sábado, 30 de abril de 2011

PARABÉNS PARA TODAS AS MÃES!

 
No Dia da Mãe recordamos as declarações de S.A.R. a Duquesa de Bragança, proferidas em Maio de 2008: 
 
"É com muita satisfação que os vejo crescer de forma saudável e feliz. Como todas as crianças, têm os seus problemas, mas de uma forma geral são crianças muito sãs e alegres. O bem-estar deles compensa qualquer sacrifício."

 

S.A.R. DONA ISABEL DE BRAGANÇA EM ENTREVISTA PARA A REVISTA CARAS NO DIA DA MÃE EM 2008 

 

A Duquesa de Bragança criou com os três filhos laços de amor, carinho e cumplicidade indestrutíveis.

Hoje, Afonso, de 12 anos, Francisca, de 11, e Dinis, de oito, já acompanham a mãe para quase todo o lado e, apesar de serem descendentes da Família Real Portuguesa, pouco têm que os distinga das crianças comuns, se exceptuarmos a formação específica que recebem para se prepararem para as responsabilidades que terão ao longo da vida, ou o facto de serem um dos alvos preferenciais dos fotógrafos quando estão em sítios públicos.

E claro que os três têm consciência do peso de serem filhos do pretendente ao trono português, D. Duarte de Bragança, e tanto Afonso como Francisca já assistiram, por exemplo, ao tradicional Jantar dos Conjurados, ocasião que marca o início da sua participação mais activa nas funções ao serviço da Causa Real.

"A maior parte dos membros das famílias reais são muito tímidos, no fundo, porque são observados desde que nascem. Os nossos filhos vão ter de aprender a lidar com isso, faz parte da vida deles", declarava D. Isabel à CARAS em Novembro de 2006, quando completou 40 anos.

Quanto à timidez, Afonso e Dinis parecem não ser excepcionalmente afectados por ela. Já Francisca dispensaria ter todos os olhos postos em si, tal como a mãe já referiu em anteriores entrevistas: "A Francisca, tal como eu, é muito tímida. O Afonso e o Dinis são bastante sociáveis. O Afonso, que é sempre muito preocupado com os irmãos, é o apaziguador da família. É uma criança muito alegre. Não é tímido. Quando vê que há alguém que não conhece os outros meninos, vai apresentá-los, porque gosta que se ambientem."

Nestas imagens recolhidas na vila de Monsaraz, no Alentejo, a propósito do Dia da Mãe (4 de Maio) , D. Isabel mostrou que gosta de proporcionar aos filhos momentos de descontracção, por isso, nestes dias, mais do que descobrirem factos novos sobre a História de Portugal, Afonso, Francisca e Dinis puderam desfrutar de momentos de cumplicidade com a mãe. "É com muita satisfação que os vejo crescer de uma forma saudável e feliz ."

"Como todas as crianças, têm os seus problemas, mas de uma forma geral são crianças muito sãs e alegres. Os mais velhos estão a começar a entrar na adolescência e a colocar-nos novas questões, próprias da idade, mas nada que não se consiga resolver através do diálogo", dizia a duquesa em Dezembro de 2007.

Uma mãe dos tempos modernos que sabe dosear educação, ternura e divertimento. A duquesa tem como objectivo transmitir aos filhos valores morais e espirituais e incutir-lhes o amor pelo seu país, assim como proporcionar-lhes a formação necessária para estarem à altura de responder adequadamente quando o protocolo exige maior formalidade. Até porque, como costuma frisar, em casa nunca esquecem o forte legado histórico da família:

"Temos obrigação de lhes ensinar que eles têm deveres particulares para com Portugal."

Objectivos que começou a traçar assim que foi mãe pela primeira vez, a 25 de Março de 1996, quando toda a sua vida passou a ser organizada em função da maternidade. Afinal, ser mãe,mesmo para uma duquesa, implica trocar horários e rever prioridades. Com o nascimento de Afonso, príncipe da Beira, revelou-se uma mãe extremosa e o seu dia-a-dia alterou-se de tal forma que, embora não tenha abdicado da profissão de consultora financeira, decidiu passar a trabalhar em casa para estar perto do filho.

"Não há ninguém que possa ocupar o lugar de uma mãe", justificava-nos, em Setembro de 1996, numa entrevista em que revelava estar grávida de Maria Francisca Isabel Micaela Gabriela Rafaela Paula de Herédia de Bragança, de seu nome completo, que nasceria a 3 de Março de 1997. Nesta altura, já mais experiente, D. Isabel abrandou o ritmo e fez alguns ajustes na forma como geria o seu dia-a-dia. E, embora o seu novo papel a levasse a prescindir de algumas coisas, como acompanhar o marido em viagens ao estrangeiro, confessava à CARAS, em Maio de 1999:

"Há coisas que custam sempre um bocadinho, mas o bem-estar deles compensa qualquer sacrifício."

Um mês depois, D. Isabel confirmava estar à espera do terceiro filho: "Por um lado, o Afonso e a Francisca estão cada vez mais independentes, em breve ela irá também para a escola, por isso, já posso pensar em dedicar-me a um bebé. Depois, tudo acaba por ser uma questão de hábito e penso que poderei conciliar as coisas com alguma facilidade." A 25 de Novembro nascia Dinis, que poderá não ser o último filho de D. Isabel e D. Duarte, como nos confidenciava a duquesa em Novembro último: "Gostávamos muito que a nossa família tivesse quatro filhos. Nunca se sabe..." »

 
A Real Associação da Beira Litoral deseja muitas felicidades para S.A.R. Dona Isabel de Bragança e para todas as mães portuguesas.

A MONARQUIA BRITÂNICA EXCITA A IGNORÂNCIA DA MENTALIDADE REPUBLICANA


Palácio de Buckingham, onde nunca tomei chá (nem whisky)

A ignorância se converte em vício quando exposta publicamente travestida de opinião qualificada. Parece-me que hoje em dia é mais penoso dizer não sei a desincumbir-se da tarefa de comentar temas sobre os quais repousa o mais absoluto e desonesto desconhecimento. A propósito do casamento do Príncipe com a duquesa de Cambridge foi monumental a quantidade de tolices e de manifestação desabrida de estupidez que li e ouvi ao longo das últimas semanas sobre a função política e sobre a legitimidade da Monarquia Britânica.
É compreensível que o vulgo, entendido como um ignorante no assunto, tenha a impressão de que a Monarquia Britânica seja apenas um adereço excêntrico de um país de Primeiro Mundo, classificação hoje antiquada. Mas não me parece adequado que profissionais contratados para desenvolver um trabalho específico sejam despreparados e destilem comentários alicerçados numa vulgata republicana. Assim, tendo a república por parâmetro, o telespectador tem reforçada a sua impressão de que aquilo é mesmo uma excentricidade sustentada pelos britânicos e que de vez em quando promove um casamento grandioso.
Uma incontinência verbal reiterada foi sobre a possibilidade de o casamento do Príncipe William renovar ou revigorar a Monarquia. God Lord! Que eu saiba, a Rainha Elizabeth II continua viva e saudável. E não me parece que o casamento do neto injetará um desnecessário espírito de renovação. E quando Sua Majestade se for, também não me parece que o Príncipe Charles, o sucessor direto ao trono, primará por um reinado diverso. Afinal, o que significa, sob o ponto de vista dos comentaristas brasileiros, uma renovação? Se é o espírito diabólico republicano que os move é perfeitamente natural que eu compreenda tal manifestação como o desejo de ver a Monarquia Britânica agindo contra ela própria, ou seja, sendo o agente de sua própria destruição.
(Parênteses: vejo com preocupação a proposta de mudança radical da ordem Constitucional levada a plebiscito pelo governo de coalisão do Partido Conservador com o Partido Liberal-Democrata (http://www.economist.com/node/18617926?story_id=18617926). Transformar a Câmara dos Lordes num Senado com membros eleitos pelo voto popular não me parece uma ideia politicamente decorosa sob um sistema que vem funcionando. Fecho o parênteses).
Há uma visão duplamente equivocada nas opiniões que li e ouvi a respeito da Monarquia Britânica, sob as perspectivas histórica e política. Há uma certeza inabalável de que a Monarquia é antiguidade, coisa do passado, e a República, um sistema moderno e eficiente. Tal visão é oriunda de um exercício de ficção baseado num recorte histórico que estabelece o mesmo parâmetro de julgamento para toda e qualquer Monarquia. Se somos ensinados que as Monarquias européias eram Absolutistas e, quase todas, foram muito bem substituídas pelas Repúblicas a informação que registramos é que todas as monarquias ao longo da história eram execráveis e passíveis de abolição e substituição. Deixamos de aprender, portanto, que as Monarquias absolutistas na Europa Ocidental tiveram seu período histórico específico, do século XVII a meados do Século XIX, portanto, tal sistema não foi uma constante ao longo da história. Também não aprendemos na escola que o caso da Inglaterra é emblemático porque a Revolução Gloriosa de 1688, que depôs o Rei James II, foi justamente uma ação para restaurar o sistema e ratificar o equilíbrio político com o Parlamento e que resultou na Monarquia Parlamentar e Constitucional que vigora até hoje.
Espanta-me, assim, que um jornal como O Estado de S. Paulo publique uma reportagem que comece dessa forma constrangedora:
Não deixa de ser intrigante que uma Grã-Bretanha moderna, multicultural e democrática mantenha uma instituição elitista como a monarquia. Ainda assim – e apesar dos escândalos envolvendo a realeza – os britânicos parecem estar satisfeitos com a coroa. Diferentes pesquisas indicam que a popularidade da monarquia tem variado entre 70% e 80% nos últimos anos.
Para a repórter, uma Grã-Bretanha moderna, multicultural e democrática só poderia escolher, preparem-se!, estão preparados?, sim, senhoras e senhores, só poderia escolher a república! Instituição elitista? Pergunto: a expressão é adequada ou faltou à jornalista um vocabulário mais rico? Depois, vem o melhor: a insatisfação da repórter pela Monarquia esbarra na preferência da maioria da população britânica. Que piada de mau gosto, não? E que estúpidos esses ingleses que discordam da opinião gabaritada da repórter brasileira.
E o jornal foi além ao publicar um panfleto antimonárquico, Para que serve a monarquia?, do suspeito de sempre, Gilles Lapouge, que afirma, sem citar a fonte, que muitos britânicos consideram a monarquia obsoleta, contrariando a pesquisa citada na reportagem que o jornal publicou. Ignorância ou desonestidade? Ao escrever que a Monarquia Britânica “não serve para absolutamente nada” e “que o rei tem três funções apenas” (outorgar honrarias, nomear o primeiro-ministro que o Parlamento lhe diz para nomear e dissolver, nas mesmas condições, o Parlamento) Lapouge manifesta ratifica ambas as qualificações.
O equívoco de análise histórica, aliás, não se restringe à Inglaterra. Aproveito a presença do intelectual francês para notar que é comum a Revolução Francesa ser saudada como um marco da Liberdade em vez de ser encarada como o fim de uma Monarquia despótica e o início de uma República autoritária e sangrenta. Para os interessados no assunto recomendo, a título de introdução ao assunto, os seguintes livros sobre a Revolução Inglesa: 

The Glorious Revolution, de John Miller;
1688: The First Modern Revolution, de Steve Pincus;
The Glorious Revolution: 1688 – Britain’s Fight for Liberty, de Edward Wallace.
(Não encontrei traduções publicadas no Brasil)
Sobre a Revolução Francesa, recomendo:
(Há uma tradução não recomendável publicada anos atrás pela UnB sob o título Reflexões sobre a Revolução em França)
Citizens, de Simon Schama;
(A edição publicada pela Companhia das Letras, sob o título Cidadãos, é muito boa)
Fatal Purity: Robespierre and the French Revolution, de Ruth Scurr;
(Há uma tradução da Record, sob o título de Pureza Fatal, mas que não li para avaliar. A capa é bem bonita)
Ancien Regime and the French Revolution, de Alexis de Tocqueville.
(Há duas traduções publicadas no Brasil com o o título O Antigo Regime e a Revolução: uma pela UnB, lançada em 1989, e outra pela Martins Fontes, publicada em 2009. Desconheço ambas, mas tendo a recomendar a da Martins Fontes porque desenvolve um ótimo trabalho editorial).

Parece-me que a maioria dos comentaristas brasileiros desconhece que a Monarquia, personificada na Rainha, funciona como um dos contrapesos do poder político na Grã-Bretanha e exerce a função de conselheira do Primeiro-Ministro e de grande árbitra das questões políticas, estando livre da alternância de poder dos membros do Ministério e do Parlamento, que passam, enquanto a Monarquia fica. Livre da obrigação de ir a votos e com a responsabilidade de preservar as conquistas e garantir o respeito aos modos de vida e a liberdade do povo, a Monarquia, por ser permanente, não pode se arriscar em aventuras políticas e decisões desnecessárias por causa de eventuais clamores contingenciais.
Qualquer um está livre para preferir a república à Monarquia, britânica ou qualquer outra, ou de criticá-la. Mas, por favor, que apresente argumentos claros, não falseie a história nem recorra ao polilogismo na vã tentativa de vencer o debate sem ter razão.

PRÍNCIPE PORTUGUÊS EXPULSO DE ANGOLA

"Príncipe português expulso de Angola". A notícia começou por levar o carimbo de 'Demorado' mas viria a ser proibida. "Dom Duarte de Bragança, Príncipe da Beira, Herdeiro do do Trono Português, foi expulso de Angola, onde se tinha deslocado a fim de apoiar alguns candidatos oposicionistas às próximas eleições. A expulsão do Príncipe, daquela província, onde durante dois anos (1969/70) prestara serviço militar, é considerado pelos monárquicos portugueses como um grave desrespeito para com a causa". -  Jornal "Expresso", 25-04-2011
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Expresso lança "O que a censura curtou" - No prefácio do livro escrito por José Pedro Castanheira, Francisco Pinto Balsemão lembra como o 25 de Abril salvou o Expresso.

O Expresso lança na edição do próximo sábado, 25 de Abril, o livro "O que a Censura Cortou". Com este livro, com o qual o Expresso assinala a passagem dos 35 anos do 25 de Abril , o leitor pode descobrir as reportagens, as entrevistas, as fotografias, as notícias, as opiniões e até as palavras cruzadas e os cartoons que, até à Revolução dos Cravos, o crivo do "lápis azul" não deixou serem publicados. Este livro, com um preço de 9,90 euros, é assinado pelo jornalista José Pedro Castanheira, com prefácio do presidente do Grupo Impresa e fundador do Expresso. Francisco Pinto Balsemão conta nesse texto como o 25 de Abril salvou o Expresso.

S.A.R., DOM DUARTE ACOMPANHA A IMAGEM PEREGRINA DE NOSSA SENHORA DE FÁTIMA A SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE

A Imagem Peregrina de Nossa Senhora de Fátima chega sábado a São Tomé e Príncipe, anunciou a companhia aérea daquele país, que em colaboração com a diocese local é responsável pela viagem.
A visita, que decorrerá entre os dias 30 de Abril e 04 de Junho, será a primeira da Imagem Peregrina a um país africano de língua portuguesa após a independência.
Integram a comitiva que acompanha a Imagem Peregrina de Nossa Senhora de Fátima, o anterior Bispo de São Tomé e Príncipe, D. Abílio Ribas, Dom Duarte de Bragança, Herdeiro do Trono Português, e o empresário António Oliveira, ex-selecionador nacional de futebol, entre outras personalidades.
Num extenso programa religioso, a Imagem visitará várias igrejas e capelas de São Tomé e Príncipe, pela primeira vez em 50 anos, um evento histórico que terá como ponto alto a pernoita na Capela situada no Ilhéu das Rolas.
notícias.sapo - 29-04-2011Lusa/Fim

SUA SANTIDADE O PAPA JOÃO PAULO II COM A FAMÍLIA REAL PORTUGUESA


GONÇALO RIBEIRO TELLES HOMENAGEADO PELO MPT


No próximo dia 19 de Maio, pelas 18.30h, será inaugurada uma placa na sala da Sede Nacional do MPT que passará a ter o nome de Gonçalo Ribeiro Telles, fundador e actual Presidente Honorário do Partido da Terra. Segue-se uma conferência do mesmo sobre "Portugal e o Futuro".
ESTÃO TODOS CONVIDADOS. Dado o tamanho limitado da sala requer-se a confirmação antecipada da presença pelo tel. 217971109 ou via página do Facebook. O evento terá lugar na Rua da Beneficência, 111 - 1º, (Bairro do Rego) em Lisboa.

publicado por Pedro Quartin Graça em "Estado Sentido"

CONCERTO PRÉ-NUPCIAL COM BAILADO DA PRINCESA VICTÓRIA DA SUÉCIA