domingo, 30 de outubro de 2011

O QUE NOS INTERESSA!

Hoje um Rei não interessa a ninguém no actual sistema republicano porque fala com independência; Hoje um Rei não interessa a ninguém porque não tem cor partidária; Hoje um Rei não interessa a ninguém porque não tem facção; Hoje um Rei não interessa a ninguém porque não tem lobby; Hoje um Rei não interessa a ninguém porque fala de união de todos os portugueses e não em cultos de individualidades; Hoje um Rei não interessa a ninguém porque implicaria uma mexida nas mentalidades de todos, aquilo que usualmente chamo de mentalidade colectiva de uma Nação; Hoje um Rei não interessa a ninguém porque implicaria agitação nos lugares bem instalados de muitos; Hoje um Rei não interessa a ninguém porque mexeria no status quo; Hoje um Rei não interessa a ninguém porque não trás as equações mágicas que a república prometia e que, em vez de 767 anos de grandiosidade, apenas trouxeram trevas e tristeza; Hoje um Rei não interessa a ninguém porque traria a verdade de um difícil caminho de médio e longo prazo a trilhar, contrariando as fórmulas republicanas ilusoriamente facilitadoras para atingir objectivos.

Mas quem me conhece bem…sabe que não sou de “caminhos fáceis e rápidos”! Para mim, e mais que nunca, interessa-me e muito um Rei para o meu País! Quero começar a trabalhar desde agora (pois mais vale tarde do que nunca), numa Monarquia Constitucional, para a médio ou mesmo longo prazo almejar equiparar-me a um sueco, um norueguês, um dinamarquês, um canadense, etc. 


FOTOS: 143º ANIVERSÁRIO DA REAL ASSOCIAÇÃO HUMANITÁRIA DOS BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS DE LISBOA - 18 DE OUTUBRO DE 2011

Chegada de S.A.R., Dom Duarte Pio às cerimónias do 143º aniversário.
Momento em que o anterior Guião é arreado pelo Porta Guião Chefe Paulo Vitorino, apradinhado por S.A.R., Dom Duarte Pio.
Já com o novo e real guardião de 1886
Entrega a S.A.R. Dom Duarte do Titulo de Sócio Honorário pelo Presidente da RAHBVLISBOA Dr. Pedro de Montargil, Visconde de Montargil. - Palácio de Quintela
S.A.R. Dom Duarte Pio entrega ao Duque de Palmela o Titulo de Sócio Honorário da RAHBVL - Palácio di Quintela.
Imposição por S.A.R. Dom Duarte Pio da Medalha de Mérito da Ordem de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa. - Palácio Quintela
Bolo de Aniversário
Fotos: Facebook
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FAMILIAR DA CASA DE POMARCHÃO ORIGINOU O PRIMEIRO LIVRO IMPRESSO NO BRASIL


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"A RAINHA SANTA" (C.1269-1336)

Rainha Santa Isabel - Milagre das rosas. Autor desconhecido Século XVI [1540-50] Óleo sobre madeira de carvalho 36 x 29 cm Museu Nacional de Machado de Castro, Coimbra

Filha de Pedro III de Aragão e de Dona Constança de Navarra, nasceu em Saragoça ou Barcelona e faleceu em Estremoz. Em 1288 casou por procuração em Barcelona com Dom Dinis. Acompanhou o rei, nos primeiros anos de casada, nas suas deslocações através do país e a fama da sua bondade granjeou-lhe a simpatia do povo, sendo-lhe atribuído o episódio conhecido por “Milagre das Rosas”. Desempenhou o papel de medianeira nas lutas entre Dom Dinis e o seu irmão Dom Afonso e entre o rei e o príncipe herdeiro, futuro Dom Afonso IV. Em 1287 Dom Dinis doou à Rainha, Sintra e seus castelos que lhe ficaram a pertencer até 1300, passando depois, por sucessivas doações para o infante Dom Afonso (irmão de Dom Dinis) para Dona Isabel (sobrinha de Dom Dinis) e Dona Beatriz (mulher de Dom Afonso IV), tendo contudo a Rainha usufruído de todos os direitos e pertenças até ao fim da sua vida, em 1336. O culto do Espírito Santo teria sido introduzido pela “Rainha Santa” em Alenquer e Sintra, sendo ainda hoje as festas do Penedo, em Sintra, consideradas as mais fiéis ao ritual tradicional. A pedido de Dom Manuel I, Dona Isabel foi beatificada por Leão X em 1516.

sábado, 29 de outubro de 2011

UMA QUESTÃO DE SOBERANIA

A soberania do povo não é ilimitada. Ela está delimitada pela justiça e pelos direitos dos indivíduos. A vontade de um povo não pode fazer com que aquilo que é justo vire injusto e vice-versa. Em segundo lugar, pode-se afirmar que a demonstração clara de certos princípios constitui a sua melhor garantia de aceitação universal.

Ora, se reconhecermos que a soberania tem limites, ninguém, em sã consciência, ousará reivindicar o poder ilimitado, nem tão pouco condiciona-lo aos interesses de um determinado grupo ou elite.
Para Benjamin Constant “ a soberania não pode ficar nas mãos dos que exercem o poder, pois a tendência de todo governo constituído é a sua auto-preservação. A soberania, portanto, deve ser limitada desde fora do poder pela própria sociedade”. Mas também afirma que “numa sociedade fundada na soberania do povo, é evidente que nenhum indivíduo, classe nenhuma, tem o direito a submeter o resto à sua vontade particular; mas é falso que a sociedade, no seu conjunto, possua sobre os membros uma soberania sem limites”, da mesma forma que “Um poder republicano que se renova periodicamente, não é um ser aparte, não impressiona em nada a imaginação, não tem direito à indulgência para os seus erros, já que buscou o posto que ocupa e não tem nada mais precioso que defender do que a sua autoridade, comprometida quando é atacado o seu ministério, integrado por homens como ele e dos que sempre é solidário”.

Numa altura em que Portugal se encontra inserido numa comunidade europeia, o conceito de soberania, revela-se agora de importância crucial. Daí, a necessidade de um poder “neutro”, que desde sempre foi característica da monarquia constitucional.

Para o mesmo pensador: “A monarquia constitucional oferece-nos esse poder neutro, tão necessário para o exercício normal da liberdade. O Rei, num país livre, é um ser aparte, superior à diversidade de opiniões, sem outro interesse que a manutenção da ordem e da liberdade, sem poder jamais cair na condição comum, inacessível, portanto, a todas as paixões que tal condição faz nascer e a todas as que a perspectiva de a ela voltar alimenta no coração dos agentes que estão investidos de uma potestade passageira. Essa augusta prerrogativa da realeza deve infundir, no espírito do monarca, uma calma e, na sua alma, um sentimento de tranquilidade, que não podem ser património de nenhum indivíduo situado numa posição inferior. O monarca flutua, por assim dizer, por cima das agitações humanas e constitui um grande acerto da organização política ter criado, no seio mesmo dos dissentimentos sem os quais nenhuma liberdade é possível, uma esfera inviolável de segurança, de majestade, de imparcialidade, que permite a eclosão desses dissentimentos sem nenhum perigo, desde que não excedam certos limites, e que, quando aquela se anuncia, ponha-lhe término por meios legais, constitucionais e não arbitrários. Todo esse imenso benefício perde-se se o poder do monarca for rebaixado ao nível do poder executivo, ou se for elevado este ao nível do monarca”.

Assim, ao contrário de certas correntes de pensamento monárquicas da nossa “praça”, a instituição régia, na prática da monarquia constitucional, posto que os seus poderes são delimitados, dá-lhe, no entanto, um perfil de salvaguarda da estabilidade política, tirando do soberano a pecha de ser um poder arbitrário, revestindo-o, em compensação, de uma auréola moral que se sobrepõe à luta rasteira pelo poder.

É verdade que hoje não existem cruzados, mas há inconformados.

Hoje, há gente disposta a lutar pela monarquia constitucional, independentemente dos feudos; que não presta vassalagem a ninguém, nem tão pouco personifica a sua causa, porque essa causa é ancestral, é a origem do mundo, a essência da identidade dum povo. Essa causa é Monarquia!

Abel Ferreira

IMPRENSA: S.A.R., A SENHORA DONA ISABEL APRESENTOU O LIVRO "REIS NO EXÍLIO" - 15 DE OUTUBRO DE 2011

Revista "Caras" de 22 de Outubro de 2011 - Reportagem completa na revista
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SAR, D. Isabel de Bragança na apresentação do livro "Reis no Exílio - Portugal Refúgio Real"

D.Isabel de Bragança com os pais, Jorge e Raquel de Herédia
SAR D. Isabel com os pais, Jorge e Raquel de Herédia

D.Isabel de Bragança

D.Isabel de Bragança
SAR a apresentar o livro

D.Isabel de Bargança e Charles-Philippe D'Orléans
SAR com o autor do livro, o Príncipe Charles-Philippe D'Orléans

D.Isabel de Bragança e Charles-Phillipe d'Orléans

D.Isabel de Bragança e Diana de Cadaval
SAR e a Duquesa de Cadaval, esposa do autor

O casal
O casal

Fonte: Caras

ONTEM, NO EXPRESSO, GRAÇAS A MARIA AUGUSTA MENEZES


Todos reconhecem os inestimáveis serviços que a nossa amiga Augusta Menezes quotidianamente tem prestado à Causa, no seu blog Família Real Portuguesa. Como alertei há uns dias neste post, é imperiosa a colaboração de todos para o progressivo esclarecimento dos portugueses. Sendo um inegável facto o recrudescer da simpatia pela instauração da Monarquia em Portugal, a mensagem tem encontrado eco em toda a sociedade e já chega aos mais importantes jornais do país. A prova disso, é a coluna que hoje mesmo Fernando Madrinha deixou no Expresso do oportunamente republicano Sr. Balsemão.

Já se contrapõe abertamente o exemplo do Rei D. Carlos I, à péssima, abusiva, inconsciente e absurda prestação do Presidente em exercício e dos respectivos antecessores-colegas na capitosa reforma.

Publicado por Nuno Castelo-Branco em Estado Sentido