quinta-feira, 22 de julho de 2010

É HORA

Chega! Basta! Portugal arruína-se a si próprio a cada minuto que passa! Diria até que está a hipotecar o seu futuro mas já não o posso dizer. E não o posso dizer porque o futuro de Portugal JÁ está hipotecado!

Perante isto os monárquicos, de formas mais ou menos veementes vêm alertando e apresentando soluções. Perante isto o que faz o povo português (na sua generalidade)? Surpreendentemente (ou talvez não) ignora pura e simplesmente tais avisos e soluções, resultado de um preconceito patético acerca da monarquia e de uma inveja mesquinha. Sabem o que é a monarquia? Sabem o que significa essa forma de regime? A maioria não saberá e sentem-se felizes por isso. Não obstante, criticam. Não sabem o que criticam, mas criticam! É hora de dizer BASTA! Enquanto ficam presos no seu próprio mundinho, alheados da realidade, presos a convenções que nunca ousaram questionar, o seu país é alvo de constantes saques! O povo português tudo ouve, tudo vê, tudo lê mas diz que nada ouviu, leu ou viu! Olhando para o lado, inevitavelmente nada faz excepto criticar sem apresentar soluções! Ah, na crítica é mestre! Mas e na hora H? Pior ainda: desdenham e tentam ridicularizar os monárquicos, que já por várias vezes mostraram saber o caminho que Portugal deve seguir a bem da sua salvação. Apresentam-se soluções de 1001 maneiras e nada serve? O problema de Portugal não é problema do vizinho do lado. O problema de Portugal é de todos os portugueses. Julgam porventura que alguém vai fazer o vosso trabalho na defesa dos interesses nacionais? Julgam que se não lutarem por vocês alguém mais lutará? Recuso-me a aceitar que um povo que outrora fez tão grande obra esteja agora reduzido a um conjunto de pessoas apáticas. Este não é o povo cuja história eu estudei! Este não é o povo com o qual me identifico! O verdadeiro português, e com o qual me identifico, é pacífico mas sabe ser guerreiro quando vê a sua terra e os seus ameaçados. O povo português verdadeiro vai à luta e mesmo contra todas as probabilidades, ganha!

Mas como é possível? O ordenado mínimo é uma miséria e nada questionam? O desemprego aumenta e ninguém questiona verdadeiramente porquê? Consequência do aumento do desemprego o número de subsídios aumenta e ninguém pergunta donde vem esse dinheiro. Depois ainda duvidam que a Segurança Social esteja em risco de colapso? Aumentam-se os impostos, não se diminuem as despesas e ficam calados? Repetem-se os escândalos e nada dizem? Fala-se que a natalidade está em declínio mas tomam-se medidas que ainda aumentam mais esse declínio? Que futuro nos espera? Percebem, porventura, a gravidade da situação? Que povo apático é este em que os Portugueses se transformaram? A história já não vos reconhece! A história e os nossos fundadores têm vergonha daquilo em que vos tornastes.

Deixem-se de comodismo. Os monárquicos têm respostas às vossas perguntas! Informem-se porque vão encontrar monárquicos dispostos a responder de uma forma clara e simples a todas as vossas dúvidas. Não se detenham pelas aparências porque essas iludem e muito. Ouçam, leiam, informem-se, ousem questionar!

Os tempos são diferentes. Não há mais Mundo a descobrir. Já não se ambiciona chegar à Índia por mar. Mas há muito mais para fazer. Há muito mais coisas em que Portugal pode ter um papel mais que importante: decisivo. Portugal (ainda) é conhecido pela sua hospitalidade e pelo seu calor humano. Portugal, apesar de remetido territorialmente para uma pequena faixa de terra à beira da Europa, tem uma natural vocação para se dar e servir de ponte (seja cultural, comercial ou de qualquer outro género). Portugal tem uma afamada gastronomia (sim, há algum motivo para não se falar nisso? Há algum motivo para se envergonhar nisso?). Os Portugueses são conhecidos por esse Mundo fora pela sua capacidade empreendedora e pelo seu empenho. Portugal tem Monumentos fantásticos e uma história riquíssima. Os produtos portugueses são conhecidos internacionalmente pela sua qualidade excepcional. Portugal tem cientistas com capacidades para fazer descobertas científicas de alta relevância. Portugal e os Portugueses AINDA têm muito a dar.

Não somos profetas da desgraça mas não nos deixamos iludir e temos os pés bem assentes na terra e sabemos que, a menos que alguma coisa séria e profunda seja feita rapidamente, Portugal e os portugueses poderão perder mais do que imaginam. Possivelmente coisas que tomaram por garantidas nos últimos séculos. É hora de acordarem. Só a Monarquia pode trazer a desejada mudança; uma mudança verdadeira e eficaz, que nos traga de novo a confiança e a esperança num futuro risonho. Tem-se uma Casa Real, chefiada por D.Duarte, que já mostrou ter consciência dos verdadeiros desafios que Portugal enfrenta e dos caminhos que Portugal deve traçar, a bem do país. A Casa Real, apesar de não reinante, por várias vezes mostrou a sua capacidade de projectar Portugal no futuro, ao contrário das visões curtas que se têm actualmente! A Casa Real provou e continua a provar que é capaz de ser uma verdadeira força independente, orientadora desta terra que se encontra perdida.

Portugueses e Portuguesas, a escolha é vossa: podem continuar presos a preconceitos e a utopias que por 100 anos vos impingiram e que só vos trouxeram dissabores ou podem ter a humildade de reconhecer o valor da nossa Casa Real e do regime monárquico e ter um Portugal renascido.

Os monárquicos sabem que Portugal precisa urgentemente de um Rei! E vocês?
(Fonte: Portugal Futuro)

PALÁCIO DE ALCÁÇOVAS

Existe em Alcáçovas (Viana do Alentejo) um palácio que apesar de ter uma enorme importância arquitectónica e histórica para Portugal, mas que apesar disso encontra-se abandonado e a necessitar de urgentes obras de requalificação.

Alcáçovas foi terra real, ou seja, foi vila pertencente à Coroa Portuguesa e como tal possuiu castelo e palácio que foi palco de grandes cerimónias, de que se destacam os casamentos das Infantas netas de D. João I e de Nuno Álvares Pereira, de D. Isabel com o Rei de Castela D. João II e de D. Beatriz com o Infante D. Fernando.

D. João II fez do palácio de Alcáçovas, a sua residência e foi neste edifício que o tratado de Alcáçovas (1479) foi assinado entre os Portugueses e Castelhanos, assistindo assim à primeira divisão do mundo.

José Hermano Saraiva refere que “o Palácio é um dos mais importantes cenários históricos da nossa história”.

Em toda a sua história, o palácio acolheu D. Dinis, a Rainha Santa Isabel, D. Nuno Álvares Pereira (Santo Condestável), o Duque de Bragança neto do Condestável, o Marquês de Montemor, D. João II e D. Fernando Henriques, o Castelhano que apoiou os Portugueses na guerra contra Castela.

É verdadeiramente uma jóia prima da arquitectura portuguesa e um marco histórico lusitano e do mundo, pois aqui se definiram os destinos do Mundo na época das Descobertas.

Penso que é uma vergonha o estado a que o edifício chegou, tendo possibilidades para acolher um conceituado museu, e que poderia potencializar a região do Alentejo, mas que até ao momento não se verifica.

Tenho efectivamente pena, mas tal como José Hermano Saraiva, espero que o Estado Português desperte para a situação de Alcáçovas.

SNP 1906

Publicada por Maria Menezes
(Fonte: Blogue "Família Real Portuguesa")

CONFIGURAÇÃO ESTIGMÁTICA DO IDEAL MONÁRQUICO

Com o Estado Novo houve uma colagem de grande parte dos monárquicos a Salazar e à direita. No entanto sempre houve monárquicos do outro lado da barricada, o PPM não era de modo nenhum de direita e depois houve uma colagem sim à direita por parte de alguns grupos e meios de comunicação. Ou seja devido aos estigmas criados os monárquicos que se afirmam são os de direita, os de esquerda devido ao facto de não querem ser associados à direita não se pronunciam … como os que ficam então visíveis são os de direita a Monarquia fica automáticamente conotada com a direita.

Tanto é valido o contributo da direita democrática como o contributo da esquerda democrática. Está na altura de retirar a Causa Monárquica do gueto ao qual ficou confinado por interesse político de alguns grupos ou mesmo pelos meios de informação. Está na altura daqueles que são de esquerda e que acreditam num regime legítimo como o monárquico deixarem de ter medo e complexos de o serem para que todos possamos ajudar na transição para uma democracia monárquica.

“Este é o tempo …
Esta é a hora !”

(Fonte: Blogue "Esquerda Monárquica")

quarta-feira, 21 de julho de 2010

AVISO DA REAL ASSOCIAÇÃO DE LISBOA



Em virtude da Secretaria estar fechada durante o mês de Agosto não serão processadas e remetidas as compras efectuadas na loja online durante esse período. Pelo facto, pedimos a compreensão de todos os visitantes, deixando a promessa que a partir de 1 de Setembro estaremos de volta.

REAL ASSOCIAÇÃO DE LISBOA

A NÓDOA - CARTA DO CANADÁ POR FERNANDA LEITÃO

Sabemos o que acontece quando deixamos caír um pingo de gordura num papel ou num pano: o pingo agiganta-se e, rapidamente, alastra a toda a superfície. O papel e o pano sujam as mãos de quem lhes pega.

Acontece o mesmo com a corrupção, e é por isso que pessoas e países devem cortar-lhe o passo atempadamente e sem contemplações. As pessoas, em geral, nem dão pela corrupção feita através da “cunha”, essa que favorece uns menos habilitados e fecha à porta aos que, de facto, trabalharam e se prepararam. Nem realizam que, ao trapacearem os impostos, estão a prejudicar toda a vida pública. Nesta toada de permissividade, de ausência de espírito de justiça e de solidariedade com os cidadãos do nosso país, a coisa pública acaba por ficar empapada de esquemas, de trocas e baldrocas, até se chegar ao tráfico de influências, às inacreditáveis cambalhotas da justiça em certas ocasiões de compadrios e de um nepotismo nauseabundo que é capa e cobertura de parentes e afilhados. Fica tudo sujo e indigno de confiança, de cima a baixo do país. Vou dar um exemplo.

Uma ocasião, numa vila de província onde não ia há anos, deparei-me com uma soberba mansão, rodeada de jardim com piscina. Perguntei de quem era e responderam-me que era de Fulano, funcionário das Finanças. Pensei que lhe tinha saído o euromilhões. Que não, explicaram, Fulano só cobrava uma nota a cada pessoa, geralmente do meio rural, que ia à repartição tratar de papelada. E era muito severo nisso. Se a pessoa ia tratar de dois documentos e lhe estendia uma nota, ele cortava cerce: “meu amigo, eu durmo entre dois lençóis”. E assim por diante. Tudo isto na maior impunidade, com conhecimento de autarquia, do pároco e tutti quanti. E compreende-se, porque os exemplos vêm de cima e logo num país em que a coisa pública é coutada privada dos figurões dos partidos que se alternam no poder: ontem comias tu, agora como eu.

Dito isto, acrescento que não fiquei surpreendida com o escândalo que tem rolado nos jornais à roda de uma viagem ao Canadá, de 5 dias, paga pelo governo dos Açores à mulher do seu presidente e dois assessores. Atirou para mais de 27 mil euros e a coisa pública regional acha que valeu a pena, porque foi para honrar uma qualquer institutição feminina na província de Manitoba.

Houve quem fizesse as contas pelo muito alto e não atingiu essa soma. Chego a pensar que estes turistas da política tomaram banho em champagne ou perderam a tramontana nas compras. Mas uma coisa é garantida: pagámos nós todos. Deus sabe como há desemprego e situações de carência nos Açores. Também há medo de falar alto, como pude verificar quando por lá passei, já na vigência do actual governo: criticavam em voz baixa, contavam casos, desabafavam o medo de perder o emprego e de serem perseguidos.

Parece que é a isto que a rapaziada fina do politicamente correcto chama de défice democrático, também ela com medo de chamar os bois pelos nomes. A mulher do presidente, seja ele do Governo Regional, do Governo da República ou mesmo do Presidente da República, não tem direitos especiais consignados na constituição. Por isso não fica bem, é mesmo mal, atribuir-lhe funções públicas na área do governo, e é o caso dos Açores, ou pagar-lhe seja o que for com dinheiros públicos. A senhora em questão é uma pessoa de bem, mas foi imprudente ao aceitar ambas as coisas. A mulher de César não tem apenas de sê-lo, tem de o parecer. É dos séculos e dos livros.

Repito: não fiquei surpreendida. E tenho pena. É que já há anos ando a observar os gastos, largos e disparatados, da Direcção Regional das Comunidades. Tem sido um forró, para gáudio e benefício de penduras. Ainda há pouco tempo pagou a uma pendura continental que vive no Canadá para ir a Vancouver e à Califórnia “estudar as Festas do Espírito Santo”!!! São inúmeras as vezes que tem esbanjado meios e dinheiro a intrometer-se no ensino da língua portuguesa, que é domínio do governo da República, sem ao menos reparar que se contam pelos dedos as crianças de origem açoriana que frequentam as escolas de português. Fazia sentido, isso sim, investir na pesquisa desse fenómeno e tentar invertê-lo, assim como o abandono escolar na adolescência. Preferem, no entanto, atirar milhões ao ar como os novos ricos do volfrâmio, esses que acendiam charutos em notas de conto. Será bom para a propaganda a curto prazo, mas ao fim e ao cabo práticas destas desmoralizam o povo e empobrecem o país.

Em resumo: a corrupção em Portugal tem de ser debelada como uma doença contagiosa.

(Fonte: lusitana antiga liberdade )

MERITOCRACIA vs ARISTOCRACIA

Passados 200 anos sobre a revolução francesa, com uma Guerra Liberal pelas nossas mãos e uma revolução encabeçada pelo Partido Republicano Português, o Povo beneficou alguma coisa ?

A Aristocracia era um pequeno grupo da sociedade com privilégios hereditários, com o tempo foi substituída em grande escala pela Meritocracia … será esta mais democrática ? Afinal hoje em dia os Duques e Condes do passado num Estado dito republicano são os : doutores, engenheiros, etc … Continuam os títulos, continua uma pequena quantidade de pessoas a ter privilégios acima da grande maioria do Povo, será isto DEMOCRACIA ? Será isto IGUALDADE ? Continua uma grande parte de um Povo a sofrer enquanto a desigualdade social é cada vez maior e curiosamente separa não os “nobres de sangue azul e o Povo” mas sim os “burgueses de sangue verde e vermelho e o Povo”. Soluções ideológicas não existem e muito menos na Esquerda dita Comunista, afinal acabar com as classes é tão estúpido e utópico que nem sequer esses pensam que as classes começam logo pelo “Comité Central”.

Para mim é justo que alguém tenha património de qualquer forma e feitio, que o tenha herdado ou não, o mais importante para mim é que tenha sido conquistado de forma honesta.

Existirá alternativa ? Segundo um estudo recente da OCDE os países onde há mais Justiça Social são as monarquias, qual será a lógica ? Muito simples, o Rei não governa logo não pode ser responsável directamente pelo bem estar do Povo mas é o garante de Estabilidade, estabilidade conferida ao Governo este sim responsável pelo bem estar do Povo. Logo Povo com Justiça Social, Regime Estável, Governo Estável.

Praticamente todas as revoluções em finais do século XIX e XX onde monarquias foram substituídas por republicas não beneficiaram os Povos, houve guerras mundiais … o Povo sofreu e não me parece que o Rei em qualquer dos casos fosse o responsável directo, afinal existiam governos. Hoje Portugal é o país com mais desigualdade social na Europa segundo a OCDE, não estamos próximos de outra Revolução e com o perigo de cairmos numa Ditadura ? Penso que sim mas prefiro uma Democracia Monárquica, pelo menos o Povo beneficia mais …

(Fonte: Blogue "Esquerda Monárquica")

AMANHÃ: JANTAR-DEBATE PROMOVIDO PELO INSTITUTO DA DEMOCRACIA PORTUGUESA

(Fonte: Revista Focus)