terça-feira, 22 de junho de 2010
segunda-feira, 21 de junho de 2010
AMANHÃ: 1ª CAMPANHA DE RUA NO PORTO
Quem na 4ª feira próxima, dia 23 de Junho, puder e quiser vir participar na Campanha de Rua, no Porto, será muito bem recebido. Quem estiver interessado/a, pode manifestar o seu interesse quer aqui no blogue (nesta página em comentários), quer através do meu e-mail: diogojrcampos@hotmail.com / djrcampos@gmail.com .
A Campanha de Rua, terá inicio pelas 15h00 / 15h30, na Baixa do Porto (junto ao Grande Hotel do Porto, e prosseguirá pelas ruas da cidade).
Parabéns Maria Menezes, pelo seu excelente trabalho, convido-a também a si a participar na nossa campanha de rua, se não puder vir, prometo que lhe envio umas fotos para se quiser, colocar no blogue.
Saudações Monárquicas!
Diogo de Campos
Publicada por Maria Menezes
(Fonte: Blogue "Família Real Portuguesa")
PANORÂMICA GERAL DO XVI CONGRESSO DA CAUSA REAL EM VISEU
Realizou-se em Viseu, no Teatro Viriato, o Congresso da Causa Real, que pela primeira vez aliou um período reservado aos seus associados, com a apresentação do Relatório e Contas e a eleição de novos membros para a Direcção, em substituição de elementos que saíram por razões pessoais e profissionais e que passou a integrar os Dr. Sérgio Rau Silva, Dr. Miguel Esperança Pina e João Távora, a apresentação de moções e declarações sobre a estratégia da Causa Real e um período aberto a todos os monárquicos, com a realização de palestras e a discussão dos temas apresentados, que foram muito participadas pelas cerca de 160 pessoas presentes.
Foram oradores o Prof. Doutor Nuno Gonçalves da Cunha, sobre as razões da sua recente adesão ao ideal monárquico, Prof. Doutor José Adelino Maltês, sobre a Democracia e Monarquia, Dr. Carlos Bobone e João Távora, sobre a Violência política no advento da proclamação da República e Dr. Rui Monteiro, sobre a Esquerda e a Monarquia.
No segundo dia interveio o Dr. José Valle de Figueiredo, que falou sobre a Monarquia e o Municipalismo. Na sessão de encerramento, usaram da palavra o Presidente da Causa Real, Dr. Paulo Teixeira Pinto e Sua Alteza Real o Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança, que fez um apelo à intervenção dos monárquicos junto de todos os portugueses num trabalho no terreno para esclarecimento das virtualidades da Monarquia.
No fim do primeiro dia de trabalhos realizou-se uma marcha desde o Teatro Viriato até ao Rossio, com todos os participantes empunhando bandeiras nacionais azuis e brancas e distribuindo –as à população que assistiu à sua passagem, onde na Câmara Municipal o seu Presidente, Dr. Fernando Ruas, recebeu em sessão solene Sua Alteza Real o Duque de Bragança, acompanhado de vários Vereadores.
Mais tarde, SS.AA.RR., convidados pelo Dr. Fernando Ruas, assistiram as marchas populares na avenida Europa em Viseu.
No domingo, dia 20, Sua Alteza Real a Senhora Dona Isabel, Duquesa de Bragança, visitou a Confraria de Santo António, onde a convite da sua direcção foi admitida como confreira. A primeira confreira foi a Rainha Dona Amélia.
Após a missa dominical celebrada na magnífica Sé por Sua Excelência Reverendíssima O Bispo de Viseu D. Ilídio Pinto Leandro, que saudou efusivamente SS.AA.RR. e os participantes do Congresso, continuaram as conferências, no fim das quais actuou o Coro Mozart de Viseu, formado por crianças e jovens de tenra idade.
Seguiu-se um almoço na Casa da Ínsua, em Penalva do Castelo, presidido pelos Duques de Bragança, que reuniu duzentas pessoas.
Assembleia Geral
Dia 19 pela manhã
CONGRESSISTAS A CAMINHO DOS PAÇOS DO MUNICÍPIO PARA A RECEPÇÃO DE S.A.R., O SENHOR DOM DUARTE DE BRAGANÇA
SESSÃO DE BOAS-VINDAS A S.A.R., DOM DUARTE NO SALÃO NOBRE DOS PAÇOS DO MUNICÍPIO
CONFERÊNCIAS E DEBATES
"A imagem de marca de Portugal como produto da economia global"- Prof. Doutor Nuno Gonçalves da Cunha
"As vantagens da Monarquia para a Democracia do século XXI" - Prof. José Adelino Maltês
Foi um momento inesquecivel, o da intervenção do Prof. José Adelino Maltez, ontem, no Congresso da Causa Real em Viseu. Em tudo e por tudo: pelas memórias pessoais que invocou, pela sua análise histórica, pela sua liberdade de pensamento, pelo futuro no qual frisou acreditar sempre.Por quantos mitos foram sucessivamente caindo, enquanto falava e dizia claramente que a res publica é nossa, pertence à Monarquia em que Portugal nasceu, cresceu e decerto sobreviverá e recuperará dos seus males actuais.O seu primeiro contacto com a realidade monárquica: o casual conhecimento desse velhinho simpático, conversador, humilde - afinal o Senhor D. Duarte Nuno, residindo em Coimbra, nos seus pacatos passeios na cidade.J. Adelino Maltez defeniu-se como um tradicionalista - logo adverso ao reacionarismo; conservador - por oposição a revolucionário ou contra-revolucionário. Um homem livre e, só por isso, monárquico. Porque já nas apócrifas Cortes de Lamego se gritou: «nós somos livres e o nosso Rei é livre». Esse o brado que os portugueses deverão sempre trazer na sua alma.Em traços breves mas precisos sublinhou os grandes mestres do pensamento monárquico e da oposição à II República - Almeida Braga (entre os integralistas), João Camossa, Ribeiro Teles, Henrique Barrilaro Ruas com quem tanto aprendeu. Homens depois copiados, mas silenciados, adaptados, logo adulterados. "Onde houvesse um movimento oposicionista ao estado Novo, estava sempre lá um monárquico".Ao longo da sua intervenção, o enaltecimento dos momentos altos da afirmação da nossa identidade nacional: a Dinastia de Avis, o Príncipe Perfeito, 1640, a Constituição ou a Carta Constitucional, 1820 ou 1826, a Maria da Fonte, a Patuleia, o travão colocado ao "devorismo". E o repto: sobrevivamos a este regime, remodelemo-lo, "reelejamos o Rei".Ficaria bem clara, a finalizar, o conselho - estudem. Estudemos.Porque, evidentemente, só assim conheceremos o logro enorme com que a República insiste em vendar os olhos aos portugueses. Esse logro que não traz para as parangonas dos jornais o incómodo pensamento de José Adelino Maltez.
" O terrorismo político e o advento da República" - João Távora e Carlos Bobone
"A dinâmica política e a Monarquia" - Rui Monteiro
domingo, 20 de junho de 2010
PSD DIVIDIDO: COMISSÃO DISCUTE APAGAR "REPÚBLICA" DA CONSTITUIÇÃO
por Filipa Martins, Publicado em 21 de Junho de 2010 (Jornal I)Comissão de revisão constitucional analisa proposta que contesta a natureza republicana do governo. Alteração não é consensual
O PSD está a discutir uma alteração à Constituição que, a ser aprovada, permitiria que Portugal se tornasse uma monarquia. A proposta de alteração da alínea b do artigo 288 da Constituição Portuguesa, que impõe a forma republicana de governo, já foi posta a discussão na comissão de revisão constitucional do PSD, sabe o i. A iniciativa passa por substituir o artigo constitucional que limita a natureza do regime português a uma republica por um outro que apenas imponha uma natureza democrática de governo. Com esta alteração, passaria a poder existir em Portugal qualquer regime político, desde que seja democrático.
A iniciativa está, à partida, condenada à falta de unanimidade. "Sou contra", diz Bacelar Gouveia. O constitucionalista e membro da comissão defende que "esta não é uma questão de primeira linha e que não foi por isto que foi criada a comissão e, como tal, não se deve criar polémica sobre o tema". Mas admite que "a alteração do artigo já foi pedida, o que levantou algumas discordâncias".
"Era de prever que esta questão fosse levantada na comissão, tendo o grupo de trabalho como presidente Paulo Teixeira Pinto", refere fonte da comissão de revisão constitucional. "Foi uma escolha feita pelo presidente do partido, que está a ser respeitada por todos. Trata-se de uma pessoa que consideramos muito, mas que é presidente da Causa Real e já mostrou publicamente ser favorável a uma revisão constitucional que permita que Portugal se torne uma monarquia", refere.
Em 2008, quando assumiu a liderança da Causa Real - a convite de D. Duarte - Paulo Teixeira Pinto demonstrou a vontade de suscitar numa próxima revisão constitucional a alteração do artigo respeitante à forma republicana de regime. Na altura, o antigo presidência executiva do Millennium BCP referiu, em entrevista ao "Diário de Notícias", que a imposição de um regime republica "nunca devia ter ficado escrito na Constituição". "Eu fui a primeira pessoa a levantar a questão há uns anos e pretendo voltar a fazê-lo. Quando há uns anos falei com vários deputados apercebi-me da receptividade deles para alterar o limite da natureza republicana de regime para natureza democrática de regime. Hoje há muitos mais adeptos desta solução", garantiu. Apesar das tentativas, não foi possível falar com Paulo Teixeira Pinto até ao fecho da edição.
Para esta segunda-feira, está marcada uma nova reunião da comissão de revisão constitucional e esta semana o líder do PSD, Pedro Passos Coelho, dever-se-á encontrar com Paulo Teixeira Pinto. Até às férias parlamentares será fechada uma orientação geral das alterações propostas pelo partido, que terão de ser articuladas com a bancada parlamentar social democrata e, posteriormente, com os socialistas. A emergência de uma revisão Constitucional foi assumida por Pedro Passos Coelho no congresso de tomada de posse em Abril. Na altura o presidente do PSD, referiu as presidenciais como prazo limite para um entendimento.
S.A.R. O SENHOR DOM DUARTE DIZ QUE PORTUGAL HOMENAGEIA UM HOMEM QUE É CONTRA O PAÍS
O duque de Bragança, Duarte Pio, considerou hoje simbólico que Portugal “esteja a homenagear como um grande herói nacional um homem que é contra Portugal”.
Falando em Viseu, na sessão de encerramento do XVI Congresso da Causa Real, sem nunca referir o nome de José Saramago, Duarte Pio, disse ser “simbólico que o país neste momento esteja a homenagear como um grande herói nacional um homem que é contra Portugal, que quis que Portugal deixasse de existir como país, que tem um certo ódio até à nossa raiz e que esse seja considerado o símbolo atual do nosso regime”. Na sua opinião, este momento ajuda “a perceber um pouco o que é que vai na cabeça de algumas pessoas que têm vergonha de ser portuguesas hoje em dia e que gostariam de ser outra coisa qualquer”. Duarte Pio frisou que o movimento monárquico tem como objetivo “a restauração de Portugal” e que pretende contribuir “para a análise do futuro político, social económico do país” e para que este tenha futuro. O duque de Bragança mostrou-se hoje convicto de que existe na Europa um movimento de republicanos que queriam derrubar as monarquias mas depois concluíram que “os reis defendem a coisa pública melhor do que os políticos”. A propósito lembrou um discurso feito por ocasião dos 60 anos do rei da Suécia, pelo primeiro ministro, que na altura era socialista: “Disse que o PS sueco sempre fora um partido republicano, que tinha no seu programa a implantação da República, e que tinham chegado à conclusão de que, afinal, tudo aquilo que eles queriam de uma República já tinham na Suécia e que o Rei era o melhor defensor da sua República”. Segundo o duque de Bragança, “o mesmo foi dito mais recentemente pelo primeiro ministro holandês”. Neste âmbito, considerou que “hoje há todo um movimento na Europa de pessoas que julgavam que para ser republicanas precisavam de derrubar as monarquias e combater os reis, mas que chegaram à conclusão de que, afinal de contas, os reis defendem a coisa pública melhor do que os políticos”. Ressalvou que não põe em causa “o mérito e o valor” dos políticos, nomeadamente dos que foram Presidentes da República em Portugal, e garantiu ter “a maior consideração pelo patriotismo e pela dedicação” que têm tido. “O que os monárquicos põem em causa não são as pessoas, os presidentes, são a instituição em si. Os monárquicos consideram que, por razões políticas, de experiência, pela análise das realidades políticas atuais, o sistema republicano de chefia de Estado não funciona tão bem”, esclareceu. O duque de Bragança considerou fundamental que os monárquicos aproveitem todas as ocasiões para passar a sua mensagem, “sobretudo numa época em que as instituições estão a ser postas em causa pela crise económica, que tem a sua base numa crise moral, de valores éticos, espiritual”. “Muita gente vai pôr em causa as instituições em que vivemos e corremos o risco, como dizem os ingleses, de deitar fora o bebé com a água do banho”, alertou, explicando que “as pessoas estão muito zangadas com a situação em que vivem e poderão um dia ter a tentação de deitar fora a própria democracia, porque não está a responder às angústias” atuais.
(Fonte : Lusa/AO online)
CENTENÁRIO DA REPÚBLICA - ARTISTAS DAS COMEMORAÇÕES COM 7 MESES DE ATRASO NOS PAGAMENTOS
A comissão diz que “a situação já foi resolvida”, mas os artistas continuam sem receber o pagamento pelos espectáculos que têm vindo a apresentarO grupo de artistas a trabalhar para o projecto de dançaSolos com Convicção, parte da programação das comemorações do centenário da República, está há mais de sete meses sem ser pago. A Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República (CNCCR), que tem um orçamento anunciado de 10 milhões de euros, garante que os pagamentos estão em curso, mas, até ontem, nenhum artista foi remunerado.
Os atrasos duram desde o começo das apresentações dos espectáculos, em Fevereiro, e afectam, para além das coreógrafas, músicos convidados, figurinistas e técnicos. Inicialmente, a comissão garantiu que os pagamentos iriam ser efectuados só a partir da primeira actuação. Mas o prazo acabou por ser adiado. Depois, a CNCCR assegurou que pagaria o evento do dia 8 de Março, na Fábrica do Braço de Prata, em Lisboa, mesmo tendo sido cancelado por causa do mau tempo. Tal não aconteceu. Só agora, em Junho, foi transmitido que a Academia de Produtores Culturais – produtora do espectáculo – já tem em sua posse o dinheiro, desde o dia 4 deste mês, para fazer os devidos pagamentos. Contudo, até ontem as transferências ainda não tinham sido efectuadas.
“Contaram-nos uma desculpa que a comissão não tinha dinheiro para nos pagar. Diziam-nos que eram erros burocráticos, que “amanhã” a situação se ia resolver”, disse ao PÚBLICO o músico Vítor Rua. “Desde Novembro passado que estamos a trabalhar, sem recebermos os 200 euros por apresentação. Não temos culpa da incompetência da comissão e das suas falhas técnicas”, desabafou o músico, que, em Maio, escreveu uma carta à CNCCR. Foi-lhe respondido que a situação iria ser resolvida.
Ainda nesse mês as cinco coreógrafas convocaram uma reunião na qual Fernanda Rollo, da CNCCR, garantiu que as transferências iriam ser efectuadas. “As razões que nos foram dadas é que não havia enquadramento jurídico para assumir a programação. No entanto, afirmaram que a primeira transferência iria ser feita”, disse a coreógrafa Cláudia Dias.
Sem dinheiro para pagarem as despesas logísticas, algumas coreógrafas tiveram que cancelar espectáculos. Foi o caso de Cláudia Dias, que, por não ter dinheiro para pagar o transporte do material fonográfico do seu espectáculo para Loulé, se viu obrigada a cancelar o evento. “Colocámos a questão de não haver verbas para a circulação de peças, mas a Academia disse-nos que não tinham soluções a apresentar”, explicou a coreógrafa.
“Nenhum artista gosta de renegar o seu trabalho”, afirmou Vítor Rua. Mas “não temos dinheiro, nem para as viagens de comboio. Se nós cancelarmos os concertos, eles [comissão] dizem-nos que só estamos a prejudicar o nosso nome e profissão”, acrescentou o músico.
Contactada pelo PÚBLICO, a CNCCR respondeu, em comunicado, que os atrasos se devem ao facto de o Orçamento do Estado só ter entrado em vigor a 29 de Abril, tendo “as verbas só começado a ser disponibilizadas em meados de Maio”. “Quanto à Academia de Produtores Culturais, registou-se, de facto, um atraso na formalização do contrato, situação que já está, porém, resolvida”, garantiu a comissão. Já a responsável pelo projecto, Madalena Vitorino, não quis fazer qualquer comentário.
(Fonte : Jornal Público)
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