quinta-feira, 31 de março de 2011

S.A.R. O SENHOR DOM DUARTE ESTARÁ PRESENTE NA INAUGURAÇÃO DA EXPOSIÇÃO "SANTA JOANA HAC HORA" NO MUSEU DE AVEIRO, SÁBADO, DIA 16 DE ABRIL PELAS 16 HORAS


INAUGURAÇÃO SERÁ PRECEDIDA DE ALMOÇO NO HOTEL IMPERIAL ORGANIZADO PELA REAL ASSOCIAÇÃO DA BEIRA LITORAL

Daremos, brevemente, detalhes (horário, preço, telefone para inscrições, etc) sobre esse almoço que será aberto a todos que queiram confraternizar com S.A.R. O Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança. 

Após o almoço, estão todos convidados para a Inauguração da Exposição, que é uma iniciativa do Dr. Paulo de Miranda Catarino, presidente da Assembleia Geral da Real Associação da Beira Litoral. O Comissário da Exposição é o também nosso associado Gaspar de Melo Albino, vice-presidente da Assembleia Geral da RABL.

TRIBUTO AO CAVALO LUSITANO

PORTUGAL É MUITO MAIS QUE ESTE REGIME E NÃO PODERÁ SUCUMBIR COM ELE

Vivemos com despesas muito acima dos nossos rendimentos.
Famílias e Estado.
Mais de uma década sem desenvolvimento económico e com a despesa pública sempre a aumentar.

Empréstimos bancários induziram e suportaram esta loucura.
As famílias vão à falência de uma forma discreta, mas dramática…só desde o princípio do ano declararam a sua insolvência em tribunal mais de mil famílias.
A comunicação social dá apenas destaque ao problema nacional…o Estado português segue o mesmo rumo de insolvência de muitas famílias de portugueses.
Sonhamos demasiado alto e os nossos governantes foram incapazes de terem o bom senso de travar sonhos inconsistentes.
A nossa dívida atinge hoje valores superiores a 100% do PIB…nunca na história de Portugal tivemos uma crise financeira tão grave e as anteriores deram origem a revoluções penosas.
O Estado Previdência, o Estado que tudo a todos, garantia…esta foi a ilusão que nos condenou…um Estado que absorve 50% da riqueza produzida e que ainda tem necessidade absoluta e permanente de recorrer ao crédito externo.
Um Estado despesista, que sufoca a economia e as famílias, que matem uma postura de novo riquismo, continuando a viver sem contenção e com atitudes inconcebíveis de parcerias público privadas, que são autênticos massacres às finanças públicas e bónus de Natal para algumas empresas privadas.
Não só não há qualquer coerência nesta situação, como não há qualquer proposta concreta para sair dela.
O Chefe de Estado pede desenvolvimento, através das exportações…como se não soubesse que o ambiente político, fiscal e jurídico, português impossibilita totalmente essa possibilidade.
Os Partidos políticos dividem-se na sua utopia.
Os auto apelidados de esquerda, que insistem no reforço do Estado como entidade dominante da vida das famílias e como promotor da economia…os outros, aqueles que têm ambições de poder, são incapazes de falar a verdade, tementes das consequências eleitorais.
Prisioneiros destas limitações, discutimos a austeridade que nos impõem os nossos credores.
Não se discute a essência da questão… a divida soberana e a estagnação económica.
As medidas que são propostas e impostas…a austeridade, os sacrifícios e a quebra de direitos, também os violentos e sucessivos aumentos de impostos, têm apenas o objectivo da continuação da saga do aumento do nosso endividamento e promovem a nossa estagnação económica.
Sacrifícios sem qualquer garantia de melhoria da situação portuguesa, pelo contrário com fortes probabilidades de nos levar para a bancarrota.
Irresponsabilidade total.
Não temos nenhum estadista á altura do grave momento que enfrentamos, talvez o mais dramático de toda a nossa história.
Não temos no actual espectro partidário nenhuma organização política, capaz de assumir uma atitude de responsabilidade e de verdade. Capaz de mobilizar a nação através de um plano consistente e coerente … um projecto de salvação nacional.
Os portugueses irão para eleições sem conhecerem a realidade da situação portuguesa…uma autêntica indução política à inconsciência colectiva. Uma fraude.
Perante esta situação exigia-se do Chefe de Estado duas atitudes.
1- Uma auditoria externa às contas públicas do Estado, pré eleitoral, para esclarecimento integral da situação e das responsabilidades;
2- Uma exigência aos partidos políticos para um acordo de regime e de emergência, que caso não fosse possível ou viável, justificaria um Governo de iniciativa presidencial.
Mas o Chefe de Estado, não tem esta envergadura… um reformado, dependente, fraco e também com muitas responsabilidades no cartório.
A mesquinhez tomou conta de Portugal, só pequenos homens conseguem sobreviver neste triste e pantanoso ambiente político, em que se deixou reduzir esta República.
Portugal é muito mais do que este regime e não poderá sucumbir com dele.
Um fraco rei, torna fraco um forte povo.
Está na altura de mudar de rei.
José J. Lima Monteiro Andrade.

LE PRINCE CHARLES RENCONTRE LE DUC ET LA DUCHESSE DE BRAGANCE

Au Palais de Montserrat à Sintra, le prince de Galles a rencontré le duc et la duchesse de Bragance. Dom Duarte et son épouse Isabel assistaient également au dîner donné par le Président Cavaco Silvo au Palais de Queluz.

 
Principe Carlos reuniu-se com o Duque e a Duquesa de Bragança
No Palácio de Montserrat, em Sintra, o Príncipe de Gales reuni-se com o Duque e a Duquesa de Bragança . Dom Duarte e sua esposa também participou no jantar oferecido pelo Presidente Cavaco Silva no Palácio de Queluz.
(Copyright photo : Getty images)


REAL AUTOMÓVEL CLUB DE PORTUGAL

Afundação do Real Automóvel Club de Portugal remonta ao dia 15 de Abrilde 1903, data em que foi aprovado o projecto dos respectivos Estatutose em que foram eleitos, por aclamação, os primeiros corpos gerentes.
OReal ACP, passaria a ter existência legal a 31 de Maio, aquando daaprovação dos seus Estatutos pelo Governador Civil de Lisboa, figurandocomo Presidente Honorário, S.M., El-Rei Dom Carlos, comoVice-Presidente Honorário, O Príncipe Real, Dom Luíz Filipe e comoPresidente Perpétuo da Assembleia Geral, S.A., O Infante Dom Afonso.
O emblema do Real ACP seria aprovado em sessão de 7 de Junho desse mesmo ano, apresentando a particularidade de ter sido desenhado pelo punho do próprio Rei Dom Carlos.
EmNovembro de 1907, por ocasião do Congresso da Associação Internacionaldos Automóveis Clubes reconhecidos, foi criada a Comissão DesportivaInternacional, ficando o Real ACP nela representada por um Delegado,posição que ainda hoje se mantém.
Em1908, em sinal de luto pelo assassinato do Rei Dom Carlos e do PríncipeDom Luiz Filipe, o Real ACP não realizou corridas nem concursos, masprosseguiu a sua acção no que se refere à luta em prol dos direitos dosautomobilistas. Durante o período que antecedeu a república, o Real ACPobteve ainda outros benefícios importantes, conseguindo que o Governomandasse reparar várias estradas e construir novos troços. (...)
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Impressionante!Mais um objecto e neste caso o emblema do Real Automóvel Club dePortugal desenhado pelo próprio Rei Dom Carlos, encontra-se paraleilão,: aqui

Junho de 1907, em Gouveia

Quandotudo se prepara já para a sua grande viagem a África, Dom Luiz Filipeaproveita para conduzir o automóvel, uma das Suas mais entusiásticaspaixões. A velocidade agradava-Lhe. Na foto tirada em Gouveia, OPríncipe Real tem a seu lado o 9º Visconde de Asseca, Salvador Correiade Sá e Benevides, Seu oficial às ordens.

Do livro, Família Real - Album de Fotografias, de Eduardo Nobre.

GERAÇÃO DA ESPERANÇA – OPINIÃO DE ARTUR OLIVEIRA

quarta-feira, 30 de março de 2011

HOJE: S.A.R. O SENHOR DOM DUARTE DE BRAGANÇA APRESENTA JACK SOIFER

Apresentação de “Como Sair da Crise - Baixo Tejo e Beiras”,”Como Sair da Crise - Centro”, “O Futuro do Turismo”. 31 de Março às 18h30 na FNAC Chiado