Amei o meu Portugal
Dei-lhe a minha poesia
E assisto ao seu final
Dia após dia.
Não há ninguém que lhe acuda
Com verdade combatente.
Só avisto quem o iluda
Só avisto quem lhe mente.
Pobre povo, onde, a raiz
Do que foi o "nobre povo"?
Não escutes quem te diz
Que está a erguer-te de novo.
Portugal, perdeste a estrada
Do império e do brasão.
Hoje não és nada, nada...
Nem pra quem estenda a mão.
Morreu em Évora-Monte,
E a coroa ao abandono
Serviu para cingir a fronte
Da república no trono.
Já ninguém sabe de nós
Nem nos conforta a saudade,
Calou-se a voz dos avós:
A que me foi mocidade.
Poema inédito de Couto Viana
(Fonte: Jornal "O Diabo" de 22 de junho)
sexta-feira, 2 de julho de 2010
quinta-feira, 1 de julho de 2010
ACÇÃO DE RUA NAS CALDAS DA RAINHA
Portugal anseia pela alternativa que representa uma Monarquia Constitucional e vê no trabalho desempenhado pelos Monárquicos e pela Causa Real um sinal de inequívoca esperança. Venha pois, com alguns jovens caldenses, participar na primeira acção de rua deste género em toda a região Oeste, conheça outros monárquicos e a...jude a causa! É através deste tipo de iniciativas, concertadas e organizadas a nível nacional que os Monárquicos Portugueses podem mostrar que, indubitavelmente, a causa está hoje mais forte que nunca.
Junte-se a nós! Viva o Rei! Viva Portugal!
HOJE: JANTAR DE JULHO DA REAL ASSOCIAÇÃO DA BEIRA LITORAL
É já HOJE, sexta-feira, dia 2 de Julho, pelas 20 horas no Restaurante "A Proa", em Aveiro, que realiza-se mais um jantar mensal da Real Associação da Beira Litoral. Convidamos todos os associados e simpatizantes a estarem presentes de forma a enriquecer o nosso convívio. O Restaurante " A Proa" fica na Rua do Gravito 111, Vera-Cruz, em Aveiro. Por trás do prédio da Segurança Social.
O REI NÃO ROUBA
Em todas as minhas reflexões, tenho procurado defender a Monarquia Parlamentar e Democrática de uma forma prática e equilibrada, com base naquilo que efectivamente acontece hoje e procuro não meter demasiada retórica no meu discurso.
Em época de crise económica e financeira em Portugal e não só, onde até já se fala num hipotético fim de regime e também a franca necessidade de se cortar nas despesas, que tal o próprio Estado ser menos despesista em relação, por exemplo, à própria Chefia o Estado?
Em tempos abordei a questão dos direitos e dos deveres. É curioso que do lado republicano persiste a ideia de que a Monarquia é, segundo eles, um privilégio de uma família. Será mesmo? Ou não será antes a República um privilégio de alguns sobre os contribuintes?
Vejamos em termos práticos:
a) Em República o Presidente recebe um ordenado, para além de também receber outras benesses relativas à sua condição de Chefe do Estado;
b) Em República, o Presidente que deixa de exercer funções, por derrota eleitoral ou impossibilidade de renová-lo, passará a receber uma pensão de reforma, tendo em conta que, exerceu durante 5 ou 10 anos, o cargo para o qual foi eleito.
c) Em República, o ex-Presidente da República ao falecer, a sua viúva recebe uma pensão de viuvez, tendo em conta que, o seu marido, foi Presidente da República.
Em Monarquia será assim?
1- Em Monarquia o Rei e a Família Real recebem uma Dotação do Orçamento de Estado para exercerem funções de Estado;
2- Em Monarquia o Rei não tem um ordenado;
3- Em Monarquia o Rei não tem nenhuma pensão de reforma;
4- Em Monarquia, o Pai ou Mãe do novo Rei, não tem nenhuma pensão de Reforma, quanto muito viverá dos rendimentos da Família;
5- Em Monarquia a Família Real para viver, não precisa de pedir mais do que deve aos seus contribuintes para viverem minimamente bem e com a dignidade que lhe é devida.
Fazendo uma breve comparação entre Monarquia e República, não deixará de ser curioso que numa rápida conclusão, se perceba que é a República que é um regime de privilégios e que a Monarquia é um regime de serviço.
Pelo que o Rei não rouba o que já é dele, isto é, o Rei não retira ao seu povo mais dinheiro para se sustentar. A Presidência da República, pela sua condição de brevidade e rápida mudança de chefes de Estado, obriga, de algum modo, a sobrecarregar os constribuintes com todas as benesses acima referidas.
Não quero aqui chamar ladrão ou vigarista a nenhum ex-Presidente da República, nem ao actual Chefe de Estado Português. Todos eles têm o seu mérito na História recente de Portugal. O que quero dizer apenas é que ao afirmar que o Rei não rouba, quero sublinhar o facto de que, nós contribuintes passariamos muito melhor com um sistema que acaba até por ser mais justo e adequado à realidade que neste momento vivemos.
Mas digo mais agora noutro parâmetro!
Os Republicanos procuram justificar a necessidade do presente com base no passado. Os Monárquicos devem procurar justificar o presente em nome de um futuro melhor!
Foi a República que levou o País à quase bancarrota em que se encontra. Foi a República que levou o país às diversas crises que durante 100 anos (com menos frequência na II república, percebe-se porquê) assolaram Portugal e fragilizaram os Portugueses.
É tempo de mudança e de acção. Os Portugueses têm que entender a lógica das coisas. Este argumento é fortíssimo e põe por terra a falsa ideia de que em República temos direito a tudo e em Monarquia a nada. A república cria uma sociedade com pouca responsabilidade em relação ao futuro. A Monarquia incute no seu povo a responsabilidade de servir melhor a Pátria para um melhor e mais próspero futuro.
Com a Monarquia, todos ganharemos!
David Garcia
(Fonte: PDR-Projecto Democracia Real)
JOÃO FRANCO E OS REGENERADORES LIBERAIS
A adulteração do liberalismo constitucional a partir de 1900 desencadeou a reacção salutar das forças monárquicas comandadas por João Franco. Um episódio diz tudo. Um tal sr. Gomes, dirigente progressista da freguesia de S. Paulo em Lisboa, e pai do futuro Director do Banco de Portugal, veio dizer-lhe: “Venho-me ligar consigo; o José Luciano, chamo-lhe por brincadeira o homem dos perús vai atrás dos seus homens com uma caninha na mão; o senhor vai à frente e eles atrás.”[1]
Os atropelos ao art.º 74 da Carta levavam a uma situação insustentável em que os dirigentes rotativos se acusavam mutuamente, como no sarcasmo de Hintze contra José Luciano “Fui leal ao meu rei, não entrei em conspirações republicanas”.[2] Antes de se afastar do Parlamento em 1901, sendo chefe da bancada do Partido Regenerador, João Franco deixou dito “que este País não podia continuar a ser ludíbrio de Regeneradores e Progressistas, que os países pertenciam aos seus povos, e que os monárquicos, para honrarem as institui ções, deveriam “caçar no mesmo terreno’” que os republicanos”. Estava marcado o terreno de combate que levaria João Franco a erguer o dedo ameaçador contra a propaganda republicana: “Se não fizerem já a República, eu não lhes deixarei fazê-la”. E de facto assim teria sido se D. Carlos e o Príncipe Real tivessem escapado ao atentado. E por isso mesmo o atentado visou ambos.
Franco queria governar com a Nação e democratizar o processo governativo. Assim nasceu o Partido Regenerador Liberal, destinado a defender as instituições monárquicas contra o Rotativismo decrépito e contra a propaganda republicana.[3] Após dois anos de observação e de expectativa, a partir de 1903 começa uma intensa propaganda no País, sustentada na imprensa e com larga organização partidária em Lisboa. Ao escol de homens políticos que o fundaram, abandonando antigas posições partidá rias, vieram juntar-se valores intelectuais. Num artigo sobre a adesão do grande escritor Fialho de Almeida, escreveu-se então: “Deu-se com Fialho o mesmo que acontecera com Ramalho Ortigão e Teixeira Lopes, com Sales de Lencastre e Costa Goodolfim, com Antero de Figueiredo e Eugénio de Castro, com Henrique da Gama Barros e o Visconde de Castilho, Agostinho de Campos, José Maria Rodrigues e Gomes Teixeira, e tantos Portugueses excelentes nas artes, nas letras ou nas ciências, idealistas sem serem ideólogos, que espontaneamente trouxeram ao esforço sincero do Franquismo o valioso atestado moral da sua adesão ou da sua simpatia.”[4]
Entre os que acompanharam João Franco desde a primeira hora no Partido Regenerador Liberal contam-se os nomes de: Drs. Teixeira de Abreu, Martins de Carvalho, José Novais, Mota Gomes, Luís de Soveral, Tarouca, de Arnoso, de Mafra e de Margaride, Drs. José Cavalheiro, Viscondes do Banho, da Idanha, Drs. Alfredo a Costa, Carlos Tavares, Pedro Gaivão, Malheiro Reimão, Luciano Monteiro, Teixeira de Vasconcelos, Tavares Proença, Melo e Sousa, , Pinto de Mesquita, João Saraiva, Morais Sarmento, Driesel Shroeter, António Viana, António Costa, Morais de Carvalho, José Maria dos Santos, Marquês de Valflor, e os mais distintos oficiais da época, Vasconcelos Porto, Paiva Couceiro, Aires de Ornelas e Azevedo Coutinho, que a essa amizade juntaram a glória militar.
[1] Carnide, 31
[2] Referindo-se à ditadura regeneradora de 1895
[3] Carnide 59
[4] Carnide, 60
Fonte : Professor Mendo Castro Henriques
(Fonte: Blogue "Causa Monárquica")
GRANDES FESTAS RELIGIOSAS DA RAINHA SANTA ISABEL
Prezados Amigos,
Temos o prazer de remeter em anexo o programa das festas religiosas da Rainha Santa para divulgação. Gratos pela vossa colaboração.
Confraria da Rainha Santa Isabel
Mosteiro da Rainha Santa Isabel
Alto de Sta. Clara
3040-270 Coimbra
quarta-feira, 30 de junho de 2010
DEMOCRACIA REAL
A Democracia Real é um movimento que se dirige a todo o Povo Português, a todos os partidos que pretendem defendê-lo e em especial a todos os verdadeiros Democratas defensores da autêntica Liberdade em Democracia. Chegou a hora de fazer em Portugal uma verdadeira Democracia. É necessário chamar a atenção de todo o Povo Português para os outros Povos em que a democracia é uma realidade e um exemplo. Quais os países que têm os Povos mais livres, de mais alto nível de vida e de maior justiça social? Quais os que na realidade se governam a si mesmos? Esses países situam-se na Europa, onde Portugal existe há mais de oito séculos. Esses Povos verdadeiramente livres escolhem o governo que entendem e que o seu chefe aceita. Esse chefe não vota. Não está comprometido com nenhum partido e limita-se a aceitar as decisões do Povo a que pertence, representa e defende. O chefe desses Povos é o Rei, que não se comprometendo com qualquer partido, somente pertence ao Povo. Nessas Monarquias, as democracias evoluíram e traduzem realmente a vontade e a força do Povo. Esse Rei-Povo é a união de todos os cidadãos, união sem a qual não é possível uma Democracia feita de Paz, Liberdade e Progresso. Que todos os Portugueses meditem nessas Nações e as comparem com as democracias das Repúblicas. Comparem esses Povos monárquicos e democráticos com tantos Povos republicanos, tão pouco livres. Os Reis dignos e honestos representantes do Povo, com os Presidentes da República, eleitos pelo partido a que pertencem, uns tantas vezes metidos em escandalosas desonestidades e injustiças para com o Povo que oprimem. Outros bem intencionados, mas impossibilitados de agir porque são o resultado da divisão do Povo e não da sua união.Os muitos milhares de emigrantes fugidos à República Portuguesa, assim como os refugiados políticos portugueses e de todo o mundo, que escolheram essas Monarquias europeias para viver livremente, nos mais civilizados e democráticos Povos da Terra, são as melhores testemunhas do que aqui afirmamos e estamos dispostos a defender, não pela força, mas pela razão. O Movimento da Democracia Real não defende um partido, defende todos. Não defende um Rei, defende um Povo. Defende a igualdade dos seres humanos. Defende a inteligência que há em todos, para que a ignorância diminua. Defende o Amor – lamenta o ódio, fruto da República. Defende a Paz, não a guerra. O Movimento da Democracia Real exige que seja contada ao Povo toda a verdade acerca da História de Portugal. Exige que seja desmascarada toda a República, e não só os últimos 48 anos. O Povo tem de ser esclarecido, em vez de lhe explorarem a ignorância e a boa-fé. Só assim se poderá chamar “política da verdade”. Que sabe o Povo de há 64 anos para cá? Que lhe ensinou a República?
Há que dar as mãos. Há que trabalhar juntos para que, unidos, se produza o bem-estar de todos. Há que estar ao lado, e não acima. Há que ser igual, e não superior ou inferior. Há que respeitar e não impor respeito. Há que dar em vez de tirar. Há que fazer pensar todos em vez de pensar pelos outros. Há que ouvir para poder falar. Há que amar. Há que entender. Há que atingir um fim comum. Há que refazer Portugal. Há que definir um Povo. Há que realmente unir em vez de separar para enfraquecer.Unido assim é que jamais será vencido.O mal não está nos partidos, está no sistema. Os partidos servem a República servindo-se do Povo. A República serve os partidos usando o nome do Povo. Quem serve o Povo, seja qual for o partido? Quem serve o Povo sem nome? Quem serve os que só trabalham sem perceber os políticos? Quando se ouve falar o Povo em seu próprio nome? Qual o Movimento do Povo? Qual a sua ideia? Quem o ouve e une melhor que as Monarquias? Qual o sistema das verdadeiras Democracias? Qual o sistema da liberdade, da igualdade, do progresso e da justiça? É a República ou a Monarquia? Qual o sistema dos Povos livres? Qual o sistema dos Povos mais civilizados do Mundo? Quais as melhores Democracias? Já viram as Monarquias da Europa? Já viram os resultados das Repúblicas?
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Poupem-nos a sistemas falhados. Poupem-nos a ditaduras. Poupem-nos a fascismos. Poupem-nos a desigualdades. Poupem-nos a ódios. Poupem-nos a violências. Poupem-nos à República!
Não falem de fraternidade; façam-na.
Não falem de amor: amem!
Não falem de justiça; sejam justos!
Não falem de igualdade; sintam-se iguais!
Há que deixar o Povo fazer a História, para que seja honesta e pura.Os Povos monárquicos não temem o Rei. Desejam-no. Têm nele a sua união. Têm no Rei o respeito que merecem. Têm no Rei a sua liberdade.Quais os políticos que não querem o Rei? Os que querem o Povo? O Povo Unido? Como é possível unir o Povo com um Presidente pertencente a um partido? Quem melhor que o Rei pertence ao Povo? Quem melhor que o Rei deixa o Povo livre para tudo escolher e decidir?Senhores políticos, a República em Portugal é sistema falhado. Quem quer a República? Quem se usa dela? A quem é que ela favorece? Todos sabemos, honestamente, que nunca serviu o Povo. Todos sabemos, honestamente, que serve de capa a quem se quer servir do Povo em vez de o servir. O Povo sente isso porque é a vítima maior da República. Há que contar a verdade toda. É o Povo que está inocente em Portugal. O Povo muito mais que ninguém. Em tudo! Basta do egoísmo de não aceitar ideias diferentes das nossas. Todos somos diferentes, mas iguais nos direitos de liberdade e justiça. Somos todos do mesmo País, temos de ser todos a tê-lo, para que seja realmente nosso. O Movimento da Democracia Real é uma ideia, não é um partido. Uma ideia para todos os partidos democráticos. Não tem cargos para dar nem elites para defender. Só pretende fazer pensar quem forma soluções que sirvam a todos. Defende a Paz, a Igualdade, a Unidade e a Liberdade. É um movimento reaccionário à República, na medida em que achamos que o Povo português nada de bom lhe deve. Não pretendemos impor nada. A Monarquia só vale quando aceite, nunca por imposição. Só aceite seria de todos. Os Povos mais livres do Mundo são os que mais evoluíram e que ao mesmo tempo mais respeitam as tradições que livremente quiseram manter.
Porque não fazer como eles?
João Ferreira Rosa
(Fonte: Blogue "Família Real Portuguesa")
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