sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
VIDA E OBRA DE ALEXANDRE HERCULANO NOS JERÓNIMOS - BICENTENÁRIO DO SEU NASCIMENTO
A figura do historiador, escritor e político liberal é o tema de uma exposição a inaugurar dia 17 na sala do Capítulo, do Mosteiro dos Jerónimos, em Lisboa, onde se encontra sepultado.
Intitulada "Alexandre Herculano - guardar a memória, viver a História", a mostra terá carácter permanente e procura dar a conhecer "o vulto liberal e romântico", bem como o processo de acabamento da sala, que só aconteceu em 1885 para acolher o túmulo da autoria Eduardo Augusto da Silva, ex-aluno da Casa Pia.
"A sala ficou por concluir no século XVI e os monges faziam a reunião capitular no coro alto. Após a morte de Herculano, em 1877, as cortes decidiram terminar a sala do capítulo para que albergasse o seu túmulo, o que demonstra o reconhecimento que tinha pelos seus contemporâneos", explicou Isabel Cruz de Almeida, directora do Mosteiro dos Jerónimos. Alexandre Herculano "é o pai da nossa História científica, foi um inovador na defesa do património, do regionalismo, do municipalismo, era um homem multifacetado sobre o qual havia o consenso de grande intelectual e homem sério", disse a responsável.
"Herculano era reconhecido pela plêiade de intelectuais, nomeadamente Antero do Quental, como da política e até pela Família Real", salientou.
A sala tornou-se também uma referência e posteriormente vários escritores e presidentes da República ali foram sepultados. "Em 1940 até alteraram o baldaquino de modo a que o túmulo de Herculano no centro não se evidenciasse relativamente aos outros", contou.
A exposição dá "a possibilidade dos visitantes compreenderem esta sala do capítulo que não é como a dos outros mosteiros portugueses, pois está marcada por uma capela e uma enorme túmulo ao meio".
Por outro lado, a mostra visa também "contar um pouco a história da personagem que está ali sepultada ao centro".
16-12-2010
Horário das visitas: AquiPublicada porMaria Menezes no Blogue "Família Real Portuguesa"
O ESPÍRITO DE NATAL
As festas do Natal, infelizmente, não anulam os nefastos efeitos do que já é considerado a pior crise dos nossos dias. De um momento para o outro, o que era deixou de ser. A honra proverbial dos banqueiros deu lugar a delinquências que só não são comuns por serem muito piores do que isso. O dinheiro, pedra angular das sociedades que o capitalismo liberal foi fazendo germinar, perdeu o brilho de outros tempos. Não por se ter tornado menos luzidio, mas por ter aparentemente desaparecido. Contudo, as dificuldades não raras vezes carregam oportunidades. E também neste caso, neste dramático cenário que vai ser também o nosso, teremos de descobrir os aspectos positivos que a turbulência acabará sempre por nos oferecer. Uma dessas oportunidades é a da descoberta do verdadeiro sentido do Natal. Sem dinheirinho para comprar a alegria das crianças, talvez não seja pior maravilhá-las com a história do Deus-menino, nascido em Belém, pobremente, numa manjedoura. Este Menino que assim nasceu era Rei.
Este paralelo, que só a quadra autoriza, remete-me para o simbolismo da Instituição Real. Hoje, o Rei não se justifica pelo poder temporal que exerce mas pelo capital de representação que personifica. O Rei, pela especial legitimidade que lhe advém da sucessão dinástica, assume como mais ninguém a isenção constitutiva da suprema magistratura do Estado. Neste sentido, não será livre e isento quem quer. Só o será quem pode.
Tomar como panaceia miraculosa o sufrágio directo e universal é uma insensatez que só se explica pela verdura da nossa vivência democrática. E esperar do chefe de Estado eleito pela força centrífuga dos partidos isenção absoluta é ainda mais infantil do que acreditar no Pai Natal. Como se disse, não será livre e isento quem quer. Só o será quem pode. E quem é fruto do sistema, não pode negar a árvore de onde provém.
Eu, porém, acredito no Menino Jesus. Acredito que há lugar para uma dimensão espiritual na nossa vida. Acredito que não sou auto-suficiente. Acredito na transcendência. Acredito no poder não coercivo do simbolismo. Acredito na efectiva separação de poderes. Acredito na Coroa e na sua dimensão afectiva. Acredito na superioridade ética, genética, da Instituição Real. Acredito em Portugal e nas suas gentes. Acredito na História. Acredito no Futuro. Acredito que seremos capazes de devolver o Estado à Nação. Acredito em tanta coisa… mas não me peçam para acreditar no Pai Natal.
Viva o Rei!
Nuno Pombo * (Dez-2008)
* Nota: o texto publicado é da exclusiva responsabilidade do autor.
Texto publicado no Diário Digital a 23-Dez-2008
Fonte: monarquiaonline
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
CONVICÇÃO DE DOM DUARTE DE BRAGANÇA: "MONARQUIA GOVERNA MELHOR O PAÍS"
Em visita às instalações da Santa Casa de Misericórdia de Peso da Régua, o pretendente ao trono de Portugal, Dom Duarte de Bragança, não teve pejo em afirmar que “a situação económica do país não tinha chegado onde chegou se a monarquia estivesse no poder”.
O monarca sustentou que em termos de custos “todos os Reis da Europa são mais baratos do que a actual presidência da república, com a excepção da Rainha de Inglaterra, que é Rainha de uma dúzia de países”.
Em declarações exclusivas ao nosso Jornal, Dm Duarte teceu algumas considerações pertinentes sobre a actual crise, defendendo o regime monárquico como solução. “Estou ciente que se existisse um Rei já teria alertado, há muito... (*)
* Leia a notícia completa na edição em PDF. - A Voz de Trás-os-Montes
VOTE PARA MELHOR BLOGUE DO ANO E PARA BLOGUE REVELAÇÃO DO ANO
http://combateblogs.blogspot.com/ (votação está aberta até 31 de Dezembro, às 23:59).
TARDE SOLIDÁRIA COM A PRESENÇA DE S.A.R., A SENHORA DONA ISABEL NO PALÁCIO DE QUELUZ
Subscrever:
Mensagens (Atom)

