Documentário sobre o regicídio com uma intervenção de S.A.R., O Senhor Dom Duarte de Bragança - TVPortugal
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
MISSAS POR ALMA D'EL-REI DOM CARLOS I E DO PRÍNCIPE REAL DOM LUIZ FILIPE
Com a presença de SS.AA.RR., Os Senhores Duques de Bragança, a Real Associação de Lisboa, mandará celebrar no dia 1 de Fevereiro de 2011, pelas 19h00, na Igreja da Encarnação, ao Chiado, uma Missa de Sufrágio pelas almas de Sua Majestade Fidelíssima, El-Rei Dom Carlos I e Sua Alteza Real, O Príncipe Real, Dom Luiz Filipe. A Santa Eucaristia será presidida pelo Reverendo Padre Gonçalo Portocarrero de Almada.
Convidam-se todos os monárquicos a estarem presentes neste piedoso acto em memória do Soberano e do Herdeiro da Coroa de Portugal.
A Real Associação do Porto informa que no próximo dia 1 de Fevereiro será celebrada Missa, na Igreja dos Clérigos, pelas 19horas, em memória do Rei Dom Carlos e do Príncipe Real Dom Luís Filipe, sendo presidida pelo Reverendo Pe. Gonçalo Aranha, com a presença de S.A., O Infante Dom Henrique, Duque de Coimbra, convidando todos os associados e simpatizantes a nela participar.
A Real Associação de Coimbra informa que no próximo dia 1 de Fevereiro (3.ª feira), pelas 18:30 horas, será celebrada na Igreja de Nossa Senhora de Lurdes, em Coimbra, Missa de Sufrágio pelas Almas de Sua Majestade, El-Rei Dom Carlos I, e de Sua Alteza Real, O Príncipe Real Dom Luiz Filipe.
Convidam-se todos os Portugueses a estarem presentes neste piedoso acto em memória do Soberano e do Herdeiro da Coroa de Portugal.
No próximo dia 1 de Fevereiro irão cumprir-se 103 anos sobre o Regicídio, quando perderam a vida El-Rei Dom Carlos I e seu filho o Príncipe Real Dom Luís Filipe que, na flor da juventude, personificava as Esperanças de Portugal.
Como escreveu Mouzinho de Albuquerque: “Os Portugueses viam no Príncipe Real o símbolo da unidade nacional que se impunha preservar. Viam nele um servidor idóneo e a garantia da continuação de um Portugal grande e respeitável.”
O Regicídio prenunciava de forma cruel a queda da multissecular Monarquia Portuguesa, e a mitologia republicana procurava disseminar a ideia errada de que o sistema Monárquico em breve seria uma realidade sepultada na poeira da História. Hoje, 103 anos volvidos, os ideais Monárquicos ressurgem com vigor e vão-se afirmando por todo o país, de forma especial entre as camadas mais jovens.
Para assinalar a data do Regicídio, a Real Associação de Trás-os-Montes e Alto Douro manda celebrar uma Missa por alma de El-Rei Dom Carlos e do Príncipe Real Dom Luís Filipe na Igreja Matriz de Valpaços no próximo dia 1 de Fevereiro, terça-feira pelas 18:30 h, e convoca para marcarem presença neste acto todas as pessoas que desejem homenagear a Memória dessas duas figuras proeminentes da nossa História.
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
1º DE FEVEREIRO DE 2011
"O horrível drama de Lisboa, página trágica da História, sangrento episódio da luta de um povo e dos seus governantes, desencadeou em todo o mundo civilizado uma reprovação unânime. Tais crimes não se podem desculpar pela paixão política, e aqueles que ao virar da esquina, atiram sobre um soberano não podem aspirar a ter outro nome que não o de assassinos.(...) Todo o comentário é, de resto, supérfluo quando se trata de semelhantes actos, tão bárbaros quanto inúteis, dado que o soberano desaparecido deixa, no próprio terreno, um sucessor."
Le Petit Journal, Paris, 3 de Fevereiro de 1908
"Perante o absurdo atentado de Lisboa, só se podem proferir palavras de profundo horror: nenhuma palavra de desculpa, nenhuma frase céptica para embelezar os factos."
"Foi cometido no sábado em Lisboa um crime que não tem paralelo no grau de horror que as notícias sobre ele irão provocar através do mundo civilizado."
"Mas era um tirano o Rei que mataram? Tirano o jovem príncipe de 20 anos, exuberante primavera que só pode sorrir? Oh, retórica de Brutos, envenenados de frases, saturados de ódio imbecil. Mesmo se o Rei fosse culpado - e isso está longe de ser provado - e que o filho estivesse preparado para ser culpado arbitrariamente, as vossas pistolas e as vossas carabinas absolveram-nos."
"Perante o absurdo atentado de Lisboa, só se podem proferir palavras de profundo horror: nenhuma palavra de desculpa, nenhuma frase céptica para embelezar os factos."
Berliner Tageblatt, Berlim, 3 de Fevereiro de 1908
"Foi cometido no sábado em Lisboa um crime que não tem paralelo no grau de horror que as notícias sobre ele irão provocar através do mundo civilizado."
The Morning Post, Londres, 3 de Fevereiro de 1908
"Mas era um tirano o Rei que mataram? Tirano o jovem príncipe de 20 anos, exuberante primavera que só pode sorrir? Oh, retórica de Brutos, envenenados de frases, saturados de ódio imbecil. Mesmo se o Rei fosse culpado - e isso está longe de ser provado - e que o filho estivesse preparado para ser culpado arbitrariamente, as vossas pistolas e as vossas carabinas absolveram-nos."
Corriere della Sera, Roma, 3 de Fevereiro de 1908
1º DE FEVEREIRO DE 2011: UMA NECESSÁRIA HOMENAGEM A Dª AMÉLIA DE ORLEÃES
Aquela tarde de 1 de Fevereiro de 1908, para sempre confirmaria a grandeza de Dª. Amélia de Orleães. Não lhe podendo ser negada a iniciativa por numerosas obras de benemerência, algumas das quais pioneiras em Portugal, a rainha ofereceu a um país atónito, uma prova de fibra e de abnegação. Protegendo a vida dos seus, foi o único e firme braço que faltou ao governo, à policia e a uma população que fugiu em debandada, atemorizada pela arrogante investida subversiva que violentamente derrubaria o Trono, a Constituição e um Estado de Direito que se normalizara após um conturbado início do século XIX. Foi a rainha da legalidade e da destemida coragem que enfrentou o comprometido silêncio de muitos e as rancorosas e mortíferas maquinações de alguns. Quem durante anos ofendeu e procurou denegrir a sua estatura de mulher honesta e o inatacável serviço prestado como rainha cuidadosamente preparada para o difícil serviço, pôde sempre contar com o majestático silêncio e mais tarde, longe de um Portugal que jamais esqueceu, com o seu perdão. Este é um exemplo para os que hoje - muito mais poderosos do que Dª Amélia alguma vez foi - de nada e de ninguém se esquecem, com o único fito de não quererem relevar. Não querem porque não podem, dada a natureza de um sistema que como o caruncho, tudo vai corroendo sem olhar a reputações de sujeitos singulares, ou ao geral interesse pela tranquilidade que o progresso exige.Caíram o marido e o filho, mas as porfiadas e desafiadoras homenagens que ano após ano e durante um século inteiro o povo jamais deixou de prestar aos monarcas, tornam a rainha num vulto maior e merecedor do mesmo tributo. A vingança da rainha é esta que não fere ou mata. É a vingança da memória que de políticos e celebridades facilmente se olvida, enquanto para sempre ficará uma obra, ou a simples e imponente presença imortalizada em antigas fotografias que ainda hoje testemunham o tempo dos nossos bisavós, afinal bem próximo.
Que este 1º de Fevereiro de 2011, inclua Dª Amélia na recordação daqueles que heroicamente tombaram sem culpas e indefesos diante bem organizada conjura que condenaria os portugueses a mais de oitenta anos de esbulho, opressão e atraso. Portugal tem na rainha Dª Amélia, um exemplo de serviço que a coloca entre os grandes da nossa História.
Mais do que muitos nados e com seculares raízes nesta terra, a rainha bem mereceu a nacionalidade portuguesa.
A Real Associação de Lisboa apela à comparência popular no acto de reparação do 1º de Fevereiro de 2011, a realizar-se na Igreja da Encarnação pelas 19.00H, em Lisboa (Chiado). Estará presente a Família Real.
Publicada porNuno Castelo-Branco no blogue "Centenário da República"
PROGRAMA SOBRE O REGICÍDIO DA RDP "UMA QUESTÃO DE MORAL" DE JOEL COSTA
Joel Costa 2ª feira às 13h00 e às 23h00 Caído em cheio na era do progresso tecnológico, da política-espectáculo, o cidadão comum continua a interrogar-se quanto à circunstância histórica e moral que lhe cabe viver.
O programa de Joel Costa na Antena 2 (RDP) que dá pelo nome ” Uma questão de moral” teve ontem o argumento e descrição da preparação do brutal Regicídio contra a Dinastia de Bragança e até a tentativa de assassinato de João Franco , que logo pela manhã e por saír mais cedo de casa que o habitual se livrou de ser morto. O programa prossegue na próxima edição …
Ficámos pois com o Luis Reis Buiça da Silva no quiosque do Terreiro do Paço a falar com um polícia à paisana . João Alpoim estava já em Espanha , enquanto dois criados comentavam no hotel da Guarda …« A esta hora já o Rei está morto» .
Página do Programa : http://tv2.rtp.pt/play/?prog=1091#/tvprog=1091&idpod=178034
Ouvir em podcast aqui :
FRANCISCO MOITA FLORES - UMA REPÚBLICA DOENTE
Uma elite de parasitas das palavras está a destruir paulatinamente o regime.
A República comemorou da melhor forma o regicídio de D. Carlos. Resolveu mostrar, numa vaga analogia, muitas razões que levaram Buíça e Costa a precipitar o fim da monarquia. É certo que Sócrates não se compara a João Franco e os partidos do actual regime são bem diferentes daqueles que escoicearam o regime monárquico até o deixarem exaurido. Na altura morreu o rei. Possivelmente a mais injusta de todas as mortes no que diz respeito à degradação da vida pública. Mas não são muito diferentes os sinais de degradação que hoje arrasam a política portuguesa.
A vida pública, que a mediatização hoje multiplica com ecos de maior ressonância, está convertida num ruído, num arroto, num vómito. Diz-se que ou fulano disse. Eis a fórmula mágica, vazia, esvaída de sentido que gravita em torno do efémero e despreza, ignora, desconhece a substância das coisas. Octávio Ribeiro, certeiramente, chamava-lhe ontem, um problema de doença de Parkinson na língua pública e política. O PGR disse mas não era bem aquilo que queria dizer. O bastonário dos Advogados disse mas não era bem assim. Manuel Alegre disse que não reconhece o seu PS e está ameaçado pelo que disse. O ministro disse ‘jamais’ mas não era no sentido que lhe deram. O director da PJ disse e rematou contra a baliza da sua própria equipa. O ministro tal não disse, o dirigente político tal disse e aqui ficámos, dias a fio, presos na espuma, envoltos na bruma das dúvidas, angustiados com a falta de crença no futuro.
Uma elite de parasitas das palavras está a destruir paulatinamente o regime. O Governo diz, contradiz, afirma, nega, descontrola-se e o primeiro-ministro grita. Grita sempre os mesmos chavões. Sem energia, sem talento, sem fôlego, sem estratégia que vá além da voracidade economicista. Nos últimos dois debates parlamentares, Santana Lopes, queiram ou não queiram, o melhor tribuno da Assembleia, encostou-o às baias desnudando a fragilidade de uma acção governativa feita de disses e de gritos.
Diz-se tudo sobre o espalhanço de dizeres do director da PJ. Um folclore de delírios. Nem uma palavra sobre o que é substantivo na PJ e na investigação criminal. A lei orgânica da PJ espera decisões estratégicas e não se decide. A Lei Orgânica da Investigação Criminal está a banhos, a Lei de Segurança Interna fechadinha num gabinete, a descansar. O coração, a alma que pode abrir caminhos para que se diga menos e se faça mais, aferrolhada na preguiça incompetente dos gabinetes e diz-se. Diz–se. O QREN está de pantanas. Os tais milhões de euros que entram, estão guardados para distribuir por amigos e compadres lá para perto das eleições, quando se diz ainda mais. Neste triste espectáculo, são cada vez menos os actores e cada vez maior a assistência impávida, de braços cruzados, roída de rancores, vingativa, traiçoeira que assobia e pateia. E o País amargurado, já sentido revolucionário mas vivendo de revolta, pára, espantado, ouvindo o que se diz. Discutindo o que se diz. E sofrendo pelo que não se faz. Paz eterna para a alma de D. Carlos.
Fonte: Blogue "Causa Monárquica"
Subscrever:
Mensagens (Atom)






