sábado, 22 de janeiro de 2011

MONÁRQUICOS EM ACÇÃO NO PORTO

O Núcleo Monárquico do Grande Porto distribuiu ontem panfletos na Baixa do Porto questionando os "10 milhões de euros" gastos nas comemorações do centenário da República "numa altura em que o país se encontra mergulhado numa crise sem precedentes". Diogo de Campos, do núcleo organizador, disse à Lusa que algumas das pessoas a quem foram entregues os folhetos "desconheciam a causa monárquica e outros nem sabiam que Portugal tinha uma Família Real". 
- Diário de Notícias - 09-01-2011

FOTOGRAFIAS E VÍDEO DO JANTAR DE REIS DO PPM EM BRAGA


António Mendes Gonçalves e Domingos Mendes Pereira. Núcleo do PPM da freguesia de Penso Stº Estêvão.

Família Manuel Ivo Cruz
D. Maria Leonor Trigueiros (esposa) e família Corte-Real Correia Alves (cunhado)


Júlio Rodrigues, Drº José Joaquim Rodrigues da Silva, Drº Fernando Franklin Ribeiro da Silva de Sá Menezes. Núcleo do PPM de Vila Verde.


Família Amadeu de Sá Menezes:
Dr.ª Rita Sá Menezes Ehmes (filha), D. Maria Teresa Carvalho Pereira de Macedo (esposa), Dr.ª Isabel Araújo (nora), Dr.º José Carlos Pereira de Macedo de Sá Menezes (filho).

António Augusto Brandão, Orlando Bourbon Fernandes e Engº Manuel Ferreira da Costa. Núcleo do PPM de Famalicão.

Engº José Jorge Moniz Corte-Real da Assunção Andrade, Presidente Honorário do PPM, a entoar as primeiras estrofes da “Maria da Fonte”.

O “Jantar de Reis” contou também com a presença do ilustre monárquico Drº Carlos Aguiar Gomes, Presidente da Associação Famílias.

Um dos históricos fundadores do PPM com uma das mais brilhantes intervenções na noite do "Jantar de Reis 2011" em Braga. O ilustre popular monárquico Dr.º António Cardoso Moniz Palme, advogado, consultor jurídico, que nas horas livres gosta de estudar, de ler, de escrever e de pintar, foi Deputado da Assembleia da República pelo PPM nos tempos da AD (Aliança Democrática).

Eng.º Alfredo Borges de Macedo, um dos históricos fundadores do PPM, com uma notável intervenção no "Jantar de Reis 2011"
Dr.º Miguel Pignatelli de Ataíde Queiroz, Presidente do Senado do PPM.
Dr.º José Carlos Pereira de Macedo de Sá Menezes, Secretário-geral da distrital de Braga do PPM.


Adrião Saraiva Gonçalves, Vice-presidente da mesa do Congresso e da Conselho Nacional do PPM, moderou a intervenção dos convidados na terceira parte do “Jantar de Reis 2011”.


Valdemar Almeida, Secretário-Geral PPM

" Boa noite a todos. Antes de mais deixem-me dizer que é com grande prazer que me encontro aqui hoje, como monárquico e como Secretário-Geral do PPM.
Dou os meus parabéns à Distrital de Braga por esta organização.
Como todos sabemos este é um momento de charneira na nossa sociedade. Agora, meus amigos, é avançar ou perecer como já dizia a Maria da Fonte, e esta é a altura para avançar. É a altura para todos os monárquicos, para todos os portugueses reclamarem aquilo que é seu por direito: um país com 900 anos de História, uma Pátria com uma identidade que nos orgulha.
Meus amigos está na hora de dizer basta, basta desta república de fantoches. É por isso com muito prazer que iremos realizar muitos encontros como este.
Viva o PPM
Viva o Rei
Viva Portugal"

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

A FÉ DOS DEMÓNIOS

1. Poderá um Sacerdote ou um Bispo aconselhar em quem votar ou desaconselhar de votar. Segundo o Cardeal Pell, que recentemente se pronunciou sobre o assunto, qualquer um deles tem plena legitimidade de o fazer, em circunstancias habituais, pois qualquer um deles é cidadão, como todas as outras pessoas.
 
Em Maio do ano passado escrevi dois pequenos textos sobre as presidenciais[1] nos quais sugeria que não se votasse em C.S., em virtude das “leis” injustas, iníquas e criminosas que promulgou, cooperando desse modo formalmente com o mal intrínseco das mesmas e tornando-se moralmente responsável por todos os males, previstos e imprevistos, cometidos ao abrigo dessa mesmas “leis” [2] . Neles propunha, uma vez que os restantes candidatos padecem do mesmo mal, uma abstenção generalizada, com um propósito determinado. O facto de não sugerir o voto branco não se deveu somente ao facto de ele não contar como voto expresso mas também à circunstância de me parecer praticamente impossível persuadir um número significativo de pessoas a saírem de casa para irem votar desse modo. Continuo pois a favorecer a desmobilização eleitoral, pela abstenção.[3]
 
2. Desde então, e agora com maior frequência, tem-se advogado a escolha de C.S. em nome do “mal menor”. Este mal dito menor é defendido fundamentalmente por dois motivos. O primeiro consiste em pensar que C.S. é uma garantia que muito poderá ajudar na resolução da grave crise económica. Mutatis mutandi essa seria uma razão para votar em Hitler em vez de Estaline, caso a eleição se disputasse entre os dois. Julgue o leitor se seria oportuno e lícito escolher o primeiro. Eu, por mim, recusar-me-ia, evidentemente, a votar em qualquer um deles. O segundo motivo prende-se com a Fé. C.S. diz que acredita em Deus e que é um católico praticante. O M.A. pelo contrário professa o ateísmo. Ora, segundo alguns sempre será melhor eleger alguém que acredita em Deus do que quem n’ Ele não crê. Esta afirmação, porém, parece esquecer duas coisas. A primeira prende-se com o que o Papa Bento XVI e toda a história da Igreja têm ensinado, a saber, que os piores inimigos da mesma se encontram dentro dela e não fora. E a segunda de que há uma fé que é pior do que a ausência dela. Trata-se da fé dos demónios, de que fala S. Tiago na sua Carta. O P. António Vieira, desenvolvendo este tema num dos seus sermões acusa, num tempo dado à perseguição dos judeus, os cristãos de serem piores do que esses nossos irmãos mais velhos, precisamente, por terem uma fé como a dos demónios[4]. Essa fé acredita em todas as verdades acerca de Deus, de Cristo, da Igreja, etc., mas não se conforma com a vontade de Deus, não é operante, ignorando não só a Caridade e a Justiça mas indo mesmo contra elas. É uma fé cadavérica, morta, aquela que não tem obras. E se as que tem são contra o Amor e a Justiça é escabrosa, macabra, pestilencial, diabólica. E essa fé, segundo um filósofo judeu, que era ateu e se converteu ao catolicismo, Fabrice Hadjadj, é pior do que o ateísmo[5].
 
Alguém tem dúvidas, do tipo de fé que é revelado pelas leis promulgadas pelo actual presidente da república? 
As árvores conhecem-se pelos seus frutos, diz o Senhor no Evangelho.
 
3. Dantes, alguns manuais de moral, nos dias de hoje superados pela Encíclica O Esplendor da Verdade, diziam que entre dois males inevitáveis devia-se escolher o menor. Ora ninguém é obrigado a votar em qualquer um dos candidatos pelo que não está perante uma escolha má inevitável. A verdade, porém, é que nunca se pode escolher o mal e mesmo que alguém pense em consciência que deve escolher entre algum deles terá de fazê-lo por um bem e nunca por um mal.
 
De qualquer modo, parece-me claro que nas últimas décadas os eleitores têm vindo a escolher de “mal menor” em “mal menor” caindo sucessivamente nos piores males.
 
4. Uma vitória à primeira volta e retumbante do actual presidente-candidato constituiria uma consagração triunfal de todas as infâmias e crueldades de que foi cúmplice, uma sagração das políticas anti-vida, anti-família, anti-liberdade de ensino e de educação, anti-liberdade religiosa, anti, enfim, princípios e valores inegociáveis. Seria uma validação e premiação do maquiavelismo, da mais baixa imoralidade do falso e pernicioso axioma de que os fins justificam os meios. Seria uma proclamação de que tudo é permitido e nada impedido. Se desta vez não é penalizado nem punido nas urnas quem tanto mal fez em tão breve tempo, será imparável e irreversível, por muitos anos, a degradação e estragação dos católicos na política.
 
Nuno Serras Pereira, 11-01-2011
 

DIA DE REFLEXÃO? ENTÃO PENSEM NISTO...

Se na República existe uma independência assim tão grande entre a Chefia de Estado e os partidos (poderes políticos) porque é que os mesmos partidos apoiam sempre um dos candidatos (o chamado candidato oficial do partido) à Chefia de Estado? Esse apoio não limita, ou mesmo anula, a referida independência (que se espera de um Chefe de Estado)? 

Não será caso para dizer bem alto “Que venha o REI”?

Fonte: Portugal Futuro

HOMENAGENS NO JANTAR DE REIS DO PPM EM BRAGA


Engº Paulo Alves, Presidente da mesa do Congresso e do Conselho Nacional do PPM, na homenagem a Manuel Ivo Cruz

Caros Companheiros e Amigos Monárquicos
Quando o nosso anfitrião, Manuel Beninger, me pediu para dizer algumas palavras sobre o nosso Companheiro Manuel Ivo Cruz, comecei por documentar-me sobre a sua vida e
Facilmente encontrei que nasceu em Lisboa no dia tal do ano tal, que lá estudou e se Licenciou em Ciências Histórico – Filosóficas, e que ainda estudante dirigiu o seu primeiro concerto.
Como bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian foi para Áustria tirar um curso de direcção de Orquestra.
Por cá e pelo Mundo trabalhou, respirou e viveu música, e por isso inúmeras distinções nacionais e Internacionais recebeu.
Mas seguramente que o seu maior contributo foi o trabalho realizado em prol da Música Portuguesa, não só pela pesquisa e divulgação que fez mas também pelo incentivo e apoio que proporcionou a tantos músicos e organizações musicais, que nunca se cansou de valorizar.
Recorro-me das palavras da ministra de Cultura Gabriela Canavilhas, para comprovar o que digo
“Portugal perde um dos músicos que mais respeitou a sua herança musical e que melhor a soube dignificar e interpretar».
E é exactamente este seu Patriotismo e a também sua Nobreza de carácter que gostava de hoje e aqui realçar.
Chamou Casa do Piano à nossa Casa da Música, quando descobriu que a sua sala principal não teria nem teia nem fosso de orquestra.
Inqueriu a CMP e o arquitecto responsável pela reformulação do Teatro Rivoli quando verificou que o fosso era exíguo e que os Contra Baixos tinham que entrar por cima, porque pela porta não dava.
Perguntou como era possível termos uma Orquestra de Faro, com apenas um músico português.
Claro que este seu não alinhamento com o establichemente teve o seu preço. Recordo-me de me ter confidenciado há uns anos, “tu queres ver que tenho que virar maricas para poder trabalhar mais?” tal a força do conhecido lobby gay na cultura.
Apesar de todas as contrariedades que também as teve sempre se manteve fiel aos seus princípios.
Nasceu Monárquico e morreu Monárquico
Foi um dos fundadores do Partido Popular Monárquico com quem sempre colaborou tendo sido eleito deputado municipal na Assembleia Municipal de Lisboa (1990-1993).
Quando viu o seu PPM a deambular por caminhos menos consentâneos com o seu ideal Monárquico, pediu a demissão do Partido, para mais tarde quando os ventos mudaram ter solicitado a sua reintegração como filiado.
No ano passado foi nomeado Senador do nosso Partido.
Termino como estou certo que Ivo Cruz gostaria de iniciar este jantar de Reis, erguendo o seu cálice e dizendo bem alto
Viva o Partido Popular Monárquico
Viva Portugal
Viva o Rei, e
Teimando em ser um dos raros Cavalheiros que ainda existia neste nosso reino, ofereceria uma rosa “á sua Rainha”, carinho que vou estender a todas as Rainhas também presentes neste Jantar
Muito Obrigado

D. Maria Leonor Trigueiros (esposa)

A INIMIGA ABSTENÇÃO E A MANIPULAÇÃO DOS ARAUTOS DO REGIME

O medo da Abstenção, induz á manipulação através da Mentira.
Marcelo Rebelo de Sousa, está muito preocupado com a Abstenção e faz apelos ao Voto útil em Cavaco Silva. 
Ele assume esse seu estatuto, de grande fazedor de opinião, do actual regime.
Marcelo, classifica a Abstenção de atitude dos incapacitados e desinteressados …
Marcelo é inteligente e sabe perfeitamente, que está a tentar manipular pela mentira.
Nega um direito de oposição ao regime, porque está amedrontado com o descontentamento popular e a sua natural consequência, a Abstenção.
Ele afirma que um Presidente será sempre eleito. Verdade, só que se for eleito, com uma expressão de votos entrados nas urnas inferior a 50%, será um Presidente ilegítimo democraticamente.
Este é o factor político determinante destas eleições. Finalmente os portugueses terão a oportunidade de colocar o regime em questão.
Faz um apelo ao voto útil em Cavaco.
Tenta responder, à postura de outro republicano, Vasco Pulido Valente que afirmou uma verdade, que não é politicamente correcta para o regime. Ele disse esta verdade simples…” tem sido o voto útil que nos conduziu à desgraça da actual politica.
Tenta responder também, ao Padre Portocarrero de Almada, que salienta que foi o voto útil que levou Hitler ao poder e que não pode ser uma forma de abdicação de princípios essenciais cristãos, apelando para a atitude de consciência, que pode passar pelo Não Votar.
Tenta responder, a muitos portugueses que com memória, não esquecem que a panaceia politica de que “o voto é um dever e uma obrigação”, foi lançada em Portugal por Salazar, quando em 1933, lançou o plebiscito Constitucional.
Marcelo tenta responder, mas pela mentira, que sabe estar a lançar como tentativa de desesperada de manipulação pública.
Um Presidente será sempre eleito. É verdade, mas ficará em cima da mesa a discussão politica nacional, sobre a legitimidade democrática dessa eleição e sobre a democraticidade da Constituição da República.
É neste domínio, que está o medo de Marcelo e de todos os defensores do actual regime.
Marcelo é um dos arautos do regime actual, desta Republica que se deixou asfixiar por uma dominância partidária, sujeita totalmente aos interesses pessoais e financeiros.
Marcelo é o arauto de todos eles.
Eles têm medo desta discussão pública e sobretudo das suas consequências. Medo da Mudança.
Eles rejeitam, não querem e usam todos os meios, para evitar que surja uma oposição forte e consistente ao regime.
Para eles apenas é admissível, uma oposição ao sistema de governo e nunca ao seu regime sacro santo e consubstanciado numa Constituição, que a abstenção nas próximas eleições presidenciais, irá demonstrar não ser democrática e estar profundamente desadaptada às exigências nacionais e aos anseios naturais dos portugueses.
Não estranho a posição de Marcelo Rebelo de Sousa e acho-a até perfeitamente coerente.
Não entendo porém, aqueles que pela palavra se dizem defensores de outras formas constitucionais de regime, se sujeitam e subjugam, a teses que apenas pretendem neutralizar esse objectivo.
A coerência é a única via para a credibilidade.
Reconheço-a em Marcelo a sua coerência republicana, não lhe admitindo o uso da mentira, para neutralizar a oposição ao regime, porque isso não é uma atitude democrática.
Reconheço todos os apelos ao voto, mas exijo que reconheçam também o meu direito de não votar, porque a minha consciência e o meu sentimento por Portugal, assim me dita a atitude.
Que o Voto ou Não Voto seja consciente, seja um acto de liberdade e não obrigue ninguém a violentar-se nos seus princípios essenciais e nas suas convicções profundas, através de manipulações ou de propagandas consubstanciadas na mentira.
 
José J. Lima Monteiro Andrade 
 
Fonte: Blogue "Desafio de Mudança"

AMANHÃ: ALMOÇO DE JANEIRO DA REAL ASSOCIAÇÃO DA BEIRA LITORAL


É já AMANHÃ, Sábado, dia 22 de Janeiro, pelas 13 horas no Restaurante "A Proa", em Aveiro, que realiza-se mais um encontro mensal da Real Associação da Beira Litoral, desta vez excepcionalmente à hora do almoço. Convidamos todos os associados e simpatizantes a estarem presentes de forma a enriquecer o nosso convívio.

O Restaurante " A Proa" fica na Rua do Gravito 111, Vera-Cruz, em Aveiro. Por trás do prédio da Segurança Social.