sexta-feira, 30 de abril de 2010

25 DE ABRIL. MATARAM O SONHO.


Mataram o sonho
36 anos depois

Cantaram-se hinos à liberdade,
Firmes promessas de igualdade,
Em que o Povo acreditou.
Encheram-se as ruas de alegria,
A única coisa que se ouvia,
Era que a ditadura acabou.

Foi um Abril de esperança,
Uma época de mudança.
E os acusados de traidores,
Que desde logo apareceram,
Em voz alta, prometeram,
Mudanças ainda maiores.

Quiseram esses novos senhores,
Impor-nos outros valores
Trazidos de uma terra fria,
Aquela era a sua oportunidade,
E em nome da liberdade,
Esqueceram o que o povo queria.

Apareceram então outros senhores,
Que falavam como salvadores,
Da vontade popular.
Prometeram dar voz ao povo,
E o que aconteceu de novo,
Foi que o povo voltou a errar.

Votou o povo em vendedores,
Que foram novos traidores,
Em que muitos acreditaram.
Património vendido e desperdiçado,
Um risco na história e no passado.
País sem rumo foi o que deixaram.

Com liberdade e pouco mais.
Começa o tempo dos ideais,
Mas pobre era a imaginação,
Todos falavam igual.
O socialismo era afinal,
Para todos a única solução.

Ficou apenas a democracia.
Mas como ideais, já não havia…
Que democracia podíamos ter?
Partidos que mais não são,
Espelhos da desmedida ambição,
ambição de riqueza e de poder.

É justo referir a excepção,
De generosos com ilusão,
Que não podemos esquecer.
Determinados e apaixonados,
Homens bem preparados,
Que acabaram por morrer.

Mas o que no fim ficou,
E o que mais a todos marcou,
Não foi nunca a qualidade.
Sacrificaram-se os inteligentes
Crucificaram-se os crentes.
Favoreceu-se a mediocridade.

Sem uma única boa referência,
Este país de longa existência,
Perdeu a sua identidade.
É hoje apenas uma região
Vivendo como pedinte e em ilusão,
Do país, nem sequer à saudade.

E o povo que em Abril vibrou,
Que generosamente acreditou,
Está incrédulo e desorientado.
Tem um Estado que o despreza,
Que o empurra para a pobreza,
Triste povo que está cansado.

A História o povo já não conhece
Sem uma identidade, padece,
Triste povo, que foi risonho.
De onde saiu a inteligência,
Pior ainda, a decência,
Que matou todo um sonho.

José J. Lima Monteiro Andrade
(Fonte: Blogue "Desafio de Mudança")

FILIPA VACONDEUS EM ENTREVISTA AO MONÁRQUICOS NORTENHOS

Maria Filipa Carneiro de Mendonça Côrte-Real Vacondeus tem sido, ao longo deste últimos 30 anos, uma figura muito querida de todos os Portugueses. Monárquica assumida e apaixonada pela arte equestre, Filipa Vacondeus tem dedicado muito do seu tempo à preservação de um património que, muitas vezes nos passa despercebido nessa categoria, a Gastronomia Nacional. Desde dos programas televisivos em que participa aos seus famosos livros de culinária, Filipa Vacondeus tornou-se uma figura indissociável da Gastronomia Nacional nestes últimos anos.

A.B.P.(António Baião Pinto)1. Podemos começar por recordar um pouco da sua infância e a forma como esta veio a influenciar a sua carreira no mundo da Gastronomia Nacional.

M.F.V. (Maria Filipa Vacondeus)– A minha infância e juventude foram fantásticas já que, nascida de uma família tradicional, monárquica e católica, me deu uma educação que me orientou toda a vida e me honra muito ao chegar a esta idade, nunca me ter afastado dela.

Os meus Pais procuraram dar-me uma educação que me soubesse fazer cumprir e compreender os valores e os princípios que eles defendiam e muito cedo, pelo menos uma vez por ano dar férias à minha Mãe e ser eu a governar a casa com todas as responsabilidades.

Nessa altura, alguns membros da Família Real eram visitas constantes da nossa casa, desde A Senhora Infanta Dona Maria Adelaide com os seus filhos, a Infanta Dona Mariana, casada com o Príncipe de Turn und Táxis com os Filhos, o Príncipe João e a Princesa Mafalda, a Senhora Infanta Dona Filipa, a Senhora Infanta Dona Maria Antónia e até passar todos os fins de semana O Senhor Dom Duarte e os Infantes Senhor Dom Miguel e Senhor Dom Henrique.

Foi, realmente uma época fantástica, com uma intimidade tão respeitosa, que nunca o meu Pai permitiu que fossem fotografadas. Só que o meu Pai morreu muito cedo e houve muita coisa que infelizmente se alterou.

Ora é fácil compreender que com tantos jantares e almoços ao estar eu à frente da organização da casa e ter de dirigir uma cozinha difícil, sobretudo se pensarmos que comecei a fazer isto apenas com 9 anos de idade, o que me deu, desde muito nova, muita curiosidade e bastante à-vontade nesta área, só que nunca pensei que um dia iria ser conhecida, por graça, como a senhora dos restinhos.

Tive um restaurante de luxo, antes da “odiosa data” que fechou por estar conotada com todos os fascistas e que mesmo assim durou até Abril de 1975, que foi um enorme êxito, e considerado um dos melhores ou o melhor restaurante de luxo de Lisboa.

A.B.P. 2. Sei que é apaixonada pela a Arte Equestre, chegou a praticar esta modalidade na sua juventude?

M.F.V. – Chegamos a ter 3 cavalos, um para cada um (Pai, Irmão e eu) e uma parelha de éguas para puxar alguns trens que, durante a guerra, nos permitiam andar de um lugar para o outro.

Pratiquei bastante esta modalidade, tirei carta de cocheiro e chegamos a vir para o colégio a cavalo, atravessando nos ferryboats e indo até às Amoreiras onde era o picadeiro do José Mota, para deixar os cavalos. Algo que nos dias de hoje seria impossível!!!

A.B.P. 3. Estou certo de que a figura do seu Pai a marcou profundamente, como já afirmou algumas vezes, pensa que ele a influenciou, por exemplo no facto de ser monárquica?

M.F.V. – Não tenho a menor dúvida que foi o meu Pai o grande educador das vantagens da monarquia, ele era, se assim se pode dizer, um monárquico dos quatro costados. Dizia, com muita graça, (ele nasceu em 1908), que a república era uma senhora que ele não conhecia porque nunca ninguém lha tinha apresentado.

Foi um homem que procurou sempre servir sem ser servido e deu o melhor de si por esta Família e teria sido muito feliz se tivesse conhecido a Senhora Dona Isabel e os Infantes.

A.B.P. 4. Na sua opinião uma eventual mudança de regime, neste caso para uma Monarquia seria uma vantagem para os Portugueses?

M.F.V. – Disso não tenho quaisquer dúvidas, quem estiver atento e não seja fanático verá que todas as monarquias europeias têm uma outra forma de governar os seus países, bem mais pacífica.

Para nós portugueses, seria a salvação. Estes políticos saídos da revolução, tirando alguns, já fora destas lides pela idade, são completamente impreparados, sem qualquer noção dos princípios que nos devem reger, corruptos, todos com o rabo preso e até a justiça que deveria ser o nosso garante está completamente vendida aos políticos. Uma vergonha.

A.B.P. 5. Ouve-se muitas falar em Portugal como uma Democracia amadurecida e bem estruturada, qual é a sua opinião?

M.F.V. – Julgo que respondi tudo na pergunta anterior mas, para mim que já sou velha, isto que vivemos actualmente é uma república das bananas e a democracia do Sócrates pode, se não nos acautelarmos, transformar-se numa ditadura. Numa entrevista ao Semanário Sol vinha eu a dizer isto, na primeira página, sem medo, numa entrevista que me fizeram no Verão passado.

A.B.P. 6. Considera que uma chefia de estado independente, unicamente proporcionada pelo Regime Monárquico, é uma vantagem para a Democracia em si.

M.F.V. - Claro que sim, olhemos para as Monarquias que nos rodeiam e, até em gastos, talvez excluindo a Inglaterra, vemos a diferença.

A.B.P. 7. Mudando um pouco o assunto, agora mais para a sua área, considerando que a Gastronomia Nacional é sem dúvida parte integrante da nossa cultura, pensa este património está bem estimado e preservado?

M.F.V. – Já várias vezes tenho abordado este assunto, porque considero que entre muitas outras coisas, a Gastronomia faz parte da nossa identidade. Considero que a cozinha não é estática, que tem de evoluir mas que deve preservar os nossos aromas, o nosso paladar e apoiar os nossos pratos tradicionais e os nossos produtos regionais na sua autenticidade.

Eu julgo que se está a lutar para que isto aconteça e eu, por mim, continuarei a lutar.

A.B.P. 8. De que modo é que essa preservação, e consequente divulgação pode ser uma mais-valia para o País?

M.F.V. – É haver a obrigação de em todos os restaurantes haver, pelo menos um prato, que respeite as nossas tradições.

É, tal como eu faço, apresentar receitas nossas em programas de televisão, em revistas e em entrevistas, dizendo o que digo aqui, sem medo de serem alcunhados de retrógrados.

Já tenho sido confrontada por alguns estrangeiros, que ao voltarem a visitar-nos, se me queixam de ao voltarem a alguns restaurantes por eles visitados e onde comiam muito bem da nossa comida, encontrarem agora uma cozinha que se come em todo o mundo e completamente incaracterística.

Eles lá sabem.

A.B.P. - Em nome do blogue Monárquicos Nortenhos gostaria de agradecer toda a sua disponibilidade e simpatia com que acolheu o nosso pedido.

Publicada por Monárquicos Nortenhos

quinta-feira, 29 de abril de 2010

CENTENÁRIO DO REGICÍDIO - HOMENAGEM DOS ARAUTOS D'EL REI

A INSISTÊNCIA NA IRRACIONALIDADE ... O ADIAMENTO DOLOROSO OU A CONDENAÇÃO?


Tenho insistido que a crise portuguesa é muito mais profunda e grave, do que uma simples crise financeira. Pior, a crise financeira é o resultado acumulado de uma política insustentável, que impulsionou Portugal para uma situação de tal forma grave, que perante uma crise financeira internacional, nos vemos confrontados com uma total incapacidade de decisão autónoma que não seja cumprir os sacrifícios que nos impõem do exterior.

O que exigem de nós hoje, é contenção na despesa pública e a credibilidade necessária no cumprimento nesse objectivo.

O que nos exigem os mercados é apenas uma garantia real e credível para nos continuarem a emprestar dinheiro e não elevarem demasiado as taxas de juros desses empréstimos externos.

Exigem-nos moderação na despesa pública e receitas suficientes.

É preciso perceber que a moderação da despesa pública só vai ser possível, através da diminuição dos rendimentos actuais de mais de 6 milhões de portugueses, que vivem exclusiva e directamente do erário público.

É preciso perceber que estamos à mais de uma década em estagnação do desenvolvimento económico e que agora com todos os mercados em contenção, estamos ainda mais estrangulados nessa capacidade de crescimento.

É preciso perceber que estas questões determinantes para a situação crítica que agora vivemos, resulta de políticas insustentáveis protagonizadas por três partidos dominantes e irresponsáveis.

É preciso entender que a a ausência de credibilidade indispensável para assumir os compromissos que nos exigem os mercados, resulta do facto objectivo de que são esses mesmos partidos a querer manter a gestão das contas públicas.

A situação não pode continuar a ser escamoteada, nem adiada.

Tal como nenhuma entidade bancária continuaria a oferecer créditos a um empresário irresponsável e despesista.

Tal como nenhuma entidade bancária continuaria a dar crédito a uma empresa, que não tem mercado para os seus produtos, ou que não produz competitivamente para o mercado.

Tal como nenhuma entidade bancária continuaria a dar crédito a uma empresa para o pagamento de mordomias dos seus gestores e para despesas correntes, que não mostrasse garantias de produtividade.

Os actuais gestores das finanças públicas, os actuais governantes, os actuais partidos, não dão nenhuma destas garantias essenciais aos mercados.

A questão é assim exclusivamente política e não financeira.

Os partidos dominantes insistiram e comprometeram Portugal, num caminho insustentável.

São esses mesmos partidos que pretendem agora assumir a credibilidade internacional indispensável…uma impossibilidade.

A questão é assim de falência do sistema político e do regime.

Não podemos esperar que sejam esses partidos a reconhecer esta evidência. Eles são os responsáveis, mas também os beneficiários. Eles tudo farão para não perder o seu protagonismo e os seus benefícios.

Passos Coelho, o novo líder do PSD, dizia que votaria contra a proposta de resolução…mas agora presta-se já a aliar-se ao PS, na defesa do sistema.

Este novo líder, foi eleito no seu partido, através da mensagem de mudança.

Quem acredita hoje na sua credibilidade como protagonista dessa mudança exigível?

Não será o facto de dar a mão a Sócrates que irá aumentar essa credibilidade.

Nem nela acreditarão os portugueses e muito menos as “temerosas agências de rating”.

O resultado desta união política dos irresponsáveis que nos conduziram a este caos, poderá permitir um adiamento, mas nunca a solução, muito menos a mudança indispensável.

Os portugueses não serão mobilizáveis pelos causadores dos sacrifícios que os esperam, para o seu silenciamento e resignação.

Os portugueses exigirão responsabilidades a quem lhes retirou o sonho e a ilusão.

Esta defesa desesperada dos partidos dominantes e irresponsáveis, através da sua união promovida pela sua incapacidade de dar garantias externas suficientes, vai apenas originar o despertar das consciências dos portugueses, que terão de novo de voltar a assumir o poder da governação e dos destinos de Portugal.

Certamente irão surgir graves conflitos e agitações nesta expressão popular.

Os portugueses já há muito vinham sentindo que a ilusão teria de terminar, por isso a maioria já não se revê nos actuais partidos políticos e neles não acredita.

Estes partidos fecharam o sistema e o regime numa Oligarquia, que impede o surgimento de novas forças políticas e de projectos de esperança.

Ficamos bloqueados por este sistema que agoniza.

Que não tem crédito interno, nem internacional.

A tentativa desesperada de salvação, vai passar pela tentação de promoverem a transferência de credibilidade e de responsabilidade para a União Europeia.

Será o passo seguinte desta irresponsabilidade dos partidos dominantes.

Mas então a questão será ainda mais grave e preocupante…estaremos então a debater o verdadeiro e importante problema nacional.

A preservação de Portugal como Nação independente e soberana.

Esta é a grande questão histórica que se coloca aos portugueses, aos gregos, aos alemães e a todos os outros membros.

A União Europeia tem como única justificação humanística, a preservação da paz.

Mas a violência com que esta ambição legítima e natural, está a ser imposta em contraste com os direitos dos seus povos e das suas sociedades, constitui uma afronta gravíssima à sua dignidade e aos seus direitos de livre escolha.

Quem acredita que será possível a total submissão das identidades dos povos, perante objectivos que suscitam suspeições, dúvidas e retiram direitos, está redondamente enganado.

Acreditar em projectos que são germens de conflitos e não é defender o objectivo de paz.

José J. Lima Monteiro Andrade
(Fonte: Blogue "Desafio de Mudança")

FAMÍLIA REAL SERÁ RECEBIDA PELO PAPA BENTO XVI

Depois da missa que celebrará no Santuário de Fátima no dia 13 de Maio, Bento XVI deverá reunir-se em privado com com Dom Duarte de Bragança e outros elementos da Família Real. Segundo apurou o DN, neste encontro, cujos contornos ainda não estão definidos, estarão também presentes representantes de uma família católica.

Nas celebrações em Lisboa e no Porto, haverá também momentos específicos para Bento XVI se encontrar particularmente com alguns católicos, representativos de grupos específicos dentro da Igreja. No Terreiro do Paço, antes de a missa começar, o Papa receberá uma imagem de Nossa Senhora das mãos de uma família católica. Dois presentes simbólicos - um estandarte e um quadro - serão ainda entregues ao Papa por alguns membros da comissão que acompanhou o processo de canonização de Nuno Álvares Pereira.

Os presentes oficiais serão entregues a Bento XVI pelos bispos e pelos representantes das dioceses. A conferência episcopal vai oferecer um conjunto de 20 aguarelas do pintor Avelino Leite sobre os mistérios do rosárioda autoria do pintor Avelino Leite. A oferta das obras do pintor de Santo Tirso será feita no encontro dos Bispos com o Papa, dia 13 de Maio, em Fátima. Avelino Leite ainda está a dar os retoques finais, mas adianta que os mistérios estão divididos em quatro grupos: gozosos, luminosos, dolorosos e gloriosos.

Na cerimónia de Fátima, no dia 12 ou 13 de Maio, Bento XVI poderá dizer algo sobre a beatificação de João Paulo II. Pelo menos é esta a expectativa dos bispos portugueses e das centenas de jornalistas. Apesar de o Vaticano já ter afirmado que a beatificação não deverá ocorrer este ano, até porque as datas de anúncio de novos beatos já foram conhecidas, há a expectativa de que Bento XVI antecipe o processo relativo ao seu antecessor num local que lhe era 'sagrado'. Bento XVI faz questão ainda de prestar homenagem aos três pastorinhos, visitando os seus túmulos.

(Fonte: Diário de Notícias de 29-04-2010 )

quarta-feira, 28 de abril de 2010

PRESENÇA DE S.A.R. O SENHOR DOM DUARTE, SÁBADO NA 27º OVIBEJA

Como já anunciamos anteriormente, e como vem sucedendo de há uns anos a esta parte,também este ano, de 28 de Abril a 2 de Maio, durante a grande feira do sul, a OVIBEJA, a Real Assocciação de Beja, terá um stand no pavilhão insitucional, a partir do qual promovemos a divulgação das nossas ideias, dos nossos símbolos, a exposição e venda de livros e de produtos e símbolos Monárquicos. Também anualmente, neste concorridíssimo certame, reservamos o dia 1 de Maio para a visita de S.A.R., O Senhor Dom Duarte Pio, sempre convidado e que apenas por impossibilidade absoluta, ausente no estrangeiro, no passado ano não esteve presente.

Para além do convívio Monárquico e divulgação do nosso Ideário, que a presença da Família Real potencia, promovemos também, em cada ano, um colóquio de reputado interesse ideológico com a concumitante importancia social e regional, dado que é da nossa vontade e interesse que seja aberto ao público em geral.

Este ano, com as características dificuldades vividas, como eufemisticamente as podemos apelidar, o colóquio, a realizar a 1 de Maio, no Anfiteatro da OVIBEJA terá como tema: "As Misericórdias, uma Régia ideia assistencial/ A Monarquia, uma ideia de futuro ".

O programa será o seguinte:

Dia 1 de Maio 2010
(SÁBADO)

13H30 - Chegada de Sua Alteza Real à porta principal do certame. Aguarda: Banda de Música que entoará os Hinos, Real Associação, Convidados, Directores da OVIBEJA.

14H00 - Almoço, em restaurante da feira, com associados, palestrantes e convidados;

(O preço habitual do almoço costuma ser cerca de 20,00€ - Inscrição até 29 de Abril);

Interlúdio com o Rancho de Farinho do Alentejo

15H30 - Anfiteatro da Ovibeja colóquio "As Misericórdias uma Régia ideia assistencial/a Monarquia, uma ideia de futuro";

17H30 - Visita ao stand da Real Associação de Beja - Contacto com a comunicação social, associados, simpatizantes - Interpretação de temas dedicados a Sua Alteza Real, pelas Tunas Universitárias de Beja.

18H30 - Visita ao Pavilhão Institucional.



Nem rei nem lei, nem paz nem guerra, / Define com perfil e ser / Este fulgor baço da terra / Que é Portugal a entristecer – / Brilho sem luz e sem arder, / Como o que o fogo-fátuo encerra. / Ninguém sabe que coisa quer. / Ninguém conhece que alma tem, / Nem o que é mal nem o que é bem. / (Que ânsia distante perto chora...?...) / Tudo é incerto e derradeiro. / Tudo é disperso, nada é inteiro. / Ó Portugal, hoje és nevoeiro... / É a hora!

("in" Mensagem - Nevoeiro - Fernando Pessoa)