domingo, 21 de novembro de 2010

FELIZ ANIVERSÁRIO! VIVA A NOSSA RAINHA!

S.A.R., A Senhora Dona Isabel Inês de Castro Curvelo de Herédia de Bragança, nasceu a 22 de Novembro de 1966 em Lisboa.  Em 13 de Maio de 1995 casou com S.A.R. o Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança, tendo três filhos: os Príncipes Dom Afonso de Santa Maria, Dona Maria Francisca e Dom Dinis.
    É Grã-Mestra da Ordem de Santa Isabel.
    É Grã-Cruz da Ordem de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa.
    É Dama Grã-Cruz de Honra e Devoção da Ordem de Malta.
    É Dama Grã-Cruz da Ordem de S. Maurício e S. Lázaro.
    Fez os Estudos Secundários no Colégio Jesuíta de S. Luís (S. Paulo, Brasil) e ingressou em 1985 na Fundação Getúlio Vargas, onde se licenciou em Gestão de Empresas. Foi Directora-Adjunta da B.M.F. - Sociedade de Gestão de Patrimónios S.A..
Neste dia tão especial a Real Associação da Beira Litoral quer desejar a Sua Alteza Real, sinceros votos de felicidades, uma vida longa, com paz, saúde e muita alegria junto daqueles que mais ama e ao serviço de Portugal. Que Deus a proteja, guarde e ilumine.

VIVA A NOSSA RAINHA! 
VIVA A FAMÍLIA REAL PORTUGUESA! 
VIVA PORTUGAL!

MARIA DA FONTE

No decurso da História de Portugal ocorreram algumas revoltas centrais nas configurações políticas do País e que envolveram o Povo (que somos todos nós). Mas apenas uma foi exclusivamente originária no seu seio.

Quando D. João I fere de morte o Conde Andeiro e Rui Pereira dá a estocada final, o Povo esteve com eles contra o dito 2.º Conde de Ourém, fidalgo galego.

Quando os Conjurados, chefiados por D. João, trineto do Rei Manuel I de Portugal, por via paterna, através da duquesa D. Catarina, infanta de Portugal, sua avó paterna, invadiram o palácio da Duquesa de Mântua, atirando Miguel de Vasconcelos pela janela causando-lhe a morte e proclamaram João, o Duque de Bragança, Rei de Portugal D. João IV, aos gritos de "Liberdade", o Povo e toda a nação portuguesa acorreu logo a apoiar a revolução restauradora da Independência e, assim, Filipe III, IV de Espanha, que se encontrava já a braços com uma revolução na Catalunha, não teve como retomar o poder em Portugal.

No triste dia de 5 de Outubro de 1910, por intermédio de uma elite maçónica e jacobina, fazendo uso da Carbonária, um braço armado, instauraram a república portuguesa…contra vontade da maioria dos portugueses. O Povo, portanto, pouco teve que ver com esta mudança ilegítima.

A 28 de Maio de 1926 Gomes da Costa marcha a partir de Braga para Lisboa para por ordem no País, ordem essa que o Povo clamava tal era o caos instalado pela I república. Os assassinatos proliferaram nas ruas e as famílias temiam pela sua segurança. Daí, e é preciso dizer com verdade, que esta revolta, ante câmara do Estado Novo, foi bem recebida pela maioria dos portugueses, pois via nela a tão esperada segurança e estabilidade nacional.

A revolução dos Cravos, no dia 25 de Abril de 1974, organizada por capitães, pôs termo aos 41 anos do Estado Novo. Algum Povo se reuniu à volta das chaimites para celebrar a restauração da Liberdade.

Posto isto, e de modo diferente daquilo até agora sumariamente relatado, a única grande revolta que não teve mestres, sindicatos, elites, senhores e outros comandantes, tendo sido uma manifestação originária no Povo mais profundo, foi a Maria da Fonte o nome dado a uma revolta popular ocorrida na Primavera de 1846 contra o governo cartista presidido por Costa Cabral. Por isso, muitos cantores, de esquerda sobretudo, ainda a cantam. O Zeca e o Vitorino são expressões maiores disso mesmo. De salientar que como a «fase inicial do movimento insurreccional teve uma forte componente feminina, acabou por ser esse o nome dado à revolta»*. À parte: seria motivo para dizer, face a uma Chefe de Estado mulher (D. Maria II) e uma revolta de elevada base feminina, será que hoje as mulheres têm mais protagonismo do que aquele que tiveram naquela época?

«A revolta resultou das tensões sociais remanescentes das guerras liberais, exacerbadas pelo grande descontentamento popular gerado pelas novas leis de recrutamento militar, por alterações fiscais e pela proibição de realizar enterros dentro de igrejas. Iniciou-se na zona de Póvoa de Lanhoso (Minho) por uma sublevação popular que se foi progressivamente estendendo a todo o norte de Portugal. A instigadora dos motins iniciais terá sido uma mulher do Povo chamada Maria, natural da freguesia de Fontarcada, que por isso ficaria conhecida pela alcunha de Maria da Fonte.*». A sublevação foi de tal ordem que provocou a substituição do Governo de Costa Cabral, levando mesmo, entre o acender e o apagar de novas insurreições, «a uma guerra civil de 8 meses, a Patuleia, que apenas terminaria com a assinatura da Convenção de Gramido, a 30 de Junho de 1847*»

Terminaria dizendo que esta revolução ficou, para muitos, marcada como um último fulgor do Miguelismo o que, em certa medida, poderá deixar para sempre a dúvida se a implantação do Liberalismo maçónico que acabou por destruir a Monarquia até 1910, seria, efectivamente, a escolha da maioria dos portugueses naquela época?

O MINISTRO DA DEFESA NACIONAL APOIA MANUEL ALEGRE



08/11/10

            Soube-sehá dias que o Dr. Santos Silva faz parte da Comissão Politica Nacional docandidato a PR, cidadão Manuel Alegre (MA). Faz parte de uma grande plêiade deportugueses que também o vão apoiar, quer seja por convicção, mal menor, querpor ser essa a indicação partidária. Cerca de um milhão de eleitores nelevotaram há cinco anos atrás. Apesar de serem muitos não quer dizer que estejamcorrectos, lúcidos ou disponham de informação adequada. E, para além disto,baralhados de referências – como iremos perceber porquê.

            Nadade especial haveria a dizer do também cidadão Santos Silva, caso ele nãoocupasse transitoriamente o cargo de Ministro da Defesa Nacional (MDN) e, nessaqualidade, exerça a tutela das Forças Armadas.

            Ondeestá, então, o busílis da questão? Nisto: o dito candidato a PR eComandante-chefe das Forças Armadas ter praticado no seu passado actos queconfiguram o crime de traição à Pátria. Não temos a certeza que na actualjurisprudência portuguesa esse tipo de crimes tenha prescrito. Mas, numasociedade com vergonha na cara, não deveriam prescrever.

            TecnicamenteMA não desertou do Exército como é “vox populi”. Depois de ser incorporado emMafra, foi colocado nos Açores e daí marchou para Angola em 1962, em rendiçãoindividual. Acusado de actividades subversivas (que convinha conhecer eexplicitar) foi preso pelas autoridades militares, que acabaram por lhe dar acomissão militar por finda e passá-lo à disponibilidade. Tal, certamente,ocorreu para permitir à então PIDE (que por norma não se imiscuía no âmbito dasFAs nem prendia militares), instaurar-lhe um processo.

            MAacabou por regressar a Lisboa e quando estava na iminência de ser novamentepreso, fugiu para Paris, e daí para Argel. Estávamos em 1964.

            SeMA tivesse imitado uma das suas “referências” políticas, o ex-presidente daRepública Teixeira Gomes, que farto de aturar a balbúrdia da I Repúblicaabdicou do cargo e foi exilar-se e morrer em Bougie, a história do vate Alegreacabaria aqui. Ou mesmo se tivesse limitado a combater politicamente ou pelasarmas, os órgãos de soberania portugueses de então, isso ficaria apenas nosanais das desavenças lusas assumindo cada parte as suas responsabilidades.

            Aconteceque MA não se limitou a fazer isto, mas fundou, com alguns correligionários,uma rádio e, da capital argelina, passou a emitir programas que apoiavam osinimigos de Portugal e as forças que em Angola, Guiné e Moçambique nosemboscavam as tropas.[1] Hádezenas de milhares de ex-combatentes vivos que são testemunhas disto.

            Oraestes actos não configuram luta política contra um regime ou governo de que nãogostamos; Alegre actuou directamente contra os seus ex-camaradas de armas. Talnão tem nada a ver com regimes políticos, nem com liberdade ou seja o que for.Tem a ver com integridade de carácter, lealdade e patriotismo. Conceitos a queo agora candidato a PR apela com voz grossa, quando há 40 anos pertencia ao PCPque seguia religiosamente as “ordens” do Partido Comunista da União Soviética(grandes patriotas!), que como se sabe era um exemplo de democracia e exercíciodas liberdades. 

            Julgoque não necessitamos de entrar em mais considerações que estão relatadas portestemunhas insuspeitas e que vão do tratamento de exilados portugueses quedesembarcaram na grande “democracia” que era a Argélia de então, às relaçõescom o General Humberto Delgado e que, aparentemente, desembocaram na tragédiade Vilanueva del Fresno.

            Orao ministro Santos Silva não deve desconhecer tudo isto e tendo o PS apoiado,mesmo a contra gosto, a candidatura do poeta – campo em que unicamente exerceualgo parecido com uma profissão – deveria ter tido o bom senso em delegar afunção noutro e não se envolver ostensivamente na campanha. Poupava assim maisuma humilhação à Instituição Militar e um embaraço à sua hierarquia.

            Écerto que o MDN sempre pode alegar que foi uma junta militar encabeçada por umgeneral ambicioso, que se veio a revelar um péssimo político, e o então MFA,que insensatamente deixaram entrar no país uma quantidade de gente pouco recomendável,sem ter assegurado o mínimo de condições para o fazer. E entre eles estava oactual quase deputado vitalício. 

            Éverdade. Mas isso são águas passadas cometidas em tempos de “loucuraanarquizante”, que a ingenuidade e impreparação dos meus camaradas de então,permitiram, embora não os isentando da responsabilidade. O doutor S. Silvaagora é ministro, deve velar pela dignidade do cargo e das instituições quetutela. Eu poderia até acrescentar que há ex-combatentes que não se importam deapertar a mão ao dito candidato e ex-locutor, mas levo isso na conta dasfraquezas de carácter tão usuais na natureza humana. A responsabilidade deministro é, porém, diferente.

            Ospaíses definham a desaparecem não é por terem crises económicas, financeiras ousociais. É por terem crises morais. E esse é o estado em que verdadeiramentecaiu o nosso Portugal, que está subvertido de valores, exangue de coragem e semnorte. E está envelhecido, abúlico, sem liderança e com deficit deportuguesismo. 

            Ficaaqui este registo para não se dizer, mais tarde, que ninguém viu e ninguém seopôs.


                                                                                       João José Brandão Ferreira
                                                                                                TCor/Pilav (Ref.)
                                                                                  (Dasmui antigas, nobres, por vezes
                                                                                  gloriosas,mas quase extintas Forças
                                                                                             Armadas Portuguesas)
           



[1] Crime punível pelo artigo75 do Código de Justiça Militar, então em vigor, aplicável por força do artigo77 do mesmo código, a que correspondia a pena de prisão maior, por oito anos,seguida de degredo por 20 anos, com prisão no lugar de degredo até dois anos. Oactual CJM, aprovado pela Lei 100/2003, de 15 de Nov., prevê a punição do mesmocrime.

sábado, 20 de novembro de 2010

VIVAM OS NOSSOS REIS!


PELA NOSSA LIBERDADE, ESTA É A NOSSA OPORTUNIDADE.

A adulteração dos valores e princípios naturais são a verdadeira fonte das dependências.

Os sistemas democráticos actuais, caminham inexoravelmente para o retrocesso dos tempos históricos da servidão e escravatura.

Porque não respeitam o ser humano como essência de toda a decisão política, porque seguem o caminho da ditadura do relativismo.

O respeito pela liberdade de cada indivíduo e o respeito pelo equilíbrio que a nossa liberdade não pode afectar a do próximo, é a única linha de equilíbrio possível para a realização do ser humano em sociedade.

Quando e sempre, que se estabelece uma linha de conduta política ou de regras de governação, que afecta este equilíbrio, estaremos a permitir a subjugação, a dependência e a escancarar a porta da prepotência.

Em Portugal não existe nenhuma força política, nenhum partido que defenda e lute por esta evidente verdade.
A defesa da liberdade foi completamente adulterada.

Prevaleceram e dominam, as doutrinas que defendem a subjugação do Homem Livre ao interesse colectivo.
O que é o interesse colectivo?

Defendo eu, que é a expressão colectiva da liberdade de pensamento de cada um, pelo respeito integral pela liberdade de todos os outros, que comigo partilham uma afinidade de raízes e sentimentos, ou seja a afinidade patriótica.

Defendem os dominadores actuais da sociedade portuguesa, que o interesse colectivo é a expressão do voto nas urnas…que democracia é a liberdade.

Falácia total, que nos domina e nos encaminha para a escravatura.

Colocam o voto, como um dogma, antes do conceito primário da liberdade individual…a mentira travestida de verdade…a mais perigosa das mentiras.

Como se não houvessem regras que impedem a livre escolha…como se não houvesse a manipulação permanente da opinião…como se todas as correntes de opinião tivessem as mesmas condições de igualdade de acesso às eleições e aos meios de divulgação…como se não houvessem regras impeditivas de expressão e de candidatura…como se não houvesse favorecimentos financeiros e de toda a natureza para os partidos e as ideias dominantes…como se não estivéssemos todos limitados e dependentes.

No tempo da escravatura, um senhor teve a ideia de dar a liberdade de escolher o Capataz, pelo voto, a seus escravos…o Capataz foi eleito pela livre escolha dos escravos…mas o Capataz eleito, obteve de imediato, promessas de vantagens e o seu regime ainda foi mais severo para com todos os outros.

Assim se consolidou o regime da escravatura.

A questão nunca pode ser a da liberdade de votar, mas sim a do que é o sentido de liberdade individual de cada um.

Uma votação, uma democracia, tanto pode ser um instrumento essencial de reforço da motivação colectiva e do respeito pela nossa condição de humanos, como um instrumento muito útil e cada vez mais moderno para o caminho da escravatura.

O regime português, a 3ª Republica, fechou-se numa Oligarquia partidária, dominada pelas ideias perigosas do Socialismo democrático, que defendem a subjugação da liberdade individual ao aparente interesse colectivo (ditado por eles próprios e pelos seus instrumentos de manipulação) e impedem por inúmeros meios que criaram e que transformaram em Leis, que a sociedade livre possa ter outras opções e surjam novas propostas e novos projectos colectivos.

Impedem-nos de votar no que queremos, de acordo como que pensamos…apenas nos deixam optar pelo mal menor…queixam-se entretanto que já não há a expressão da vontade colectiva…como poderá haver?
Este regime viola a nossa consciência…retira-nos a consciência colectiva como povo…adultera a democracia.

Os escravos que foram enganados pela introdução do voto na escolha do capataz…só vieram a alcançar a sua condição humana e a sua liberdade através da revolta e da demonstração colectiva da sua razão.
Hoje em Portugal, só alcançaremos de novo a liberdade…se não pactuarmos com este regime e com isso demonstrarmos a nossa razão.

O voto nas eleições presidenciais tem o significado próprio de avalizar o regime pela escolha do seu Presidente.

Está na hora de nos revoltarmos e de assumir a nossa revolta…não pactuando, nem avalizando as próximas eleições presidenciais…Não Votando.

Dessa atitude dependerá a nossa liberdade futura.

Muitas panaceias irão ser lançadas para evitar esta atitude, que se for maioritária destruirá os alicerces frágeis e fictícios deste regime… a Abstenção é a única arma política que nos resta para voltarmos a aspirar pela Liberdade e pela condição de pertencermos a um povo soberano, independente e orgulhoso.

José J. Lima Monteiro Andrade 
(Fonte: Blogue "Desafio de Mudança")

HÁ 19 ANOS: TIMOR - VAMOS AJUDAR?

Timor - vamos ajudar? Esse o repto lançado por El-Rei D. Duarte III, em 1987, a todos os portugueses de consciência, a quem não poderia ser indiferente o drama dos então ainda nacionais do outro extremo do planeta.
Muitos, muitissimos, de nós, vulgares cidadãos, respondemos, e fez-se o que se pode para conseguir condições de melhoria de vida para os timorenses.
O Estado republicano ignorou a questão. Fez ouvidos de mercador. Como já antes assobiara para o lado, ao ouvir os ecos do assassinato do Ten.-Coronel Maggiolo Gouveia e dos seus subordinados e, de um modo geral, todos as notícias da guerra civil que chegavam à capital.
Até que as televisões estrangeiras o trairam - ao Estado republicano - miserávelmente. Através das suas imagens, cruas e reais, o Pais tomou conhecimento do massacre do cemitério de Santa Cruz, em que as tropas indonésias mataram e feriram centenas de estudantes de Timor.
Faz hoje, (13 de Novembro), 19 anos!
Foi uma aflição. E agora que o Estado não podeia continuar ignorando o que todo o povo já sabia? Bradaram os tribunos republicanos, organizou-se um ridículo navio que chegou até perto de Timor para fugir, de rabo entre as pernas, à primeira intimação dos indonésios. Recorreu-se às instâncias internacionais, foi um alarido, a indignação geral, - a farsa generalíssima, afinal, só para deitar um pouco de areia aos olhos dos portugueses. Como se tudo não pudesse ter sido evitado antes!
E assim se invoca um dos mais gloriosos momentos da República - esse em que a Indonésia invadiu território português disparando indiscriminada e fatalmente contra portugueses. Sem reacção dos governantes republicanos.


JÁ SAIU O Nº 4 DO CORREIO REAL

Poderá Encomendar o Correio Real Aqui 

(Fonte: Blogue "Família Real Portuguesa")