quarta-feira, 22 de setembro de 2010

À DESCOBERTA DA MONARQUIA - CINCO OLHARES PARA O FUTURO

Novo LIVRO com 100 páginas, composto por 5 capítulos, para pensar a MONARQUIA: Somos um grupo de cinco estudantes monárquicos, com opiniões e visões diferentes sobre a Monarquia.
Decidimos escrever um livro para demonstrar que existe uma alternativa à República. Motivados não só pelos 102 anos das mortes de El-Rei D. Carlos e do Principe Real D. Luiz Filipe, mas tambem pelos 100 anos da República.
Apontamos para o futuro, remontando ao passado histórico e cultural Português, à actualidade do nosso País e às comemorações da República, que foi imposta e está esgotada. Vamos descobrir a Monarquia?!

Já se encontra a venda na livraria Ferin do Chiado.

Livraria Ferin, Lda.

R. Nv Almada 70/4 Lisboa, LISBOA, LISBOA 1249-098
p: 213424422  f: 213471101

(Fonte: Facebook)

terça-feira, 21 de setembro de 2010

5 DE OUTUBRO DE 2010


Decidiu a Direcção Nacional da Causa Real que a melhor maneira de relembrarmos o centenário da proclamação da república, será reunirmo-nos em torno do Chefe da Casa Real Portuguesa, S.A.R., O Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança, para lhe manifestarmos a nossa lealdade e a fidelidade à Monarquia, que Ele personifica, e que um golpe militar apoiado pelo minoritário partido republicano e pela carbonária, impuseram aos portugueses. Nesse sentido, foi entendido que o local mais adequado seria Guimarães, berço da nacionalidade e da Monarquia e o Paço dos Duques de Bragança, primeira residência da Família Real que, em 1640, assumiu a Chefia da Casa Real Portuguesa e deu início à Dinastia de Bragança. O Senhor Dom Duarte fará, na ocasião, uma alocução.

PRÓXIMO SÁBADO: ARRUADA EM CASCAIS

No próximo sábado, 25 de Setembro, vai ter lugar uma acção de rua em Cascais. Local de reunião e início da acção, no Largo da Estação dos Combóios, às 10h30. Comapareça! Leve a sua bandeira!.
 

JOSÉ LUIS NUNES – DIRIGENTE HISTÓRICO DO PS

Eis a que terá sido, possivelmente, a sua última entrevista. Ao Monarquia do Norte, da Real Associação do Porto (Março/1998):

1 – Monarquia e socialismo democrático: é verdade que entre ambos não existe entendimento possivel?
R. - Os países onde os partidos social-democratas são os que têm mais profunda base eleitoral são os países monárquicos.
A questão não teria sentido posta a um norueguês, sueco ou dinamarquês.
Assim como não teria sentido posta a um inglês – Tony Blair é um monárquico – ou a um holandês. Ou a um belga… ou, ainda, a um luxemburguês ou a um espanhol. Quando Santiago Carrillo agradece ao seu Rei…
Na Europa, social-democracia e monarquia entendem-se bem… Muito bem até…
De resto, o Rei não descrimina os cidadãos por nenhuns motivos, principalmente por razões ideológicas…
Em Portugal, nos seus primórdios o Partido Socialista manteve-se alheio ao debate monarquia/república, que não considerava prioritário ou essencial.

2 – A Família Real é, no presente, uma mera referência do passado?
R. - Na vossa questão o essencial é a expressão “referência”.
Diria ser a família real uma referência no passado, no presente e no futuro. Como poderá tal referência adquirir relevância no plano institucional é uma outra questão.

3 – Monarquia em Portugal: a questão está definitivamente encerrada?
R. Não existem “conquistas irreversíveis, nem questões “definitivamente” encerradas.
A História faz-se todos os dias e não tem fim, pois não é uma entidade fixa, cindível em compartimentos ou momentos estanques, mas uma convergência de integrantes transformadoras.
Só o futuro dirá como vai ser o futuro…

Uma vez mais, a homenagem de um homem de Direita, livre, a outro homem de Esquerda, livre também.
Publicada por João Afonso Machado, Blogue Centenário da República

SEIS E MUITOS MAIS ERROS CAPITAIS

"À incapacidade para romper o cerco e democratizar o sistema de representação política a República do PRP juntou outros três erros capitais. Desde logo, o permitir que a justa prioridade da política de laicização do Estado escorregasse para uma "questão religiosa", dando à Igreja Católica o pretexto para concitar o mundo rural contra os "inimigos da religião", contra a República "ateia" e as cidades "grevistas" e "desordeiras" - ou seja, os excessos do jacobinismo davam a uma Igreja, como era a portuguesa à época da implantação da República, ultramontana e subversiva, o poderoso argumento da "religião" para agravar o cerco ao novo regime. Um ataque que se revelaria sempre eficaz, mesmo depois de a questão ser pacificada pelas medidas sidonistas de reforma da Lei da Separação, em 1918.

E a isto se soma talvez a rotura mais grave: a do "Bloco do 5 de Outubro", a da aliança da I República com o operariado organizado. Era esse o sustentáculo do republicanismo nas cidades. A total insensibilidade do novo regime face à questão social, a repressão brutal e quase contínua de que, entre 1911 e 1926, o movimento sindical é objecto acabarão por fazer o operariado organizado desistir da República do "racha-sindicalistas" Afonso Costa, em Dezembro de 1917, como abandonarão a de António Maria da Silva e dos "bonzos" do PRP no pós-guerra. Sendo certo que pela República se tinham batido na Rotunda em 1910, contra a ditadura de Pimenta de Castro em 1915, escalando Monsanto contra o restauracionismo monárquico em 1919 ou saindo em massa, à rua, em Fevereiro de 1924 e de 1925. Depois das deportações sem julgamento de activistas sindicais para as colónias, em 1924 e 1925, a CGT anarco-sindicalista denuncia a "República dos assassinos e das deportações", afasta-se das tentativas de unidade com a esquerda republicana e, na prática, assistirá quase só com condenações pias do "militarismo" ao golpe de 28 de Maio de 1926."

A tudo isto falta no final do texto o reconhecimento, deste assumido historiador marxista, que a I República foi uma vergonha se comparada com a monarquia dos primórdios do séc XX. "Para pior" é o termo, único, e correcto do sexto pecado.

João Amorim

Fonte: Centenário da República

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

FOTOS DA ARRUADA MONÁRQUICA EM LISBOA - 20 DE SETEMBRO DE 2010


Fotos: Rui Monteiro – Blogue Causa Monárquica

Domingo realizou-se com o apoio da Real Associação de Lisboa uma arruada, mais de duas dezenas de pessoas concentraram-se por volta das 15h no largo da Praça Luís de Camões. Agradecemos ao senhor Presidente João Mattos e Silva o apoio tanto de material de campanha como de divulgação da mesma arruada através da própria RAL.
Inicialmente começámos a distribuir mesmo ali bandeiras e panfletos da Juventude Monárquica, demos duas voltas também para as pessoas que não estão habituadas a campanhas políticas entrarem dentro da dinâmica. Pessoalmente não foi uma experiência nova, fazer campanha política em terreno não propício é complicado e envolve algum jogo de cintura com fair-play e sempre bom espírito para quem abordamos, nem todos que vinham connosco estavam habituados a estas coisas mas envolveram-se. A Causa Real apesar de não ser um partido tem de ter a sua componente política e como tal não pode prescindir das armas que a mesma luta tem ao nosso dispor.
Demos a cara, descemos o Chiado fomos até aos Ármazens Grandela, tivemos uma arma política em comum com os Homens da Luta ou seja o Megafone que nos permitiu divulgar de uma forma mais eficaz a nossa voz e a mensagem. Descemos até à Praça D.Pedro IV no Rossio, demos a volta pelo Teatro D.Maria II passando pelo café gelo, voltámos para baixo em direcção à Rua Augusta.
Com uma forte adesão da população não tivemos problemas, as pessoas pediam-nos bandeiras, falavam connosco, alguns pediram para se inscrever na Real Associação mais próxima. Houve uma adesão popular de todas as faixas etárias, mesmo os jovens que actualmente mostram-se na sua maioria alienados da vida política mostraram interesse e em alguns casos alegria por nos verem. Claro que como em todas campanhas há provocações mas neste caso não foram nada de especial tendo em conta que nem sequer um “Viva à república” foi dito, um pouco de fair-play é sempre bom.
No Terreiro do Paço virámos em direcção aos Paços dos Concelho, passámos em frente à Esquadra da PSP que logo mandou 3 agentes talvez com medo de que algo fosse feito na CML, se no ano passado o 31 da Armada gozou na cara deles ao colocar uma bandeira, desta vez passaram vinte e tal bandeiras em frente aos pobres agentes que tiveram de mostrar serviço feito, depois de fotos de grupo e alguma compreensão por parte dos agentes da PSP subimos e dirigimos-nos em direcção ao Chiado e posteriormente Praça Luís de Camões.
No fim ficámos com um soriso na cara da mesma forma que começámos o dia quando o nosso companheiro Ricardo Gomes da Silva deu duas bandeiras a duas crianças que estavam à janela a delirar com o colorido das nossas bandeiras …
Viva o REI !!!Viva PORTUGAL !!!
(Fonte: Causa Monárquica )

PARECE, POR VEZES, QUE NÃO HÁ MUITO QUEM APAREÇA PELA MONARQUIA

Diário de Notícias (03/03/2001) - «Parece, por vezes, que não há muito quem apareça pela monarquia. As reais associações regionais, a causa real, não aparecem muito.»
S.A.R. o Duque de Bragança - «Há evidentemente falta de meios económicos. O movimento monárquico em Portugal nunca teve dinheiro, porque as pessoas que têm dinheiro e podem ajudar preferem "investir" a curto termo, subsidiando um partido político que pode ganhar as eleições e lhe dar logo algum benefício, nem que seja puramente político. Não estou a pôr em causa que seja outro tipo de benefícios menos correctos. Mas o Movimento Monárquico propõe soluções a longo prazo, ou a médio prazo, e parece menos urgente.»