quinta-feira, 16 de setembro de 2010

HOJE: JANTAR DE SETEMBRO DA REAL ASSOCIAÇÃO DA BEIRA LITORAL


É já HOJE, sexta-feira, dia 17 de Setembro, pelas 20 horas no Restaurante "A Proa", em Aveiro, que realiza-se mais um jantar mensal da Real Associação da Beira Litoral. Estamos a comemorar o nosso primeiro aniversário. Convidamos todos os associados e simpatizantes a estarem presentes de forma a enriquecer o nosso convívio.

O Restaurante " A Proa" fica na Rua do Gravito 111, Vera-Cruz, em Aveiro. Por trás do prédio da Segurança Social.

DEUS, PÁTRIA E REI!

(Fonte: Quinzenário Portuense "A Ordem" de 02/09/2010)

DOM MANUEL II E AVEIRO: UMA VISITA HISTÓRICA (27 DE NOVEMBRO DE 1908)

Livro que relata a visita de el-rei D. Manuel II a Aveiro em 1908.

D. Manuel II e Aveiro
Uma Visita Histórica (27 de Novembro de 1908)
de
Armando Tavares da Silva


Um livro do primo Armando Tavares da Silva que relata a histórica visita.
Dia 5 de Outubro de 1908(?), será emitido um programa na televisão.

(Fonte:  Publicado no Facebook por Luis Salvador Marques Da-Silva)

MENOS DE UM MÊS


Encontramos-nos a menos de um mês das comemorações dos 100 anos da Implantação da Republica, não existe qualquer movimentação da Parte dos Republicanos Portugueses.
Presume-se que será um momento que pretendem que passe em claro e discretamente.

Verdade seja dita que são parcos os motivos de comemoração que podem assistir á comemoração de tal evento...
Sabemos contudo que não foram tão parcos assim os meios que lhes foram afectos para a comemoração €10.000.000,00 ( dez Milhões de Euros) numas comemorações que se iniciaram a 31 de Janeiro deste ano e terminarão em Agosto de 2011.

Falta apurar no Orçamento de estado de 2011, qual será o montante do reforço de verba afecta ás comemorações dos 100 anos da Republica, para esse mesmo ano.

Estaremos por certo atentos.

O Presidente da Real Associação do Ribatejo,

Orlando Góis

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

RESPOSTA DE S.A.R., DOM DUARTE A UMA PERGUNTA SOBRE O NOSSO FUTURO NA EUROPA


1- É fundamental sabermos que Europa queremos para o futuro, se uma Europa dos políticos europeus e dos seus pequenos interesses a curto prazo ou se uma Europa em que os Europeus e os Portugueses em particular, possam exprimir as suas grandes preocupações e ser ouvidos? Outro caminho complementar será associarmo-nos com outros Países da nossa dimensão (que tenham problemas parecidos). Se nós cooperássemos mais intimamente a nível político por exemplo com a Irlanda, Holanda, e Países Escandinavos poderíamos ter nas Instituições Europeias um peso mais significativo.

2- Há Nações europeias muito antigas, como a Basca, a Catalã, a Galega, a Cigana, etc., que não têm independência política e no entanto preservam uma forte identidade cultural. A perda da nossa identidade cultural é um fenómeno que vem sucedendo mas por razões internas e culpa nossa: por exemplo, a destruição da nossa paisagem arquitectónica (pela total falta de critérios e pela especulação imobiliária), a perda dos valores éticos e espirituais da nossa sociedade, a escandalosa maneira como a nossa História não é ensinada por razões políticas e ideológicas, a destruição da nossa vida rural, são algumas dessas causas.

3- Corremos o risco de sofrer com a deslocalização de algumas empresas Portuguesas e a concorrência de países com salários mais baixos e mão-de-obra mais qualificada. Infelizmente, os apoios da pré-adesão à União Europeia foram desperdiçados com projectos megalómanos de país rico. Uma dúzia de estádios de futebol e auto-estradas (não me refiro às indispensáveis vias rápidas IP), despesas governamentais e municipais de luxo, etc., mostram que a loucura continua. Entretanto, não investimos a sério nos campos da educação e formação profissional, na modernização da administração e da justiça, na saúde preventiva, etc.. Apeteceria pedir contas aos responsáveis que nos atiraram para esta situação sem sequer consultar o Povo Português por meio de alguns referendos. A adesão à moeda dos europeus mais ricos e competitivos tornou a situação ainda mais difícil…

No entanto, a partir de agora deveríamos estabelecer um consenso nacional quanto às nossas prioridades e aos caminhos para lá chegar, com a participação de todas as Instituições representativas do Povo Português, desde os Partidos políticos e os Sindicatos até às Universidades e outras Instituições e Associações. A adesão à chamada Constituição Europeia será talvez a decisão mais grave de todas e não pode ser tomada sem um amplo debate e uma consulta ao Povo que ainda é soberano…

Estes defeitos da nossa política são simbolizados pelo regime republicano em que as perspectivas têm em geral um horizonte muito curto que se limita às próximas eleições legislativas. Ora nós recebemos Portugal de empréstimo, para o entregarmos aos nossos filhos, e não temos o direito de o vender a outros em troca de alguns benefícios económicos. Devemos estudar a vida de D. Nuno Álvares Pereira, que se confrontou com uma situação muito parecida com a actual.
 
(In O Diabo, Outubro 2004) 
(Fonte: Blogue "Família Real Portuguesa")

SS.AA.RR., OS DUQUES DE BRAGANÇA PRESENTES NAS CERIMÓNIAS OFICIAIS OFERECIDAS A SS.AA.RR., OS GRÃO-DUQUES DO LUXEMBURGO

 "Corre sangue português nas minhas veias". A afirmação de Henrique do Luxemburgo, durante a sua visita oficial a Portugal, sintetiza o sentimento que o Grão-Duque nutre pelo país de Camões. Efectivamente as suas bisavós eram Infantas da Casa de Bragança, filhas de Dom Miguel, e a sua avó, a Grã-Duquesa Carlota, refugiou-se em Cascais com o marido Félix, e os filhos, nomeadamente João, o mais velho, pai do actual soberano, para fugir à ocupação nazi. Um gesto que o Grão-Duque fez questão de agradecer por diversas vezes ao longo da visita de Estado, que o trouxe a terras lusas, na companhia da Mulher, Dona Maria Teresa.
(...) Os Grão - Duques retribuiram o jantar. No Mosteiro dos Jerónimos, encotraram o cenário ideal para o concerto de jazz do Quarteto Marc Demuth e uma recepção para a qual convidaram alguns nomes que se destacam na sociedade portuguesa, entre eles SS.AA.RR., Os Duques de Bragança, Dom Duarte Pio e Dona Isabel de Bragança primos dos Grão-Duques (foto acima). "O meu pai é primo direito do bisavô do Grão-Duque", explica S.A.R., O Duque de Bragança, visivelmente satisfeito com a visita dos familiares com quem mantêm uma relação de amizade. "De vez em quando, vamos lá. É uma parte da minha família com quem nos damos muito bem e com quem mantemos boas relações," afirma.
Revista "VIP" de 16 a 21 de Setembro 2010.
 
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VISITA À "CASA SOL" SEGUIDA DE ALMOÇO SÓ PARA SENHORAS
Na manhã de 8 de Setembro, enquanto o Grão-Duque tinha encontros empresariais, foi promovida uma visita à Casa Sol, uma Associação de apoio às crianças com VIH. De seguida, foi oferecido um almoço no restaurante Feitoria, localizado no luxuoso Altis Belém. Foi um almoço que reuniu 12 senhoras, com a presença de SS.AA.RR., Dona Maria Teresa e Dona Isabel de Bragança. 
 Revista "flash" de 13 a 19 de Setembro 2010.

1º ANIVERSÁRIO DA REAL ASSOCIAÇÃO DA BEIRA LITORAL

Cumpre hoje um ano sobre a formalização da Real Associação da Beira Litoral.

Esta iniciativa constituiu a materialização da Lealdade, do espírito de serviço e da consciência sempre presente do objectivo maior da Restauração de Portugal pela Monarquia. Foram quatro os seus fundadores e podia ter sido um. Não importa. Podiam ter sido quinhentos fundadores e hoje dois associados: não importa. Podiam ter sido professores catedráticos como fundadores, podiam ter sido calceteiros: não importa. Escorreu da pena a atitude da convicção, a atitude do que é correcto, o caminho sério e recto que, sob a força de se ser Português, levará à Restauração de Portugal. Essa importa. Tudo o resto é para nós fútil. Tudo o resto é para nós secundário e insignificante. Queremos Portugal! Queremos Portugal! Não nos cansaremos de exclamar. Portugal não é isto que temos. Porque o que temos é um poço de corrupção e de vergonha.

Alguns, na sua curta e medíocre visão, avaliam sobre a quantidade, sobre a dimensão, sobre a forma. Esquecem o conteúdo, esquecem o significado, esquecem os valores. Estes são aqueles que, no final da tarde de 14 de Agosto de 1385, entre 6500 homens, vendo de frente outros 31.000, se passariam para este lado. Nós não passamos!

Esta é a génese da Real Associação da Beira Litoral: a Lealdade ao Rei de Portugal, o senhor Dom Duarte, Duque de Bragança! Este é o nosso aniversário, a celebração do serviço ao Rei e o serviço a Portugal!

Portugal está descaracterizado. Sem cor e sem futuro. Rejeitamos veementemente esta realidade fundada no Laxismo. Torna-se fundamental e urgente a recuperação dos Valores que advogamos. A Causa Real chama a si este desígnio nacional, o que convida a todos à militância nas Reais Associações. A Real Associação da Beira Litoral assumiu este nobre compromisso.

Cumpre-me um agradecimento especial ao Presidente da Direcção da Real Associação da Beira Litoral, o Sr. Engº Fábio Fernandes, que a todos nós representa, pelo seu compromisso, empenho e Lealdade.

“Se não olharmos por nós, ninguém olhará” - S.A.R. o senhor D. Duarte, Duque de Bragança.

Mário Neves
Vice-Presidente da Direcção da Real Associação da Beira Litoral
(Fonte: Blogue "Fidelíssimo")