terça-feira, 26 de abril de 2011

DO CENTENÁRIO AO PROTECTORADO - CEM ANOS DEPOIS...

Symbol adopted in June 30th, 1911.
Image via Wikipedia
Não tinha que ser obrigatoriamente assim, mas foi. Um país sem Deus, sem Rei, enredado num socialismo de esquerda, com a inerente (e crescente) gordura do estado; um sistema representativo (propositadamente!) deficiente, onde os ‘sociais democratas’ fazem as vezes da direita; uma juventude situacionista, que não questiona o regime; e um ‘estado social’ que fabrica dependentes e dependências a um ritmo alucinante… tudo isto junto, ao mesmo tempo, tinha que dar nisto – um país incapaz de se governar, um estado inimputável.
Inimputabilidade que anda á solta por estes dias da crise: – não há responsáveis pela situação, nem pelo caminho trilhado! A única preocupação é o dinheirinho que aí vem para nos tirar do aperto! Dinheirinho mais barato, é certo, mas com a imposição de sermos governados de fora para dentro! Uma condição humilhante… em condições normais. Mas a anormalidade impera, portanto, muitos séculos depois, cai por terra um antigo aforismo romano: – diziam os Cipiões que ‘os lusitanos não se governavam nem se deixavam governar’. Do mal, o menos. Mas hoje, só a primeira parte é verdadeira! Quem se admira?!
Cem anos depois é este o rating da república: – Portugal transformado num protectorado europeu! Sem um grito, sem um ai!
Saudações monárquicas
Fonte: Blogue Interregno 
Publicado por David Garcia em PDR-Projecto Democracia Real

O CURRÍCULO DESPORTIVO DO REI DOM CARLOS

D. Carlos I – O Mal Compreendido

Gustavo Pires
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O Presidente da República Aníbal Cavaco Silva, inaugurou no passado dia 1 de Fevereiro de 2008 em Cascais, uma estátua de D. Carlos que representa o rei no iate “Amélia”, uma obra que homenageia um monarca que ficará para a história de Portugal como o “mal compreendido”.
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Cavaco Silva, no seu discurso disse tratar-se de uma merecida homenagem a um dos governantes que mais fez para promover o reencontro simbólico com a natureza nacional e projectar o nome de Portugal no estrangeiro, através do incentivo ao desenvolvimento técnico e científico.
"D. Carlos foi mais do que um homem culto, foi um praticante empenhado da arte e da ciência. Foi um rei, um sábio, mas também um fazedor. Tinha plena consciência de que só a junção do conhecimento científico com a aplicação prática criava condições para o desenvolvimento do país e uma melhor qualidade de vida dos seus habitantes.
Da combinação rara de dons de D. Carlos, Cavaco Silva destacou a sua sensibilidade para representar a vida marítima e elogiou o seu empreendedorismo no estudo de espécies marítimas e recursos piscícolas, bem como na criação do primeiro laboratório português de biologia marinha.

D. Carlos faz parte da galeria dos ilustres portugueses que, independentemente do regime, serão sempre considerados como os melhores entre os melhores. Hoje, com toda a informação disponível, e ultrapassada que foi toda a intoxicação republicana, só por tacanhez de espírito se pode defender o contrário.

Mas se do ponto de vista político, científico, técnico e humano, começa a ser reconhecida a obra do monarca, já do ponto de vista desportivo, não vimos na comunicação social, escrita ou falada, bem como na generalidade das manifestações em sua memória, qualquer menção à obra de D. Carlos, nos domínios da educação física e do desporto. Contudo, também nestes domínios, D. Carlos foi uma pessoa singular.

Hoje, sabe-se que D. Carlos teve uma esmerada educação não só no campo das letras, como no das artes e das ciências. Teve ainda instrutores de várias actividades. Na ginástica, Luís Maria de Lima da Costa Monteiro fundador do real Ginásio Clube Português (1875). Na esgrima António Domingos Pinto Martins, fundador do Centro Nacional de Esgrima (1897). Luís Monteiro, enquanto professor de ginástica da Casa Real, deve ser considerado o primeiro professor de educação física português.

D. Carlos pelas actividades que praticava, bem como aquelas que promovia, era justamente considerado o primeiro “sportman” português. Dezasseis anos após a sua morte, em 1924, João Franco que foi o último Presidente do Conselho de Ministros de D. Carlos, numa edição da  Bertrand, publicou o livro:
"Cartas D’El-Rei D. Carlos I a João Franco Castello-Branco seu Ultimo Presidente do Conselho”
Este livro foi um dos maiores êxitos de livraria em Portugal no século XX. Teve oito edições que se esgotaram rapidamente. Reunia e comentava um conjunto de catorze cartas escritas pelo rei D. Carlos ao seu chefe de governo, João Franco, entre Maio de 1906 e Dezembro de 1907. Segundo Rui Ramos, que prefacia uma nova edição (2006) da Bertrand, João Franco:
"Editou as cartas com muito escrúpulo. Incluiu até os fac-símiles, para que os leitores pudessem controlar a sua transcrição dos manuscritos de D. Carlos. O objectivo de Franco era acabar com as ‘falsidades, embustes e invencionices’ que haviam desvirtua¬do as intenções e acção de D. Carlos nos seus dois últimos anos de vida, entre 1906 e 1908. À maneira dos historiadores positi¬vistas do século XIX, João Franco quis restabelecer a verdade, não apenas através de argumentos, mas com ‘informações (…) cuja autenticidade não pode ser contestada.
Acerca do currículo desportivo de D. Carlos pode ler-se a páginas 48, escrito por João Franco:
"El-rei D. Carlos recebera uma educação primorosa. Com uma instrução geral que o não deixava encontrar hóspede em qual¬quer assunto de conversação; conhecedor e possuidor das línguas, especialmente do francês e do inglês, por forma que delas se servia como da sua própria (e já o imperador Carlos V dizia que um homem que fala três línguas vale por três homens); dado ao gosto e cultura das Belas-Artes, em uma das quais, a pintura, foi distintíssimo; habituado aos sports e, como atira¬dor, excepcionalmente forte  reunia a tudo isso ser o homem mais bem criado do seu país, dotado de humor sempre igual, sem descair nunca na vulgaridade, nem deixar perceber de si, em qualquer circunstância, sinal de contrariedade, despeito ou irritação.
Mas mais, segundo a imprensa da época o currículo desportivo de D. Carlos ombreava com o de qualquer “sportmen” da época. Aliás, ele era justamente considerado o primeiro “sportman” português. A este respeito, escrevia o “Tiro e Sport” na sua edição de 15 de Fevereiro de 1905, por motivos da inauguração oficial do Centro Nacional de Esgrima a 6 de Fevereiro do mesmo ano:
“Varios tem sido os aspectos, sob os quaes tem sido biografado S. M. El-Rei, como soberano, homem de sciencia, artista, yacthman. Como esgrimista cabe-nos a subida honra de o fazer e, francamente confessamos, desejaríamos dispor de grandes recursos d’inteligência para que podessemos biographar, como merece, o supremo Chefe da Nação Portugueza. (…) Sua Magestade El-Rei cultiva desde os sete annos a esgrima, tendo sido seus professores, primeiro o celebre professor francez Henri Petit, seguindo-se-lhe Luiz Monteiro e António Martins. Tem sido com este último professor, com quem durante maior lapso de tempo tem trabalhado S. M, e o mestre não se cansa de tecer elogios ás excellentes qualidades que S. M. possue como esgrimista. (…) Anima com a sua presença todas as festas de esgrima, e com a sua palavra incita todos quanto procuram radicar no espírito do nosso povo a prática da esgrima. E, tem sido com o appoio sempre constante de sua Majestade El-Rei, que António Martins, nunca desfalleceu no caminho que encetou, procurando desenvolver o gosto pela esgrima em Portugal. O Centro Nacional de Esgrima, também encontrou sempre sua majestade prompto em auxiliá-lo, e muitíssimo lhe deve essa agremiação, não só pela subida honra da sua presença á festa d’inauguração, e de ser seu sócio protector, como pela rápida solução de varias difficuldades na sua instalação.”
Na realidade, D. Carlos foi um reconhecido praticante e dirigente desportivo, empenhado na causa do desporto, pelo que, bastas vezes, emprestou a sua figura de monarca a diversas organizações e eventos desportivos. Por exemplo, foi Presidente Honorário de várias agremiações entre as quais a União dos Atiradores Civis Portugueses fundada em 16 de Novembro de 1893 e a União Velocipédica Portuguesa, fundada a 14 de Dezembro de 1899.

Mas mais. A D.Carlos fica-se a dever a institucionalização do Olimpismo em Portugal, o que permitiu que, posteriormente, viesse a se fundado o Comité Olímpico Português. Foi D. Carlos que indicou a Pierre de Coubertin o primeiro representante em Portugal do Comité Olímpico Internacional. Na realidade foi o monarca português quem indicou a Coubertin o nome do Dr. António Lencastre para representar em Portugal os interesses do Comité Olímpico Internacional. Em conformidade, em 9 de Junho de 1906, António Lencastre que era médico da corte escreveu a Pierre de Coubertin, uma carta de aceitação do cargo. E escrevia:
“Le Comité Olympic International, dû à votre obligeance, tiendrait à m’elire représentant de mon pays ou sein de votre honorable compagnie. Touché de votre bienveillance je m’expresse de porter à votre connaissance que j’accèpte votre indication avec le plus grand plaisir, soucieux de’apporter mon concours à votre œuvre. … ”
O desporto em Portugal deve imenso não só a D. Carlos como ao seu filho D. Manuel II o último rei de Portugal. Por isso, lamentamos profundamente o completo esquecimento a que foram votados pelas entidades públicas e privadas portugueses, em especial o Comité Olímpico de Portugal que, em grande parte,  a eles deve a sua existência e a Sociedade Portuguesa de Educação Física.

Ao tempo, D. Carlos pode ter sido incompreendido por uma casta de políticos corruptos e um povo que pela sua ignorância se deixava manipular. Tudo acabou num dos mais trágicos e vergonhosos acontecimentos da nossa história, o regicídio. Contudo, pelo que hoje nos é dado verificar através da imprensa desportiva da época, a Família Real era bem estimada entre os “sportmen” portugueses. Por isso, não podemos deixar de lamentar que as mais diversas instituições desportivas deste país tenham pura e simplesmente ignorado a efeméride.

Não há futuro que se possa construir na ignorância do passado.

Fonte : http://www.forumolimpico.org/?q=node/520
Publicado por Rui Paiva Monteiro em "Causa Monárquica"

CONCERTO NA CAPELA DO PAÇO DUCAL DE VILA VIÇOSA


Em nome do Museu-Biblioteca da Casa de Bragança, venho por este meio informar que irá realizar-se na próxima sexta feira, dia 29 de Abril, pelas 21 horas, o primeiro recital da Temporada de Concertos para o ano de 2011, na Capela do Paço Ducal de Vila Viçosa. 

Este primeiro evento, designado por “A Paixão de Cristo, por Maria”, da autoria de G. B. Pergolesi (1710-1736), será composto por um recital de Canto e Piano, com a presença de um Comentador, que fará referências em relação às peças que irão ser executadas.

Os intervenientes serão a Soprano Jacinta Almeida, a Mezzo-Soprano Anabel Antúnez e Amadeu Oliveira ao Piano. A apresentação e os comentários estarão a cargo de Amadeu Oliveira.

Este espectáculo destina-se a todos os tipos de público, terá a duração de cerca de 60 minutos e a entrada é gratuita.

Com os melhores cumprimentos,
Tiago Salgueiro
MBCB

14 DE MAIO: XVII CONGRESSO DA CAUSA REAL - PORTO, AUDITÓRIO DO PALÁCIO DA BOLSA


Nos termos estatutários e demais disposições regulamentares da Causa Real venho convocar todas as Reais Associações integrantes da Causa Real, bem assim como os demais membros que constituem os Órgãos Sociais para o XVII Congresso da Causa Real que se realiza no Auditório do Palácio da Bolsa, no Porto, no próximo dia 14 de Maio, com a seguinte Ordem de Trabalhos:


09:30 – Credenciação dos Congressistas

10:30 – Abertura e verificação de quórum;

1- Apreciação do Relatório de Actividades e Contas;
2- Eleições para completar o mandato de 2009/2011;
3- Outros Assuntos;

12:30 – Intervalo para almoço

15:00 – Apresentação do tema MENSAGEM MONÁRQUICA E COMUNICAÇÃO

Por João Távora, Leonardo Melo Gonçalves e João de Moraes Palmeiro

1- Princípios da comunicação política online;
- Boas práticas, tecnologia e rotinas.
2 - Blogues, Redes Sociais, Sites;
- Como ligar, potenciar e crescer;
- A importância dos motores de busca.
3 - Reais Associações Online;
- Como ganhar amigos e influenciar pessoas.

Pausa para café

4 - Comunicação Social escrita;

17:00– Conclusões e Encerramento

Se na hora marcada para o início do Congresso não estiver presente metade dos seus membros, nos termos previstos estatutariamente, reunirá em segunda convocação meia hora depois com qualquer número de membros presentes.

Porto, 11 de Abril de 2011


Regulamento de Delegados aos Congressos da Causa Real

Em 26-3-2011 o Conselho Superior aprovou o regulamento de delegados ao Congresso:

Artigo 1º
Apenas as Reais Associações reconhecidas pelo Conselho Superior como integrantes da Causa Real
poderão participar no Congresso.
Artigo 2º
Segundo os estatutos da Causa Real (artº 6º):
“…são membros por inerência do Congresso Monárquico os presidentes das Reais Associações e
todos os demais membros dos órgãos nacionais em exercício”.
Artigo 3º
a) Segundo os estatutos das Reais Associações cada Associação pode:
“…designar sempre um mínimo de dois delegados, mais um delegado por cada cem associados até
aos mil e, a partir daí, mais um delegado por cada quinhentos associados, sem prejuízo dos
delegados por inerência de funções”.
b) Serão delegados de cada Real Associação os seus associados no pleno gozo dos seus direitos que
forem designados pela sua Direcção ou eleitos em reunião da sua Assembleia Geral.
c) Para verificação do número de delegados a que tem estatutariamente direito e para poder
inscrever mais de dois delegados, cada Real Associação deverá enviar previamente à Direcção
Nacional da Causa Real a lista actualizada dos seus associados.
Artigo 4º
São delegados da Juventude Monárquica, por inerência, o presidente do Conselho Nacional e os
membros da Direcção, num total não superior a vinte.
Artigo 5º
Este Regulamento entra imediatamente em vigor.

FOI ONTEM A MISSA DE SÉTIMO DIA DE S.A.I.R. DONA TERESA DE ORLEÁNS E BRAGANÇA

Em Portugal, dia 25 de Abril, às 19h, na Igreja de Santo António do Estoril ocorrerá a missa de sétimo dia de falecimento da Princesa Dona Teresa. O Rei de Espanha, Dom Juan Carlos I, e os Duques de Bragança já confirmaram presença. 
Foi uma Missa linda e muito participada, a que ontem se celebrou no Estoril no Sétimo Dia do falecimento da Princesa Dona Teresa de Orleans e Bragança. Estiveram presentes membros de todas as Casas Reais Europeias que se deslocaram propositadamente ao Estoril para prestar a devida homenagem a esta Grande Senhora que tive o privilégio de conhecer bem. Que a sua Alma descanse em Paz.
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segunda-feira, 25 de abril de 2011

2º ANIVERSÁRIO DA CANONIZAÇÃO DE SÃO NUNO DE SANTA MARIA

Caríssimos!

Hoje, 26 de Abril de 2011, é DIA de ALEGRIA para PORTUGAL e para os PORTUGUESES por se comemorar o

 2.º ANIVERSÁRIO DA CANONIZAÇÃO DE SÃO NUNO DE SANTA MARIA.

Rezemos em Acção de Graças pelo nobre reconhecimento deste HERÓI NACIONAL.

Com os melhores cumprimentos,

Joaquim Costa e Nora
Presidente da Real Associação de Coimbra

OS LIVROS SOBRE A MONARQUIA INGLESA - DA LITERATURA "LIGHT" AOS CONTOS DE FADAS

Da literatura 'ligth' aos contos de fadas
Nasceram no centro do poder. As suas vidas ganham um estatuto lendário mesmo quando são marcadas pela tragédia. A literatura encarrega-se disso. Em Portugal as obras sobre a monarquia inglesa não abundam.

Príncipes e princesas, reis, rainhas, aias, criados, tesouros e tronos, conflitos, guerras e depois o final feliz. São assim os contos de fadas, histórias maravilhosas em que estas figuras surgem como uma encarnação do bem ou do mal, da beleza ou da fealdade mas sempre como modelo a seguir ou a evitar. Este universo dos contos de fadas que recobre de maravilhoso as monarquias e com o qual gerações atrás de gerações constroem o imaginário infantil. Não se pode pois falar de livros sobre a família real sem falar primeiro destas histórias que alimentam muito do fascínio que os membros das monarquias exercem sobre o mundo.

No caso da família real inglesa a sua história começa com o lendário rei Artur e a sua espada mágica, Excalibur, o reino de Camelot cheio de fadas, feitiços e glórias contados na saga de Marion Zimmer Bradley, As Brumas de Avalon. Os livros, que venderam milhares de exemplares, foram para muitos o único contacto com a história da família real inglesa, que em Portugal nunca constituiu um motivo de interesse suficiente para levar as editoras a apostar em edições e traduções. Só a princesa Diana, cuja vida atribulada e morte trágica tiveram durante muitos anos direito a crónicas diárias nos media originaram uma procura do público que justificou a edição de vários livros, entre elas Diana: Uma Vida, a biografia escândalo escrita por Tina Brown e editada pela Asa,Diana: O mito e a Moda, de Tamsin Blanchard e Tim Graham (Verbo) ou Diana: Um segredo bem Guardado, da autoria do inspector Ken Wharfe e de Robert Jobson (Estampa). Porém, na livraria virtual Amazon estão disponíveis 25 títulos, em inglês, sobre a mãe do príncipe William, cujo casamento, marcado para sexta-feira, dia 29, está já a gerar também um certo frisson no mundo editorial anglo-saxónico. Nos escaparates das livrarias portuguesas pode encontrar-se William e Kate: Uma história de Amor Real (Guerra&Paz).

Percorrer as estantes de livrarias reais como a Fnac ou a Bertrand ou virtuais como a Wook mostra que a monarquia inglesa não tem sido alvo de investimento por parte das editoras portuguesas. Nem o Tratado de Windsor, que liga Portugal a Inglaterra (o mais antigo em vigor na Europa) e que está na origem dos casamentos de D. João I com a princesa inglesa Filipa Lencastre e da infanta Catarina de Bragança com o rei inglês Carlos II, tem produzido muita literatura. A Esfera dos Livros e a escritora Isabel Stilwell são responsáveis por duas obras que se debruçam sobre estas mulheres.

O rei Henrique VIII ou as rainhas Isabel I e Vitória são as personagens mais retratadas na literatura traduzida para português. Dos títulos, entre elas estão: Os Últimos Dias de Henrique VIII, de Robert Hutchinson (Casa dasLetras), A Rainha Vitória: Biografia, de Jacques Langlade(Europa- -América) ou As Rainhas Tudor – O Poder Feminino em Inglaterra, de David Loads (Caleidoscópio). Uma das curiosidades sobre a realeza editada em Portugal é Reis Que Amaram como Rainhas, de Fernando Bruquetas de Castro, uma obra sobre os monarcas homossexuais da história europeia.

As paixões, os amores, infelicidades, o heroísmo ou a baixeza ou grandezas, seja em literatura light ou em profundas investigações históricas, a verdade é que as existências dos membros da monarquia inglesa parecem destinadas a deixar um rasto na posteridade. Mas, seja na literatura, na música ou apenas no imaginário popular, esse rasto colocá-los-á para sempre entre a realidade e a lenda.

Fonte: DN