terça-feira, 31 de maio de 2011

REI MODERNO - DOUTRINA MONÁRQUICA

por Raquel Sá Lemos Guedes a Sexta-feira, 27 de Maio de 2011 às 20:26 (Facebook)

O Rei é Livre

Herdeiro da História de um povo, ele e sua Família, são uma referência essencial da liberdade política. Para o Rei todos têm os mesmos direitos, todos as expressões políticas, sociais e religiosas, merecem a mesma atenção e devem ter as mesmas condições de acção. O Rei não depende de nenhuma “ vontade” organizada. A unidade do povo, a sua respeitabilidade, a sua dignidade, as suas ansiedades, os seus problemas colectivos, são a Sua exclusiva preocupação.
O Rei é assim absolutamente livre, e livre será o povo.

O Rei não governa, reina.

O Rei está no vértice de toda a pirâmide social e política. Ele é o Chefe de Estado, que dá a credibilidade e a garantia do funcionamento regular dos poderes executivo, legislativo e judicial. O Rei representa interna e externamente, o normal funcionamento das Instituições e por ser essa referência histórica e de união de todo o povo, não interfere nas suas escolhas democráticas, mas pela sua postura e presença, dá uma superior dignidade ao exercício do serviço público. O Rei não interfere, mas os eleitos têm de o respeitar, de o informar, pois é Ele que assume a responsabilidade de lhes dar posse, ou demitir, seguindo a vontade popular, através da expressão eleitoral livre e universal. O Rei assume este papel relevante de respeitabilidade, de exigência dos políticos para com a sua respeitabilidade, que é decisiva para o cumprimento rigoroso dos compromissos políticos eleitorais e para a conduta ética dos políticos e dos partidos políticos.

O Rei é Independente

O Rei não depende de nenhuma força ou organização política, não segue nenhuma ideologia e por esse facto é Livre e Independente. O Rei não é eleito através de nenhum compromisso, nem de nenhuma proposição, por isso a sua independência é a mais objectiva forma de salvaguarda de um regime democrático e constitucional. O seu único objectivo é o bem de um povo, a salvaguarda do seu futuro, por isso ele não assume nunca qualquer compromisso, com forças políticas ou sociais, mas simplesmente jura a constituição portuguesa e assina os acordos internacionais, que comprometem toda a Nação e são uma indiscutível manifestação maioritária da vontade do eleitorado. Decorrente desta premissa também compete ao Rei, sempre que se levantem dúvidas fundamentadas na sociedade sobre a legitimidade, de qualquer questão de âmbito nacional, promover os referendos de auscultação da vontade popular.

O Rei é Imparcial

O Rei está acima de todas as lutas políticas pelo poder. O Rei tem como obrigação ser o garante da verdadeira liberdade de expressão e informação. O Rei tem como premissa essencial dar a todas as organizações políticas, profissionais, sociais e religiosas, uma efectiva igualdade de condições de expressão e de acção. Esta Imparcialidade é essencial não apenas para a liberdade de expressão individual ou colectiva, mas também para a liberdade da informação pública através da comunicação social. A Imparcialidade do Rei, é assim uma premissa essencial na expressão pública das liberdades individuais.

O Rei é Exigente

O Rei e a Família Real, são a referência primeira dos valores morais e éticos de uma sociedade. A honra, a verdade, a honestidade, o compromisso, o respeito, a moral, a família e o patriotismo, são valores essenciais de cada um e de toda uma sociedade, que se revê neles pelo exemplo Real. Por isso, o Rei também é exigente para com todos no assumir colectivo desses valores. Esta exigência do Rei é assim determinante no que respeita ao serviço público, pois dando esse exemplo aos políticos, pode também exigir deles essa postura permanente.

O Rei é Unificador

A Família Real descende do Fundador da Nação. O Rei é assim o símbolo histórico unificador de um povo com a sua própria história. O Rei está destinado desde o dia do seu nascimento para essa sua função. A sua educação e formação, é uma das mais importantes matérias do interesse colectivo. Ele é assim formado para a sua missão, através da permanente apreciação popular, que com ele vai estabelecendo uma verdadeira familiaridade. O Príncipe Herdeiro é assim amado pelo povo que o viu crescer e que acompanhou toda a sua formação. O Rei é assim amado por toda a população e unifica todo o sentimento patriótico, todo o orgulho próprio de um povo.

O Rei é Representativo

É precisamente por não ser eleito, que o Rei é representativo de toda a população. Ele não é eleito por uma parte, nem proposto por nenhum partido. O Rei é proposto pela História de uma Nação e deve-lhe obediência. Por não ser eleito, o Rei é o único que poderá dizer que representa todos, pois foi para isso que foi formado, pois foi por isso que nasceu.

O Rei é o garante da Estabilidade

O Rei é também o símbolo da estabilidade política. Um regime monárquico nunca é instável, porque o Rei é respeitado e porque nunca participa nas lutas políticas pelo poder, mas tem a qualidade e obrigação de velar pelas regras constitucionais e pelo seu estrito cumprimento.

O Rei tem o culto da Democracia

Como não é dependente de nenhuma força política, como não governa, o Rei não tem preferências ideológicas, nem simpatias partidárias ou sociais. O Rei é assim o garante da participação cívica da sociedade civil e da igualdade de oportunidade de todas as organizações politicas, sociais ou profissionais no exercício da sua acção e na prossecução dos seus objectivos, de acordo com o rigoroso cumprimento da Lei e da Constituição. Como a mais importante preocupação do Rei é a resposta satisfatória da participação cívica aos problemas da sociedade, ele tem pela sua preocupação permanente sobre todas as questões, associada á sua respeitabilidade e afectividade popular, um papel determinante no rigor com que as organizações políticas, sociais e profissionais dão resposta efectiva aos problemas de toda a sociedade. Promove a participação, é exigente perante as respostas.

O Rei é o Garante da Identidade

Um povo de uma Nação tem uma Identidade. A Identidade do povo português é muito acentuada. Decorre da sua História, da sua situação geográfica e de um património genético exclusivo, que foi sendo preservado. Os valores próprios dessa Identidade, originam uma enorme potencialidade moderna, que é expressa na Lusofonia e no desígnio marítimo português. O Rei como garante de uma História de um povo, não está dependente das mensagens e influências exteriores e por isso salvaguarda como ninguém os valores tradicionais de um povo com nove séculos de história, as suas tradições e os seus costumes.

O Rei é a expressão do Orgulho

A Família Real é a expressão pública do orgulho de uma população. Todas as famílias a têm como referência. A preocupação permanente da Família Real com todas as questões da sociedade, são um exemplo determinante para a cultura da solidariedade. A dignidade da Família Real, são uma motivação permanente de todas as famílias e para a dignidade social.

O Rei é o garante da Nacionalidade

O Rei é o chefe supremo das forças armadas e da diplomacia. Ele é o garante histórico da soberania de um povo sobre o seu património. Por ter esta função essencial e por ser independente face ás dinâmicas políticas de influencia exterior, Ele assume com rigor estas suas funções na salvaguarda da independência nacional, presente e futura e na preservação da soberania nacional.

O Rei é o Futuro

O futuro de uma Nação, passa pela sua afirmação no presente. Um Rei não é permissivo a dinâmicas de dissolvência ou de limitações de soberania territorial. Por isso o Rei tem como prioridade política a abertura de novos horizontes e de novas oportunidades de evolução. Um Rei moderno colabora nos caminhos que abrem novas perspectivas de evolução. Ele aproxima os povos da Lusofonia e ele aponta os caminhos possíveis das potencialidades futuras. O Rei nunca compromete um povo apenas numa direcção ou em apenas um desígnio, porque ele sabe que o seu povo é um povo do mundo e está presente em todo o mundo.

José J. Lima Monteiro Andrade

PPM QUER "VOLTAR A LEVAR AS PESSOAS PARA O CAMPO"

O Partido Popular Monárquico (PPM) realizou uma acção de campanha em Vila Real para apresentar as suas ideias. O cabeça de lista do PPM pelo círculo distrital de Vila Real, Manuel Sampayo, defendeu que “é fundamental que o Estado Português incentive a população para a produção agrícola”.
“O objectivo principal da nossa candidatura é voltar a levar as pessoas para o campo, para que estas não se tornem dependentes das grandes superfícies”, afirmou Manuel Sampayo. O vice-presidente nacional do PPM, Manuel Beninger, responsabiliza o Estado Português pela actual situação portuguesa que acredita ser “fruto destes últimos anos de governos socialistas, republicanos e laicos que têm conduzido Portugal a uma rua sem fim, sem moral, sem princípios e sem ética”.
O responsável reforçou a ideia de que Vila Real tem de “incentivar os agricultores para que produzam em Portugal, incentivar os jovens a regressar ao campo e dar um futuro aos desempregados, demonstrando que o campo é uma solução”. O PPM apresenta três premissas fundamentais pelas quais orientam a sua campanha: a moral, a agricultura e a família. “No distrito de Vila Real, o objectivo passa por transmitir esses valores”, afirmou Manuel Beninger.
O PPM quer também “uma constituição mais democrática do que aquela que temos”. “Queremos que o topo da pirâmide da democracia portuguesa, que é o Chefe de Estado, seja isento e que não seja fruto desta ‘partidarite’ que existe em Portugal”, defendeu o vice-presidente. Com este tipo de acções de campanha, Manuel Sampayo espera que “pelo menos as pessoas oiçam o que o PPM tem para dizer”.

NOVENA DE ADORAÇÃO EUCARÍSTICA POR PORTUGAL

 
PARTICIPE, TRAGA AFAMÍLIA, OS AMIGOS E DIVULGUE:

Das 18h30 de 2 de Junho às 18h30 de 11 de Junho 2011.
           Basílica dosMártires (Chiado).
"EM ACÇÃO DE GRAÇAS E LOUVOR À SANTÍSSIMA TRINDADE E A NOSSA
SENHORA, RAINHA DE PORTUGAL."
Se quiser inscrever-se para preencher a cadeia (são necessários muitos voluntários para distribuir as 216 horas), contacte:
Emília Santos: tel: 962963482 (inscrições para Adoração diurna, 8-22h)___  
Paula Fontoura: tel: 968195130 (inscrições para Adoração nocturna, 22-8h)_
APAREÇA, MESMO QUE NÃO SE POSSA INSCREVER. JESUS VAI GOSTAR DA SUAVISITA!

Obs: Se a porta principal da Basílica estiver fechada, entrar pela Rua Serpa Pinto, 10D (tocar campainha mais elevada)___
O louvor é oração libertadora, geradora de alegria, optimismo...Muito mais do que outras formas de oração, o louvor pode e deve ser realizado através do empenho, da participação de todo o nosso ser: espírito, inteligência, vontade...
Louvar a Deus é alegrar-se n'Ele.
"Põe no Senhor as tuas delícias e Ele te concederá os desejos do teu coração" (Sl 37.4)
Fonte: Povo

S.A.R., DOM DUARTE DE BRAGANÇA PRESENTE NO LANÇAMENTO DO LIVRO "HISTÓRIAS E MORAIS"


No dia 26 deste mês de Maio, no Convento dos Cardaes, na Rua do Século, nº 123, no Bairro Alto, em Lisboa, às 18h e 30m, realizou-se o lançamento do livro «HISTÓRIAS E MORAIS», pela jornalista Helena Matos, cronista do Público. O livro reune artigos do autor, Pe. Gonçalo Portocarrero publicados recentemente na imprensa, bem como alguns textos inéditos e contou com a presença de S.A.R., O Senhor Dom Duarte de Bragança.

ÚLTIMA HORA: ADIADA A VISITA DE S.A.R. O SENHOR DOM DUARTE À FREGUESIA DE OLIVEIRA SÃO PEDRO EM BRAGA


Alquebrar equívocos
Um Rei não tem um partido. Um Rei representa a unidade de todos os portugueses.
Para bem da defesa dos interesses da Sereníssima Casa de Bragança, esta iniciativa fica adiada, por umas semanas, para que não seja confundida a visita de S.A.R., O Senhor Dom Duarte, com a actual campanha eleitoral.
No artigo jornalístico do Diário do Minho, do dia 30 de Maio de 2011, página 6, onde se lê “o candidato do PPM Manuel Beninger”, dever-se-á ler “o deputado municipal Manuel Beninger” que colaborou com a Junta de freguesia de Oliveira S. Pedro na realização deste acontecimento.
Desta forma, este evento irá realizar-se em finais de Junho, seguindo o mesmo roteiro.

Manuel Beninger

FEIRA DO LIVRO E DA MÚSICA DE AVEIRO

Livros e cd’s para todos em qualidade e quantidade estão a caracterizar um dos momentos de maior promoção do livro e da música em Aveiro. São 11 dias em que livreiros e leitores se voltam a encontrar no Rossio até 5 de Junho.

A edição deste ano apresenta uma novidade em relação às edições anteriores: no Rossio, em frente ao Canal Central da Ria de Aveiro será construído um Oásis com uma área aproximada de 300 m2 de areia branca sustentada por um muro de contenção em monoblocos.

Esperamos a sua visita...