segunda-feira, 28 de junho de 2010
DOM CARLOS I, FOTÓGRAFO AMADOR
Rei Dom Carlos I e a sua máquina fotográfica
Museu-Biblioteca da Casa de Bragança. Exposição de Fotografia "Dom Carlos I, Fotógrafo amador". Irá realizar-se na Sala de Exposições Temporárias do Castelo de Vila Viçosa, uma exposição de fotografia, designada “Dom Carlos I, Fotógrafo amador”. Esta mostra estará patente de Junho a Setembro de 2010. O Arquivo Fotográfico do Paço Ducal de Vila Viçosa é constituído por um núcleo de cerca de cinquenta álbuns de família (cerca de 2000 fotos), muitos deles organizados pelo próprio Rei a bordo do Yacht Amélia. Deve mencionar-se ainda um conjunto de maços com fotografias de Dom Carlos I, perto de mil, em que muitas são idênticas, com o objectivo de serem oferecidas, pois estão coladas no cartão, identificadas, datadas e assinadas. Além disto, existem os álbuns e os maços das visitas reais, das fotografias oficiais e das cerimónias protocolares (cerca de 7000), oferecidas pelos melhores fotógrafos da época. De todo este vasto conjunto, decidimos expor a reprodução de sessenta espécies, principalmente da autoria de Dom Carlos I, e distribuí-las por quatro temas: as mais antigas (1887), as experiências (1888) e as ofertas, as fotografias para apoio à pintura e que servem de modelo ao quadro que surgirá mais tarde, as reportagens, cujos títulos ilustram o tema tratado, uma família de fotógrafos. A designação indica a influência que o Rei teve sobre os outros membros da família Real e que aqui se observam excelentes resultados. Dom Luís Filipe foi provavelmente o mais dotado de todos. A ampliação de muitas fotografias, insertas nas páginas dos álbuns, às vezes resistem bem e com nitidez, outras vezes isso não sucede e o resultado torna-se pior que o original, no entanto, vale como documento. Nas vitrinas estarão expostos alguns jornais e revistas da época, assinados pelo Rei, bem como dois álbuns, um de Dom Luís Filipe e outro de Dom Carlos I. Por último, gostaríamos de chamar a atenção para uma lanterna mágica, antecessora do nosso projector de diapositivos e um estereoscópio que permite ver em simultâneo duas imagens para se obter uma única. A mostra que aqui se apresenta, evitando os aspectos técnicos, pretende dar nota de um arquivo que é desconhecido da maioria dos investigadores, mas constitui uma nova perspectiva sobre a vida e os interesses da Família Real, nos últimos anos da Monarquia.
Publicada por Maria Menezes
(Fonte: Blogue "Família Real Portuguesa")
TENHO ESPERANÇA PORQUE ACREDITO
Ainda há uma esperança
A minha escolha está limitada
Votar em partidos sem ideologia, sem projecto?
Só nestes posso votar.
Bloquearam a democracia.
Não me revejo nos seus interesses mesquinhos
Não gosto, dos seus dirigentes, porque são pequenos
Corruptos, incultos e incompetentes
Neles não reconheço, valor humano ou moral.
Homens que têm medo da liberdade
Que através do seu poder, amordaçam a informação.
Que para defender os seus interesses mesquinhos, são capazes de tudo fazer.
Não são filhos de Portugal, não são filhos de um nobre povo.
Mentem descaradamente, adulteram a nossa História.
Não são pessoas dignas, não têm respeito por ninguém
Não amam Portugal.
A Republica é permissiva
Nasceu do assassínio e no assassínio perdurou.
Nunca foi sufragada pelo Povo
Foi mantida pela mentira, cedeu às modas das épocas, nunca teve um projecto nacional.
Foi luta, revoltas e instabilidade
Foi opressão da liberdade.
Foi o logro, de uma promessa de ilusão.
Foi queda de um Império, que era apenas uma Irmandade de povos.
Povos que foram abandonados em guerras fraticidas
Por traidores, que usurpavam as palavras nobres, como democracia e liberdade
Republica que se devia envergonhar, mas que tira da pobreza para se propagandear.
Propaganda que é uma afronta à dignidade de um povo.
Em que para se tentar justificar um regime, se faz esquecer o dia da independência de Portugal.
O povo está triste, já não há alegria, nem sonho, apenas a resignação.
Não há ambição.
Não há políticos que ambicionem nada para Portugal e apenas para seu benefício pessoal.
Não há referências de patriotismo, de amor e de dignidade.
A Republica é permissiva à dissolvência de uma Nação, País, território e povo…
Com nove séculos de uma tão gloriosa História.
Pedintes numa Europa que não se afirma, nem o pode fazer, por ausência de identidade
Prisioneiros de um projecto adiado
Nem sequer olhamos para as nossas potencialidades.
Dependentes de empréstimos financeiros para alimentar a ilusão de um nível de vida, que não podemos ter, mas que ninguém tem coragem de reconhecer.
Caminhamos para um abismo, para uma dependência, que ninguém sabe as consequências, mas que todos já prevêem.
Republica falida, sem capacidade de regeneração.
O futuro não será voltar ao passado… mas só poderemos ter um futuro risonho e melhor, se do passado voltarmos a ter orgulho.
Se voltarmos a ter auto estima, motivação e alma.
Tanto que podemos ainda dar ao mundo, se acreditarmos que temos esse desígnio como povo.
Se voltarmos a ter projectos… olhar novamente para o nosso território, o nosso mar, a nossa cultura, os nossos irmãos espalhados por todo o mundo.
Se voltarmos a ter liberdade, exigência, arrojo e dignidade.
E se a isso nos motivarem.
Nunca conseguiremos ressuscitar, se não tivermos a referência unificadora do nosso orgulho, que estimule a nossa auto estima.
Portugal precisa de voltar a ser… um povo com Alma.
O Reino de Portugal.
José J. Lima Monteiro Andrade
(Fonte: Blogue "Desafio de Mudança")
domingo, 27 de junho de 2010
OUTRA GRANDE ENTREVISTA A S.A.R. O SENHOR DOM DUARTE
Revista "Contrabando" Nº 3 de Junho de 2010 - Revista Rayana Multilingue
(Fonte: Blogue "Família Real Portuguesa")
ESPELHO?
Cientes da importância dos caminhos-de-ferro para o desenvolvimento do País, os antigos Reis promoveram fortemente as ligações ferroviárias. As linhas cresceram e propagaram-se a todo o Portugal. Havia, pode-se concluir, uma visão estratégica (encabeçada pela própria Coroa) que pretendia desenvolver a nação. Fizeram-se pontes e túneis (com as dificuldades inerentes à época) pois nada podia impedir a chegada do progresso.
Vou narrar o que me lembra do solene dia da inauguração que, enfim, chegou. Minha mãe não quis ir ao banquete do Carregado. Mas foi comigo para um cerro fronteiro à estação de Alhandra ver a passagem do comboio (….). Finalmente, avistámos ao longe um fumozinho branco, na frente de uma fita escura que lembrava uma serpente a avançar devagarinho. Era o comboio? (…) Vinha festivamente embandeirado o vagão em que viajava D.Pedro V. O comboio parou por um momento na estação, de onde se ergueram girândolas estrondosas de foguetes (…).
Livro de memórias da Marquesa de Rio Maior
Volvidos estes anos, a história é diferente. Com a desculpa de não serem rentáveis, fecham-se linhas ao invés de as modernizar (como Espanha fez). Chega-se mesmo à caricata situação de Viseu (capital de distrito, muito em voga nestes dias por acolher o Congresso da Causa Real) não possuir ligação ferroviária.
Enquanto isso o imenso património ferroviário vai-se acumulando, deixado ao abandono, numa situação que incomoda (para não dizer revolta) qualquer Português que se preze.
Será o estado do património é o espelho do estado do País?
E agora?
Agora Portugal precisa de um REI.
(Fonte: Portugal Futuro)
CURIOSIDADE HISTÓRICA: CREDO REALISTA
Creio no poder do senhor Dom Miguel, Pai criador do sistema realista do exercito do Marquês de Chaves, um só seu filho nosso libertador o qual foi concebido pelos apostólicos, nasceu em Trás-os-Montes, padeceu debaixo do poder dos mações, foi crucificado pelos constitucionais, sepultado com nome de rebelde, desceu à Espanha, de onde há-de ressurgir glorioso e subir ao trono e sentar-se à direita de seu legitimo REI o Senhor DOM MIGUEL, onde irá julgar os maçons de vivos e mortos, Creio na espírito da Junta Apostólica na destruição geral do maçonismo constância da senhora dona Carlota Joaquina na remição dos enganados, na eterna precisão da nossa Santa Inquisição e no extermínio total dos constitucionais, para a vida eterna Ámen.
MOVENDO-SE OS PÉS E OS BRAÇOS NÃO CALEIS VOSSA EXPRESSÃO.
VIVA MIGUEL, VIVA A PATRIA, TRIUNFE A RELIGIÃO.
E.V.
In “Arq. Distrital de Portalegre” Processo do século XIX. Documento achado na porta da Igreja de S. Lourenço de Portalegre.
Documento cedido pelo nosso caro amigo, Dr. Paulo Falcão Tavares
(Fonte: Real Associação de Portalegre)
(Fonte: Real Associação de Portalegre)
Subscrever:
Mensagens (Atom)


