sábado, 30 de abril de 2011

GONÇALO RIBEIRO TELLES HOMENAGEADO PELO MPT


No próximo dia 19 de Maio, pelas 18.30h, será inaugurada uma placa na sala da Sede Nacional do MPT que passará a ter o nome de Gonçalo Ribeiro Telles, fundador e actual Presidente Honorário do Partido da Terra. Segue-se uma conferência do mesmo sobre "Portugal e o Futuro".
ESTÃO TODOS CONVIDADOS. Dado o tamanho limitado da sala requer-se a confirmação antecipada da presença pelo tel. 217971109 ou via página do Facebook. O evento terá lugar na Rua da Beneficência, 111 - 1º, (Bairro do Rego) em Lisboa.

publicado por Pedro Quartin Graça em "Estado Sentido"

CONCERTO PRÉ-NUPCIAL COM BAILADO DA PRINCESA VICTÓRIA DA SUÉCIA

A NÃO PERDER, HOJE, EM ESPINHO


FOTOS OFICIAIS DO CASAMENTO REAL BRITÂNICO. PARABÉNS AOS DUQUES DE CAMBRIDGE!


(Clique nas imagens para ampliar)

Fonte: The Official Royal Wedding Photographs by Hugo Burnand

XVII CONGRESSO DA CAUSA REAL: INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES

Sábado, 14 de Maio no Palácio da Bolsa, no Porto

A Real Associação da Beira Litoral definirá, na próxima semana, os congressistas que a irão representar no XVII Congresso da Causa Real. Os associados que entretanto desejarem participar como observadores devem contactar a associação pelos meios habituais.

OS SOLÍPEDES DO MICROFONE


Como seria normal, sentei-me diante do televisor e fui seguindo os comentários das televisões portuguesas. O zapping oferece-nos a oportunidade de avaliar o nível geral dos profissionais da comunicação e como esperava, o superlativo dislate confirmou-se. Informações erradas são uma vulgaridade nestas ilustres personagens e para quem dedica a sua vida a ler notícias e a visionar os actores políticos do planeta, tal facto é imperdoável. Passando sobre parvoíces como a confusão de dinamarqueses com holandeses, notou-se sobretudo, uma irresistível mania pela conspiração e o anúncio de um "provável" ou "possível" desastre. Neste país que há décadas vive na queda mais absoluta da sua longa história, os repórteres de serviço não fugiram à regra. O nível geral fica-se pela compra de acções subavaliadas, golpes bancários, vigarices adjudicativas e comissõezitas à conta do pagode. Enfim, a república.

Enquanto as imagens da sua própria estação mostravam multidões a perder de vista por avenidas, parques, praças e ruas, os  pivots da nossa informação, os tagarelas de luxo, convenciam-se acerca de um imaginado "periclitar" da Monarquia britânica. As entrevistas que de tempo a tempo iam fazendo aos entusiasmados participantes de rua, não foram capazes de os demover da sua augusta estupidez. Sempre de "república" na boca, iam justificando o irresistível contágio a que há muito se entregaram com vergonha de si próprios (1). Mas que intérpretes de gente! Habituados à solenidade das meias brancas de encavacados e outros bem conhecidos solípedes convivas de orçamento, medem o seu microcosmos à lupa, pretendendo extrapolá-lo para outras galáxias. "Se" o casamento não der certo, "se" a Monarquia ainda serve as conveniências da Grã-Bretanha, "se" a Monarquia serve a democracia - como se Portugal pudesse minimamente comparar-se à democracia britânica... - e mais outras tantas interrogações semi-imbecis, polvilharam o histerismo galinhista do todo televisivo português. Faltas de respeito, interrupções da fala de convidados que se dignaram a ajudar o canal a ser mais credível, eis tudo aquilo que se pode dizer. Cem anos "disto" e aqui temos uma anedota de Estado, uma espécie de tropa fandanga de passo desconjuntado e à espera de pré, uma gente que não lembra ao diabo. É "isto", a república portuguesa em iminente queda.

Muita frustração, muita inveja, burrice de estalo, uma excelsa e ignorante arrogância "militante e ajuramentada", resume o todo das pretensas reportagens nacionais.

Quando a noiva entrou na Abadia de Westminster, premi o botão e decidi-me pela BBC. Que pena não o ter feito logo no primeiro minuto! O maior espectáculo do mundo bem merecia.

A Monarquia é de facto outra coisa e aqui está a explicação.

(1) À tarde e já rendidos à evidência, os comentários (SIC) moderaram e são bastante aceitáveis. Há que sermos justos.

 

Publicado por Nuno Castelo-Branco em  Estado Sentido

sexta-feira, 29 de abril de 2011

"PAU QUE NASCE TORTO, MORRE TORTO"

Como diz o nosso amado povo: “pau que nasce torto, morre torto”. Ora, esta república com 100 anos encaixa-se precisamente nesse dizer. Manchada de sangue, imposta de uma forma antidemocrática, pela força das armas, sobre um regime então livre, liberal e democrático, só envergonha Portugal e os portugueses. Quatro falências económicas com recurso externo. Que legitimidade tem ela ainda hoje? Quando foram os portugueses ouvidos sobre se queriam este regime imposto por um partido em 1910?

A nossa Monarquia foi e seria algo diferente. Trazia (por via referendária), e em primeira instância, uma nova alegria…um novo começo. Um novo fulgor para as nossas gentes! Basta-nos saber que em Monarquia fomos outros, fomos grandes e médios…nunca pequenos. Nunca falimos. E quando tivemos dificuldades, porque as tivemos em Monarquia, soubemos as ultrapassar com o nosso próprio esforço e desembaraço. E porquê? Porque a mentalidade era outra! Uma mentalidade que nenhum de nós conheceu. Por isso se dê, ao menos, o benefício da dúvida, pois nem sempre fomos assim…república. Éramos objectivamente mais unidos, mais unidos em volta das figuras do Rei ou Rainha!

PPA