sexta-feira, 29 de outubro de 2010
EXPOSIÇÃO: "O FUMO NA REALEZA PORTUGUESA", NO PAÇO D'AJUDA
A exposição integra-se na mostra “Dom Luís e o Fumo - Um prazer aristocrático”, que é inaugurada no dia do aniversário de S.M. Rainha Dona Maria Pia. “A exposição deste ano é constituída por caixas de charuto pintadas por Luiz Leite, e haverá uma vitrina com vários objectos e uma caixa com charutos de Dom Luís”, disse à Lusa fonte do museu. “Sabemos que Dom Luís era aficionado do charuto, que a Rainha Dona Maria Pia também fumava e que Dom Carlos, tal como o pai, fumou toda a vida, o que está bem documentado pelos objetos, fotografias e notícias da época”, explicou a mesma fonte. Referindo-se à exposição, a mesma fonte referiu: “Com Luiz Leite aflora-se um tema que não se inscreve nas artes decorativas. Está antes ligado às pessoas reais e à sua época. Porém, o pintor não glosa o fumo, mas simplesmente o seu invólucro: a caixa”, acrescentou. As caixas de charutos e o papel de cerejeira são o suporte para a pintura livre de Luiz Leite, médico dermatologista de profissão. Trata-se de “mais um olhar contemporâneo sobre o Palácio Nacional da Ajuda, que questiona o passado, recriando-o”, referiu a mesma fonte. A mostra, que estará patente até 16 de Novembro, insere-se no ciclo “Um olhar sobre o palácio…” que anualmente é organizado por ocasião do aniversário da Dona Maria Pia, a quem se deve a decoração da residência régia. “O nome da Rainha de origem italiana é indissociável do palácio, a ela se deve não só toda a actual decoração, como a riqueza das colecções de arte”, salientou a mesma fonte.
O Palácio da Ajuda foi pioneiro nestas exposição que fazem um desafio aos artsitas plásticos a olharem para o Palácio e as suas colecções e fazerem uma interpretação. A escolha recaiu sobre um tema - o fumo - que não era tão "reprovável" como hoje, pela sociedade. O tabaco quando chegou á Europa, foram-lhe apontadas capacidades terapêuticas. Uma iniciativa de Isabel Silveira Godinho, a directora do Palácio que genialmente tem conseguido dinamizar o agora museu do que outrora foi residência régia. S.M. D.ª Maria Pia aqui viveu até à partida para o exílio em Turim, o berço dos Sabóia.
Fonte: Jornal Hardmusica
ÚLTIMA DESCOBERTA...!
Mapa mais antigo que se conhece de Portugal
O grande problema é mesmo convencerem-nos que não somos europeus; ou que, Portugal, começou em 1 de Janeiro de 1986. Antes de haver alguma CEE/UE já havia Europa há vários milhares de anos; antes de Portugal aderir a esta organização, já existia há séculos. Mais: pode mesmo dizer-se que quem «inventou» a Europa, foram aqueles intrépidos marinheiros Portugueses que no século XV, viraram as costas ao seu pedaço de Terra no continente europeu, para desbravar os Oceanos e fazer a Europa. A nossa tragédia histórica é, no último século pelo menos, compararmo-nos a quem não devemos: hoje a Venezuela de Chávez; ontem, a França da III.ª república; a Itália de Mussolini; a Jugoslávia de Tito; a União Soviética de Brezniev; a CEE de Delors, etc., etc. Algum dia, voltaremos a ser nós outra vez. E nesse dia, sob Portugal, estará a coroa da Europa, como acontecia em vários mapas alemães, dos séculos XVI e XVII. No dia em que os Portugueses decidirem «descobrir» Portugal!
Fonte: PeAn
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
"É IMPORTANTE A ILUMINAÇÃO MAS COM LIMITES"
Por que motivo aderiu ao grupo do Facebook Srs. Presidentes de Câmaras - Este Ano não Queremos Luzes de Natal ?
Em primeiro lugar, não fui eu que aderi a esse grupo. Quem aderiu foi o gestor da minha página do Facebook - ou seja, a pessoa que a criou com minha autorização. Porém, não escondo que não concordo com alguns gastos exagerados com a iluminação.
Quando refere que existem gastos exagerados refere-se apenas à quadra natalícia?
Não. Os gastos de que falo e que mais me preocupam são aqueles que duram todo o ano e que são dispensáveis. No caso concreto do Natal até acho que é importante alguma iluminação, mas tudo com limites. Devem ser escolhidos locais de interesse público e iluminá-los, lembro-me agora da maravilha que é ver a Basílica da Estrela iluminada.
Que limites?
Os limites de que falo são, por exemplo, o estabelecimento de horas para apagar as luzes, ou seja, deveria ser determinado que as luzes se desligassem a partir da meia-noite ou da 01.00.
Como vê a redução dos gastos da autarquia de Lisboa? É um sinal positivo?
Sim, não deixa de ser positivo que se gaste menos dinheiro, mas também não podemos esquecer que isso acontece dada a difícil situação em que se encontra a Câmara Municipal de Lisboa. Em minha opinião, nas grandes cidades as autarquias deviam apenas financiar as iluminações básicas, a maioria deveria ser feita pelas associações de comerciantes.
RAINHAS PORTUGUESAS: AIDA SOUSA DIAS EXPÕE NO HOTEL INFANTE DE SAGRES, NO PORTO
[ Rainhas Portuguesas, serve de tema na exposição de Aida Sousa Dias, patente até Novembro no Hotel Infante Sagres, no Porto. Em cortesia com o grupo Pensar Real~Pensar Portugal, a artista revelou-nos que: "A exposição de esculturas, baseia-se numa imaginada figuração de algumas "Mulheres-Rainhas" que me marcaram ao longo da vida, e marcaram a nossa História de Portugal. Escolhi umas pela sua importância mística, outras pelo papel importante que tiveram como Rainhas reinando sós, outras porque ao lado dos seus maridos - reis impuseram valores e comportamentos que as dignificaram. Estes trabalhos agora patentes na exposição, são o ínicio de um conjunto de obras que irão sendo executadas ao longo do próximo ano. O material escolhido para a realização das esculturas, é a pedra mármore da região do Alentejo, sendo que se podem observar outras pedras da zona de Sintra de várias tonalidades". By (FQ) Pensar Real~Pensar Portugal, no Porto]
AIDA SOUSA DIAS: Nasceu em Lisboa. Licenciada em Escultura pela Faculdade de Belas- Artes –Universidade de Lisboa. Mestre em Ciências e Teorias da Arte, defendeu na mesma Faculdade a tese intitulada: “A Figura da Mulher na Escultura dos Anos Cinquenta em Portugal”. Trabalhou na investigação da Cerâmica Portuguesa de 1976 a 1987, ano em que publicou o livro “A Cerâmica de Rafael Bordalo Pinheiro” ( Lello & Irmão Editores ), reeditado em Dezembro de 2009. A partir de 1984, a par da investigação, inicia a actividade de direcção e organização de exposições na Galeria da Junta de Turismo da Costa do Estoril, e no ano seguinte na Galeria Albatroz em Cascais onde dirigiu orientou e programou exposições até 1993. Foi júri de selecção e atribuição de prémios em várias exposições de Arte, e outros concursos nacionais e internacionais, organizados por Câmaras Municipais e entidades particulares. Realizou até data cerca de 40 exposições individuais e participou em inúmeras colectivas em Portugal e no estrangeiro. É autora de vários textos e prefácios em catálogos de Arte. Paralelamente a estas actividades é professora efectiva no Ensino Secundário e Professora Formadora (na área de Expressões no domínio das Didácticas Específicas ) da Formação Científica de Professores (FOCO). É membro efectivo do Conselho Consultivo da Fundação Marquês de Pombal. Como artista plástica está representada em diversas colecções oficiais e particulares em Portugal, Espanha, Alemanha, Inglaterra e França. Recebeu a Medalha de Mérito (Grau Prata) da Câmara Municipal de Oeiras em 7/6/1995. Recebeu alguns prémios em concursos entre eles: o Prémio de Escultura da Central de Cervejas em 1981 e foi eleita pela Revista “Marie Claire” uma das Mulheres do Ano de 1988.]
SITE OFICIAL:
Publicada porRicardo D'Abranches
Fonte: Blogue "Pensar Real, Pensar Portugal"
CONCLUSÕES DO XXIII CONGRESSO NACIONAL DO PARTIDO POPULAR MONÁRQUICO
O XXIII Congresso Nacional do PPM decorreu este fim-de-semana (23 e 24 de Outubro) no Hotel Ritz em Lisboa. De forma, necessariamente sintética destacamos:O Partido procedeu a uma profunda alteração estatutária, de entre as alterações efectuadas destacamos: a limitação dos mandatos do Presidente da Comissão Política Nacional (que passa a poder realizar apenas 3 mandatos sucessivos); a descentralização estatutária dos locais de reunião dos órgãos do Partido que passam a realizar-se obrigatoriamente em diversos locais do país; a criação de órgãos de organização local do Partido à escala territorial dos concelhos; a criação de um senado do Partido que agrega os Fundadores e ex-presidentes dos órgãos nacionais do Partido, no sentido de garantir a ligação do Partido com a sua História e fundamentos programáticos. Todas as propostas de alteração aos Estatutos foram aprovadas por unanimidade, algo sem precedentes na história do Partido.
De destacar também a eleição dos novos órgãos do Partido num clima de grande consensualidade e de união interna. Nesse sentido, foram apresentadas listas de consenso para todos os órgãos do Partido. Algo também sem precedentes na história recente do Partido. Paulo Estêvão, líder parlamentar do Partido nos Açores foi eleito Presidente da Comissão Política Nacional com 99% dos votos.
Foram também aprovadas um conjunto de moções que defendem a integração do Partido numa futura coligação no espaço político-partidário ocupado pela antiga Aliança Democrática (AD). Nesse sentido os órgãos do Partido tudo farão para despoletar a criação duma aliança política pré-eleitoral entre o PSD, o CDS e o PPM.
Do ponto de vista especificamente programático, o PPM centrou o seu discurso na recuperação do sector agrícola, na continuação da defesa do discurso ecológico cuja paternidade em Portugal lhe pertence, na priorização da construção de uma grande estratégia nacional para a exploração do 10ª maior Mar Territorial do mundo, no regresso de critérios de grande exigência e qualidade ao sistema educativo, na manutenção de um grande esforço de carácter orçamental para auxiliar os mais desfavorecidos (política social) e na defesa deste tipo de princípios programáticos nas restantes áreas de actividade aqui não referenciadas.
No que diz respeito à actualidade política, o PPM solicita a todos os agentes político presentes na Assembleia da República que ajam com moderação e sentido de Estado. Não temos nenhuma dúvida que este Primeiro-Ministro não tem soluções para o país e que deve ser rapidamente substituído, mas isso não pode significar lançar o país numa grave crise orçamental que dirija o país para o abismo. Relativamente à Revisão Constitucional, o PPM defende a alteração da Constituição no sentido de possibilitar aos portugueses a opção de escolha do regime em referendo (Monarquia ou República). No que se refere à questão do reforço das competências das autonomias regionais, o PPM – que tem assento no Parlamento Açoriano – defende um amplo conjunto de alterações constitucionais. Entre outras coisas refere-se, a extinção do Representante da República, o aumento das competências do Parlamento Açoriano e a blindagem constitucional da Lei das Finanças Regionais.
PRESIDENTE HONORÁRIO
VICE-PRESIDENTE – ADRIÃO SARAIVA GONÇALVES
SECRETÁRIA – MARIA ALEXANDRA SILVANO PATO
MARIA ORLANDA FERREIRA EURICO MATIAS
LUÍS MARIA BARREIROS
JOSÉ CARLOS SÁ MENESES
PEDRO PAULINO NORONHA
ANTÓNIO MANUEL CABRAL OLIVEIRA
ALCIDES BRANCO MENDES ANDRADE
SANDRA TORRALVO MENDONÇA
ANA DE JESUS MARIA PEREIRA
GABRIEL JORGE PATO
FLORBELA PINHEIRO TORRALVO
FLORA TORRALVO DA SILVA MENDONÇA
ANA MARIA FARIA REIS CARVALHO
AUREA DE FÁTIMA GOMES DA ROCHA
PEDRO TOMÉ ALEIXO
ANA ISABEL SILVANO PATO
AMARO JORGE BORDA D’ÁGUA
FÁBIO REIS FERNANDES
TERESA MARIA BARBOSA DORDIO
JOSÉ MANUEL SANTIAGO
PRESIDENTE: PAULO JORGE ABRAÇOS ESTÊVÃO
1º VICE-PRESIDENTE: GONÇALO MARIA PACHECO DA CÂMARA PEREIRA
2º VICE- PRESIDENTE: MANUEL MARIA BENINGER SIMÕES CORREIA
3º VICE-PRESIDENTE: ARMANDO CARLOS FERREIRA
SECRETÁRIO-GERAL: VALDEMAR PEDRO ALMEIDA
VOGAIS: FREDERICO DUARTE CAVACAS TEIXEIRA DE CARVALHO
VANDA CRISTINA DA CRUZ RAIMUNDO
JORGE HENRIQUE DE ALEGRIA CIRNE
ALINE GALLASCH- HALL
PEDRO MORAIS MESQUITA BORGES DE MACEDO
SÍLVIA MARIA RODRIGUES DE OLIVEIRA
GIL FRANCISCO CAVALEIRO PINTO
JOÃO PEDRO FONSECA PINTO
MANUEL MARIA CÂMARA MELLO VAZ DE SAMPAYO
MARIA DO CARMO CABRAL DA CAMARA PEREIRA MUNOZ
PRESIDENTE: MANUEL HUMBERTO S. JOÃO
SECRETÁRIA: DEOLINDA ROSA MACHADO VIEIRA ESTÊVÃO
SECRETÁRIO: JOÃO MANUEL ALFERES DAS PEDRAS
PRESIDENTE HONORÁRIO
JOSÉ JORGE MONIZ CORTE-REAL DA ASSUNÇÃO ANDRADE
MESA DO CONGRESSO
PRESIDENTE – PAULO CORTE-REAL CORREIA ALVESVICE-PRESIDENTE – ADRIÃO SARAIVA GONÇALVES
SECRETÁRIA – MARIA ALEXANDRA SILVANO PATO
CONSELHO NACIONAL
BELBINA LAUREANA FERREIRA EURICO MATIASMARIA ORLANDA FERREIRA EURICO MATIAS
LUÍS MARIA BARREIROS
JOSÉ CARLOS SÁ MENESES
PEDRO PAULINO NORONHA
ANTÓNIO MANUEL CABRAL OLIVEIRA
ALCIDES BRANCO MENDES ANDRADE
SANDRA TORRALVO MENDONÇA
ANA DE JESUS MARIA PEREIRA
GABRIEL JORGE PATO
FLORBELA PINHEIRO TORRALVO
FLORA TORRALVO DA SILVA MENDONÇA
ANA MARIA FARIA REIS CARVALHO
AUREA DE FÁTIMA GOMES DA ROCHA
PEDRO TOMÉ ALEIXO
ANA ISABEL SILVANO PATO
AMARO JORGE BORDA D’ÁGUA
FÁBIO REIS FERNANDES
TERESA MARIA BARBOSA DORDIO
JOSÉ MANUEL SANTIAGO
COMISSÃO POLÍTICA NACIONAL
PRESIDENTE: PAULO JORGE ABRAÇOS ESTÊVÃO
1º VICE-PRESIDENTE: GONÇALO MARIA PACHECO DA CÂMARA PEREIRA
2º VICE- PRESIDENTE: MANUEL MARIA BENINGER SIMÕES CORREIA
3º VICE-PRESIDENTE: ARMANDO CARLOS FERREIRA
SECRETÁRIO-GERAL: VALDEMAR PEDRO ALMEIDA
VOGAIS: FREDERICO DUARTE CAVACAS TEIXEIRA DE CARVALHO
VANDA CRISTINA DA CRUZ RAIMUNDO
JORGE HENRIQUE DE ALEGRIA CIRNE
ALINE GALLASCH- HALL
PEDRO MORAIS MESQUITA BORGES DE MACEDO
SÍLVIA MARIA RODRIGUES DE OLIVEIRA
GIL FRANCISCO CAVALEIRO PINTO
JOÃO PEDRO FONSECA PINTO
MANUEL MARIA CÂMARA MELLO VAZ DE SAMPAYO
MARIA DO CARMO CABRAL DA CAMARA PEREIRA MUNOZ
CONSELHO DE JURISDIÇÃO NACIONAL
PRESIDENTE: MANUEL HUMBERTO S. JOÃO
SECRETÁRIA: DEOLINDA ROSA MACHADO VIEIRA ESTÊVÃO
SECRETÁRIO: JOÃO MANUEL ALFERES DAS PEDRAS
SENADO
PRESIDENTE: MIGUEL PIGNATELLI DE ATAIDE QUEIROZ(Fonte: Sítio oficial do Partido Popular Monárquico)
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