terça-feira, 25 de outubro de 2011

TEMOS QUEM SE IMPORTA COM PORTUGAL

Desde sempre, tenho acompanhado os portugueses, cultivando muito em especial relações com as nossas comunidades no estrangeiro, para que as futuras gerações não percam de vista o país onde estão implantadas as suas raízes.

Em Portugal, particularmente, no seu interior, tenho partilhado as alegrias e angústias das populações tantas vezes esquecidas. Tem constituído minha preocupação o desenvolvimento sustentável dessas manchas da nossa Terra, respeitando os valores culturais e espirituais das suas géneses.

A defesa da Natureza, do equilíbrio do meio ambiente e da nossa paisagem humanizada, são temas em que me tenho empenhado desde a minha infância e que necessitam do envolvimento de toda a comunidade humana.

Nestes domínios as Monarquias da Europa e do Mundo têm dado provas de eficácia através de uma proximidade com as populações, enriquecendo as democracias contemporâneas, no respeito pela dimensão onde se inscreve a existência humana.

Penso que Portugal, também beneficiaria desta vantagem e este espaço também abordará estas problemáticas, bem como outras que me queiram fazer chegar.

Estar próximo dos portugueses – Esta é a Herança que recebi e que aqui uma vez mais assumo.

Dom Duarte Pio de Bragança

JANTAR DOS CONJURADOS 2011

Uma vez mais irá realizar-se em 30 de Novembro o tradicional Jantar dos Conjurados, presidido por Suas Altezas Reais Os Senhores Duques de Bragança, numa iniciativa da Causa Real com apoio da Real Associação de Lisboa. Este ano o evento terá lugar no Centro Cultural de Belém, em Lisboa, pelas 19 horas, e como habitualmente será iniciado pela leitura da Mensagem de Sua Alteza Real O Senhor Dom Duarte de Bragança.

INSCRIÇÕES:
Mais informações: pelo telefone 21 342 8115, até ao dia 25 de Novembro.

PAGAMENTOS:
Em dinheiro, cheque ou transferência bancária para o 
NIB 0007 0000 0005 8539 6952 3.
Comprovativo enviado para secretariado@reallisboa.pt servirá como confirmação de reserva.
Os convites serão enviados por correio.
Não serão entregues convites no local do Jantar.

PREÇOS
Adultos -€ 40,00
Jovens (as primeiras 150 inscrições) -€ 15,00

ESTACIONAMENTO:
Para os portadores de Livre Trânsito (dado no acto de inscrição aos participantes) até ao limite da capacidade do local).

IRMANDADE MILITAR DE NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO (IMNSC)

A Irmandade Militar de Nossa Senhora da Conceição (IMNSC), é uma Associação de Fiéis, com personalidade jurídica pública, erigida na Diocese de Lamego, pelo seu Bispo, tendo como sede a Igreja de Santa Cruz, na cidade de Lamego, em Portugal.
 
É formada por católicos, militares e civis, que norteiam o seu proceder no respeito pela tradição castrense, pela prática das nobres virtudes militares e que assumem a sua realização como homens e mulheres de fé e de acção no seio da Santa Igreja, no pleno exercício da caridade e na fidelidade constante ao seu Magistério.
 
O âmbito da acção desta Irmandade Militar, tanto na origem dos seus membros, como no destino do exercício das suas acções caritativas, é nacional e internacional.
 
Esta Irmandade nasceu logo após a expulsão das ordens religiosas, no final da primeira metade do século XIX. Designava-se então Irmandade de Nossa Senhora da Conceição. No último quartel do século passado encontrava-se praticamente sem actividade e em extinção.
 
 
Por iniciativa de militares da Guarnição Militar de Lamego, com o apoio do Bispo da Diocese, foi dinamizada, sofrendo então uma completa reestruturação, reforçando a sua missão religiosa e dotando-a de objectivos concretos em total comunhão com o Magistério da Igreja, no que concerne à sua espiritualidade e nas acções concretas ao serviço dos mais desfavorecidos.
 
 
Reorganizada, esta Irmandade assumiu a designação de “Irmandade Militar de Nossa Senhora da Conceição”, com novos estatutos onde as tradições castrenses estão subjacentes ao seu normativo, plasmadas na nobreza de carácter, no cavalheirismo e na amizade que une os seus membros, na lealdade e na fidelidade à Sé de Pedro, virtudes imprescindíveis ao sentido do dever e ao espírito de missão ao serviço de Deus e no exercício da Caridade.
 

VERGONHA

O DN descobriu que a Presidência da República custa 16 milhões de euros por ano (163 vezes mais do que custava Ramalho Eanes), ou seja, 1,5 euros a cada português. Dinheiro que, para além de pagar o salário de Cavaco, sustenta ainda os seus 12 assessores e 24 consultores, bem como o restante pessoal que garante o funcionamento da Presidência da República. A juntar a estas despesas, há ainda cerca de um milhão de euros de dinheiro dos contribuintes que todos os anos serve para pagar pensões e benefícios aos antigos presidentes. Os 16 milhões de euros que são gastos anualmente pela Presidência da República colocam Cavaco Silva entre os chefes de Estado que mais gastam em toda a Europa, gastando o dobro do Rei Juan Carlos de Espanha (oito milhões de euros) sendo apenas ultrapassado pelo presidente francês, Nicolas Sarkozy (112 milhões de euros) e pela Rainha de Inglaterra, Isabel II, que ‘custa’ 46,6 milhões de euros anuais. E tem o senhor Aníbal Cavaco Silva, a desfaçatez de nos vir dizer que “os sacrifícios são para ser ‘distribuídos’ por todos os portugueses”… …‘Atão’ tá bem ó meu!… (…? E não se pode ‘privatizar’ a Presidência da República ?…)”
Fonte: NRP CACINE

O Senhor Presidente Cavaco Silva na sua visita discreta aos Açores de 5 dias levou 30 acompanhantes, entre os quais:



- sua esposa>

- o chefe da casa civil e sua esposa>

- 4 assessores>

- 2 consultores>

- 1 médico pessoal + 1 enfermeira

- 2 bagageiros???

2 fotógrafos oficiais + 1 mordomo>

- 12 agentes de segurança>>

e à chegada disse; "Ninguém está imune aos sacrifícios".>>

Nota: Convém lembrar que quando o príncipe Carlos e a sua mulher Camila visitaram oficialmente Portugal, choviaa cântaros e seguravam nos seus próprios guarda-chuvas.

O nosso Presidente e mulher - na mesma ocasião tinham alguém que lhes segurava o guarda-chuva......

E até houve um General de 3 estrelas ,cá, que segurou o guarda chuva ao Presidente Mário Soares

Fonte: NRP CACINE

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

60º ANIVERSÁRIO DA MORTE DE S.M., A RAINHA DONA AMÉLIA DE ORLÉANS E BRAGANÇA


«Emmenez-moi au Portugal; je m’endormirai en France, mais c’ést au Portugal que je veux dormir pour toujours.» - Rainha Dona Amélia

A 25 de Outubro de 1951 foi recebida em Portugal, a triste noticia de haver falecido, em Versalhes, a Augusta e Venerada Senhora Dona Amélia de Orléans e Bragança, Rainha de Portugal.

A Rainha Senhora Dona Amélia, pelo muito amor e afeição que teve a Portugal de que foi Rainha e pelo que muito honrou e tão dignamente serviu a Pátria, bem mereceu todas as honras e homenagens que lhe foram prestadas.

Ela tornou-se justamente credora em todos os corações portugueses que tiveram o prazer de a conhecer. Como que uma respeitosa veneração, todos continuaram a tê-la, na sua memória, como a Rainha de Portugal. Ela era amada e querida por todos.

Não podia o Governo português mostrar-se insensível a tantas provas de amor patriótico e de civismo, dadas por uma Mulher que se encontrava exilada da sua amada Pátria.


Foi enviado a França o NRP Bartolomeu Dias, para trazer o seu corpo para Portugal, missão confiada ao Exmº Capitão-de-Mar-e-Guerra, Oliveira Lima ao 2º Comandante Aragão e ao Reverendo Padre Correia da Cunha. Foi no dia 26 de Novembro de 1951, que a urna com os restos da Rainha D. Amélia Rainha de Portugal foi transportada a bordo do navio da Armada Portuguesa, no Porto de Brest.


Dignificou-se o Governo Português em dar fiel cumprimento dos desejos expressos por Sua Majestade, promovendo a vinda para Portugal dos seus restos mortais, que ficariam no Panteão da Dinastia de Bragança, em São Vicente de Fora, junto aos túmulos de Seu Marido e Filhos. Coube a este mesmo Governo, fazer-lhe um funeral nacional, com as honras devidas à Sua dignidade de Rainha de Portugal e de considerar luto nacional o dia 29 de Novembro.

Revestiu-se de grande imponência e da mais esplendorosa solenidade o funeral da Rainha Senhora Dona Amélia, que se realizou oficialmente em Lisboa.


O cortejo fúnebre teve início no Terreiro do Paço, conforme podemos verificar na presente foto. Marinheiros do Bartolomeu Dias, transportando a urna, formavam um cortejo, encabeçado por Padre José Correia da Cunha – capelão da Marinha Portuguesa.

Estas cerimónias tiveram o cunho impressionante da gratidão e da saudade portuguesa, manifestada no comovido recolhimento e no religioso respeito com que muitas centenas de milhares de pessoas, que assistiram à passagem da urna, que encerrava o corpo da excelsa e querida Rainha dos Portugueses.
O povo permaneceu monárquico e apesar duma república imposta, não esqueceu a sua Rainha.

Foi me testemunhado que, quando a urna foi retirada do Coche para ser conduzida para o templo, uma força militar, formada por soldados de Infantaria 1 deu as descargas da ordem, ao mesmo tempo que os clarins tocavam a sentido. As bandeiras, os estandartes e os guiões baixaram em funeral e uma banda de música executou a marcha fúnebre de Chopin.


Às cerimónias religiosas realizadas na Igreja de São Vicente de Fora assistiram  o "chefe de estado" membros do governo, Reis e Príncipes estrangeiros, altas patentes do Exército e da Armada, Corpo Diplomático, altas autoridades civis, Sua Eminência o Senhor Cardeal Patriarca de Lisboa e outras dignidades eclesiásticas, onde se incluía o Padre José Correia da Cunha.

Antes de se dar início à Missa fez-se ouvir a marcha fúnebre de Schumam, tendo depois a orquestra executado a missa de Perosi.

O Senhor Visconde de Asseca e o Senhor Capitão Júlio da Costa Pinto foram inclusive a bordo do NRP Bartolomeu Dias, agradecer ao Comandante e à tripulação do navio, da armada portuguesa, a forma respeitosa e o serviço religioso, assim como o patriótico recolhimento, com que toda a tripulação do navio se associou ao luto da Nação. Este episódio foi-me relatado por Padre Correia da Cunha, dando a entender que o cadáver de Sua Majestade foi velado piedosamente durante todo o trajecto desde o Porto de Brest até ao Terreiro do Paço, em Lisboa.

No dia que passam 60 anos sobre essa data não poderia deixar de recordar esta última guarda de honra, ou seja, a homenagem saudosa e comovida da dedicação e da lealdade dos seus antigos súbditos.

Embora francesa de origem, tornou-se portuguesa pela afeição à sua Pátria adoptiva, que a ela se prendeu com todos os afectos. Era esta afeição que lhe aprimorava a alma e o coração. Ficou gravada em pedra, no seu túmulo, em letras gravadas a ouro:

AQUI DESCANSA EM DEUS
DONA AMÉLIA DE ORLEÃES E BRAGANÇA
RAINHA NO TRONO, NA CARIDADE E NA DOR.

Legenda simples mas expressiva e altamente honrosa para a memória de tão ilustre, excelsa e venerada Rainha.
Pe. José Correia da Cunha

09 de Agosto de 1951 - A última foto da Rainha Dona Amélia, captada durante as filmagens feitas pelo cineasta Leitão de Barros em Bellevue que as faria publicar no jornal "O Século" e em livro.



«Emmenez-moi au Portugal ; je m’endormirai en France, mais c’ést au Portugal que je veux dormir pour toujours.» (Rainha Dona Amélia)


No chatêau de Bellevue, Le Chesnay, perto de Versailles, a Rainha D.Amélia de Orléans e Bragança está frágil e doente.
 

Encostada nos almofadões, quase sem um gemido: «Sofro tanto!».
 

Depois deixando transparecer no rosto uma calma infinita: «Deus esta comigo!». Assim murmurava num português suavíssimo.
 

Eram quase 09h e 30m...nos olhos azuis da Rainha Senhora D.Amélia havia uma lucidez perfeita.
 

Instantes depois, abrangendo com o olhar os portugueses e franceses que a cercavam, disse, sempre em português: «Adeus. Levem-me para Portugal !»
De Trindade Coelho, a propósito da morte da Rainha D. Amélia de Orléans e Bragança (1951).

"Não dependo da realeza, como não dependo de qualquer facção partidária. A minha alma juvenil tem vibrações de entusiasmo sincero, desde entusiasmo franco e lhano, despreocupado e são, que não tem a pautá-lo a norma servil da conveniência.

Eu não sei genuflectir ante eminências sociais de qualquer categoria que sejam, não sei calar a voz da consciência para vir a público desempenhar o papel de turibulário oficial.

O preito que ora venho render à Majestade que passa é, por conseguinte, o preito de alguém que não tem nos lábios o sorriso que cativa para que ele lhe disfarce o veneno do coração.

Este preito antes de ser dirigido à Rainha é dirigido à Mulher; antes de ser a manifestação balofa da minha admiração pela púrpura e pelo arminho do manto - é o tributo do meu respeito à Virtude que enobrece e que tem a consagrá-lo as bênçãos dos infelizes.

A realeza do trono fez da princesa uma Rainha, a realeza da Virtude fez da Mulher um Anjo.

Por isso eu a saúdo na sua passagem, por isso eu curvo a minha fronte como a curvaria diante da minha mãe, e só diante dela.

E é sincera a saudação, e é bem justo o preito, porque tem a justificá-lo a realidade positiva dos factos.

Salve, pois, Rainha dos Portugueses! Caiam sobre ti as bênçãos do Céu como caem sobre os desgraçados as bênçãos da tua Caridade.

E é em nome dos desgraçados, em nome dos desprotegidos da sorte, que eu te venho saudar, a ti que se não tivesses um trono que te dá a tua posição e o teu sangue, havias de ter aquele que a virtude te levantou e ante o qual eu ajoelho com aquele respeito com que só o faço no túmulo de minha mãe.

Mais que os brilhantes da tua coroa, brilham as lágrimas de gratidão daqueles que a tua caridade protege. por isso te abençoamos, por isso nos orgulhamos de te respeitar como Rainha porque te adoramos como Mãe."
Fonte: Blogue Estado Sentido


"MORREU DONA AMÉLIA DE ORLÉANS E BRAGANÇA - A ÚLTIMA RAINHA DE PORTUGAL"


(Clique na imagem para ampliar)

60º ANIVERSÁRIO DA MORTE DE S.M., A RAINHA DONA AMÉLIA DE ORLÉANS E BRAGANÇA

"MORREU DONA AMÉLIA DE ORLÉANS E BRAGANÇA - A ÚLTIMA RAINHA DE PORTUGAL", noticiava o “Jornal de Notícias” de 26 de Outubro de 1951.
Apesar de esperada, a notícia do falecimento de Dona Amélia de Orleães e Bragança causou profunda consternação em todo o país, registando-se as mais inequívocas manifestações de pesar. Além dos edifícios públicos, muitas casas particulares ostentavam a bandeira nacional a meia-haste.
Em Braga, onde a notícia foi conhecida através dos “placards” do “Jornal de Notícias”, o sr. Presidente da Câmara Municipal, durante a reunião da vereação, pronunciou palavras de homenagem à memória da última Rainha dos portugueses, declarando:
“Curvo-me reverente perante a Sua Augusta Memória, em nome da Câmara e da cidade, cidade que, fiel ao seu nunca desmentido tradicionalismo, vai viver, por certo, com bem funda emoção as homenagens que o país, dirigido por um governo esclarecido que ela tanto apreciava, não deixará com certeza de lhe prestar”.

SEM EXTREMISMOS, ORGULHOSOS! (II)


Antes de prosseguir sugere-se a leitura da primeira parte deste artigo.
Parece igualmente não haver nenhum rumo concreto e definido. As consequências são claras e indiscutíveis: se antes Portugal e os Portugueses, liderados pelo Rei, acabavam por triunfar, hoje mais parece que somos constantemente derrotados nas novas batalhas do sec. XXI.

O Povo Português, outrora guerreiro, está progressivamente a ser esvaziado do seu sentido de patriotismo, do seu amor-próprio, do respeito à sua própria Nação e da sua capacidade de luta. Um grande vazio, eis o que Portugal parece ter neste momento. Um vazio que facilmente se constata quando, no dia da Fundação de Portugal, oficialmente pouco ou nada se diz a respeito e não se presta a devida homenagem (oficial) ao Fundador. Portugal está a ser esvaziado da sua matriz cultural. Valham-nos os monárquicos que, com SSAARR os Duques de Bragança, ano após ano celebram o nascimento de Portugal e, com isso, “teimam” em manter a história, a dignidade e a alma nacionais viva! Haja alguém com sensatez nesta terra que, em 100 anos, se transformou na “terra do vale tudo”.

A situação a que Portugal chegou não é fácil. Será que os republicanos vão assumir a sua responsabilidade? Ou será que vão culpar S.M o Rei D.Carlos I?

Portugal e os Portugueses estão a agonizar. Sem força, sem ânimo, sem dinheiro, sem tempo já começam a deixar de viver para apenas (tentar) sobreviver. Isto é perigoso pois pode levar (como decerto levará) a uma drástica diminuição daqueles que conhecem e vivem Portugal e a Portugalidade! Se isso acontecer, e tendo em conta a quantidade de interesses obscuros que nos tentam constantemente dominar e aqueles que em vez de proteger a Nação (como era sua obrigação) a dão, quem irá proteger e lutar por Portugal? É necessário olhar para o futuro para entender a gravidade da situação. A incapacidade de perspectivar o futuro (tipicamente republicana) só servirá para nos levar à perdição e à ruína.

SAR D.Duarte chamou a atenção para a baixa natalidade em Portugal. Isto dá que pensar! Em primeiro lugar dá para perceber que o Senhor Duque de Bragança ao pensar nisso, pensa em Portugal como um “projecto a longo prazo” e, como tal, pensa como um verdadeiro Chefe de Estado, pensa como um Rei. Em segundo lugar dá para pensar que a República, obcecada em resolver no imediato os graves problemas que ela própria criou, se esquece de pensar verdadeiramente no futuro de Portugal e na sua sustentabilidade.

A natalidade em Portugal está a cair, com as consequências que qualquer pessoa minimamente informada e/ou sensata percebe! O que está a ser feito para combater isso? Quais as medidas que estão a ser tomadas para contrariar essa tendência? Serão a diminuição dos salários, o aumento do número de horas semanais de trabalho ou a eliminação de subsídios algumas dessas medidas? Será correcto ver números, unicamente números, em vez de ser seres humanos? “Portugal somos nós e nós somos Portugal”. A continuar assim quantos seremos nós no futuro? Consequentemente também se pode perguntar “ O que será Portugal no futuro?”.

Somos Portugueses e, sem qualquer tipo de extremismo, devemos estar orgulhosos disso pois fomos e ainda somos grandes, independentemente do que outros possam dizer.

Porque Portugal precisa de nós; porque é nossa obrigação cuidar da nossa terra, das nossas gentes e do nosso património; porque o movimento monárquico, encabeçado pela Família Real, é o único que verdadeiramente se preocupa com Portugal, com a sua protecção, preservação e futuro e porque “Portugal somos nós e nós somos Portugal” é imperativo proteger a nossa Nação daqueles que a querem dominar e destruir.

Pela Pátria,
Viva o Movimento Monárquico Português
Viva a Família Real Portuguesa
VIVA PORTUGAL!!!

EX-LIBRIS E DOAÇÃO DE DOM DAGANEL DO LOUREIRO - EDIÇÃO

Comemorando o 5 de Outubro, Dia Feliz em que se festeja a Fundação de Portugal como Reino Independente (Tratado de Zamora - 5 de Outubro de 1148) e a recente Eleição (por unanimidade) como Membro da Academia de Letras e Artes, na Classe das Artes, venho, por este meio editar a Carta de Doação de Santa Maria de Silgueiros por Dom Daganel do Loureiro e sua Mulher, Dona Sancha Gonçalves, e ainda o Ex-Libris para a ocasião preparado. Uso, de igual modo, este meio para destes Documentos fazer oferta a Vossas Excelências,

Com os melhores cumprimentos,
AMÉRICO CARNEIRO