quarta-feira, 4 de maio de 2011

JANTAR DE MAIO DA RABL SERÁ NO PRÓXIMO SÁBADO EM AVEIRO


Excepcionalmente, no próximo Sábado dia 7 de Maio,  realizar-se-á em Aveiro - em local ainda a designar-  ao fim da tarde, o Jantar do Mês de Maio da Real Associação da Beira Litoral. Um dos assuntos a tratar será a participação da nossa Real Associação no Congresso da Causa Real, no Sábado seguinte, dia 14 de Maio. Oportunamente daremos mais informação sobre o Jantar.

Contamos com a presença dos nossos associados e dos monárquicos da região. Inscrevam-se pelos meios habituais (telefone ou Email).

VIVA O REI! VIVA PORTUGAL!

OS APELOS DE UNIÃO NACIONAL DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA SÃO PATÉTICOS E SÓ COMPROVAM A SUA INCOMPETÊNCIA

Há muito tempo que o senhor Presidente da Republica deveria saber, que era inevitável o resgate da divida publica nacional e o pedido formal de intervenção do FMI.
Se não o sabia é porque afinal é um fraco economista ou uma personalidade mal informada sobre as finanças públicas, o que manifestamente não pode ser verdade.
O sr. Presidente foi agindo na sua ténue magistratura de influência, preservando um governo irresponsável, que não lhe ligou peva e por consequência essa sua influência foi nula.
As manobras dilatórias do governo, expressas em PEC’s e mais PEC’s, acabaram por originar a natural atitude conjunta das forças partidárias de oposição, pois a farsa já era demasiado evidente.
A Banca deu o mote aos partidos…”não temos condições para suportar mais a divida do Estado”.
O sr. Presidente da Republica, foi incapaz de estar à altura dos acontecimentos e de exigir dos partidos uma atitude responsável, perante a evidente situação de colapso das nossas finanças.
Num momento de pedido de intervenção, que exigiria uma negociação forte e unitária, o sr. Presidente decidiu, convocar eleições e manter em funções de gestão o governo , principal responsável pela nossa falência.
Uma decisão desastrosa, tendo em atenção que era uma evidente forma de viabilizar a desresponsabilização do governo e de promover um clima de intensificação da luta partidária.
O Sr. Presidente não teve coragem para colocar os interesses nacionais e preferiu lavar “as mãos”, tentando dar a entender que competiria aos partidos a solução da grave crise nacional…como se isso fosse possível num clima de campanha eleitoral…como se isso fosse o desejável perante a necessidade de criar uma forte e maioritária frente de negociação.
Nada impediria que a exigência que faz para o futuro, de uma maioria parlamentar governativa tivesse sido feita sem dissolver o Parlamento e se o tivesse feito então estaríamos agora bem esclarecidos de quais os partidos e quais os dirigentes partidários tinham sentido de Estado.
Se nenhum quisesse assumir essa possibilidade, também nada impediria o sr. Presidente de nomear um Governo de unidade nacional, que obviamente teria de fazer passar o seu programa na Assembleia da Republica e se não passasse, ficaríamos a conhecer as razões dos partidos políticos, o que pelo menos seria um enorme contributo para a transparência democrática.
Patético é assim agora este apelo do Sr. Presidente, pois teve como responsabilidade política criar essa exigência de unidade e abdicou dela.
É hoje humilhante verificar a nossa submissão à Troika….toda esta lamentável romaria de chapéu na mão dos nossos políticos e dos nossos dirigentes da chamada sociedade civil.
Uma vergonha colectiva, de fraqueza e de submissão, em que chegamos ao cúmulo do ridículo,de ouvir o Presidente de uma Confederação Socio-profissional afirmar após uma reunião com a Troika…” viemos «PEDIR » que se mantivessem os fundos estruturais para o desenvolvimento da agricultura”.
Como poderíamos ter alguma capacidade negocial, neste clima político criado pela atitude do senhor Presidente da Republica? Como poderíamos ter a tal unidade nacional indispensável ? Como poderíamos ter a responsabilização política?
As eleições vão ser uma farsa…uma lamentável farsa, porque nenhuma partido politico do arco governativo poderá com verdade apresentar um programa de governação, que não nos seja o imposto pela Trioka e ainda por cima sem ter sido convenientemente negociado como resultante desta decisão lamentável de convocar eleições neste momento decisivo.
A incompetência do sr. Presidente da República, que não sei se é resultante da sua incapacidade política ou do seu carácter, acabou por ser, a mais irresponsável atitude política, que conseguiu até esta notável contradição, de diluir a própria irresponsabilidade de José Socrates e aí estão as sondagens a evidencia-lo.
 
José J. Lima Monteiro Andrade

OS LUCROS DO CASAMENTO REAL INGLÊS PAGAVAM OS NOSSOS 2 QUERIDOS SUBMARINOS

É só comparar, os ingleses são mesmo brutais, não têm um grande tempo atmosférico e nem as praias do AllGarve. Depois de uma década de 70 onde muita da industria foi desmantelada potenciaram o que melhor que tinham. Segundo esta notícia da RTP o casamento inglês poderá assegurar o lucro de por volta de 1000 milhões de euros, mas também vemos por esta notícia do mesmo dia da RTP que os novos submarinos custaram os dois 1000 milhões de euros.
É fácil de ver sem demagogia mas com números de que a monarquia inglesa que para os republicanos é retrograda conseguiu num evento de um dia gerar o lucro e potenciar a economia o suficiente para poder pagar o equivalente ao que foi pago pelos dois submarinos portugueses. Pelo mesmo preço os submarinos vão ao fundo e o país também, não me parece que seja o mesmo lá para os lados do Reino de Sua Majestade.

Um aparte: os Ingleses tiveram a republica de Cromwell que foi tão boa que nunca mais quiseram outra. 

Publicado por Rui Paiva Monteiro em "Causa Monárquica"

VIVA O REI! VIVA A RAINHA! VIVA A FAMÍLIA REAL!