
sábado, 2 de outubro de 2010
VISITA À TRAFARIA DA FAMÍLIA REAL - 30 DE JUNHO DE 2001

No dia 30 de Junho de 2001, tendo como cenário as festas de São Pedro, comemorou-se o Centenário da visita da Rainha Dona Amélia à Trafaria para, então, à frente da benemérita Assistência Nacional aos Tuberculosos, inaugurar uma Colónia Balnear para crianças tuberculosas. Volvidos cem anos, a Paróquia de São Pedro e a Junta de Freguesia da Trafaria convidaram SS.AA.RR., Os Duques de Bragança, na companhia do Príncipe Dom Afonso, da Infanta Dona Maria Francisca e do Infante Dom Diniz, para a comemoração desta efeméride na qualidade de Convidados de Honra. O convite foi extensivo à Direcção da Real Associação de Lisboa e seus convidados que na ocasião, acompanharam a Família Real, tendo toda a Comitiva sido transportada no barco "São Paulus" gentilmente cedido pela Transtejo, com partida da Estação Fluvial de Belém e chegada à Trafaria pelas dez horas daquele sábado estival.Tal como há cem anos a Rainha Dona Amélia e sua comitiva, ali chegaram a bordo do "Lisbonense".
Desta vez, à chegada à Trafaria, a Família Real e seus acompanhantes, foram recebidos pelos responsáveis da Organização destas comemorações, à frente da qual se destacavam o Presidente da Junta de Freguesia da Trafaria e outros responsáveis, como os Mordomos da Festa de São Pedro e dirigentes da Sociedade Musical Trafariense, o Senhor Padre Sérgio Alves Quelhas, Pároco da Igreja da Trafaria, com a colaboração do Seminarista João Luís Paixão e outras entidades locais, literalmente envolvidos num ambiente festivo e amplamente participado pela população local que, podemos afirmar, não deixou ninguém em casa. Impressionante, também, pelo rigor e organização manifestados, a presença muito numerosa de jovens do Agrupamento de Escuteiros 372 da Trafaria de alunos das Escolas Primárias Nº 1 e Nº 2 (Escola da Corvina), todos empunhando pequenas bandeiras reais ao som da excelente Fanfarra do Batalhão de Bombeiros Voluntários da Trafaria.
Após o desembarque e sempre rodeados pela população da Trafaria, percorreu-se, a pé, em ambiente de muito calor humano e avidez de proximidade de SS.AA.RR., o trajecto até à Igreja de São Pedro, que foi pequena para acolher todos aqueles que quizeram assistir à missa celebrada pelo Senhor Padre Sérgio Quelhas, de Sufrágio pelas almas de Suas Majestades, El-Rei Dom Carlos e a Rainha Dona Amélia. Esta cerimónia religiosa foi de grande elevação e devoção que a todos sensibilizou, pelo que a Homilia com que o Senhor Padre Sérgio Quelhas a todos abraçou, por certo, perdurará no tempo e na memória das recordações gratas que se perpetuam para além do tempo, que é o nosso. A Duquesa de Bragança, Senhora Dona Isabel, depositou uma corôa de flores no altar de Nossa Senhora da Conceição, Padroeira de Portugal, gesto que sublinhou um momento de grande significado e devoção. Terminada a cerimónia religiosa, e sempre rodeados pela população entusiasmada e participativa, foram distribuídos muitos Boletins da Real Associação de Lisboa que, em muitos casos, serviram para recolha de assinaturas de SS.AA.RR., autografando-as carinhosamente para além de abundante distribuição de pequenas bandeiras e auto-colantes reais. Teve então lugar um Desfile Histórico, protagonizado por jovens das Escolas Primárias, alusivos à época, onde se destinguiam figuras representando as mais diversas profissões liberais, pescadores, banhistas, varinas, padeiros, vendedores, elementos da nobreza, o Rei, a Rainha, etc., enquadrados pela permanente animação e desempenho dos representantes do Agrupamento de Escuteiros 372 da Trafaria.
Num palco, situado no topo da rua onde se realizou o Desfile Histórico, SS.AA.RR., e os Organizadores deste magnífico evento, com os Mordomos da Festa de São Pedro, responsáveis da Sociedade Recreativa Musical Trafariense, na presença do Senhor Padre Sérgio Quelhas, trocaram ofertas, que vão prepetuar recordações, deste dia inesquecível passado na Trafaria. Depois do encerramento das comemorações, SS.AA.RR., almoçaram na Quinta da Nossa Senhora da Conceição (Trafaria), a convite da Família Quintela. O regresso a Lisboa de SS.AA.RR., e convidados, teve lugar pelas 15:30 horas, de novo a bordo do barco "São Paulus" da Transtejo. À chegada a Lisboa, em todos residia a sensação de que se vivera uma jornada monárquica muito relevante e a convicção de que se aproximam tempos de mudança. O povo da Trafaria, como em todo o Portugal, manifestou, inequívocamente, na sua tradicional sabedoria, o seu sentimento de natural afeição e proximidade à Família Real e o que ela representa, uma "Família Dinástica" que "tem o seu lugar distinto e insubstituivel". De facto - "Tem-no também, sem concorrência visível de nenhum outro órgão, como guardadora da integridade do carácter da grei na vigilância e precaução dos interesses futuros e, sobretudo, na criação, no planeamento e na prossecução dos grandes projectos nacionais".Boletim "Real" da Real Associação de Lisboa, Nº 47/48 de Setembro de 2001
(Fonte: Blogue "Família Real Portuguesa")
ARRUADAS EM LISBOA COM A REAL ASSOCIAÇÃO DE LISBOA
Hoje, Sábado, dia 2 de Outubro, pelas 15h00, concentração na Av. Dom Carlos I, (no princípio da avenida), passagem pela AR e Largo Victor Damásio.
Amanhã, Domingo, dia 3 de Outubro, pelas 15h00, do Mosteiro dos Jerónimos até à Torre de Belém.
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
ACABOU-SE! VIREI MONÁRQUICO!
Há alguns anos que tenho andado um pouco inquieto e preocupado, para não dizer irritado. O que, de há uns tempos a esta parte, se tem passado neste país, no que respeita a comemorações de datas, acho que é suficiente para sentirmos aquele estado de alma.
Expliquemo-nos.
Vim ao mundo num tempo em que a república só ainda não tinha barbas porque é representada por uma figura feminina. Talvez por isso, durante muitos anos, nunca me interroguei se seria republicano ou monárquico, deixando-me conduzir pela lógica do meu nascimento: seria republicano porque nasci no tempo em que a república já era aceite como a coisa mais natural deste mundo. Estou convicto de que a muitos dos meus compatriotas terá acontecido o mesmo.
Mas, ultimamente, tenho meditado muito sobre o assunto e comecei a interrogar-me sobre qual será o melhor sistema para a democracia e o desenvolvimento do país. Encontro-me num ponto em que admito que qualquer deles poderá servir, dependendo o êxito ou o fracasso de cada um deles do comportamento dos políticos e do povo que somos.
No entanto, o que me faz hoje vir abordar este tema é que começo a estar farto da comemoração do cinco de Outubro e dos moldes em que ela se desenvolve.
Para início do mote, tomo a liberdade de perguntar : – Justificar-se-á que ainda se mantenha o 5 de Outubro como feriado nacional? Para uns, sim; para outros, não – como é normal nestes casos. Alinho pelos que vão pela negativa. Feita esta afirmação com tanta frieza e, segundo o entender de alguns, tanto descaramento, bom será que me justifique para satisfazer a natural curiosidade de algum leitor que ainda não desistiu de acompanhar a dissertação da crónica.
Ora, de 1143 a 1910, decorreram setecentos e tal anos, o tempo em que Portugal foi uma Monarquia. Considerando já o próximo ano, a nossa estimada república completará um século de vida. Ou nem tanto, se considerarmos o tempo da ditadura, (1926 a 1974), em que, em boa verdade, não foi uma coisa nem outra. Ditadura é ditadura e o resto é cantiga.
Vem esta menção aritmética a propósito de se pretender demonstrar que o tempo monárquico vence o tempo republicano por 7 a 1, o que , em termos futebolísticos, costuma designar-se por uma estrondosa derrota para a república.
Após estas primeiras considerações, seja-me permitido expressar de modo mais explícito o que pretendo transmitir.
O que está em causa nem é comemorar o aniversário da implantação da república. Ponho reservas, isso sim, ao triunfalismo exibido, à agressividade manifestada, ao apoucamento mesquinho, às acusações sórdidas, aos achincalhamentos impudicos, como se todos os malefícios que nos vão atingindo tenham origem no facto de termos tido, ao longo de vários séculos, um sistema político monárquico.
Até porque hoje já nos habituámos, no dia a dia, a uma convivência natural, salutar e democrática, (e não digo tolerante porque não temos nada que nos tolerar neste campo), já que somos todos membros da mesma pátria. Passado este século republicano e fazendo uma retrospectiva honesta e sincera, havemos de concordar que em ambos os regimes se fizeram boas obras e se cometeram muitos erros, pela simples razão de que, quer um sistema quer o outro, são interpretados por homens.
Olhando o mundo da Europa Ocidental em que, por uma questão geográfica e cultural, nos inserimos, nada demonstra que o bem-estar, o progresso e o desenvolvimento – seja ele de que natureza for –, dependam essencialmente de ser republicano ou monárquico. E, se bem repararmos, talvez notemos que estes têm alguma vantagem sobre aqueles. Não me consta que aqui a vizinha Espanha esteja, apesar da sua Monarquia, menos desenvolvida do que o nosso Portugal, e até, segundo rezam as estatísticas, está uns bons furos acima de nós. Não quero com isto dizer que se tivéssemos uma Monarquia a coisa seria diferente ou ao contrário.
Felizmente, a liberdade está instalada entre nós. Bom será que saibamos aproveitar as virtualidades que ela contém e não a deturpemos, dando-lhe um uso que a possa transformar em geradora de pequenos e iluminados ditadores de meia tigela.
Não queiram os que se dizem republicanos dogmáticos reescrever a história alterando-a ao ponto de afirmarem que quem lutou, sofreu e morreu para conseguir a consolidação territorial do país foram os republicanos. Ou que foram também eles que se entregaram à ingente e heróica aventura dos descobrimentos, que fizeram de Portugal um país diferente no contexto das nações já existentes na época ou formadas no futuro. Ou que foram os republicanos que fizeram a revolução do 1º de Dezembro de 1640, com muitos e muitos sacrifícios à mistura com umas tantas traições. Ou que foram os republicanos que criaram e consolidaram a mais velha nação do mundo, em termos territoriais. E não vamos enveredar por argumentações falaciosas, porque telhados de vidro todos o regimes políticos têm.
Passada a bagunçada do recente período eleitoral – nunca se foi tão baixo como desta vez! – estou tentado a registar, com alguma simpatia, o que terá dito o Rei de Espanha, D. Juan Carlos, ao socialista, Filipe Gonzalez, quando o nomeou para formar o futuro governo : – “Sei que os socialistas espanhóis são republicanos, mas não se preocupem por termos hoje uma Monarquia, pois zelarei para que a constituição seja respeitada, e, além disso, a Monarquia tem pelo menos uma vantagem sobre a República: não é necessário andar, de cinco em cinco anos, a gastar dinheiro em campanhas eleitorais, nem pôr os espanhóis a atacarem-se uns aos outros para eleger um novo presidente da república…” Frase bem humorada, mas, convenhamos, com alguma lógica no conteúdo.
É bom que termine, não venha aí algum republicano a insultar-me e, quem sabe, até a apodar-me de traidor.
Mas sempre vou dizendo que, enquanto se continuar a comemorar o 5 de Outubro nos moldes em que tem sido até aqui, insultando maléfica, injustificada e estupidamente a Monarquia, vou-me mesmo pela adesão a esta.
Querem comemorar os aniversários da república (que foi imposta e não referendada, nem na implantação nem “à posteriori“), pois que o façam. Mas com dignidade e respeito pelos que têm concepções diferentes sobre a melhor forma do sistema governativo. O que interessa é que, em qualquer deles, seja dada liberdade ao povo para escolher os que nos hão-de governar, ou até desgovernar, como por vezes acontece…
Para comemorar o nosso aniversário, não vamos, com certeza, começar a desrespeitar ou a vilipendiar os nossos ascendentes. Era o que faltava! Para vergonha, já chega o que por aí vai.
Vem aí o centenário da imposição (implantação) da república, já no próximo ano. Pois que se festeje, mas com elevação, dignidade, nobreza e equilíbrio emocional. E, acima de tudo, com respeito pelos heróis monárquicos que nos legaram, ao longo de muitos séculos, o orgulho de sermos portugueses. E, se assim acontecer, quem sabe se não voltarei a virar-me para o republicanismo? Não prometo nada, mas todos sabemos que, nisto da política, a histrionia e o mimetismo andam muito aconchegadinhos para ajudarem os oportunistas no seu calculismo para o proveito próprio. Não me tenho nessa conta, mas nunca se sabe…
- A. Pires da Costa -Crónica escrita para o semanário albicastrense “ RECONQUISTA” e publicada em Outubro de 2009 -
OS BOYS DA REPÚBLICA
"Os monárquicos, abarrotavam as cadeias. Destituíam-se em massa funcionários, que eram considerados adversários da república, e nomeavam-se, aos milhares, aqueles que o compadrio apadrinhava. Eram as represálias. Caído, em 30 de Março, o ministério presidido por José Relvas, foi encarregado pelo presidente da república de organizar governo o sr. Domingo Pereira, contador no tribunal da Boa Hora. O regabofe tocou então o cúmulo! O numero do Diário do Governo de sábado, 10 de Maio de 1919, teve 30 suplementos!! O 17.° suplemento, findou a páginas 1345, começando o 18.° a paginas 1346. Daí por diante, até ao 30.° suplemento, a pagina 1346 repetiu-se, continuamente, seguida das letras do alfabeto: A, B, C, etc.. Quando acabou o alfabeto, em página 1346 — Z, essa página seguiu sempre a sua marcha triunfante, acompanhada pelas letras do alfabeto em dobrado, assim: 1346 — A. A, 1346 — B, B, até aos dois ZZ. Depois, foram postas a seguir á mesma pagina, 1346, três letras do alfabeto: 1346 - A, A, A, 1346 - B, B, B, Chegados os três ZZZ, voltou ao seu princípio, com as quatro letras do alfabeto, e depois com cinco. Por fim, como já era enorme a bicha das letras, passou a indicar-se a interminável pagina 1346 desta maneira: 1346 — 6 A, 1346 — 6 B, até 1346—6 Z. E assim se foi reproduzindo aquela eterna pagina, até 1346 — 10 A, 1346 — 10 B, 1346 — 10 C. Foi só então que a pagina 1346 expirou, de cansada e exausta, seguindo-se a pagina 1347!!
Previno o leitor, espantado com toda esta trapalhada, de que nos caixotins da tipografia em que este meu livro de Memórias é composto e impresso, não há o número de pontos de admiração necessários para se colocarem no fim dos últimos períodos que deixo escritos.Trinta suplementos do Diário do Governo, tendo a pagina 1346 repetida, até chegar a ter dez letras do alfabeto diante dela ! ! Não sei de país algum do mundo onde sucedesse um caso destes. Disseram-me — e, se bem me recordo, a imprensa deu essa noticia — que andaram por 17:000 os empregados então nomeados. Dezassete mil!
Nunca houve, de lembrança homens, um bodo igual a este.
Não ficou parente pobre, nem doutor que não apanhasse prebenda.
Sim, porque a república fez, em Portugal, toda a gente doutora. Dantes, doutores, a valer, eram só os que tomavam capelo na Universidade de Coimbra. Depois, passaram a ser também doutores os magistrados; em seguida, os médicos; por fim, com a república, tudo são doutores, desde os lentes aos veterinários. Tal qual como no Brasil, segundo refere Eça de Queiroz na Ultima carta de Fradique Mendes, dirigida a Eduardo Prado e publicada nas Ultimas páginas."
CABRAL, António – As minhas memórias políticas: Em plena República. Lisboa: edição do autor, 1932, 431-432.
Nuno Resende
Fonte: Centenário da República
JAIME NOGUEIRA PINTO: AFONSO COSTA FEZ UMA GUERRA CONTRA A IGREJA E PERDEU-A
Foi numa Europa de tronos que Portugal proclamou a República. É sobre Portugal em década de 1910, um país em contra-ciclo, que trata “Nobre Povo – Os Anos da República”, o novo livro de Jaime Nogueira Pinto, lançado hoje.
Segundo o autor, a narrativa é viva, dramática, às vezes mesmo violenta, porque assim foi a República, mas também para cativar mais leitores, aproximando os portugueses da sua história. No livro, Nogueira Pinto explica as circunstâncias que levaram à mudança de regime, a começar pela cedência do Rei D. Carlos às exigências britânicas sobre um território entre Angola e Moçambique, atribuído a Portugal pelo mapa cor-de- rosa, até às “lutas fratricidas entre os partidos monárquicos”.
A República não quis apenas depor a monarquia, a guerra era contra o trono e o altar. “A Igreja era vista como uma força de reacção. O progresso, a modernização, o salto paro futuro, os slogans ‘liberdade’, ‘igualdade’, ‘fraternidade’ seriam impossíveis enquanto a Igreja tivesse um papel forte nas opiniões e nas consciências portuguesas . Afonso Costa faz uma guerra deliberada contra a Igreja Católica, uma guerra que ele acabou por perder”, diz Nogueira Pinto à Renascença.
O autor considerou que a comemoração do centenário da implantação da República era uma boa oportunidade para aproximar os portugueses da sua história mais recente. “Nobre Povo – Os Anos da República” vai ser apresentado hoje, às 18h30, no Salão Nobre da Câmara de Lisboa, ao lado da varanda onde há 100 anos foi hasteada bandeira da República.
Foi numa Europa de tronos que Portugal proclamou a República. É sobre Portugal em década de 1910, um país em contra-ciclo, que trata “Nobre Povo – Os Anos da República”, o novo livro de Jaime Nogueira Pinto, lançado hoje. Segundo o autor, a narrativa é viva, dramática, às vezes mesmo violenta, porque assim foi a República, mas também para cativar mais leitores, aproximando os portugueses da sua história. No livro, Nogueira Pinto explica as circunstâncias que levaram à mudança de regime, a começar pela cedência do Rei D. Carlos às exigências britânicas sobre um território entre Angola e Moçambique, atribuído a Portugal pelo mapa cor-de- rosa, até às “lutas fratricidas entre os partidos monárquicos”.A República não quis apenas depor a monarquia, a guerra era contra o trono e o altar. “A Igreja era vista como uma força de reacção. O progresso, a modernização, o salto paro futuro, os slogans ‘liberdade’, ‘igualdade’, ‘fraternidade’ seriam impossíveis enquanto a Igreja tivesse um papel forte nas opiniões e nas consciências portuguesas . Afonso Costa faz uma guerra deliberada contra a Igreja Católica, uma guerra que ele acabou por perder”, diz Nogueira Pinto à Renascença.O autor considerou que a comemoração do centenário da implantação da República era uma boa oportunidade para aproximar os portugueses da sua história mais recente.“Nobre Povo – Os Anos da República” vai ser apresentado hoje, às 18h30, no Salão Nobre da Câmara de Lisboa, ao lado da varanda onde há 100 anos foi hasteada a bandeira da República.
Fonte : Rádio Renascença
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
REAIS DE COIMBRA E BEIRA LITORAL DISPONIBILIZAM AUTOCARROS PARA GUIMARÃES
A Real Associação de Coimbra celebra todos os anos no dia 5 de Outubro a Independência de Portugal com missa na Igreja de Santa Cruz em Coimbra, Panteão Nacional, onde estão sepultados O Rei Fundador Dom Afonso Henriques e Seu Filho O Rei Dom Sancho I.
Este ano a celebração ocorrerá pelas 11 horas da manhã com a participação da caravana que vem de Lisboa rumo a Guimarães.
Pelas 12:30 horas partirão de Coimbra os Autocarros com destino a Guimarães de modo a que todos possam participar na Proclamação de Lealdade para com S.A.R, prevista para às 15 horas no Paço dos Duques de Bragança.
A Real Associação de Coimbra disponibilizará um autocarro para a deslocação a Guimarães. Custo da viagem (ida e volta): 10 euros por pessoa.
*
Para quem não possa assistir à celebração em Coimbra, está prevista uma brevíssima paragem na Área de Serviço de Antuã para recolher as pessoas do distrito de Aveiro.
A Real Associação da Beira Litoral disponibilizará um mini-autocarro para a deslocação a Guimarães, com partida de Aveiro. Custo da viagem (ida e volta): 13 euros por pessoa.
OBSERVAÇÕES IMPORTANTES
1) O autocarro tem capacidade para 35 pessoas e o mini-autocarro para 19 pessoas e só serão disponibilizados se as lotações estiverem garantidas à partida. Pede-se por isso aos interessados que o demonstrem com urgência.
2) A paragem do autocarro no distrito de Aveiro existirá caso hajam daí inscrições.
3) Relativamente ao mini-autocarro que partirá de Aveiro, ainda estão por definir o horário e o local de saída como também possíveis escalas no caminho.
4) Pedimos aos interessados que contactem-nos com URGÊNCIA pelo telefone 914 090 658 ou pelo e-mail realbeiralitoral@gmail.com, para termos uma ideia do número de pessoas.
3) Relativamente ao mini-autocarro que partirá de Aveiro, ainda estão por definir o horário e o local de saída como também possíveis escalas no caminho.
4) Pedimos aos interessados que contactem-nos com URGÊNCIA pelo telefone 914 090 658 ou pelo e-mail realbeiralitoral@gmail.com, para termos uma ideia do número de pessoas.
Subscrever:
Mensagens (Atom)










