terça-feira, 29 de junho de 2010

REINO UNIDO: AUSTERIDADE ABRANGE A RAINHA ISABEL II

O ministro das Finanças britânico, George Osborne, apresentou no Parlamento um orçamento de austeridade que abrange mesmo a rainha Isabel II, que aceitou o congelamento da verba para as suas despesas oficiais.

"Com o acordo total da rainha, a lista civil vai manter-se congelada em 2011 em 7,9 milhões de libras (9,5 milhões de euros), sendo revista numa data posterior", indicou o ministro.

A declaração surge depois de informações na imprensa referirem que a rainha tinha pedido um aumento dos subsídios que lhe são atribuídos dado que estes não são atualizados desde 1990, ano em que o governo conservador de John Major foi particularmente generoso.

Segundo o 'site' do ministério, o congelamento significa que o valor sofreu uma diminuição de 76% em 20 anos, tendo em conta a inflação.

O ministro das Finanças disse ainda que a Casa Real aceitou submeter as suas despesas a uma auditoria, como todas as outras despesas públicas. Osborne afirmou que esta evolução vai conduzir a "uma maior transparência" e "confiança pública".

Esta lista civil foi criada em 1760 e 70% do total da mesma destina- se ao pagamento dos salários de 1200 funcionários reais, como jardineiros, secretárias, estribeiros e restauradores de móveis, por exemplo. Serve também para financiar festas e receções frequentadas anualmente por cerca de 50 mil convidados.

Publicada por Comendador Castro
(Fonte: Blogue da Real Associação do Baixo Alentejo)

FORÇA PORTUGAL! ALJUBARROTA É NOSSA, A VITÓRIA É NOSSA!


FELIZ DIA DE SÃO PEDRO!

Pedro (século I a.C., Betsaida, Galiléia — cerca de 67 d.C., Roma) foi um dos doze apóstolos de Jesus Cristo, como está escrito no Novo Testamento e, mais especificamente, nos quatro Evangelhos. São Pedro foi o primeiro Bispo de Roma, sendo por isso o primeiro Papa da Igreja Católica. Segundo a Bíblia, seu nome original não era Pedro, mas Simão. Nos livros dos Atos dos Apóstolos e na Segunda Epístola de Pedro, aparece ainda uma variante do seu nome original, Simeão. Cristo mudou seu nome para כיפא, Kepha, que em aramaico significa "pedra", "rocha", nome este que foi traduzido para o grego como Πέτρος, Petros, através da palavra πέτρα, petra, que também significa "pedra" ou "rocha", e posteriormente passou para o latim como Petrus, também através da palavra petra, de mesmo significado.

A mudança de seu nome por Jesus Cristo, bem como seu significado, ganham importância de acordo com a Igreja Católica em Mt 16, 18, quando Jesus diz: "E eu te declaro: tu és Kepha e sobre esta kepha edificarei a minha Igreja e as portas do inferno não prevalecerão nunca contra ela." Jesus comparava Simão à rocha. Pedro foi o fundador, junto com São Paulo, da Igreja de Roma (a Santa Sé), sendo-lhe concedido o título de Príncipe dos Apóstolos e primeiro Papa. Esse título é um tanto tardio, visto que tal designação só começaria a ser usada cerca de um século mais tarde, suplementando o de Patriarca (agora destinado a outro uso). Pedro foi o primeiro Bispo de Roma. Essa circunstância é importante, pois daí provém a primazia do Papa e da diocese de Roma sobre toda a Igreja Católica; posteriormente esse evento originaria os títulos "Apostólica" e "Romana".(...)

(Fonte: Wikipédia)
(Imagem: Maria Menezes no Facebook)

segunda-feira, 28 de junho de 2010

DOM DUARTE PIO DE BRAGANÇA, O REI DE PORTUGAL

Revista "Elite Negócios & Lifestyle Nº 46" de Maio de 2010
(Fonte: Blogue "Família Real Portuguesa")

THE PALACE OF QUELUZ - THE PORTUGUESE VERSAILLES

DOM CARLOS I, FOTÓGRAFO AMADOR

Rei Dom Carlos I e a sua máquina fotográfica

Museu-Biblioteca da Casa de Bragança. Exposição de Fotografia "Dom Carlos I, Fotógrafo amador". Irá realizar-se na Sala de Exposições Temporárias do Castelo de Vila Viçosa, uma exposição de fotografia, designada “Dom Carlos I, Fotógrafo amador”. Esta mostra estará patente de Junho a Setembro de 2010. O Arquivo Fotográfico do Paço Ducal de Vila Viçosa é constituído por um núcleo de cerca de cinquenta álbuns de família (cerca de 2000 fotos), muitos deles organizados pelo próprio Rei a bordo do Yacht Amélia. Deve mencionar-se ainda um conjunto de maços com fotografias de Dom Carlos I, perto de mil, em que muitas são idênticas, com o objectivo de serem oferecidas, pois estão coladas no cartão, identificadas, datadas e assinadas. Além disto, existem os álbuns e os maços das visitas reais, das fotografias oficiais e das cerimónias protocolares (cerca de 7000), oferecidas pelos melhores fotógrafos da época. De todo este vasto conjunto, decidimos expor a reprodução de sessenta espécies, principalmente da autoria de Dom Carlos I, e distribuí-las por quatro temas: as mais antigas (1887), as experiências (1888) e as ofertas, as fotografias para apoio à pintura e que servem de modelo ao quadro que surgirá mais tarde, as reportagens, cujos títulos ilustram o tema tratado, uma família de fotógrafos. A designação indica a influência que o Rei teve sobre os outros membros da família Real e que aqui se observam excelentes resultados. Dom Luís Filipe foi provavelmente o mais dotado de todos. A ampliação de muitas fotografias, insertas nas páginas dos álbuns, às vezes resistem bem e com nitidez, outras vezes isso não sucede e o resultado torna-se pior que o original, no entanto, vale como documento. Nas vitrinas estarão expostos alguns jornais e revistas da época, assinados pelo Rei, bem como dois álbuns, um de Dom Luís Filipe e outro de Dom Carlos I. Por último, gostaríamos de chamar a atenção para uma lanterna mágica, antecessora do nosso projector de diapositivos e um estereoscópio que permite ver em simultâneo duas imagens para se obter uma única. A mostra que aqui se apresenta, evitando os aspectos técnicos, pretende dar nota de um arquivo que é desconhecido da maioria dos investigadores, mas constitui uma nova perspectiva sobre a vida e os interesses da Família Real, nos últimos anos da Monarquia.


Publicada por Maria Menezes
(Fonte: Blogue "Família Real Portuguesa")

TENHO ESPERANÇA PORQUE ACREDITO

Ainda há uma esperança
A minha escolha está limitada
Votar em partidos sem ideologia, sem projecto?
Só nestes posso votar.
Bloquearam a democracia.
Não me revejo nos seus interesses mesquinhos
Não gosto, dos seus dirigentes, porque são pequenos
Corruptos, incultos e incompetentes
Neles não reconheço, valor humano ou moral.
Homens que têm medo da liberdade
Que através do seu poder, amordaçam a informação.
Que para defender os seus interesses mesquinhos, são capazes de tudo fazer.
Não são filhos de Portugal, não são filhos de um nobre povo.
Mentem descaradamente, adulteram a nossa História.
Não são pessoas dignas, não têm respeito por ninguém
Não amam Portugal.
A Republica é permissiva
Nasceu do assassínio e no assassínio perdurou.
Nunca foi sufragada pelo Povo
Foi mantida pela mentira, cedeu às modas das épocas, nunca teve um projecto nacional.
Foi luta, revoltas e instabilidade
Foi opressão da liberdade.
Foi o logro, de uma promessa de ilusão.
Foi queda de um Império, que era apenas uma Irmandade de povos.
Povos que foram abandonados em guerras fraticidas
Por traidores, que usurpavam as palavras nobres, como democracia e liberdade
Republica que se devia envergonhar, mas que tira da pobreza para se propagandear.
Propaganda que é uma afronta à dignidade de um povo.
Em que para se tentar justificar um regime, se faz esquecer o dia da independência de Portugal.
O povo está triste, já não há alegria, nem sonho, apenas a resignação.
Não há ambição.
Não há políticos que ambicionem nada para Portugal e apenas para seu benefício pessoal.
Não há referências de patriotismo, de amor e de dignidade.
A Republica é permissiva à dissolvência de uma Nação, País, território e povo…
Com nove séculos de uma tão gloriosa História.
Pedintes numa Europa que não se afirma, nem o pode fazer, por ausência de identidade
Prisioneiros de um projecto adiado
Nem sequer olhamos para as nossas potencialidades.
Dependentes de empréstimos financeiros para alimentar a ilusão de um nível de vida, que não podemos ter, mas que ninguém tem coragem de reconhecer.
Caminhamos para um abismo, para uma dependência, que ninguém sabe as consequências, mas que todos já prevêem.
Republica falida, sem capacidade de regeneração.
O futuro não será voltar ao passado… mas só poderemos ter um futuro risonho e melhor, se do passado voltarmos a ter orgulho.
Se voltarmos a ter auto estima, motivação e alma.
Tanto que podemos ainda dar ao mundo, se acreditarmos que temos esse desígnio como povo.
Se voltarmos a ter projectos… olhar novamente para o nosso território, o nosso mar, a nossa cultura, os nossos irmãos espalhados por todo o mundo.
Se voltarmos a ter liberdade, exigência, arrojo e dignidade.
E se a isso nos motivarem.
Nunca conseguiremos ressuscitar, se não tivermos a referência unificadora do nosso orgulho, que estimule a nossa auto estima.
Portugal precisa de voltar a ser… um povo com Alma.
O Reino de Portugal.

José J. Lima Monteiro Andrade
(Fonte: Blogue "Desafio de Mudança")