quinta-feira, 24 de junho de 2010

DIA DA BATALHA DE SÃO MAMEDE - INDEPENDÊNCIA DE PORTUGAL


Faz hoje, dia 24 de Junho de 2010, 882 anos que se deu a batalha de São Mamede em Guimarães. Esta é a data que nos deu identidade e independência. Esta data deu-nos identidade e define-nos como povo. Não menosprezemos uma data tão relevante!

(Fonte: Blogue "Movimento 1128")

Batalha de S. Mamede

Batalha travada a 24 de Junho de 1128 "in campo Sancte Mametis quod est prope castellum de Vimaranes". Desde 1112, ano da morte do seu esposo, D. Teresa detinha o governo do condado Portucalense tendo a seu lado fidalgos castelhanos, nomeadamente Fernão Peres de Trava, com quem, pensa-se, terá mantido uma relação marital. Já desde 1127 o infante Afonso Henriques mantinha discórdias importantes com sua mãe; tentou por este motivo apoderar-se do governo do Condado.

As tropas do infante e dos barões portucalenses enfrentaram as de Fernão Peres de Trava e dos seus partidários portugueses e fidalgos galegos no dia de S. João Baptista do já referido ano de 1128. A vitória foi para D. Afonso Henriques. O cronista do mosteiro de Santa Cruz aproveitou a coincidência da data da batalha com a festa religiosa para exaltar o acontecimento, conseguindo colocá-lo ao nível das intervenções divinas. S. João Baptista tinha sido o anunciador de Jesus Cristo pelo facto de a batalha se ter dado na data em que se venera esse santo e a vitória ter sorrido a D. Afonso Henriques. Tal facto é, para o cronista, prova de que o infante era, também ele, o anunciador do aparecimento de um novo reinado.

Efectivamente, esta batalha foi decisiva, pois com ela mudaram os detentores do poder no condado (expulsão de D. Teresa e do "seu conde") e mudaram ainda as relações das forças sociais para com o próprio poder. Os barões portucalenses, ao escolherem D. Afonso Henriques para seu chefe, recusavam-se a aceitar a política da alta nobreza galega e do arcebispo de Compostela; por esta via estavam a inviabilizar um reino que englobasse Portugal e a Galiza. Desencadearam uma corrente independentista capaz de subsistir por si só e capaz de resistir a todas as tentativas posteriores de reabsorção.

A localização exacta do campo de batalha é ainda pouco precisa; sabe-se, no entanto, que a refrega se deu, sem qualquer dúvida, perto de Guimarães.

Com a derrota, D. Teresa e Fernão Peres abandonaram o governo condal, que ficaria agora nas mãos do infante e seus partidários, desagradando o bispo de Santiago de Compostela, Diogo Gelmires, que cobiçava o domínio das terras. D. Teresa desistia assim das ambições de ser senhora de Portugal. Existem rumores não confirmados que ela tenha sido aprisionada no Castelo de Lanhoso. Há até quem relate as maldições que D. Teresa pregou ao seu filho D. Afonso Henriques.

(Fontes: Infopedia e Wikipedia)

UM FELIZ DIA DE SÃO JOÃO PARA TODOS!

A noite do S. João no Porto é um momento magnífico de libertação da identidade genuina do povo português.

(Imagem: Maria Menezes * Fotografia: José Andrade)

PRÍNCIPE ALBERTO DO MÓNACO VAI CASAR

O Governo do Mónaco anunciou, esta quarta-feira, o noivado do príncipe Alberto com Charlene Wittstock, antiga campeã sul-africana de natação.

Laetitia Pierrat, porta-voz da Casa Real, frisou que este "será o primeiro casamento de um príncipe reinante" desde que Rainier III casou com Grace Kelly, em 1956.

Publicada por Comendador Castro
(Fonte: Blogue da "Real Associação do Baixo Alentejo")

quarta-feira, 23 de junho de 2010

O NOVO LOGO DA JUVENTUDE MONÁRQUICA PORTUGUESA



Uma nova cara para uma nova atitude, uma nova ambição, um novo trabalho na restauração do nosso ideal.


Criação do designer Afonso Pessanha.


Vamos para diante! Viva o Rei!

GRANDES CAUSAS DA MONARQUIA

É «o titulo genérico de uma série de exposições» que Rogério Afonso Seabra Leitão Cardoso se propõe «organizar sobre o longo período de vigência do regime monárquico em Portugal».

Isto porque, conforme o idealizador do projecto, «é corrente ouvirmos dizer, por ignorância ou malícia, que pouco ou nada foi feito em tempo de monarquia e tudo começu a melhorar com a república. Não poucas vezes, os comunicadores e fazedores de opinião somam erros e confusões quando falam da monarquia, daí resultando uma boa parte do desconhecimento sobre a vida dosm portugueses durante os séculos em que vigoraram os sistemas monárquicos. A deturpação, a alteração e a invenção continuaram a ser utilizadas para denegrir muito do que foi feito a favor dos portugueses mais desfavorecidos.

A época mais próxima de nós - a do constitucionalismo monárquico - foi fértil na criação de instituições de beneficiência, então assim se chamava o que hoje conhecemos por assistência social. Os governos de então e os membros da Família Real tiveram um papel importantíssimo na extensão dos serviços do Estado aos domínios da beneficiência e da saúde pública, bem como na solução das carências sociais, contribuindo e apoiando a criação de inúmeras instituições assistenciais que colocaram Portugal no mesmo caminho e nível do que melhor se fazia na Europa».

A primeira exposição versa, pois, a Assistência Nacional aos Tuberculosos, «criada e presidida pela Rainha D. Amélia, é a prova ineludivel da vontade da Monarquia bem servir Portugal. Em poucos anos, foi criada uma organização de combate à doença que flagelava anualmente milhares de portugueses de todas as classes sociais. Apareceu uma rede de dispensários, hospitais e sanatórios que se estendeu a todo o país e continuou a servir durante dezenas de anos. Montou-se uma campanha de propaganda visando o esclarecimento e a profilaxia. Surgiram laboratórios dedicados à análise clinica e à experimentação de fármacos. Publicaram-se numerosos estudos científicos e houve a colaboração dos melhores médicos e investigadores. Arquitectos de prestígio projectaram edificios vocacionados para a luta anti-tuberculosa. Envolveu-se a sociedade civil nessa luta. Tudo isto em apenas 10 anos, apesar da exiguidade de meios e das tecnologias de então.

A República inaugurou um único sanatório cuja construção, concluida em Fevereiro de 1910, aguardava apenas a dotação de equipamentos para entrar em funcionamento no final daquele ano. Foi o caso do Hospital do Repouso, sanatório a que teria sido dado o nome de "D. Carlos I", em memória do Rei martirizado. A República mudou-lhe o nome, indevidamente, para Hospital Pulido Valente, segundo o velho preceito de matar a memória».

Sem os meios financeiros que o Estado atribui aos «situacionistas», esta era mais uma exposição patente no Teatro do Viriato, em Viseu, aquando do Congresso da Causa Real. Mais uma iniciativa de um português inconformado com este regime devorista e lutador pela reposição da verdade histórica e de um Portugal melhor.

Publicada por João Afonso Machado
(Fonte: Blogue "Centenário da República")

UMA EXCELENTE SUGESTÃO DE LEITURA, PARA QUEM NÃO PUDER IR À PALESTRA

TAILÂNDIA: A DEMOCRACIA VENCEU

Desenganem-se aqueles que pensavam que os “vermelhos” venceriam a batalha iniciada nas ruas de Bangkok, na sequência da tentativa de golpe de Estado ocorrida na passada semana na capital da Tailândia.

Mais do que uma pretensa luta entre “ricos e pobres”, o golpe foi financiado por um conglomerado capitaneado pelo corrupto ex-primeiro ministro, o multimilionário Thaksin Shinawatra, na sequência da já anterior afirmação por parte daquele ex-dirigente de um poder pessoal sem fim mas que encontrava contudo ramificações nas elites empresariais provinciais, a par de uma aliança estratégica com o maoísta PC tailandês.

Com a ocupação da capital tailandesa visava-se fundamentalmente a queda do regime democrático e da secular monarquia, esmagadoramente apoiada pelo povo do Sião, favorecendo a conhecida estratégia expansionista da grande superpotência da região.

A verdade é que o golpe de Bangkok falhou e tal deveu-se à inteligência da reacção contida dos dirigentes tailandeses que apanhou desprevenidos os opositores que esperavam um banho de sangue para, dessa forma, justificarem a pretensa falta de democracia no País.

As baixas foram quase insignificantes e o regime sobreviveu, a exemplo dos séculos em que o Sião jamais aceitou ser colonizado. Desesperados e sem honra, os “camisas vermelhos” bateram em retirada mas, em desespero, semearam um rasto de destruição que levou a que Bangkok perdesse numa só noite os maiores centros comerciais da Ásia, equivalendo estes à superfície total do Colombo, das Amoreiras, do Vasco da Gama, do Allegro Tejo e do Continente, entre outros.

A par desta atitude mais típica de terroristas urbanos, arderam dezenas de edifícios públicos e privados e perderam-se mais de 8000 postos de trabalho... Segue-se agora a tarefa da reconstrução e da reabilitação da costumeira imagem pacífica do país. A monarquia, essa, mais do que nunca, continua a trilhar o seu caminho e a assegurar o bem-estar social do povo do Sião.

A democracia triunfou!

Pedro Quartin Graça in Diário Digital
(Fonte: Blogue da Real Associação de Lisboa)