quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

REAL DA BEIRA LITORAL PRESENTE NO JANTAR DOS CONJURADOS DO PORTO

Os irmãos Neves, Mário e António
Isabel Louro, Luís Alves e Amílcar Baião Pinto
Fábio Reis Fernandes e António Neves
António Neves, Fábio Fernandes e o Juiz Carlos Revez
Mário Neves, Fábio Fernandes e José António Moreira
Dr. Carlos Revez e António Neves
Fábio Fernandes e José António Moreira
Luís Alves das Caves do Freixo e Isabel Louro.
Luís Alves, Amilcar Baião Pinto, Dr. Carlos Revez e António Neves
Mário Neves, José António Rebocho, Maria Teresa Rebocho Christo e Fábio Fernandes
Mário Neves, Fábio Fernandes, José António Moreira, António Neves, Dr. Carlos Revez, Luís Alves e Isabel Louro

FOTOGRAFIAS DO JANTAR DOS CONJURADOS NO CONVENTO DO BEATO EM LISBOA

S.A.R. O Senhor Dom Duarte na Leitura da Mensagem
A Família Real atenta à leitura da Mensagem
Perspectiva da Sala onde decorreu a Leitura da Mensagem
Sala onde decorreu o Jantar dos Conjurados
Sala onde decorreu o Jantar dos Conjurados
Sala onde decorreu o Jantar dos Conjurados
(Fonte: Real Associação de Lisboa no Facebook)

ESCOLA PRÍNCIPE DA BEIRA AO SERVIÇO DE GUEIFÃES



Estão inauguradas as obras de beneficiação e ampliação da Escola “Príncipe da Beira”, em Gueifães. Depois de um longo período de espera, no passado sábado, o presidente da Junta de Freguesia de Gueifães, Alberto Monteiro, viu concretizado um sonho que o perseguia desde o seu primeiro mandato. Por isso, em dia de inauguração era “um homem feliz”.

Quando tomou posse pela primeira vez, conta o autarca, deparou-se com uma situação “caricata”, que era a junta de freguesia funcionar no edifício da escola. Na altura, nas instalações da junta estavam “os Vicentinos e a catequese”. Estava ainda uma sala de pré-primária a funcionar na igreja. “Isto estava totalmente trocado”. Na mesma altura, havia uma acção da DREN contra a junta por ocupação do edifício. “Tentamos resolver o problema e conseguimos com a Câmara da Maia e com a DREN. Fizemos algumas obras mas as coisas foram-se agravando e eu entendi que devíamos ocupar o nosso edifício e deixamos este para outras actividades”.

Mas como praticamente ninguém usava o edifício este deteriorou-se. Estava entregue à Direcção Geral do Património do Estado (DGPE). Alberto Monteiro foi a Lisboa a pedido do então autarca José Vieira de Carvalho solicitar a transferência do imóvel para o património municipal. “Para meu espanto 30 dias depois recebi uma notícia a dizer que não tinha aparecido nenhum dono do edifício. A partir daí, tratamos do protocolo para transferência o imóvel da DGPE para o município”, conta o autarca de Gueifães.

A escola foi inaugurada em 6 de Março de 1894 pelo Rei D. Carlos e pela Rainha D. Amélia e foi denominada Príncipe da Beira em honra do filho Primogénito do Rei. Com as obras pretendeu-se que o edifício retomasse a sua forma e organização inicial. No entanto, houve necessidade de o adaptar às suas novas funções e valências. A primeira sala funciona como“Foyer” e área polivalente para exposições, onde nesta altura se pode apreciar uma exposição da escola de outros tempos. As secretárias, os livros, as sebentas, os materiais pedagógicos, a régua e até as brincadeiras de outros tempos. Tudo bem distante das novas tecnologias usadas nos dias de hoje. O espaço tem ainda uma segunda sala que funciona como salão nobre, que acolheu a sessão solene de inauguração e que começou com a intervenção do Grupo Coral do Centro de estudos Musicais da Maia.

De acordo com o presidente da Câmara Municipal da Maia, Bragança Fernandes, a empreitada, que custou 400 mil euros, demorou mais tempo do que o previsto porque inicialmente não iam recuperar a parte de baixo. Por isso, tiveram que efectuar alterações ao projecto. “Mas agora está pronto e está aqui um belíssimo equipamento e é um dos edifícios mais belos do século passado que eu conheço na Maia”, afirmou.

Feitas as obras e inaugurada a requalificação e amplificação, o espaço passa agora a estar à disposição da população de Gueifães e eventos não vão faltar, garante o autarca local. “Nós temos a cripta da igreja sempre ocupada com actividades, mas realmente agora podemos fazê-las aqui e penso que vamos ter constantemente actividades neste espaço”.

Para já, está prevista uma palestra sobre tabagismo e um espectáculo de música clássica. Para que isso aconteça, falta apenas a Junta de Freguesia de Gueifães estabelecer um protocolo com o pelouro da Cultura da Câmara Municipal da Maia.

No final, o autarca não escondia a alegria de ver concretizada esta obra. “Ao longo destes anos temos cumprido, paulatinamente, aquilo a que nos propusemos para a população de Gueifães. Faltam-nos agora duas grandes obras, uma está a meio que é o cemitério novo, e a outra que é grande obra que é o edifício novo da sede da junta, cujo concurso público vai ser lançado brevemente”. O desejo de Alberto Monteiro é ver concluída a empreitada ainda no decorrer deste mandato que será o seu último.

Quanto ao Centro Cívico,Bragança Fernandes adianta que o projecto está a ser feito e que a sua edificação vai depender “do esforço financeiro”. Ou seja, se o Governo ajudar. “As câmaras estão numa crise muito grande, as finanças não abundam em parte nenhuma, portanto, qualquer investimento que seja feito, tem que ser feito com cabeça, tronco e membros porque nós queremos continuar a pagar bem, abaixo dos 60 dias, portanto, o edifício é para ser feito mas com tempo para que nós possamos cumprir com os nossos compromissos”.

Isabel Fernandes Moreira
(Fonte: "Primeira Mão" Jornal On-Line do Grande Porto)

terça-feira, 30 de novembro de 2010

MENSAGEM DE S.A.R. O SENHOR DOM DUARTE DE BRAGANÇA AOS PORTUGUESES

 


Mensagem do 1º de Dezembro
2010
Por S.A.R. o Duque de Bragança 

Na perspectiva histórica de um País com perto de 900 anos, o penoso caminhar numa crise comparável à vivida nos tempos da I República cujo centenário este ano faustosamente se comemorou, permite-nos retirar diversas conclusões.

Comecemos pela curiosa circunstância de a República, fundada pela força que derrubou um Regime Democrático, nunca, até aos nossos dias, haver sido legitimada pelo voto popular.

Significativo é, também, o facto de o regime republicano, nas suas várias expressões, não ter tido capacidade para resolver nenhum dos problemas de que acusava a Monarquia e o facto de que as Democracias mais desenvolvidas e estáveis da Europa serem Monarquias.

As nossas três repúblicas do séc. XX nasceram de três golpes militares após os quais os governantes se lançaram a reorganizar a sociedade, com os resultados que agora estão à vista.

Como herdeiro dos reis de Portugal, eu represento um outro princípio, o princípio da liberdade e não o da coerção. Chegou a hora de a sociedade livremente dizer que Estado quer.

Em vários reinos do Norte da Europa ouvi destacados políticos afirmarem que "vivemos em República, mas o nosso Rei é o melhor defensor da nossa República".

Deixo aqui uma mensagem aos monárquicos, aos convictos que, hoje, são a minoria mas, segundo as sondagens, serão a maioria no futuro que se aproxima.

Quero lembrar que essas sondagens chegam a referir 20%, 30% ou 40% de monárquicos, conforme as perguntas são feitas, percentagens tanto mais valiosas quanto resultam da escolha de pessoas livres e não de propagandas de partidos ou de movimentos sem transparência.

Quero agradecer-lhes a sua generosidade, o seu entusiasmo, a sua dedicação quando içam nas ruas a bandeira das quinas com a coroa e quero dizer-lhes que continuarei a acompanhá-los, como sucedeu no 5 de Outubro em Guimarães, o dia da independência nacional.

A situação humilhante em que a Nação se encontra perante nós próprios e a comunidade internacional obriga-nos a reflectir sobre novos modelos de desenvolvimento económico e de vida em sociedade, inspirados na Caridade (conceito mais abrangente do que o de solidariedade).

Com efeito, depois da expectativa inicial do projecto europeu que a generalidade dos membros abraçou e que assumindo-se, na sua origem, como um projecto de cooperação entre Estados - com os mais ricos a ajudarem os mais pobres – passou, rapidamente, de miragem a tragédia, com os mais fortes a ditar regras e a impor sanções aos mais vulneráveis.

Neste contexto de incerteza e preocupação, são, por isso, cada vez mais as vozes autorizadas que preconizam a necessidade da reforma do modelo de desenvolvimento económico global. A reactivação estratégica de uma agricultura sustentável e ecologicamente equilibrada é fundamental para enfrentarmos com segurança os desafios actuais, como há pouco tempo lembrou o Papa Bento XVI.

Precisamos de um novo modelo para conseguir maior felicidade e bem-estar com menor desperdício de recursos, que deverão ser melhor e mais justamente partilhados, para que a ninguém falte o essencial.

Havendo tantas necessidades de apoio às populações, seria desejável dinamizar as antigas tradições de voluntariado, recorrendo também aos serviços dos beneficiários de subsídios do Estado, como condição para receberem esses subsídios. Receber subsídios sem dar a sua contribuição para a sociedade equivale a receber esmolas, o que não é bom.

Portugal não pode cair no desânimo a que nos conduzem os constantes e confusos acontecimentos políticos nacionais amplamente noticiados.

É fundamental acreditar no Futuro e partilhar Esperança, nunca nos esquecendo de onde viemos e para onde queremos ir.

Para isso, há que cultivar os exemplos de competência, seriedade e coragem na defesa de ideais, combatendo a falta de autenticidade que, infelizmente, constitui uma das mais comuns e perversas características do nosso tempo.

Quem está na Política deve ter como primeiro e último objectivo SERVIR a Pátria e, em particular, permitir a valorização dos mais desfavorecidos.

E para esta valorização ser possível, teremos de repensar todo o nosso sistema educativo, do pré-primário ao superior, adaptando os cursos às necessidades profissionais actuais e futuras e criando - com suporte da rede de ensino privado e cooperativo - condições às famílias com menos recursos para poderem escolher os estabelecimentos que gostariam que os seus filhos frequentassem, sem que tal venha a implicar aumento de encargos para o Estado.

Tenho visitado muitas escolas onde me explicam que os programas são desajustados às realidades actuais e às saídas profissionais, e particularmente aos jovens com problemas de adaptação. O “ Cheque Ensino” seria uma solução para estes problemas, permitindo às famílias escolher a oferta escolar mais adaptada às necessidades dos seus filhos, evitando a discriminação económica actual e promovendo a qualidade do ensino através de uma saudável concorrência…

Só desta forma conseguiremos melhorar efectivamente o nível médio cultural, académico e profissional da população com vista ao progressivo desenvolvimento e engrandecimento do País e não com fim exclusivamente estatístico.

Na sua longa História, Portugal foi grande quando se lhe depararam desafios que envolveram projectos galvanizadores de verdadeira dimensão nacional. Nessas alturas, os portugueses sempre souberam responder com criatividade, entusiasmo e coragem.

Hoje, é no Mar e na Lusofonia que a nossa atenção deve ser focada como áreas de eleição para realizar um projecto de futuro para o País e para a Comunidade dos Países de Língua Oficial Portuguesa. Afinal, são estas duas vertentes que, desde o início da Expansão Marítima Portuguesa, com períodos de maior ou menor brilho, maior ou menor envolvimento, têm vindo a constituir o nosso Desígnio.

O prestigiado Jean Ziegler, meu professor em Genebra, ensinava que existem dois caminhos para desenvolver os povos. O primeiro começava pela educação profissional, académica e ética da população, que iria desenvolver o país e conduzi-lo ao enriquecimento. O segundo caminho consistia em injectar dinheiro estrangeiro na economia. Os governantes criariam grandes infra-estruturas, enriquecendo-se alguns deles no processo, e a população compraria bens de consumo importados, enriquecendo o comércio. Mas no fim, essa nação estaria endividada e a classe média empobrecida porque as capacidades de produção teriam diminuído.

Infelizmente é esta a nossa realidade recente.

Deixo para os especialistas apontarem os factores da crise que nos fustiga, fazerem os diagnósticos acertados, apontarem as vias de solução. Mas não posso deixar de dizer que é urgente arrepiarmos o caminho que nos trouxe à gravíssima crise económica e financeira que atravessamos, como venho denunciando desde há anos.

Foi justamente neste sentido que, este ano, pela segunda vez, promovi, no âmbito da Comissão D. Carlos 100 Anos, a organização do Congresso “Mares da Lusofonia” que permitiu uma participada reflexão, com representantes de todos os Países da CPLP presentes, acerca da valia dos mares e das Plataformas Continentais dos países lusófonos nas vertentes estratégica, de segurança, jurídica, ambiental, científica, tecnológica e económica.

A intensificação do intercâmbio de conhecimentos da sociedade civil e o fortalecimento das relações afectivas entre os nossos países contribuirá decisivamente para a supressão das barreiras que ainda existem.

Recentemente visitei o Brasil, pátria de minha Mãe, onde, em Brasília, tive a feliz oportunidade de contactar alguns membros do seu Governo.

Transmiti os meus sinceros votos de sucesso à recém-eleita Presidente Dilma Roussef.

Percebi que lá existe uma grande abertura à ideia de uma futura Confederação de Estados Lusófonos, que muito beneficiaria todos os seus membros e cuja adesão não comprometeria as alianças regionais existentes. O facto do Reino Unido pertencer à Commonwealth não prejudica a sua participação na União Europeia mas valoriza-a.

Ainda sobre a importância da afectividade que naturalmente se cultiva na Comunidade Lusófona, virá a propósito salientar a decisão do Governo de Timor – país a que me ligam relações de profunda amizade – quando, há semanas, declarou o seu auxílio a Portugal na compra de parte da nossa dívida pública, num gesto de fraternal amizade.

Do mesmo modo, muito nos beneficiaria negociar com o Brasil um empréstimo em melhores condições do que com o FMI ou a Europa.

Para concluir, gostaria de transmitir a todos os portugueses uma mensagem de ânimo:

Não vos deixeis abater pela situação de dificuldade económica e crise moral que actualmente nos invade.

Lembrai-vos que tivemos momentos bem mais graves na nossa História em que a perenidade da Instituição Real foi suporte decisivo para a recuperação conseguida.

A dinastia, baseada na família, oferece o referencial de continuidade de que Portugal está carente há cem anos.

Viva Portugal!

A RESTAURAÇÃO DA NOSSA INDEPENDÊNCIA! UMA NECESSIDADE HOJE COMO EM 1640!

PELA RESTAURAÇÃO DA MONARQUIA EM PORTUGAL

 
(Vídeo Produzido por David Garcia)

PÚBLICO: DOM DUARTE PIO COMPARA CRISE ACTUAL À DA PRIMEIRA REPÚBLICA E PEDE REFERENDO À MONARQUIA

Tal como Cavaco Silva, D. Duarte defende uma aposta no mar e na lusofonia
Dom Duarte de Bragança considera que a actual crise que Portugal enfrenta é “comparável à vivida nos tempos da Primeira República”, e defende que a solução seria o país regressar à monarquia, razão pela qual insiste na realização de um referendo.
Num discurso a que o PÚBLICO teve acesso e que D. Duarte proferiu ao princípio da noite no Convento do Beato por ocasião das comemorações da Restauração da Independência, que se assinala amanhã, dia 1 de Dezembro, lembra que “a República, fundada pela força que derrubou um regime democrático, nunca, até aos nossos dias”, foi “legitimada pelo voto popular”.

Mais: o regime republicano não teve “capacidade para resolver nenhum dos problemas de que acusava a monarquia” e deverá ser significativo que as “democracias mais desenvolvidas e estáveis da Europa” sejam monarquias.

“Chegou a hora de a sociedade livremente dizer que Estado quer”, vinca D. Duarte, que recorrentemente fala sobre a necessidade de um referendo sobre a matéria. E alude a “sondagens que chegam a referir 20, 30 ou 40 por cento de monárquicos, conforme as perguntas são feitas, percentagens tanto mais valiosas quanto resultam da escolha de pessoas livres e não de propagandas de partidos ou de movimentos sem transparência”. Daí acreditar que os monárquicos são hoje uma minoria, mas “serão a maioria no futuro que se aproxima”.

Numa mensagem de “ânimo” aos portugueses, D. Duarte apela: “Lembrai-vos que tivemos momentos bem mais graves na nossa História em que a perenidade da instituição real foi suporte decisivo para a recuperação conseguida. A dinastia, baseada na família, oferece o referencial de continuidade de que Portugal está carente há cem anos.”

A “situação humilhante” de Portugal

No seu discurso, D. Duarte reflecte sobre a actual crise económica e financeira, mas também sobre a sua vertente social e educativa. E, tal como o Presidente da República vincou em diversos discursos nos últimos meses, considera o mar e a lusofonia como áreas de eleição para “um projecto de futuro” para Portugal e para os países que compõem a comunidade dos países de língua oficial portuguesa.

O Chefe da Casa Real classifica de “situação humilhante” o cenário em que Portugal se encontra actualmente, o que obriga a “reflectir sobre novos modelos de desenvolvimento económico e de vida em sociedade, inspirados na caridade”. É nesse campo que considera “desejável dinamizar as antigas tradições de voluntariado” e sobretudo que se recorra “aos beneficiários de subsídios do Estado, como condição para receberem esses subsídios”. “Receber subsídios sem dar a sua contribuição para a sociedade equivale a receber esmolas, o que não é bom”, aponta.

Outro factor de valorização da sociedade, aponta D. Duarte, é a educação, cujo sistema deve ser todo repensado, do pré-primário ao superior, “adaptando os cursos às necessidades profissionais actuais e futuras”, e criando condições para que as famílias com menos recursos possam escolher os estabelecimentos para os seus filhos frequentarem, sem que isso implique aumento de encargos para o Estado.

“Hoje é no mar e na lusofonia que a nossa atenção deve ser focada como áreas de eleição para realizar um projecto de futuro para o país” e para a CPLP, adianta, na mesma linha que o actual Presidente da República vem defendendo.

D. Duarte deixa também o seu apoio expresso à constituição de uma Confederação de Estados Lusófonos, “cuja adesão não comprometeria as alianças regionais existentes” – e exemplifica com o caso de o Reino Unido pertencer à Commonwealth e isso não prejudicar a sua participação na União Europeia, antes a “valoriza”.