domingo, 22 de maio de 2011

CORREIO DA MANHÃ: HÁ MONÁRQUICOS NO PCP E NO BE

Mais de 45% dos portugueses não sabem qual é o centenário que hoje se comemora e só pouco mais de metade está informado de que se trata da implantação da República. Este resultado surpreendente faz parte de uma sondagem da Aximage para o Correio da Manhã, que revela também que mais de 12% dos eleitores do BE e mais de 11% dos que votam no PCP dizem preferir a Monarquia à República.

Por:Paulo Pinto Mascarenhas / J.F.

Publicado por Rui Paiva Monteiro em "Causa Monárquica"

COMEMORAÇÕES DOS 500 ANOS DO PAÇO DA RIBEIRA DE MUGE ALERTAM PARA A NECESSIDADE DA SUA PRESERVAÇÃO

 
 
Um grupo de habitantes de Paço dos Negros não deixou passar em claro os 500 anos do Paço Real da Ribeira de Muge, na freguesia de Fazendas de Almeirim, e organizou no sábado 14 de Maio várias iniciativas para assinalar a data. As comemorações “não oficiais”, tiveram o intuito de mostrar que é necessário preservar o pórtico do paço, a capela e o moinho, que são dos poucos vestígios históricos existentes no concelho de Almeirim.
 
O grupo que se auto-intitula Academia da Ribeira de Muge tem vindo a fazer a manutenção do espaço e dias antes das comemorações trataram de pintar os imóveis e limpar o espaço que tinham ervas de uma altura já considerável. A intenção desta academia, que os membros pretendem constituir em associação, é promover visitas guiadas ao local e dar a conhecer a história local. Nas comemorações estiveram presentes o presidente da Junta de Freguesia de Fazendas de Almeirim, Manuel Bastos Martins, acompanhado de outros elementos do executivo, e o Marquês de Rio Maior em representação do Herdeiro do Trono Português, Dom Duarte de Bragança.
 
A academia tem feito voluntariamente o levantamento topográfico da área do paço real e a recolha de materiais arqueológicos na zona. Aquilino Fidalgo, bisneto de Manuel Francisco Fidalgo que em 1903 adquiriu o espaço onde está o pórtico do Paço Real ao Conde de Atalaia, conduziu os visitantes à capela e ao moinho, onde o grupo tem vindo a recupera os vários mecanismos de madeira da moagem das farinhas. Recorde-se que o paço entretanto foi vendido em parcelas a outros particulares e que posteriormente veio a ficar na posse da Câmara de Almeirim.
 
 
Elias Rodrigues, arquitecto e um dos estudiosos do património concelhio, disse que todo o espólio existente em Paço dos Negros tem dignidade para ser um museu. E para fazer parte “de uma rota cultural” aproveitando a riqueza histórica para potenciar o turismo. lançou ainda o desafio para que seja feita uma maqueta do antigo pórtico, ou uma reprodução multimédia a três dimensões, de modo a que as pessoas possam perceber como era o paço e como se vivia nele.
 
O Paço Real da Ribeira de Muge servia de pousada aquando das caçadas e montarias da Família Real. Como os que serviam no paço eram escravos o local começou a ser conhecido como Paço dos Negros, nome que acabou por ser dado à aldeia da freguesia de Fazendas de Almeirim. O Paço era composto por um pátio central, uma capela e residência real, cemitério, azenha, residência para servos, pomar, horta e manada de gado e foi também sede de almoxarifado (responsável pela gestão de bens da Casa Real).
 

AS LIBERDADES ESSENCIAIS, POR AGOSTINHO DA SILVA

«As liberdades essenciais são três: liberdade de cultura, liberdade de organização social, liberdade económica. Pela liberdade de cultura, o homem poderá desenvolver ao máximo o seu espírito crítico e criador; ninguém lhe fechará nenhum domínio, ninguém impedirá que transmita aos outros o que tiver aprendido ou pensado. Pela liberdade de organização social, o homem intervém no arranjo da sua vida em sociedade, administrando e guiando, em sistemas cada vez mais perfeitos à medida que a sua cultura se for alargando; para o bom governante, cada cidadão não é uma cabeça de rebanho; é como que o aluno de uma escola de humanidade: tem de se educar para o melhor dos regimes, através dos regimes possíveis. Pela liberdade económica, o homem assegura o necessário para que o seu espírito se liberte de preocupações materiais e possa dedicar-se ao que existe de mais belo e de mais amplo; nenhum homem deve ser explorado por outro homem; ninguém deve, pela posse dos meios de produção e de transporte, que permitem explorar, pôr em perigo a sua liberdade de Espírito ou a liberdade de Espírito dos outros. No Reino Divino, na organização humana mais perfeita, não haverá nenhuma restrição de cultura, nenhuma coacção de governo, nenhuma propriedade. A tudo isto se poderá chegar gradualmente e pelo esforço fraterno de todos.»

Agostinho da Silva, in 'Textos e Ensaios Filosóficos'

UMA PRIMEIRA-MINISTRA POUCO REPUBLICANA (AFINAL DE CONTAS...)

  

A Primeira-ministra Australiana, que se dizia tão republicana, ao fazer esta intervenção, deixou escapar, a sua veia Monárquica. Na Austrália, ao contrário da República Portuguesa, já foi realizado um Referendo Monarquia vs República em 1999 e o Povo Australiano optou, e bem, pela Monarquia. E se houver um novo Referendo no futuro, certamente, que a Monarquia voltará a ganhar. Tal facto só comprovará que a Monarquia é o melhor Regime Político que existe. Tal facto só comprovará que as tendências republicanas exprimem-se claramente em dois vectores materialistas: a) a ambição pelo poder com base de uma pseudo-igualdade que não existe b) a tendência materialista e anti-espiritual que leva, obviamente, ao facto de que quem não acredita que uma Nação precisa de Referências que nada têm a ver com Votos e Percentagens, acabará por condenar o seu próprio País à decadência. E, não é por acaso, que Portugal está como está neste momento, pois os senhores dos aventais que são materialistas são os primeiros a negarem a existência de Referências Divinas ou não divinas, sublinhando, claro, a pseudo-igualdade, que nem em eleições presidenciais existe ou até mesmo outras eleições. Confunde-se a igualdade de todos perante a Lei, com a igualdade de oportunidade de chegar à Chefia do Estado, quando só quem tem apoio partidário, lá chega para defender os interesses partidários de quem o elegeu. Quando a Chefia do Estado deve ser muito mais do que isso. Deve ser a garantia da perenidade da Democracia, da Estabilidade das Instituições, uma Referência de Unidade em torno dos valores nacionais, tais como a História, a Cultura e acima de tudo, a garantia de futuro da Pátria Comum. Os Australianos perceberam isso em 1999, perceberão isso num futuro mais ou menos longínquo. Repúblicas como a Portuguesa, a Italiana, a Alemã, a Francesa entre outras, que impedem o Referendo Monarquia ou República, não estão a tratar os seus cidadãos com Igualdade, porque não permitem o Direito à Escolha de Regime, logo não podem dizer que são republicas pela Igualdade de todos os Cidadãos, quando impedem descaradamente uma parte da sua população monárquica de poder exprimir em referendo a sua vontade. É uma atitude bem pouco democrática e de lamentar e que só demonstra o facto de as repúblicas serem sinónimo cada vez mais de decadência dos povos que as têm.

Publicado por David Garcia em PDR-Projecto Democracia Real

sábado, 21 de maio de 2011

SÃO NUNO DE SANTA MARIA, CONDESTÁVEL DE PORTUGAL

"O QUE FAZEMOS É PERFEITO! NINGUÉM FAZ MELHOR DO QUE NÓS!"

Até 2007 estava saturado de Aveiro, penso que nem dava tanta importância à terra que fez de mim homem, depois de 9 meses a ir e vir diariamente de Coimbra senti falta de Aveiro. Como disse ao meu avô antes de ele morrer e disse à minha avó o nosso país é das coisas mais belas que temos, estou-me pouco borrifando para outros países dos quais não me apetece minimamente conhecer, não sinto nenhuma necessidade exterior de o fazer a não ser que seja por motivos profissionais.

Só fui uma vez até Espanha e nada mais ao contrário de muitos, mas eu pergunto quantos desses muitos que gostam tanto de dizer maravilhas do Estrangeiro conhecem Portugal de Trás-os-Montes ao Algarve ?

Quantos apreciam as comidas onde cada sabor é uma descoberta, os costumes e tradições, as pessoas, o património e sentem que cada terra que conhecem é algo de especial e único ? Sabem … é uma sensação incrível ir a uma terra estranha passarem por nós e dizerem-nos “Bom Dia ou Boa Tarde” e não nos conhecem de lado nenhum !

A chave para mudar radicalmente o nosso país é acima de tudo acreditarmos que o que é nosso é superior ao dos outros, cada produto português que é comprado são impostos que entram directamente nos cofres do Estado, são postos de trabalho que ficam mais seguros, torna-nos mais preparados responder à dívida.  Atenção que o que digo é do ponto de vista do produto português, não vamos extrapolar para xenofobismos e outros “ismos” prejudiciais que ficam bem no caixote de lixo da Humanidade.

O meu pai tinha um lema “o que faço é perfeito ! ninguém faz melhor do que eu !” então meus caros eu contextualizo “O que Fazemos é perfeito ! Ninguém faz melhor do que nós !”

O Governo que sair do 5 de Junho tem de ter isto em mente, eu tenho as minhas escolhas e cada tem as suas … mas Votem !

Abraço
Rui Monteiro 

BRAGA GOSTOU DA IDEIA

Em Braga, esta manhã, no Arco da Porta Nova. A bandeira monárquica é hasteada no topo do monumento. As pessoas vão chegando, os transeuntes param, puxam do telemóvel e fotografam. Um dirigente local do PPM dá uma entrevista a um canal televisivo. São atenciosíssimos, os dois agentes da PSP presentes. E porque não haviam de ser?, nota alguém, de olhos postos nas cores da sua viatura. O tempo vai troteando, amenamente, animadamente, num sorriso que abarca toda a vizinhança.

Depois foi o passeio pela pedonal Rua D. Diogo de Sousa, ainda com vestígios dos festejos pela proeza futebolistica dos bracarenses. Os comerciantes vêm à porta, incentivam, por alma de quem não há a bandeira de estar ali? Antes estes do que os que lá estão, a roubar-nos...
- Perdão, minha senhora: nós é que não estamos aqui à cata de votos...

E foi assim até à Lusitana, no centro, para um café e mais um bocado de conversa. Enquanto Braga prosseguia o seu matinal sábado. Sem medo nem histerias. Sempre com palavras de simpatia pela Bandeira Nacional.
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BANDEIRA MONÁRQUICA HASTEADA EM BRAGA

Caros amigos

A 19 de Janeiro de 1919, Paiva Couceiro aclamou a monarquia portuguesa e o Porto foi capital do reino durante 25 dias.

Hoje, 21 de Maio de 2011, foi hasteada a bandeira azul e branca da monarquia constitucional em terras de Portugal. Braga foi libertada!

Com este acontecimento o Partido Popular Monárquico deu início à campanha eleitoral no distrito de Braga. Os monárquicos assumiram-se com coragem e determinação encerrando em si a intenção de ver discutido a forma de regime para Portugal.

Entendeu o PPM que são com actos simples mas de um profundo simbolismo político que vão alterar atitudes, formas de agir e pensar dos políticos sobre o tipo de regime que se deseja para Portugal.

Foi uma acção subversiva e democrática nesta república que se encontra falida, sem princípios e sem moral.

O grande objectivo passa pela eleição de um deputado popular monárquico que assuma a defesa da alteração do artigo 288, alínea b) da Constituição Portuguesa para que se possa, numa segunda fase, questionar os portugueses qual o tipo de regime que querem.

Portugal está no rescaldo das comemorações do centenário da República e o balanço final destes cem anos não é nada auspicioso. Veja-se, de relance, realizações desta república, onde ressalta o desvario do dinheiro fácil, a ilusão de um progresso baseado em obras mastodônticas e inúteis e o desmantelar do tecido produtivo agrícola – as reservas estratégicas alimentares foram completamente ignoradas –, piscatório e industrial.

Os Presidentes da República Portuguesa, eleitos por dois mandatos consecutivos, têm duas formas de actuação, consoante estão no primeiro ou no segundo mandato: no primeiro tentam ser mais cordatos, de forma a não comprometerem a tão desejada e esperada reeleição, enquanto que no segundo se tornam mais interventivos, quase sempre a favor das forças políticas que os elegeram.

Nesta campanha o PPM irá direccionar-se também para a sensibilização do eleitorado no que respeita à defesa da vida. É importante que todos os defensores da dignidade da pessoa humana e dos direitos do Homem se associem, sobretudo quando a vida humana antes de nascer está ameaçada. Em Portugal, são mortos por aborto todos os dias 53 bebés, legalmente! Provavelmente serão muitos mais, já que não estão contabilizados os abortos clandestinos que existem.

Da mesma forma, o PPM em Braga irá abordar nesta campanha a crise indisfarçável da agricultura minhota, onde lamentamos que até hoje ninguém tenha sido responsabilizado, quer política, quer criminalmente, pelos danos que tem provocado ao país, eliminando a sua economia rural.

Manuel Beninger
(Cabeça de Lista do PPM pelo Distrital de Braga e Vice-presidente do PPM)
PPM de Braga