domingo, 6 de novembro de 2011

COMEMORA-SE HOJE, O DIA LITÚRGICO DE SÃO NUNO DE SANTA MARIA

Nuno De Santa Maria Álvares Pereira (1360-1431)
Nuno Álvares Pereira nasceu em Portugal a 24 de Junho de 1360, e recebeu a educação cavalheiresca típica dos filhos das famílias nobres do seu tempo.

Aos treze anos torna-se pajem da rainha D. Leonor, tendo sido bem recebido na Corte e acabando por ser pouco depois cavaleiro. Aos dezesseis anos casa-se, por vontade de seu pai, com uma jovem e rica viúva, D. Leonor de Alvim.

Da sua união nascem três filhos, dois do sexo masculino, que morrem em tenra idade, e uma do sexo feminino, Beatriz, a qual mais tarde viria a desposar o filho do rei D. João I, D. Afonso, primeiro duque de Bragança.

Quando o rei D. Fernando I morreu a 22 de Outubro de 1383 sem ter deixado filhos varões, o seu irmão D. João, Mestre de Avis, viu-se envolvido na luta pela coroa lusitana, que lhe era disputada pelo rei de Castela por ter desposado a filha do falecido rei.

Nuno tomou o partido de D. João, o qual o nomeou Condestável, isto é, comandante supremo do exército. Nuno conduziu o exército português repetidas vezes à vitória, até se ter consagrado na batalha de Aljubarrota (14 de Agosto de 1385), a qual acaba por determinar à resolução do conflito.

Os dotes militares de Nuno eram no entanto acompanhados por uma espiritualidade sincera e profunda. O amor pela Eucaristia e pela Virgem Maria são os alicerces da sua vida interior.

O estandarte que elegeu como insígnia pessoal traz as imagens do Crucificado, de Maria e dos cavaleiros S. Tiago e S. Jorge. Fez ainda construir às suas próprias custas numerosas igrejas e mosteiros, entre os quais se contam o Carmo de Lisboa e a Igreja de S. Maria da Vitória, na Batalha.

Com a morte da esposa, em 1387, Nuno recusa contrair novas núpcias, tornando-se um modelo de pureza de vida. Quando finalmente alcançou a paz, distribui grande parte dos seus bens entre os seus companheiros, antigos combatentes, e acaba por se desfazer totalmente daqueles em 1423, quando decide entrar no convento carmelita por ele fundado, tomando então o nome de frei Nuno de Santa Maria.

Impelido pelo amor, abandona as armas e o poder para revestir-se da armadura do Espírito recomendada pela Regra do Carmo: era a opção por uma mudança radical de vida em que sela o percurso da fé autêntica que sempre o tinha norteado.

O Condestável do rei de Portugal, o comandante supremo do exército e seu guia vitorioso, o fundador e benfeitor da comunidade carmelita, ao entrar no convento recusa todos os privilégios e assume como própria a condição mais humilde, a de frade Donato, dedicando-se totalmente ao serviço do Senhor, de Maria — a sua terna Padroeira que sempre venerou—, e dos pobres, nos quais reconhece o rosto de Jesus.

Significativo foi o dia da morte de frei Nuno de Santa Maria, aos 71 anos de idade. Era o Domingo de Páscoa, dia 1 de Abril de 1431. Após sua morte, passou imediatamente a ser reputado de “santo” pelo povo, que desde então o começa a chamar “Santo Condestável”.

Nuno Álvares Pereira foi beatificado em 23 de Janeiro de 1918 pelo Papa Bento XV através do Decreto "Clementíssimus Deus" e foi consagrado o dia 6 de Novembro ao, então, beato.

O Santo Padre, Papa Bento XVI, durante o Consistório de 21 de Fevereiro de 2009 determina que o Beato Nuno seja inscrito no álbum dos Santos no dia 26 de Abril de 2009.
    

SÃO NUNO DE SANTA MARIA, ROGAI POR NÓS!


São Nuno de Santa Maria foi proposto ao mundo inteiro de hoje como "exemplo da vida pautada pelos valores evangélicos, orientada pelo maior bem de todos, disponível para lutar pelos superiores interesses da Pátria e solícita por servir os mais desprotegidos e pobres.”

ORAÇÃO

Senhor, dou-Te graças pelo dom de vida e de entrega a Ti e aos outros, que deste ao Teu filho Frei Nuno de Santa Maria.


Ensina-nos também a despojarmo-nos do supérfluo, para podermos partilhar com os outros tudo que colocas ao nosso alcance.

Ensina-nos a em todos os momentos termos bem presente em nós, o testemunho de Te pertencermos e da Tua presença viva nas nossas vidas.

Ajuda-nos a sermos de Ti, para Ti e em Ti, nos outros.

Amen.
São Nuno de Santa Maria, rogai por nós.

Oração a São Nuno de Santa Maria Álvares Pereira

Ó Deus bom e santo,
autor de todas as maravilhas e fonte da verdadeira santidade!
Nós Vos louvamos e bendizemos, ó Santa Trindade,
porque Vos dignastes chamar o nosso irmão
o Bem-aventurado Nuno de Santa Maria
para Vos servir na Pátria, no Carmo e na Igreja.

O lutador da verdade venceu-se a si mesmo
para nos ensinar com o seu exemplo a amar a paz,
a preferir e a defender a justiça,
a sermos homens e mulheres audazes e virtuosos,
que amam a oração e a amizade com Deus,
peregrinam os caminhos do céu e se alimentam na Eucaristia.

As agruras não o amedrontaram, nem evitou as adversidades,
e assim se tornou modelo heróico de português e de cristão,
modelo de Carmelita orante, atento à miséria dos pobres
e filho devoto de Nossa Senhora do Carmo.

Glorioso São Nun’Álvares Pereira,

enchei o nosso coração de amor sempre maior a Deus
e aos nossos irmãos, principalmente os mais necessitados.
Ámen.

sábado, 5 de novembro de 2011

JUVENTUDE MONÁRQUICA DO PORTO ORGANIZOU JANTAR EM OUTUBRO

Rodrigo Sarmento de Beires, Kiki Cyrne, António Baião Pinto, António Morais e Leonardo De Sá-Cavadas Abreu.
Leonardo De Sá-Cavadas Abreu, Rodrigo Ribeiro da Fonseca, Kiki Cyrne, Rodrigo Sarmento de Beires e António Morais.
Fonte: Facebook

SUAS ALTEZAS REAIS, OS DUQUES DE BRAGANÇA NO BAPTIZADO DO SOBRINHO

Os duques de Bragança com a sobrinha Joana de Sousa Mendes e com os filhos, Afonso, Francisca e Dinis
Os duques de Bragança com a sobrinha Joana de Sousa Mendes e com os filhos, Afonso, Francisca e Dinis
D.Duarte, D.Henrique, D.Isabel e Afonso de Bragança
Os duques de Bragança
Os duques de Bragança
O grupo coral da Basílica da Estrela animou a cerimónia

Duques de Bragança assistem ao baptizado do sobrinho António
O baptizado foi celebrado pelo bispo brasileiro D. João Terra, amigo da família. Os padrinhos de António Maria foram os primos Afonso de Bragança e Joana de Sousa Mendes, a avó e o tio Margarida e Augusto de Albuquerque de Athayde.
Aos quatro meses, António Maria de Herédia, o filho mais novo de Luísa Ana e Sebastião de Herédia, sobrinho de D. Isabel e de D. Duarte de Bragança, foi baptizado na Igreja de São Roque, em pleno coração de Lisboa. A cerimónia, que durou cerca de hora e meia, foi conduzida pelo bispo brasileiro D. João Terra, muito amigo da família Herédia, como esclareceu Luísa Ana: “Gostei muito da cerimónia, foi lindíssima. Foi um momento muito planeado e desejado. O D. João Terra é muito amigo da família e foi ele que também baptizou a nossa filha Catarina.”
Para padrinhos de António Maria, Luísa Ana e Sebastião de Herédia – irmão de D. Isabel de Bragança – escolheram os sobrinhos Joana de Sousa Mendes e Afonso de Bragança, e ainda Margarida e Augusto de Al­buquerque de Athayde, respetivamente avó e tio do bebé. No dia em que recebeu o sacramento que o inicia na vida cristã, António Maria usou um vestido oferecido pelo padrinho Afonso, que viajou propositadamente de Inglaterra, onde está a estudar, para participar neste momento. Muito próxima da família e católica praticante, a duquesa de Bragança viveu intensamente o baptismo do sobrinho. “Fico muito orgulhosa por o meu filho e a minha sobrinha terem sido convidados para padrinhos. É um compromisso que tem que ver com a fé e coerência da nossa família. O António Maria é o primeiro afilhado do meu filho, mas sei que ele não estava nervoso nem ansioso, porque estamos numa festa de família. Mesmo depois de nos casarmos, os meus irmãos e eu continuámos muito próximos e falamos quase todos os dias”, partilhou D. Isabel de Bragança, que contou ainda como tem sido para si estar longe do filho mais velho: “Ele ficará dez dias e estamos a aproveitar. Tem sido uma experiência muito boa, tanto para ele como para nós. Desde que estuda fora, o nosso filho está mais maduro e aprendeu a enfrentar as situações de outra maneira que antes não fazia, por nossa culpa, que o protegemos. É bom ver que os nossos filhos começam a bater as asas com consciência e responsabilidade.”
Augusto de Albuquerque de Athayde, irmão de Luísa Ana de Herédia, foi outro dos padrinhos. “Para mim, é o assumir de uma grande missão à luz da fé. E como católico praticante e presidente de uma ordem religiosa, a Ordem So­berana Militar de Malta Portugal, é para mim uma responsabilidade acrescida, mas uma grande honra. Achei a cerimónia muito bonita: a presidência da cerimónia, o local em si e a dignidade que a música trouxe”, declarou o conde de Albuquerque.
Depois da cerimónia religiosa, a festa prosseguiu no Grémio Literário.
Fonte: Caras


S.A.R., Dom Afonso faz o sinal da cruz na testa do afilhado António Maria
 
Ritual da Vela




Os Padrinhos, S.A.R., Dom Afonso e a prima Joana de Sousa Mendes



SS.AA.RR., Os Duques de Bragança com o Dr. António Gentil Martins

Os pais de SAR D.Isabel de Bragança, Raquel e Jorge de Herédia


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Fonte: Caras

FILHOS: MOTOR DA RECUPERAÇÃO ECONÓMICA

Observando a população dos países ocidentais, em particular nos países como os Estados Unidos e os que formam a Europa dos 20, percebemos que a percentagem da população com idade acima de sessenta anos aumenta sensivelmente. As pessoas dessa faixa etária representam hoje cerca de um quarto do total, quando nos países emergentes não chegam a um décimo. E já notamos que os custos desta tendência não são sustentáveis.
O envelhecimento da população pode ser considerado como a verdadeira origem da crise económica actual. E no próximo decénio os seus efeitos correm o risco de se tornarem insuportáveis, porque a percentagem cada vez maior de pessoas que saem da fase produtiva se transformará num custo fixo impossível de ser absorvido e sustentado por quem produz. Além disso, cada vez menos pessoas entram no ciclo produtivo e muito lentamente.
Os custos de uma população cada vez mais velha não poderão ser sustentados pelos jovens, que, além de serem cada vez menos, poderiam também perguntar-se por que deveriam fazê-lo, em especial se são imigrantes.
Menos observado, outro fenómeno relativo ao envelhecimento da população está na mudança da estrutura do consumo. Sintetizando, e até um pouco cruelmente: compram-se menos carros e mais remédios. Está a mudar, e mudará cada vez mais, também o ciclo de produção de poupança, hoje em diminuição e destinado a ruir: primeiro porque as economias familiares tiveram que sustentar o consumo; segundo, por causa da drástica redução de ganhos.
Diante desta realidade, é indispensável termos a valentia de encarar a questão dos nascimentos e do envelhecimento da população. É inadiável planearmos estratégias para sustentar as famílias na sua vocação natural a ter filhos. Só assim poderá começar uma verdadeira recuperação económica. Uma família europeia de hoje, com dois salários, ganha menos do que há trinta anos com só um salário. Esta é a consequência do crescimento dos impostos sobre o produto interno bruto, que duplicaram no mesmo período para absorver, justamente, as consequências do envelhecimento diante da queda nos nascimentos.
Os governantes ocidentais precisam de investir na família e nos filhos para gerar um rápido crescimento económico, graças à activação de factores como o aumento da procura, a poupança e os investimentos. Assim os idosos seriam melhor aceites, e não apenas suportados, como às vezes ocorre hoje. No fundo, a própria natureza ensina que, se o homem e a mulher não geram filhos, é difícil alguém cuidar deles quando envelhecerem. O Estado pode tentar. Mas com custos altíssimos e que pode levar, num curto prazo, à falência.
Em suma, os filhos, são, e sem dúvida alguma, o motor da tão desejada quanto necessária recuperação económica».

José Carvalho, professor e Investigador de História

INTRANSIGÊNCIA, FANATISMO E INTOLERÂNCIA

A Intransigência, o Fanatismo, a Intolerância são símbolos de Fé, são as alavancas mais poderosas da Acção. Os transigentes, os tolerantes, os indiferentes são lesmas e cobardes, destinados ao desprezo ou às piores violências dos adversários fanáticos, intolerantes e intransigentes.
 
Intransigência, Intolerância e Fanatismo são termos pejorativos dum sentimento sagrado que se chama – a fé.
 
Há o Fanatismo, a Intolerância, a Intransigência da Virtude e da Verdade, como há o Fanatismo, a Intolerância, a Intransigência do Crime e da Mentira.
 
Só é fanático, intolerante e intransigente que está convencido que é portador da Verdade. A tolerância, a transigência, a indiferença são estados próprios de quem duvida, hesita e não se sente muito seguro da posição que ocupa.
 
Na luta entre o Bem e o Mal, entre a Santidade e o Pecado, entre Deus e Satã, não pode haver tolerância, transigência e indiferença, porque a sua presença só traz prejuízos para o Bem, para a Santidade e para Deus e vantagens para o Mal, o Pecado e Satã.
 
Porque foi fanática, intolerante, intransigente a Revolução conquistou o mundo depois de ter mergulhado a França em Atlânticos de sangue. Porque é fanático, intolerante, intransigente o Comunismo está aí a governar o Mundo...
 
Porque foram fanáticas, intolerantes, intransigentes as Democracias ganharam a guerra. Porque não foi suficientemente fanático, intransigente e intolerante o Eixo, poupando a França, poupando os países ocupados – perdeu a guerra. Porque se não têm revelado fanáticas, intransigentes e intolerantes as Democracias ocidentais estão a ser vencidas pela Democracia oriental russa.
 
O Fanatismo, a intolerância e a intransigência postas ao serviço da Verdade, da Virtude, do Bem e da Honra levam ao Heroísmo; postas ao serviço da Mentira, do Pecado, do Mal e da Cobardia levam ao Crime. Jeanne d’Arc e Robespierre; D. Sebastião e Marat; S. João de Brito e Estaline; Silva Porto e Buiça...
 
Têm-me acusado muitas vezes de fanático, intolerante e intransigente. Sou-o quanto pode sê-lo quem vive num século desvirilizado, essencialmente burguês, materialista e céptico, e percorreu as sete partidas do mundo da cultura à procura da verdade nova, para só encontrar verdades falsas, à busca desinteressada do Sol e só encontrou crepúsculos frios. Quando voltei, desiludido, à minha tenda levantada no meio do tumulto, verifiquei que a única solução acessível às minhas inquietações e angústias era a tradição. E regressei à secular tradição portuguesa – a Deus, à Pátria e ao Rei.
 
E sou fanático, intransigente e intolerante em defesa de Deus, da Pátria e do Rei, até mesmo contra os que falam em Deus desservindo-o, ou falam na Pátria traindo-a, ou falam no Rei deformando-o.

Alfredo Pimenta, As Cartas da Rainha, in «A Nação» de 24 de Janeiro de 1948.

INFANTA LEONOR DE ESPANHA COMPLETOU SEIS ANOS DE IDADE


A filha mais velha dos príncipes das Astúrias ocupa o segundo lugar na linha de sucessão ao trono de Espanha. Sopra, hoje(31/10/2011), as velas do seu sexto aniversário junto dos membros da família real.
Leonor de Bórdon y Ortiz, infanta de Espanha, completa hoje, segunda-feira, o seu sexto aniversário. A primogénita dos príncipes das Astúrias, Felipe de Bórdon e Letizia Ortiz, nasceu a 31 de Outubro de 2005 na Clínica Ruber Internacional de Madrid, em Espanha.
O Rei de Espanha, Juan Carlos, a rainha Sofia, o príncipe Felipe de Bórdon e a princesa Letizia Ortiz, a sua irmã mais nova, a infanta Sofia, e outros membros da família real espanhola reúnem-se, esta tarde, para felicitar a infanta.
A infanta Leonor, que ocupa o segundo lugar na linha de sucessão ao trono de Espanha, segundo revela a sua avó, a rainha Sofia está a crescer e a tornar-se cada vez mais parecida com o príncipe Felipe de Bórdon. "Ela parecesse com o pai, mas também tem semelhanças comigo", afirmou, orgulhosa, a monarca espanhola.
A infanta Leonor tornou-se também conhecida em todo o mundo pela sua simpatia. Desde muito pequena, a herdeira ao trono e futura rainha de Espanha acena e sorri com agrado aos meios de comunicação social.