sexta-feira, 23 de abril de 2010

JÁ AJUDOU A MADEIRA? CONTINUA A CAMPANHA REAL SOLIDÁRIA, NÃO ESQUEÇA!

Os desalojados da catástrofe no passado 20 de Fevereiro na Madeira continuam a precisar da sua ajuda.
Ainda há muito trabalho para fazer. Dê a sua colaboração para conta:

NIB: 0019 0045 00200042995 83

IBAN:PT50 0019 0045 00200042995 83

Para mais informações visite o Website da Campanha: http://www.realsolidaria.com/

DONA AMÉLIA DE ORLEÃES E BRAGANÇA, RAINHA DE PORTUGAL













MONARQUIA OU REPÚBLICA?


(Fonte: PDR- Projecto Democracia Real)
(Fonte: Blogue Família Real Portuguesa)

PRÉDICAS DE UM MONÁRQUICO, AOS REPUBLICANOS PATRIOTAS

Caros adversários de hoje:

São numerosos nas nossas fileiras os antigos republicanos que, mercê da sua recta intenção, da sua culta inteligência e de séria meditação nas realidades da vida contemporânea, se converteram à ideologia monárquica.

E abundam muito mais, os filhos já esclarecidos, de republicanos ainda iludidos.

Isto bastante nos desvanece, mas não podemos sentir completa satisfação enquanto notarmos no campo contrário, a presença de muitos idealistas e honestos, de tantos «homens bons» cujo lugar deveria, sem equívoco, ser do lado de cá.

Só o respeito humano e certos preconceitos constituem obstáculo a que muitos destes reconheçam publicamente as instituições monárquicas, como as únicas capazes de conciliar os interesses da pessoa com os interesses da /colectividade.

Sei muito bem, senhores, (é aos idealistas, aos dignos, que me dirijo, e não ao refugo da sociedade, ou aos «profiteurs» da política) que um dos principais motivos da vossa adesão aos ideais republicanos foi a sincera afeição que alimentais pela liberdade humana.

Nobre ideal esse, perante o qual me curvo sem constrangimento. Não que eu reverencie a Liberdade «para tudo»; mas apenas porque amo também as liberdades, filhas da independência outorgada por Deus a cada homem, e que nenhuma outra criatura tem direito de violar ou de limitar sem justo motivo.

Dessas liberdades, dessa independência, também eu sou dedicado adepto, e por isso compreendo a vossa paixão política.

Nada, porém, na Monarquia se opõe a essa inclinação da vossa mocidade, pois é, pelo contrário nos regimes republicanos, que, nascida a antinomia — Liberdade, Autoridade, esta se tem ido cada vez mais a impor, em detrimento daquela.

E à medida que por esse mundo têm ido sendo depostas as Monarquias, sob o pretexto falso de constituírem obstáculo, à liberdade, têm-lhes sucedido a prazo mais ou menos longo os regimes de autoridade ilegítima — consequência fatal dos abusos de uma Liberdade ilícita. Pode dizer-se que hoje em dia, na generalidade das Repúblicas, há muito menos liberdade do que na generalidade das Monarquias actuais e do que havia nas Monarquias predecessoras daquelas.

E até noutras repúblicas onde ainda os cidadãos usufruem certos direitos, estes vão nuns casos, sendo progressivamente restringidos a pretexto de «defesa da Liberdade», e noutros casos paradoxalmente considerados excessivos pela Autoridade, que espreita, carrancuda, a ocasião para se instalar e dominar em absoluto.

Na Monarquia autêntica, popular, baseada nas organizações naturais da Família e das Profissões, não há nem pode haver conflito entre Autoridade e Liberdade, porque sendo aquela naturalmente adquirida, não tem que ir buscar às limitações desta as possibi¬lidades de existir e de se exercer.

Assim caros adversários de hoje, o tão sedutor ideal da Liberdade que vos conduziu para a república, acabará por vos orientar, e muito logicamente agora, para a Monarquia autêntica, depois da necessária rectificação de rumo.

Sei muito bem que, além desta simpática paixão vós estais dominados por alguns preconceitos, dos quais o principal é considerardes os princípios monárquicos logradouro exclusivo de uma casta dominada pela nobreza — pela fidalgagem, como dizeis. É um preconceito autêntico que nada pode justificar e que a lição dos factos presentes e a da História, fácil e constantemente contradizem.

Olhai: Quem vos está falando não tem nas suas veias uma só gota do chamado sangue azul. Mas tem sangue, não capilé. É plebeu autêntico, por ambos os ramos da sua progenitura. E, contudo, nera mesmo vós, por certo, duvidais do seu monarquismo, e de que é capaz de dar lições nesta matéria a muitos titulares cheios de prosápia mas destituídos de nobreza.

E como ele, quantos mais têm graças a Deus e à sua inteligência, ascendido neste campo a cargos directivos, sem se sentirem deslocados no ineio dos autênticos nobres, que em igualdade de condições os consideram e são por eles considerados!

Não sabeis vós, pela História que o Povo foi sempre o terceiro braço da Realeza, em paralelo com o Clero e com! a Nobreza? E nunca fez má figura, nem foi desconsiderado senão depois do advento das Repúblicas.

Outro preconceito a que estais agarrados é o da vontade do povo». E considerais que ela se manifesta autenticamente, deitando cada um, num caixote ou numa vasilha — como dizia Eça de Queirós — um papel onde está impresso o nome de um homem que ele desconhece, proposto para o exercício de funções que ele ignora. Ora nós, também queremos que o povo manifeste a sua vontade mas consideramos que essa manifestação só será consciente e real quando cada um, deitar no tal recipiente um papel onde estiver escrito o nome duma pessoa que ele conheça, indicado para o exercício de funções que não lhe sejam estranhas.

E isto só poderá efectuar-se em relação à massa populacional no âmbito da administração local e no do exercício profissional. Não é tão simples? E disto deriva que nós somos os maiores respeitadores da von¬tade do povo. Tão respeitadores que até só lhe per¬guntamos aquilo a que ele saberá responder, para não o lançarmos no ridículo, como fazem as repúblicas.

E somos tão respeitadores que uma vez manifestada legitimamente a sua vontade, nunca a Monarquia procurou iludi-la, quer pela força quer pela astúcia.

São do conhecimento geral, as prerrogativas do juiz do Povo, :da Casa dos Vinte e Quatro, e os forais e liberdades outorgadas aos municípios, essas verdadeiras repúblicas locais, como sempre foram designadas.

Recapitulando, dir-vos-ei que o vosso amor à liberdade, tanto como é o vosso respeito pela vontade do povo, e o reconhecimento de que não somos uma casta, vos devem passar a orientar para a Monarquia.

Mas, há ainda ‘um óbice, é verdade. A vossa mística anda ligada a dois símbolos: um hino e uma bandeira. E se a inteligência é livre, o sentimento é quase sempre escravo. E em vós ele nutre-se claramente dos símbolos referidos.

Também isso não será obstáculo, caros adversários de hoje, porque a tal respeito, podemos afoitamente negociar, uma vez que a única idéia que julgo assente nesta matéria ‘é a de que os símbolos da Pátria na Monarquia futura não poderão sob aspecto algum, representar o triunfo de um partido sobre o outro, mas sim a vitória da Nação sobre todos os elementos da Anti-Nação. Não deverão humilhar nenhum português nem recordar lutas civis, pois convirá que só sintetizem vitórias e heroísmo — coisas de que a nossa História está cheia a transbordar.

Irmãos portugueses. Nesta altura já não quero tratar-vos por adversários, porque sinto que estamos reconciliados. Não ignorais que chegámos a uma encruzilhada onde não podemos deter-nos por muito tempo. É preciso caminhar, e, por isso, escolher o caminho.

Dentro do vosso republicanismo dois deles podeis tomar. Ou vos agarrais a cadáveres confundindo silêncio com a ordem e morte comi a disciplina optando por cesarismos destruidores da personalidade e ani-quiladores das vossas idéias de liberdade e de respeito pela vontade do povo; ou vos lançais abertamente no caminho oposto que vos conduzirá, ilusòriamente, ao mesmo termo de viagem, tomando estertor por afir¬mação de vida e considerando todos os atropelos como exercício pleno da liberdade.

É este o dilema terrível em que por todo o inundo se debatem os regimens republicanos depois de duas guerras mundiais que sustentaram.

Mas dentro do vosso patriotismo um só caminho se vos depara — o’da Monarquia. Aí vereis autoridade sem opressão, liberdades sem” desordem, respeito sincero pela vontade da nação, igualdade de todos perante a lei. Entre o vosso republicanismo e o vosso patriotismo tem que se travar duro combate porque sois homens de consciência. Decidi-vos com presteza, pois cada hora que vamos vivendo é mais grave do que a anterior.

Se eu não tivesse a certeza de que o vosso patriotismo acabará por vencer o vosso republicanismo, não vos teria dirigido uma só palavra que fosse.

(Fonte : Prédicas de um Monárquico, Jacinto Ferreira 1957)
Blogue "Causa Monárquica"

MOVIMENTO DAS MULHERES MONÁRQUICAS

Bom dia a todos e obrigada por estarem presentes no III Encontro da Acção Monárquica, desta vez aqui em Lisboa.

Primeiro que tudo convido-vos a ler a Petição para “ Uma Convenção Monárquica em 2010”, divulgá-la aos vossos Amigos e a assinarem-na se estiverem de acordo.

Acerca do Movimento das Mulheres Monárquicas, ele surgiu depois de uma reunião da Comissão Coordenadora da Acção Monárquica, realizada em Cascais.

Pretende-se com este Movimento:

1º – Unir as Mulheres em redor do ideal Monárquico
2º – Apoiar a Acção Monárquica em todas as actividades a realizar
3º – Ponderar sobre a urgência de mudança de regime, dado que a República, com apenas 100 anos está velha, gasta e sem futuro.
4º – Fazer chegar o ideal monárquico a todos os portugueses, através das mulheres aderentes ao Movimento.
5º – Fazer ver que é urgente e imprescindível a abstenção nas próximas eleições presidenciais.
6º – Colaborar com outros grupos monárquicos com o mesmo objectivo: devolver Portugal aos Portugueses e colocar um Rei no Trono.
7º – Despertar as Mulheres para os seus direitos fundamentais.

Preocupação sobre o estado de Portugal

Neste momento em Portugal podemos constatar que os Direitos da Mulher não estão a ser respeitados:
São penalizadas nos empregos quando engravidam
Não têm liberdade para ter os filhos que querem, devido á condicionante financeira
Ganham na maior parte, salários inferiores aos dos seus colegas homens
São a maior percentagem dos desempregados,
Não se sentem seguras ao circularem por onde habitam,
As opiniões, muitas vezes, não são expressas devido a pressões externas,
São a maior parte no ensino superior mas depois não encontram emprego
A assistência médica é insuficiente, precária e discriminatória
Ainda são uma percentagem pouco significativa na vida política activa
Continuam a ser vítimas de maus tratos no ambiente familiar.

Os sucessivos governos, nada têm feito de efectivo, para mudar a situação, antes pelo contrário: continuam a encerrar empresas, aumentando o desemprego, a não ajudar, em condições, as famílias numerosas, fecham-se hospitais e centros de saúde, fecham-se escolas no interior de Portugal, os programas de ensino escolar estão desenquadrados da realidade tendo sido adulterada a história de Portugal, foram remodelados para os estudantes serem condicionados a pensar “republicanamente”, não há respeito para com os professores, não se apoia a produção nacional, criando uma excessiva dependência do exterior, só há preocupação com as grandes obras (novo aeroporto, TGV e outras do género). Convém também referir os desastres causados na sociedade, em especial: os actuais problemas de corrupção, o excesso de “jobs for the boys”, a distorção do conceito de Família, a morte lenta da produção nacional, criando uma excessiva dependência ao exterior.

Resumindo estes últimos governos só se têm preocupado com o “ Big is beautiful”, o que está definitivamente ultrapassado.

Influência social: passado, presente e projectos para o futuro Passado

Não me vou referir a todas as mulheres que desempenharam papéis de grande relevo desde a fundação da Nação. Era demasiada informação. Vou apenas referir algumas da Dinastia de Bragança.

D. Maria I: foi a primeira rainha reinante em Portugal. O seu primeiro acto como rainha, foi a demissão e exílio da corte do Marquês de Pombal, a quem nunca perdoara a forma brutal como tratou a família Távora. Rainha amante da paz, dedicada a obras sociais, concedeu asilo a numerosos aristocratas franceses fugidos ao Terror da Revolução Francesa (1789). O seu reinado foi de grande actividade legislativa, comercial e diplomática, na qual se pode destacar o tratado de comércio que assinou com a Rússia em 1789. Desenvolveu a cultura e as ciências, com o envio de missões científicas a Angola, Brasil, Cabo Verde e Moçambique, e a fundação de várias instituições, entre elas a Academia Real das Ciências de Lisboa e a Real Biblioteca Pública da Corte. No âmbito da assistência, fundou a Casa Pia de Lisboa. O Teatro Nacional D. Maria II, no Rossio, tem o seu nome por ter sido inaugurado no seu dia de aniversário.

D. Estefânia, esposa de D. Pedro V: bela e instruída, D. Estefânia escreveu cartas íntimas à sua mãe em francês. Em uma delas, ela critica a alta sociedade portuguesa: “Os portugueses têm o sentido do luxo e da pompa, mas não o da dignidade”. Juntamente com o marido, Estefânia fundou diversos hospitais e instituições de caridade, o que lhe granjeou uma grande aura de popularidade entre os portugueses de todos os quadrantes políticos e sociais. O Hospital de Dona Estefânia, em Lisboa, foi assim nomeado em sua honra.

D. Maria Pia, esposa de D. Luís I: mãe extremosa dos seus filhos e mulher atenta aos mais necessitados, tendo-se destacado pela sua solidariedade para com os parentes das vítimas do incêndio do Teatro Baquet, em 1888. Habituada aos luxos da corte de Turim, D. Maria Pia era amante da alta-costura e de festas, como bailes de máscaras. Manteve-se alheia aos assuntos políticos, excepto quando o Marechal Saldanha, que cercou o Palácio da Ajuda em 1870, obrigou o rei a nomeá-lo presidente do Conselho de Ministros.

Reza a lenda que D. Maria Pia teria exclamado ao Marechal:

Se eu fosse o Rei, mandava-o fuzilar!

D. Amélia, esposa de D Carlos I: como rainha, desempenhou um papel importante. Com sua elegância e carácter culto, influenciou a corte portuguesa. Interessada pela erradicação dos males da época, como a pobreza e a tuberculose, ela fundou dispensários, sanatórios, lactários populares, cozinhas económicas e creches. Todavia, suas obras mais conhecidas são as fundações do Instituto de Socorros a Náufragos (em 1892); do Museu dos Coches Reais (1905); do Instituto Pasteur em Portugal (Instituto Câmara Pestana); e da Assistência Nacional aos Tuberculosos. O regicídio de 1° de Fevereiro de 1908 lançou-a num profundo desgosto, do qual D. Amélia jamais se recuperou totalmente. Retirou-se então para o Palácio da Pena, em Sintra, não deixando porém de procurar apoiar, por todos os meios, o seu jovem filho, o rei D. Manuel II, no período em que se assistiu o degradar das instituições monárquicas. Encontrava-se justamente no Palácio da Pena, quando eclodiu a revolução de Outubro de 1910. Durante a Segunda Guerra Mundial, o governo Salazar ofereceu-lhe asilo político em Portugal, mas D. Amélia permaneceu na França ocupada, com imunidade diplomática portuguesa. Após o fim da guerra, em 8 de Junho de 1945, regressou a Portugal, numa emocionante jornada, visitando o Santuário de Fátima e todos os lugares que lhe estavam ligados, com excepção de Vila Viçosa, apesar da grande afeição que sentia por esta vila alentejana. Foi madrinha de baptismo de Dom Duarte Pio de Bragança

Voltemos agora ao Presente

Infanta Dona Adelaide, é uma figura notável do século XX português. Nascida no exílio e nele tendo vivido três décadas, consiste num daqueles típicos casos de desprezo a que as instituições nacionais votam os nossos maiores. Fosse ela inglesa, americana ou alemã, seria um símbolo vivo e orgulho da sua nação. Durante a II Guerra Mundial, salvou vidas, tratou os atingidos e consolou as mágoas de muitos outros que de repente viram desaparecer as pessoas queridas. Colaborou com os grupos de oposição interna e por isso foi condenada à morte, acusada pela Gestapo de conspiração. Em Portugal, interessou-se pela protecção à infância, mães pobres, crianças abandonadas ou sem recursos, foram recolhidas, vestidas, alimentadas e educadas. Nunca pediu para si qualquer benefício ou reconhecimento oficial e entre os mais simples, sempre encontrou os pilares da sua obra. A Infanta Dona Adelaide tem hoje 98 anos e é uma Grande de Portugal. Os monárquicos de Portugal – sem qualquer dúvida os derradeiros patriotas -, receberiam como um sinal de reconciliação, o reconhecimento oficial desta Senhora que foi, uma verdadeira Princesa do Povo. Têm ultimamente surgido artigos e reportagens que procuram dar a conhecer a Portugal, uma vida plena de trabalho e dedicação à coisa pública.

D. Isabel de Bragança, casada com o herdeiro da coroa portuguesa, SAR Dom Duarte Pio, é, no entanto, uma mulher que faz questão de manter os gostos de sempre. Educada no Brasil, onde estudou Administração de Empresas. D. Isabel é conhecida pela simpatia, afabilidade, mas também pela alegria com que gosta de dançar. Outra actividade que D. Isabel não dispensa é montar a cavalo. Gosta de partilhar os passeios a cavalo com os filhos e o marido. Em casa, D. Isabel é uma mulher prática e veste a pele de mãe de três filhos. Apesar de ter ajudas profissionais nas actividades domésticas, sempre que pode gosta de entrar na cozinha, com o marido e os filhos, para juntos prepararem petiscos deliciosos, sobretudo bolos e sobremesas. D. Isabel é uma fiel admiradora da rainha Santa Isabel e é Grã-Mestra da Ordem Real de Santa Isabel. A ordem honorífica é uma obra exclusivamente feminina, que agracia quatro novas damas na festa da Rainha Santa Isabel, a 4 de Julho dos anos pares, em Coimbra. D. Isabel é patrona de várias instituições de caridade, a maioria voltada ao cuidado de crianças necessitadas e de pessoas vitimadas pela síndroma de Down. D.Isabel, para além das tarefas maternais, participa ainda no protocolo da casa de Bragança e da Causa Monárquica, bem como em eventos sociais ou caritativos. É também a administradora do património dos Braganças.

Projectos para o futuro

- Realização de “ Uma Convenção Monárquica em 2010”
- Continuação da divulgação aos Portugueses do objectivo Monárquico
- Entusiasmar os Portugueses com um projecto de mudança e de esperança, em que se preserve a Identidade, a Independência e a Soberania Nacional
- Colaborar em complementaridade com todos e todas as organizações que tenham o mesmo objectivo
- Fomentar a abstenção nas eleições para a Presidência da República
- Voltar a Acreditar em Portugal
- Devolver Portugal aos Portugueses

Um pensador disse: “ Uma grande jornada começa com um pequeno passo, mas cuidado com este passo: é o mais importante.”

O primeiro passo já nós demos!

Viva Portugal!
Viva a Casa Real Portuguesa!
Viva a Monarquia!

Ana Vinagre
27 de Março de 2010
(Fonte: Blogue do Movimento das Mulheres Monárquicas)

PARABÉNS MARIA AUGUSTA MENEZES PELO 2º ANIVERSÁRIO DO BLOGUE FAMÍLIA REAL PORTUGUESA, MUITO OBRIGADO PELO SEU EMPENHO

Hoje, O Blogue Família Real Portuguesa (FRP) faz 2 anos e sinto-me muito feliz por vos ter dado conhecimento de todos os assuntos relacionados com a Família Real. O meu maior presente é ligar o computador e ler os vossos comentários e saber que pessoas de diversos lugares passaram por aqui, leram o que escrevi, deram sua opinião. Obrigada por fazerem parte do meu mundo! Fiz amigos, virtuais, é certo, mas nem por isso menos queridos. Quero manifestar a minha gratidão a todos e fazer-vos saber que o número de visitantes até hoje é manifestamente gratificante para mim! Desejo continuar a satisfazer e dar conhecimento na medida do possível de tudo o que se relacione com a Família Real e manter este espaço, pelo menos, suficientemente actualizado. Este, será sempre o meu objecvtivo. Dar o meu melhor custe o que custar! Criar um blogue dedicado à Família Real Portuguesa que sempre esteve no meu pensamento em abri-lo, um dia, cheguei a uma simples conclusão: acompanhar a Família Real tão maravilhosa que temos, vale todo o meu carinho, dedicação e tempo que entrego ao blogue (e não só). Nunca considerarei perda de tempo, o tempo que lhe dedico.

Também, falar de Monarquia, não é apenas falar de um grupo, Instituição, etc. é falar da Nação, da História de um povo, de uma cultura, de um passado, presente e futuro!

Que Nossa Senhora da Conceição continue a abençoar e a proteger sempre a Família Real Portuguesa e a todos nós monárquicos que bem temos lutado e divulgado por esta tão nobre e justa Causa.

Pela Causa se vive e pela Causa se respira, quando se acredita para que tenhamos um melhor futuro dando um Rei a Portugal, Dom Duarte, Duque de Bragança.

O MEU BEM HAJA A TODOS OS MEUS AMIGOS VISITANTES!

VIVA A FAMÍLIA REAL PORTUGUESA!

Publicada por Maria Menezes