segunda-feira, 2 de maio de 2011
4 PRESIDENTES JUNTOS NÃO FAZEM UM REI
União Presidencial contra a abstenção e colapso da Democracia
"Este é um tempo de sacrifícios, sem dúvida, mas também um tempo de grandes escolhas. Quando uma democracia se encontra numa encruzilhada, tem de se devolver a palavra ao povo e, depois, respeitar as opções que o povo decidir tomar" Cavaco Silva
O Presidente da República, Cavaco Silva, considerou esta segunda-feira( 25 de Abril de 2011) "essencial que os portugueses participem activamente" nas próximas eleições legislativas.A mensagem é tão importante quanto o facto deste aniversário da fundação da III Republica ocorrer num periodo de grave crise onde nem o Parlamento se encontra em funções.Para tão hercúlea missão juntaram-se os residentes eleitos desde 1974 no Palácio de Belém.
"Seria incompreensível" que os portugueses "se abstivessem de votar", face à dimensão da crise e dos desafios que o País enfrenta, declarou Cavaco Silva, discursando na cerimónia oficial comemorativa do 25 de Abril que organizou no Palácio de Belém e onde aludiu, várias vezes, à importância de se dar a "voz ao povo" para ultrapassar a actual "encruzilhada" política.
O Chefe do Estado, que interveio depois dos três antecessores no cargo, defendeu que as eleições de 5 de Junho são "um teste decisivo" para o País e apelou a que a campanha eleitoral decorra de "forma a que não inviabilize o diálogo e os compromissos de que Portugal tanto necessita".
"Todos os partidos devem perceber que é imperioso criar espaços de entendimento para criar soluções estáveis", até porque o próximo Governo "deve dispôr de um apoio maioritário na Assembleia da República", sustentou Cavaco Silva.
Para já, nesta fase de negociações com a 'troika' (FMI, Comissão Europeia e BCE), "impõe-se um esforço de concertação entre o Governo e os partidos políticos relativamente às condições" para obter ajuda financeira externa, instou ainda o Presidente da República.
Cavaco Silva observou ainda que a UE "está de novo confrontada com grandes desafios que colocam em causa o seu futuro e exigem grande sentido de responsabilidade dos Estados membros", que "não podem permitir" que os egoísmos nacionais se sobreponham ao interesse comunitário.
A importância da data e do momento não evitaram a conclusão histórica de que a Republica em Portugal transita sempre de uma Crise para uma Ditadura e o próprio Presidente deu o mote para o tema:
"Ainda antes das eleições, impõe-se um esforço de concertação entre o Governo e os partidos políticos relativamente às condições para a obtenção da assistência financeira externa indispensável à salvaguarda do interesse nacional e a assegurar as necessidades de financiamento do Estado e da nossa economia", disse, naquele que foi o seu primeiro grande discurso após a formalização do pedido de ajuda externa.
A republica em Portugal foi sempre o átrio da Ditadura porque na ausência de uma família Real,de um Poder perene (ainda que meramente protocolar), a tensão decorrente de crises económicas não dispões de um valor de referência, um limite formal à própria Republica.
Os portugueses trocaram em 1910 uma potencial Monarquia de republicanos por uma "Republica de Condes" (Hipólito raposo) desconhecendo que o melhor defensor das Republicas é o Rei.
Fonte: monarquiaportuguesa.com
A EMIGRAÇÃO: FACTOR DE DESENRAIZAMENTO CULTURAL
Os portugueses estão de novo a emigrar, cada vez em maior número, para escapar ao desemprego e degradação das condições de vida que se tem vindo a acentuar nos últimos tempos no nosso país. E, agora, não são apenas agricultores analfabetos que partem à procura de melhores condições de vida – são também jovens licenciados e empresários que não conseguem obter emprego ou alcançar sucesso empresarial.
Partem aos milhares, agora com destino preferencial para Angola, Espanha, Andorra, Suíça, Brasil e Reino Unido. Também a emigração temporária tem vindo a aumentar consideravelmente, sobretudo junto das populações raianas. O crescimento da emigração tem contribuído para deturpar os verdadeiros índices do desemprego cujos números divulgados já ultrapassaram largamente meio milhão de desempregados. De resto, também o Instituto Nacional de Estatística não revela dados relativos à emigração de portugueses.
A par da emigração, Portugal tem vindo também a registar uma forte imigração de pessoas oriundas sobretudo do Brasil e de países africanos e asiáticos e ainda, embora em número bem mais reduzido, de cidadãos europeus que escolhem Portugal para melhor usufruir dos rendimentos de uma aposentação num país de clima ameno e acolhedor.
As políticas seguidas têm levado à estagnação demográfica e a um acentuado despovoamento do interior que vem justificar o encerramento contínuo de escolas, hospitais e serviços de saúde e entregando os cuidados nesta área à responsabilidade do país vizinho. Os terrenos são deixados incultos à espera de quem, a pretexto do turismo rural, lhes demarque couto e transforme povoações inteiras em domínio privado. As obras da barragem do Alqueva apenas ficaram concluídas quando praticamente já não havia alentejanos a viver em redor…
Para o emigrante, o tempo pára no mesmo instante que deixa a sua terra. Consigo leva a lembrança de um tempo que jamais poderá reviver e parte para outra realidade que, por mais bem sucedida que seja a sua adaptação ao novo meio social, nunca se integrará realmente. E, quando regressa, constata que já nada se assemelha àquilo que existia à altura da sua partida. O emigrante viaja num tempo intermédio que não decorre e não se situa mais no espaço físico.
À medida que as aldeias se despovoam, desce sobre o velho casario um manto de solidão e tristeza. Já não se ouvem os chocalhos além na campina nem os sinos da igreja repicam as ave-marias. As malhadas e as desfolhadas não passam já de memórias de postal ilustrado e as romarias perderam o fulgor de outras eras. Os que ainda aí nasceram já partiram para terras distantes e, onde quer que agora residam, encontram sempre um pretexto para se reunirem aos seus compatriotas e procurarem reviver como podem os momentos alegres que tiveram de deixar para trás.
Em Champigny-sur-Marne, nos arredores de Paris, a Rádio Alfa assegura emissões diárias para a comunidade portuguesa aí residente, transmitindo-lhes informação e música portuguesa que ajuda os nossos emigrantes a manter os laços com Portugal. É um exemplo que se multiplica por todos os países onde existem comunidades portuguesas. O mesmo sucede com a formação de grupos folclóricos e casas regionais que procuram preservar as suas tradições. Apesar de não estarem já inseridos no seu contexto natural ou seja, o meio rural, a sua acção é importante e justificada na medida que não é o espaço físico mas as pessoas que são dotadas de identidade cultural. O mesmo se verifica em relação àqueles que migram dentro do próprio país, mormente para os grandes centros urbanos.
A emigração forçada constitui um flagelo social das sociedades menos desenvolvidas ou a viver em sérias dificuldades, resultante de catástrofes económicas geralmente produzidas em consequência de políticas que não têm em conta o ser humano. Mas também em virtude de acidentes da natureza como se verificou nos finais do século XIX quando a praga da filoxera forçou o despovoamento das terras durienses. Agora, designam de a emigração pelo eufemismo “livre circulação de mão-de-obra” como se alguém que é forçado a partir para um meio estranho e a deixar os seus familiares e amigos, apenas porque na sua terra não consegue obter meios de sobrevivência e vida digna, o fizesse de forma realmente livre. A emigração em massa representa uma forma de escravatura do capitalismo e de desenraizamento cultural dos povos e perda de identidade das nações.
Publicada porMaria Menezesem "Família Real Portuguesa"
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Publicada porReal Associação do Médio Tejo
domingo, 1 de maio de 2011
PPM QUER ELEGER UM DEPUTADO QUE DEFENDA ALTERAÇÃO DA CONSTITUIÇÃO
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| Jornal “Diário do Minho” de 27 de Abril de 2011, pág. 8 |
PPM quer eleger um deputado que defenda alteração da Constituição.
O Partido Popular Monárquico (PPM) apresentou, no Tribunal de Braga, a lista candidata às eleições legislativas pelo círculo eleitoral de Braga. Segundo o partido, o grande objectivo do PPM para as legislativas passa pela eleição de um deputado que assuma a defesa da alteração do artigo 288, alínea b) da Constituição Portuguesa.
A lista é encabeçada por Manuel Beninger, deputado municipal de Braga incluindo também o presidente da Junta de Freguesia de Fraião, António Machado, a deputada municipal Sílvia Oliveira, o candidato da coligação Juntos por Braga à freguesia de Penso Santo Estêvão, Domingos Mendes Pereira, António Augusto Brandão de Famalicão e Armando Botelho Machado, de Vieira do Minho, entre outros candidatos.
Segundo o PPM, Portugal está no rescaldo das comemorações do centenário da República e “o balanço final destes cem anos não é nada auspicioso”. “Veja-se, de relance, realizações desta república, onde ressalta o desvario do dinheiro fácil, a ilusão de um progresso baseado em obras mastodônticas e inúteis e o desmantelar do tecido produtivo agrícola – as reservas estratégicas alimentares foram completamente ignoradas –, piscatório e industrial português”, argumentam.
No entender dos monárquicos, “os Presidentes da República Portuguesa, eleitos por dois mandatos consecutivos, têm duas formas de actuação, consoante estão no primeiro ou no segundo mandato: no primeiro tentam ser mais cordatos, de forma a não comprometerem a tão desejada e esperada reeleição, enquanto que no segundo se tornam mais interventivos, quase sempre a favor das forças políticas que os elegeram”.
Nesta campanha o PPM propõe-se sensibilizar o eleitorado para a defesa da vida. “É importante que todos os defensores da dignidade da pessoa humana e dos direitos do Homem se associem, sobretudo quando a vida humana antes de nascer está ameaçada. Em Portugal, são mortas por aborto todos os dias 53 bebés, legalmente. Provavelmente serão muito mais já que não estão contabilizados os abortos clandestinos que existem”, afirmam.
Para além disso, vão alertar os eleitores para a crise agrícola minhota. “Existe uma crise indisfarçável na agricultura portuguesa, onde o PPM lamenta que até hoje ninguém tenha sido responsabilizado, quer política quer criminalmente, pelos danos que vêm provocando ao país, eliminando a sua economia rural”, sublinham.
Publicada porPPM-Braga
AMOR À NOSSA TERRA, À NOSSA PÁTRIA

Todos os Portugueses adoram e tem orgulho de serem Portugueses. Tendo um povo cheio de amor pela pátria, não podemos deixar que alguns dos nossos irmãos destruam este maravilhoso país, com uma vasta história que tem quase 900 anos. Para não deixarmos cair este grande legado que os nossos antepassados nos deixaram, temos que lutar com credibilidade, inteligência e bom senso.
No século XX, precisamente entre 1907 e 1098 um grupo de revolucionários republicanos mercenários, organizaram-se secretamente com apoio dos Monárquicos dissidentes, Partido Republicano, com uma sociedades secreta com o nome de Carbonária e anarquistas. Estes grupos organizaram-se com uma tal precisão que no fim MATARAM O REI, PRÍNCIPE REAL D.LUIZ FILIPE e deixaram um país sem pai e sem futuro.
Com este regicídio feito por grupos bem organizados que introduziram a República, implantada no dia 5 de Outubro de 1910.
Temos hoje quase 101 anos de República, que só fez e continua a fazer muitos estragos como a injustiça, corrupção, pobreza, fome, etc.
Com a decadência da República, e a necessidade do regime Monárquico. Está na HORA de exigirmos a mudança e combater a maldade que se faz neste maravilhoso país que é a nossa Pátria Portugal.
Para esta mudança temos que “arregaçar as mangas”, pôr a nossa voz gritar mais alto que os Republicanos, dar a sentir a mudança com a Monarquia Portuguesa e fazer mudança pelo Povo e pela Pátria.
Mas, não podemos só “arregaçar as mangas”, mas visar a mudança para isso acontecer temos que ter empenho, coordenação, apoio dos Monárquicos Partidários, do Partido Popular Monárquico, das Reais Associações e simpatizantes da monarquia portuguesa, organizando reuniões.
Também fazer uma acção directa, para captar a sociedade civil, como exemplo: realizar um Jornal que fale da Acção Monárquica, promover e informar a acção pela comunicação social.
Com estas informações introduzidas na sociedade civil, com empenho, organização, coordenação e com um preciso objectivo, assim voltamos a dizer “ VIVA O REI……VIVA PORTUGAL” com toda a garra e com uma Grande Vitória.
Depois da Monarquia Constitucional voltar á sua origem, a nossa Pátria Portuguesa assim volta a ter tranquilidade, trabalho, felicidade, ordem e a paz é salvaguardada com uma forte normalidade restabelecida.
Temos tudo nas nossas mãos, na nossa força jovem para que o sonho se torne realidade.
Viva o Rei
Viva Portugal
Tânia Trindade Tomaz
Publicado pelo Movimento de Unidade Monárquica
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