quarta-feira, 27 de abril de 2011

CHANT OF THE TEMPLARS - HONOR VIRTUS ET POTESTAS

RECORDANDO A ENTREVISTA DE HERMAN JOSÉ AO GRANDE MONÁRQUICO JOÃO MARIA TUDELA

S.A.R., DOM DUARTE DE BRAGANÇA AO CORREIO DA MANHÃ SOBRE A NOIVA DO PRÍNCIPE WILLIAM

"KATE TEM UM PERCURSO IMPECÁVEL", Dom Duarte Pio, Duque de Bragança
 
Correio da Manhã – O casamento de William e Kate poderá unir os britânicos em torno da família real?
 
Dom Duarte Pio – Os casamentos nas famílias reais têm sempre um grande impacto positivo de natureza afectiva, mas também no campo político e económico. Os povos choram os seus reis quando eles morrem, preocupam-se com os seus problemas familiares e participam nas suas alegrias.
 
– Kate poderá aproximar mais os membros da Casa de Windsor e o povo?
 
– Acredito que o facto de Kate pertencer a uma família burguesa de uma pequena terra de Inglaterra faça a maioria dos ingleses identificar-se mais facilmente com ela. De resto, ela tem um percurso de vida impecável, sem nada que se lhe possa apontar pessoalmente.
 
– E não seria de esperar que Dom Duarte fosse convidado?
 
– As minhas relações de amizade e colaboração com o Príncipe Carlos e com o seu pai não proporcionaram a criação de uma amizade particular com os filhos. Por outro lado, o Príncipe herdeiro é o Príncipe Carlos, como tal, este casamento não tem o mesmo protocolo. De Portugal só foi convidado o embaixador em Londres.
 
Correio da Manhã - 27-04-2011

O DEVER DE PORTUGUÊS É ACOLHER OS NAVIOS DA MARINHA DOS PORTUGUESES

É dever de Português acolher os navios da MARINHA DOS PORTUGUESES,  que pela primeira vez entram um porto em Portugal; neste caso no Tejo.

O NRP Viana do Castelo  chega à Base Naval de Lisboa no Alfeite no dia 29, sexta-feira, às 11.00 horas. Pelas 08.30 em Cascais
O NRP Arpão  chega  à Base   Naval de  Lisboa  no Alfeite  no dia 30 de Abril, sábado, às 10.30  horas.  Pelas 08.00 em Cascais.

SE É PORTUGUÊS ESTEJA PRESENTE EMBARCADO, OU NA JANELA, NA VARANDA, OU NA MARGEM  PARA SAUDAR OS NOVOS NAVIOS DA MARINHA DOS PORTUGUESES
E EM ESPECIAL OS PORTUGUESES QUE VEM A BORDO E EM QUEM CONFIAMOS.

Publicado por Rui Paiva Monteiro em "Causa Monárquica"

STOP

Celebrou-se ontem o 37º aniversário do 25 de Abril, dia de grande importância e significado para todos os Portugueses. Esse dia é tido como o dia em que se conquistou a liberdade e a democracia! Ora existe neste pensamento uma certa confusão. A democracia (e muito menos a liberdade) não se iniciou em Portugal apenas em 1974. Dizer o contrário dá a ideia que Portugal não existia antes de 1910, ano da Implantação da República, o que é ridículo. É que no Portugal Monárquico havia muita liberdade e não há dúvidas que havia uma democracia. Existiam eleições livres que resultavam num Parlamento e num Governo. 
Desta forma, no 25 de Abril de 1974 restauraram-se direitos que já existiam em Monarquia e que foram sendo suprimidos pela 1ª e 2ª República.

Haja a coragem de assumir que o Portugal Monárquico era livre e democrático. Por este motivo uma restauração da Monarquia em Portugal implicará obrigatoriamente liberdade e democracia.

Fonte: Blogue "Portugal Futuro"

terça-feira, 26 de abril de 2011

SANTOS SEM CORPO E POLÍTICOS SEM CABEÇA

Ao contrário do que é comum dizer-se, Luís XVI, ao ser guilhotinado, não perdeu a cabeça. Aliás, a única coisa que não perdeu foi, precisamente, a cabeça. Com efeito, em virtude da sua degolação, perdeu certamente o trono, a coroa e o corpo, mas não a cabeça, porque é de supor que um homem é, sobretudo, a sua cabeça.
Reza a história que, já depois de separada a régia cabeça do seu tronco, ainda se ouviu um real ai, mas talvez não deva ser levada a sério essa suposição. Como também não pode ser verdadeira a piedosa lenda daquele mártir que, já degolado, tomou a cabeça nas mãos e beijou-a, acontecimento que, de não ser metafisicamente impossível, ganharia a palma a todos os milagres havidos e por haver.
Que o homem é, ou deve ser, principalmente, a sua cabeça, tem sido motivo de não poucos equívocos, quase sempre provocados por essa infeliz mania de se cortarem as cabeças aos homens que, como os mártires, fazem questão de delas se servirem mais do que consentem as modas e os tiranos.
Que o diga São João Baptista, a quem a fúria de Herodes, atiçada pela filha da amante, decapitou, nos excessos de uma orgia em que a abundância de vinho toldou o que ainda lhe restava de razão e consciência.
Que o diga ainda São Thomas More, a quem o também adúltero Henrique VIII impediu de pensar pela sua cabeça, teimosamente obstinada em não aprovar os desatinos reais. Por isso, a mesma lhe foi, por especial privilégio, arrancada. Com efeito, a lei exigia que o ex-chanceler fosse esquartejado, mas o rei concedeu-lhe a graça de ser apenas decapitado. Thomas More muito agradeceu tal favor, sugerindo contudo a sua graciosa majestade que privasse dessa mercê os seus restantes amigos, para que não viesse a ficar sem nenhum.
Tirar cabeças era tão comum ao dito rei que várias das suas desquitadas mulheres sofreram essa desagradável experiência. Por esta razão, uma princesa alemã, por ele pretendida, se escusou dizendo que, tendo uma só cabeça, não podia arriscar tão perigosas núpcias. Tivera duas cabeças - acrescentou - e uma seria, sem dúvida, do augusto pretendente à sua mão e, quiçá, à sua cabeça.
Quando a cabeça é separada do respectivo tronco, nem sempre é fácil saber onde subsiste o sujeito em questão. Por exemplo, quando João Paulo II nomeou São Thomas More padroeiro dos políticos, quis conceder-lhes como protector a cabeça que, num acto de heróica fidelidade à fé e aos próprios princípios morais, preferiu renunciar à sua vida, do que comprometer a consciência. Só que a grande maioria dos políticos aceitou por modelo não a cabeça sem corpo, como era de supor, mas o corpo sem cabeça.
Quando um político estorva, é quase sempre por causa da sua consciência, ou seja, por razão da sua cabeça. Um Luís XVI guilhotinado, um São João Baptista degolado ou um São Thomas More decapitado não incomodam ninguém. Por isso, alguns políticos, para evitarem dores de cabeça, não quiseram a do mártir, preferindo para seu padroeiro o corpo, sem cabeça, do ex-chanceler. Muitos aliás, diga-se de passagem, têm sido extraordinariamente devotos do decapitado corpo do seu santo intercessor.
Em Fátima, Bento XVI recordou a necessidade de governantes que sejam "verdadeiras testemunhas de Jesus Cristo", deplorando os que, embora aparentemente católicos, "dão as mãos ao secularismo, construtor de barreiras à inspiração cristã". Abundam os políticos, mas quase todos são incrédulos assumidos ou "crentes envergonhados". Falta quem seja um autêntico seguidor de Cristo e defenda, "com coragem, um pensamento católico vigoroso e fiel".
Sobram corpos decapitados pelo pragmatismo das conveniências, mas faltam políticos com alma. E com cabeça, claro!
Gonçalo Portocarrero de Almada - Licenciado em Direito e doutorado em Filosofia. Vice-presidente da Confederação Nacional das Associações de Família (CNAF).

UMA INDÚSTRIA TURÍSTICA CHAMADA MONARQUIA

Uma indústria turística chamada monarquia
O casamento de Kate Middleton e do príncipe William, sexta-feira, está a ter um impacto significativo no aumento do número de turistas que por estes dias se encaminham para Londres.

No momento em que a crise económica e financeira se faz sentir também no Reino Unido, o já denominado “casamento do século” é encarado como uma “bênção dos deuses” para a economia do país.Os mais cépticos afirmam, porém, que o impacto será menor.

Menor ou não, o facto é que o enlace, no próximo dia 29, do príncipe William e Kate Middleton – como qualquer evento da família real britânica – está já a reflectir-se no número de turistas que rumam ao Reino Unido e em especial a Londres, onde irão fazer o “roteiro” dos monumentos que estão intimamente ligados à monarquia. Esta constatação reforça a ideia de que se a família real – acusada de ser uma das mais dispendiosas da Europa – constitui uma despesa para o erário público e, por isso, é alvo de críticas, ela é também geradora de fundos ao ponto de haver quem refira a monarquia como indústria turística. Segundo um estudo publicado em 2010, turistas estrangeiros que em 2009 visitaram locais relacionados directa ou indirectamente com a monarquia “contribuiram” com mais de 600 milhões de euros para os cofres britânicos.
O turismo, com os seus 2,1 milhões de postos de trabalho – 7% do total do país – é uma das maiores indústrias do Reino Unido. Este recebeu 23,9 milhões de turistas, em 2010, que terão contribuído com mais de 12 mil milhões de euros para a economia britânica. E, segundo alguns estudos, não se está perante o melhor ano do turismo do Reino Unido. Em 2009, por exemplo, foram mais de 28 milhões os estrangeiros que chegaram a Londres, um número que deverá ser ultrapassado este ano com o casamento real e mais ainda em 2012, ano do Jubileu da rainha Isabel II, dos Jogos Olímpicos e dos Paraolímpicos.

Um estudo recente publicado em alguns jornais britânicos dava conta de que o “casamento do século” deverá render mais de mil milhões de euros extra para a economia britânica, tendo em conta o movimento de turistas que estarão então na capital, que visitarão os monumentos da cidade e regressarão, depois, com as inúmeras “recordações” que ali adquirem para celebrar não só o momento mas também outros elementos da família real, como Isabel II ou a “Princesa do Povo”. Eles são as moedas, os DVD, as bonecas de papel a representar o jovem casal, os coloridos pratos, as toalhas de chá, as canenas de cerveja, etc..

“Sempre quis ver Buckingham Palace.” Esta é uma frase vulgarmente utilizada por muitos dos milhões de turistas que, anualmente, visitam a residência e local de trabalho da rainha em Londres e que só está aberta oito semanas por ano. No entanto, o local mais procurado por visitantes estrangeiros é precisamente a Torre de Londres, célebre por ter sido o local onde Ana Bolena, a segundo mulher de Henrique VIII, esteve presa, foi julgada e executada. Em 2009, por exemplo, só a Torre de Londres – onde podem ser vistas as jóias reais – recebeu 2,4 milhões de visitantes. Não existem, assim, dúvidas de que a monarquia é geradora de fundos, mas também é facto que a família real constitui um item algo pesado nas despesas do erário público.E as críticas aos seus gastos são tanto mais acesas quanto maior é a crise económica ou os escândalos em que se envolvem alguns príncipes.

Fonte: DN