terça-feira, 31 de maio de 2011

PPM QUER "VOLTAR A LEVAR AS PESSOAS PARA O CAMPO"

O Partido Popular Monárquico (PPM) realizou uma acção de campanha em Vila Real para apresentar as suas ideias. O cabeça de lista do PPM pelo círculo distrital de Vila Real, Manuel Sampayo, defendeu que “é fundamental que o Estado Português incentive a população para a produção agrícola”.
“O objectivo principal da nossa candidatura é voltar a levar as pessoas para o campo, para que estas não se tornem dependentes das grandes superfícies”, afirmou Manuel Sampayo. O vice-presidente nacional do PPM, Manuel Beninger, responsabiliza o Estado Português pela actual situação portuguesa que acredita ser “fruto destes últimos anos de governos socialistas, republicanos e laicos que têm conduzido Portugal a uma rua sem fim, sem moral, sem princípios e sem ética”.
O responsável reforçou a ideia de que Vila Real tem de “incentivar os agricultores para que produzam em Portugal, incentivar os jovens a regressar ao campo e dar um futuro aos desempregados, demonstrando que o campo é uma solução”. O PPM apresenta três premissas fundamentais pelas quais orientam a sua campanha: a moral, a agricultura e a família. “No distrito de Vila Real, o objectivo passa por transmitir esses valores”, afirmou Manuel Beninger.
O PPM quer também “uma constituição mais democrática do que aquela que temos”. “Queremos que o topo da pirâmide da democracia portuguesa, que é o Chefe de Estado, seja isento e que não seja fruto desta ‘partidarite’ que existe em Portugal”, defendeu o vice-presidente. Com este tipo de acções de campanha, Manuel Sampayo espera que “pelo menos as pessoas oiçam o que o PPM tem para dizer”.

NOVENA DE ADORAÇÃO EUCARÍSTICA POR PORTUGAL

 
PARTICIPE, TRAGA AFAMÍLIA, OS AMIGOS E DIVULGUE:

Das 18h30 de 2 de Junho às 18h30 de 11 de Junho 2011.
           Basílica dosMártires (Chiado).
"EM ACÇÃO DE GRAÇAS E LOUVOR À SANTÍSSIMA TRINDADE E A NOSSA
SENHORA, RAINHA DE PORTUGAL."
Se quiser inscrever-se para preencher a cadeia (são necessários muitos voluntários para distribuir as 216 horas), contacte:
Emília Santos: tel: 962963482 (inscrições para Adoração diurna, 8-22h)___  
Paula Fontoura: tel: 968195130 (inscrições para Adoração nocturna, 22-8h)_
APAREÇA, MESMO QUE NÃO SE POSSA INSCREVER. JESUS VAI GOSTAR DA SUAVISITA!

Obs: Se a porta principal da Basílica estiver fechada, entrar pela Rua Serpa Pinto, 10D (tocar campainha mais elevada)___
O louvor é oração libertadora, geradora de alegria, optimismo...Muito mais do que outras formas de oração, o louvor pode e deve ser realizado através do empenho, da participação de todo o nosso ser: espírito, inteligência, vontade...
Louvar a Deus é alegrar-se n'Ele.
"Põe no Senhor as tuas delícias e Ele te concederá os desejos do teu coração" (Sl 37.4)
Fonte: Povo

S.A.R., DOM DUARTE DE BRAGANÇA PRESENTE NO LANÇAMENTO DO LIVRO "HISTÓRIAS E MORAIS"


No dia 26 deste mês de Maio, no Convento dos Cardaes, na Rua do Século, nº 123, no Bairro Alto, em Lisboa, às 18h e 30m, realizou-se o lançamento do livro «HISTÓRIAS E MORAIS», pela jornalista Helena Matos, cronista do Público. O livro reune artigos do autor, Pe. Gonçalo Portocarrero publicados recentemente na imprensa, bem como alguns textos inéditos e contou com a presença de S.A.R., O Senhor Dom Duarte de Bragança.

ÚLTIMA HORA: ADIADA A VISITA DE S.A.R. O SENHOR DOM DUARTE À FREGUESIA DE OLIVEIRA SÃO PEDRO EM BRAGA


Alquebrar equívocos
Um Rei não tem um partido. Um Rei representa a unidade de todos os portugueses.
Para bem da defesa dos interesses da Sereníssima Casa de Bragança, esta iniciativa fica adiada, por umas semanas, para que não seja confundida a visita de S.A.R., O Senhor Dom Duarte, com a actual campanha eleitoral.
No artigo jornalístico do Diário do Minho, do dia 30 de Maio de 2011, página 6, onde se lê “o candidato do PPM Manuel Beninger”, dever-se-á ler “o deputado municipal Manuel Beninger” que colaborou com a Junta de freguesia de Oliveira S. Pedro na realização deste acontecimento.
Desta forma, este evento irá realizar-se em finais de Junho, seguindo o mesmo roteiro.

Manuel Beninger

FEIRA DO LIVRO E DA MÚSICA DE AVEIRO

Livros e cd’s para todos em qualidade e quantidade estão a caracterizar um dos momentos de maior promoção do livro e da música em Aveiro. São 11 dias em que livreiros e leitores se voltam a encontrar no Rossio até 5 de Junho.

A edição deste ano apresenta uma novidade em relação às edições anteriores: no Rossio, em frente ao Canal Central da Ria de Aveiro será construído um Oásis com uma área aproximada de 300 m2 de areia branca sustentada por um muro de contenção em monoblocos.

Esperamos a sua visita...

segunda-feira, 30 de maio de 2011

E AGORA? VIVEM TODOS BEM?

MONARQUIA JOVEM NA SIC RADICAL

Recentemente, vi na Internet um vídeo, excerto do programa da Sic Radical “Curto Circuito”, transmitido nos princípios de Maio. Era uma entrevista feita ao Presidente da Juventude Monárquica de Lisboa, Duarte Seabra. Gostaria de escrever alguns comentários acerca do que vi e do que fiquei a pensar:

O ponto que mais me chamou a atenção é o facto de o formato do programa em si não ser o mais adequado para transmitir mensagens políticas muito elaboradas. Além de serem dois apresentadores, estes cortam muitas vezes a palavra ao entrevistado e criam um ambiente que é mais de conversa que de entrevista. Para programas deste tipo, o ideal é transmitir ideias da forma mais curta e perceptível possível. Uma frase não deve durar mais de 15 a 20 segundos a ser dita e o discurso não deve ser muito apressado à custa disso. Visto isso, parece-me que o nosso jovem monárquico não soube jogar com o formato do programa. Notou-se a sua falta de à-vontade e algum nervosismo, quer no tom rápido e algo atrapalhado do discurso, quer na facilidade com que se perdia no que estava a dizer ao ser interrompido, ou entrar por exemplos. Tentou falar como se estivesse num debate ou entrevista, na qual o entrevistador ou moderador tenta não cortar a palavra a quem convidou, por isso demorava demais, queria dizer tudo tintim por tintim e falava muito rapidamente para não ser interrompido. O resultado foi um discurso pouco claro, pouco esclarecedor e com várias gafes.

Quando ao nosso colega Duarte Seabra foi perguntado qual a grande diferença entre monárquicos e republicanos, a resposta que deu foi desapontante. Começou bem, quando resumiu ao dizer “eu sou monárquico, sou igual a ti em tudo, a única diferença é uma opinião em que eu sou monárquico e tu és republicano”. De facto assim é. Os monárquicos não são «avis raras», não vivem num passado quimérico, num qualquer quinto império. Vivem o seu dia-a-dia, trabalham, vão à escola, ficam presos no trânsito, chateiam-se com as namoradas, aturam o chefe etc. Assim, o nosso colega monárquico começou por falar bem, mas depois perdeu-se. Quis explicar porque é monárquico e não o soube fazer. Fiquei sem perceber porque se preocupou mais em clarificar que não é monárquico por influência familiar do que em dizer porque o é.

Por outro lado, fez bem em colocar Isabel II da Grã-Bretanha como um caso de excepção, por governar várias monarquias e não uma só. Com efeito, o passado imperial britânico (ainda muito recente) assim como o prestígio e poder que tem como rainha de vários tronos importantes (recorde-se só o peso mundial da economia do Reino Unido, Canadá e Austrália juntas) dá à monarca britânica um estatuto separado nas monarquias europeias.

De resto, parece-me que muito do que é a monarquia e o papel do rei numa monarquia europeia ficou por explicar bem, ou pelo menos de forma que se entendesse. Abordou bastante o papel do rei como representante da nação, o seu papel de moderador isento na vida política nacional e soube salientar a melhor preparação política que os reis levam para as suas funções, e que falta aos presidentes (cuja eleição abre portas a muitos indivíduos bem falantes mas totalmente incompetentes). Mas ter um rei em vez de um presidente tem muito mais que se lhe diga! Não era necessário explicar tintim por tintim cada uma destas ideias, bastava ter dito mais ideias de um modo mais breve, sem divagar em explicações detalhadas que o formato do programa não  favorecia.

Por último, refere que o Centenário da República foi excelente porque se debateu a Monarquia e caíram por terra muitas ideias pré-concebidas sobre ela. Eu pessoalmente não concordo totalmente com isso. É verdade que houve imensos debates, e que muitas ideias que existiam foram postas de lado. Mas por outro lado, não deixa de ser verdade que foi também oportunidade para uma massiva campanha de branqueamento da História, por parte das instituições do Estado, que procuraram de algum modo reabilitar a Primeira República e o ideário republicano junto da massa mais popular. Houve programas de televisão em televisão pública onde a ideia passada da Monarquia era tão má que se tornava anedótica e risível para mim, mas que pessoas mais ingénuas engolem facilmente! Balanço da intervenção televisiva do nosso correligionário?
 
Honestamente não me pareceu negativo. Mas também não foi positivo. A desadequação entre o formato do programa e o que ele queria dizer e fazer deram azo a muita ideia mal explicada, a muita interrupção e a uma intervenção que, em suma, não deixou a monarquia mal vista mas também não convence ninguém acerca dela. Também não ajudou estar tão nervoso, ou parecer tão nervoso, e falar de modo tão rápido.

Filipe Manuel Dias Neto