Quarto individual( €40).

AMANHÃ: ALMOÇO DOS CONJURADOS DA REAL ASSOCIAÇÃO DE COIMBRA

A REAL ASSOCIAÇÃO de COIMBRA vai realizar no próximo dia 4 de Dezembro(DOMINGO) a tradicional REUNIÃO de CONJURADOS nesta cidade de Coimbra, paracomemorar a RESTAURAÇÃO da INDEPENDÊNCIA de PORTUGAL, ocorrida no 1º. deDezembro de 1640!

Neste ano de 2011, a Reunião dos CONJURADOS terálugar ao Almoço, no Hotel Dona Inês, a partir das 13 horas.

A Real Associação de Coimbra assinalará também o seu 20º. Aniversário.

Ocusto do almoço será de 16,00 € por pessoa e as inscrições para oAlmoço deverão ser efectuadas pelo telefone 239 855 800 (Hotel DonaInês), até ao dia 2 de Dezembro (como todos compreenderão, a Organização doalmoço tem de informar o Restaurante do Hotel do número provável de presençasao Almoço dos Conjurados até ao dia 3 de Dezembro).

 Convidam-se TODOS os

PORTUGUESES a participar neste 

Almoço Comemorativo da 

RESTAURAÇÃO daINDEPENDÊNCIA de 1640!
        
Viva o REI!

O Presidente da Direcção da R.A.C.
Joaquim Leandro Costa e Nora

JANTAR DOS CONJURADOS DA REAL ASSOCIAÇÃO DE VIANA DO CASTELO

Após alguma ausência, a Real Associação de Viana do Castelo, realiza no próximo dia de 30 de Novembro o tradicional Jantar dos Conjurados, que terá lugar às 20 horas na histórica Vila de Ponte de Lima, em local a indicar a partir das 14 horas do dia 28.
Será num restaurante condigno e com um preço acessível para todos os participantes, pelo que não há preço fixo escolhendo cada um que entender.

INSCRIÇÕES

Até às 12 horas do dia 30 aqui para o Facebook ou para o e-mail da Real Associação - real.associacao.viana@gmail.com

Pedido de informações para o telemóvel 961 623 905.

Devido à pouca publicidade e antecedência do mesmo, poderemos não ser muitos, mas pelo menos a data vai ser assinalada.

VIVA O REI!

REAL, REAL, POR D. DUARTE PIO, REI DE PORTUGAL!

1º DE DEZEMBRO EM MIRANDELA COM S.A.R., O SENHOR DOM DUARTE DE BRAGANÇA

Grande Auditório do Centro Cultural de Mirandela
Quinta-feira, dia 1 de Dezembro de 2011

O RENASCER DO PODER LOCAL
Com homenagem ao Autarca José Silvano

14h00: Celebração do 1 de Dezembro
Projecção do documentário "A Luta Pelo Tua" de Jorge Pelicano (28')

1º Painel: 14h30- 15h30 – As Causas do Poder Local
Mobilidade: Daniel Conde (MCLT/MCLC)
Ambiente: João Joanaz de Melo (GEOTA)
Política: Mendo Henriques (IDP)
Desporto: Manuel Jesus Novo (AMAO)
Financiamento: Paulino Brilhante Santos (IDP)
Justiça : Rui Rangel (AJPC)

15H30-15H40 - Síntese: Pedro Felgar Couteiro (COAGRET-Portugal)

2º Painel: 15h40 -16h00 – Perspectivas do Poder Local
João Ataíde (CM FiF)
Joaquim Mourão (CM Cast.Br.)
16h00-16h15 – Um Testemunho: José Silvano (CM Mrd)

Encerramento: 16h15-16h30
D. Duarte de Bragança - 1 de Dezembro e Poder Local