quinta-feira, 22 de abril de 2010

O PRESIDENTE QUE FAZ EXCURSÕES DE AVIÃO E QUE GASTA MAIS QUE UM REI


“O Rei de Espanha, quando viaja, ou vai num aviãozinho militar pequenino ou vai num avião de carreira. Nunca ninguém viu o Rei de Espanha requisitar um avião inteiro de uma companhia aérea para fazer uma viagem de visita oficial”, D. Duarte de Bragança

Depois de uma visita à republica Checa onde o único factor positivo foi a capacidade presidêncial para ouvir apartes do seu homologo , Cavaco Silva chega a Lisboa no Falcon….pois certamente que a comitiva de jornalistas e demais trabalhadores de empresas privadas ,que o Estado lá vai sustentando, não tinham capacidade psicológica para viajar mais um pouco de autocarro.

Tem toda a razão de ser os alertas dados por D. Duarte relativamente aos gastos da Casa Civil da presidência da República. O Presidente português gasta mais 5 vezes o que o Rei da imensa Espanha, o que em proporção económica equivaleria a 25 vezes a dimensão dos custos do Presidente Português face ao monarca espanhol. Sendo que os resultados raramente passam a marca da simpática presença sem qualquer intenção económica

(19 de Abril de 2010)

O Presidente que ganhou o euromilhões

O avião Falcon da Força Aérea portuguesa que transportou o Presidente da República, Cavaco Silva, e a a sua comitiva desde Barcelona aterrou hoje às 20:24 no Aeroporto Militar de Figo Maduro, em Lisboa, para evitar uma viagem de 4 horas

O chefe de Estado português não prestou declarações à comunicação social e entrou de imediato para o carro da Presidência.

Cavaco Silva estava acompanhado pela primeira-dama, Maria Cavaco Silva, pela ministra da Saúde, Ana Jorge, e pelo secretário de Estado da Energia e da Inovação, Carlos Zorrinho.

Não podemos ficar indiferentes ás palavras de D. Duarte quando diz que o Presidente da República português, anualmente, “custa cerca de 2,9 euros por habitante” enquanto os encargos por habitante do Rei de Espanha representam “uns cêntimos por ano” aos cidadãos espanhóis.

“Em valores absolutos é cinco para um, por habitante é 18 vezes mais. O palácio de Belém sai muito mais caro do que o palácio real espanhol”,

O Presidente da República partiu hoje de Barcelona às 20:00 locais (19:00 em Lisboa), depois de uma viagem de 1 700 quilómetros de carro desde Praga a urgência de chegar a Portugal em menos 3, 5 horas era tal que se tornou necessário requisitar um falcon e um c-130 que gasta 2300 litros de fuel por hora

A restante comitiva que acompanhou Cavaco Silva na visita de Estado que realizou à República Checa, que integra perto de uma centena de pessoas, entre os quais 35 empresários, 23 jornalistas, membros do Protocolo de Estado, da Casa Civil do Presidente, e outros convidados, só deverá partir de Barcelona cerca das 22:30 a bordo do C-130 da Força Aérea.

Cavaco Silva ficou detido em Praga na sexta-feira, dia em que deveria ter regressado a Lisboa depois da visita oficial à República Checa, devido à nuvem de cinzas vulcânicas proveniente da Islândia que provocou o encerramento do espaço aéreo checo.

Numa atitude pouco compreensivel o Presidente português ausenta-se do funeral do Presidente polaco e aumenta consideravelmente os custos de uma viagem infrutifera.

Sabendo-se os interesses comerciais que Portugal tem com a Polónia e a maior relevância deste pais em deterimento da Republica Checa não se compreende a ausência , ainda para mais quando de Praga a Cracóvia medem apenas 500 Km.

A presidência da Republica prefere trocar uma oportunidade económica por uma alegre excursão paga pelos contribuintes, pena é que as cinzas não tenham impedido a circulação rodoviária pois o País teria poupado a deslocação de vários autocarros e dois aviões que transportam uma comitiva de mais de 100 pessoas

Não se compreende porque se desloca um Presidente de aviaõ com empresários se o objectivo não é económico,nem tão pouco se compreende porque transporta o PR Jornalistas e demais funcionários de empresas públicas quando o País se encontra na delicada situação financeira actual

“O Rei de Espanha, quando viaja, ou vai num aviãozinho militar pequenino ou vai num avião de carreira. Nunca ninguém viu o Rei de Espanha requisitar um avião inteiro de uma companhia aérea para fazer uma viagem de visita oficial” declarava D. Duarte na passada quinta feira, na Figuera da Foz, acabando por estar em sintonia com os recentes eventos

Fica a esperança que St. António deixe de ser de Pádua para ser de Lisboa e faça o milagre de recuperar o dinheiro que o Estado gasta de forma leviana em viagens que nunca ultrapassam a fulgral actividade turistica.

(Fonte : Somos Portugueses)

TAILÂNDIA: A VOZ DE RAMOS-HORTA


Nesta tarde de Sábado, muitos milhares voltaram a gritar Som Pracharan!, nas ruas de Bangkok

Ramos-Horta é um homem corajoso. Durante décadas porfiou numa luta em que a esmagadora maioria dos portugueses acreditou. Nunca desistiu e sofreu humilhações à porta de poderosos ministérios de Negócios Estrangeiros, secretarias de Estado e instituições de renome mundial. Passou privações sem que lhe escutássemos um único queixume, enquanto os grandes deste mundo ostensivamente ignoravam a opressão que os timorenses penavam. Em Portugal teve os mais fortes e indefectíveis aliados, precisamente entre os sempre minimizados monárquicos que acabaram por ter a razão da Nação do seu lado. O resto, o lastro do Esquema ainda imperante, aderiu à grande causa no último momento. Até o sr. Sampaio considerava Timor-Leste como "uma ilha indonésia", enquanto outros desdenhavam daquilo que consideravam ser mais "um caso perdido". Várias vezes vimos o actual presidente de Timor-Leste na solitária companhia do Duque de Bragança e uma dessas ocasiões, foi precisamente na comemoração do aniversário de S.M. Rama IX, organizada pela Embaixada da Tailândia em Portugal.

Ponderado e avesso a extremismos, fez hoje valer a sua voz de Prémio Nobel da Paz. A propósito da situação que hoje a Tailândia enfrenta, José Ramos-Horta disse sem hesitar, as palavras certas que dele poderíamos esperar:

"Devem terminar as perturbações das funções governamentais e a ilegal ocupação de edifícios públicos e privados, incluindo os centros comerciais e o bloqueio de estradas (...)os red-shirts jamais obterão qualquer crédito se persistirem no uso da violência para pressionar o governo (...) devendo agir de uma forma civilizada". O presidente de Timor-Leste manifestou a sua profunda crença na sociedade civil tailandesa, nos seus intelectuais e empresários, assim como na liderança de Sua Majestade o Rei Bhumibhol Adulyadej.

Quando da libertação de Timor-Leste, o novo país contou com a pronta colaboração do Exército Real Tailandês que para Timor enviou um contingente de estabilização e garantia da segurança.

Ramos-Horta sabe bem o que verdadeiramente está em causa e que respeita o reordenamento do equilíbrio de forças na Ásia. Resta-nos o consolo daquela voz que tão bem se exprime no nosso idioma e que resgatou a nossa honra após anos e anos de silêncio das autoridades portuguesas, perante a desastrosa "descolonização". Uma vez mais e para nosso orgulho, também fala por Portugal. Antes assim.

Hoje, o povo voltou a falar, sem receio de terroristas, bombas ou bastonadas

publicado por Nuno Castelo-Branco
(Fonte: Blogue "Estado Sentido")

ENCARAPUÇADOS E VENDADOS ... DECADENTES E DISSOLVIDOS

Colocaram-nos um carapuço, uma venda nos olhos e taparam-nos os ouvidos.

A propaganda da mentira e a obrigatoriedade de falar “politicamente correcto”, conduziu-nos a uma realidade antagónica face a todas as palavras e discursos políticos.

A democracia, asfixiou-se num esboço caricato, em que os partidos escolhem a seu bel-prazer os representantes do povo e os transforma, em meros ecos repetidores das estratégias de cúpulas interesseiras e oportunistas.

O socialismo e social-democracia, as mentiras mais propaladas, governaram em dominância, criando a sociedade das desigualdades, acenando com ilusões, originando a mais profunda diferença na sociedade portuguesa de sempre, entre as oportunidades e os rendimentos, numa realidade em que as diferenças entre pobres e ricos é escandalosa e em que os privilégios de alguns poucos são favorecidos em grau que não tem paralelismo histórico, nem comparação com nenhuma outra sociedade da Europa.

O Estado de direito, que mobilizou pelos discursos o entusiasmo dos portugueses, que é a essência da sua lei fundamental, mas que por falta de atribuição de meios à Justiça, também pela euforia legislativa, origina a impossibilidade da defesa dos direitos constitucionais, entrava o desenvolvimento económico e proporciona a corrupção e a promiscuidade política.

Uma República que se afirmou na mentira da representatividade eleitoral do Chefe de Estado que emana do povo e de que resultou a doutrina da divisão eleitoral de um povo, como forma de o dividir para governar e que se reduziu à exclusiva influência de alguns partidos, se transformou numa agência permanente da dissolução de sentimentos e vivencias colectivas, indutora da dissolvência de uma Nação e da decadência de uma sociedade com nove séculos de história.

Em Portugal já não são os portugueses que decidem nada sobre a sua governação.

Tudo nos é imposto e não temos sequer a possibilidade de escolher o nosso projecto de futuro.

Os portugueses não podem ouvir, nem ver a realidade.

O politicamente correcto é este sistema político, esta Oligarquia, esta Republica, esta Europa onde já somos os únicos que acreditam na sua viabilidade como projecto político.

Quando nos destaparem a carapuça e se proclamar nesta Europa do equivoco…salve-se quem poder, teremos ainda condições para nos salvar?

O mar continua à espera de que para ele sejamos novamente empurrados.

Mas neste momento já cedemos ao objectivo histórico de Castela. O TGV, vai finalmente proporcionar o objectivo estratégico de Madrid, abrindo-lhe as portas do Atlântico e negando a Portugal a sua grande vantagem estratégica de desenvolvimento autónomo e independente.

Na cidade de Valença já se içam bandeiras espanholas.

Os portugueses estão a ser violados na sua essência, pois que eu saiba apesar de todos as desvantagens de viver em Portugal, não há nenhum movimento natural dos habitantes das terras fronteiriças de tentação de ir viver para Espanha.

O que há e é muito preocupante é um movimento enorme de emigração da juventude portuguesa mais qualificada, que é rejeitada por não ter no seu país oportunidades.

O que há é o elogio político, ao investimento no exterior das nossas melhores empresas, que não têm condições favoráveis de investimento em Portugal.

Sem empresas e sem jovens de qualidade, não teremos futuro.

Sem acreditar em Portugal, estaremos condenados como país e como sociedade.

Restaurar Portugal, é assim a primeira das prioridades actuais.

O Reino de Portugal, a motivação colectiva que nos libertará da mentira.

José J. Lima Monteiro Andrade
(Fonte: Blogue "Desafio de Mudança")

quarta-feira, 21 de abril de 2010

S.A.R. O SENHOR DOM DUARTE NO "NÓS POR CÁ" DA SIC

OVIBEJA 2010


A Real Associação de Beja vai estar presente, como já vem sendo habitual, naquele certame anual.

Teremos um relevante Stand onde estarão representados os ideiais monárquicos.

S.A.R. o Senhor D. Duarte de Bragança estará presente no dia 1 de Maio.

Convidamos todos os interessados a participar.

DOUTRINA MONÁRQUICA - A REPRESENTAÇÃO POLÍTICA DA SOCIEDADE


Proposta de princípios constitucionais identificadores da doutrina monárquica de um Estado moderno

O actual regime não permite a representação da sociedade.

Os direitos e interesses individuais ou de grupos dos cidadãos, sobrepõem-se aos direitos e interesses da sociedade, das regiões e do país.

Por este facto acontece a descaracterização territorial, a uniformização da sociedade, a adulteração dos valores, a permissividade à dissolvência das identidades sociais, patrimoniais, culturais e regionais.

A sociedade não tem representação e apenas existe a representação individual através dos partidos políticos.

Os interesses decorrentes da sociedade materialista sobrepõem-se aos interesses colectivos, a gestão corrente sobrepõem-se à visão de futuro.

Esta dominância partidária da representação política tem sérios inconvenientes que eliminam progressivamente o sentido de uma identidade, que consubstancia um país e uma Nação.

Os direitos individuais sobrepõem-se aos deveres para com a sociedade e para com o país. O sentido do dever individual perante o colectivo é assim desprezado.

A participação cívica é estrangulada pela exclusiva mobilização participativa através dos partidos políticos. A democracia fica assim muito debilitada e a influência das identidades sociais, regionais e culturais, fica muito reduzida.

As preocupações momentâneas e de natureza materialista, prevalecem. A resposta dos partidos políticos e dos governos assume um carácter permanente de gestão corrente e assim se abdica de projectos de futuro e de novos desígnios nacionais.

O actual Estado republicano, eliminou conceitos essenciais, que há que recuperar.

O conceito da diferenciação terá de voltar a ser valorizado numa nova concepção de Estado, como essência da garantia da preservação de uma sociedade e de um país soberano, autónomo e independente.

Este é o conceito monárquico, que distinguirá a nova concepção de Estado.

  • Diferenciamo-nos de todos os outros povos, por razões de natureza histórica, cultural, territorial, genética, geográfica, ambiental e social…por isso somos um país com nove séculos de existência e esta realidade exige que continuemos a ser independentes e soberanos.
  • Diferenciamo-nos no nosso território, em várias regiões distintas na topografia, no ambiente, em culturas e vivências particulares, nas pronúncias e até dialectos, nas tradições e nas oportunidades, que constituem direitos regionais, que não podem estar sujeitos ao desprezo ou há desatenção permanente, decorrente da única forma de expressão da vontade colectiva, expressa pela vontade de maiorias cada vez mais centralizadas nas cidades e no litoral.
  • Diferenciamo-nos porque temos um passado colectivo comum, uma história de que nos orgulhamos e que nos une num sentimento colectivo. Esse sentimento de patriotismo é a fonte identificadora da motivação e mobilização colectiva e terá de ser o nosso valor dominante que tem de estar representado organicamente no novo conceito de Estado.
  • Diferenciamo-nos porque nascemos, evoluímos e consolidamo-nos como sociedade e como Nação, através de um conceito e de uma fé Cristã. Não é assim aceitável, sob pena de dissolvência, que esta essência da nossa arquitectura social esteja afastada da representação orgânica no novo conceito de Estado.
  • Diferenciamo-nos porque somos uma sociedade construída e alicerçada através da Família, pelo que só faz sentido um Estado identificador, que salvaguarde a sua participação orgânica e a sua influência na sociedade.
  • Diferenciamo-nos porque temos um património territorial, ambiental e urbanístico. Uma riqueza colectiva única e incomparável, que terá de assumir estatuto de estar organicamente representado, que garanta a sua defesa, conservação e função cultural e social.
  • Diferenciamo-nos pela nossa cultura popular e genuína. Também ela merece estar representada organicamente neste novo conceito de Estado.
  • Diferenciamo-nos porque temos conceitos enraizados de participação na gestão colectiva, ao nível do municipalismo, que adulterados e negados, pela importação de processos de representatividade diferente, originam distúrbios de inadaptação, uma permanente distorção do conceito democrático de participação colectiva, uma permissividade generalizada à uniformização dos conceitos e uma destruição progressiva de património, de valores e da identidade.
A nossa diferenciação foi preterida, pela concepção da igualdade dos direitos individuais.

Só através da expressão orgânica da nossa diferenciação, num novo conceito de Estado monárquico, poderemos aspirar ao equilíbrio indispensável entre o sentido do dever de cada um para com a sociedade e para com o país, e os direitos e anseios individuais.

O conceito do actual Estado republicano é redutor do interesse colectivo e do dever de cada um para com a sociedade e para com o país.

A restauração de Portugal, passa assim pela recuperação do seu sentido identificador e diferenciado, na nova concepção de Estado e através da expressão numa Câmara Alta, dos representantes e defensores dos direitos da sociedade.

O Reino de Portugal, deve ser encarado, como a nova e moderna concepção de Estado, em que os direitos da sociedade e a nossa diferenciação, seja retomada. Numa construção de Estado, onde se equilibre de forma orgânica, o dever para o colectivo, com os direitos individuais. Onde se distinga e se equilibre, a resposta politica/ partidária da gestão corrente ou governação, com preservação dos valores colectivos e com a vontade colectiva de construir o futuro.

Uma nova concepção de Estado, onde o sentido do reinar, esteja consubstanciado, pelo direito à representatividade orgânica da diferenciação, que nos identifica como povo, sociedade e território secular e que simultaneamente se distinga claramente esta premissa política, do sentido da gestão corrente e da governação, esta sim feita através dos partidos políticos e pelo aperfeiçoamento da sua responsabilidade de representação e da liberdade de escolha individual do povo.

O Reino de Portugal, um novo sentido de Estado.

Uma Pátria, um território, um património histórico e cultural, um sentimento colectivo unificador, uma sociedade identificada pela família, pelos valores e pelas crenças, que se ajusta e equilibra perante a modernidade das vivencias, dos conceitos e oportunidades, com os direitos individuais e com a governação.

O Rei unifica, preserva o equilíbrio entre os poderes, garante a estabilidade, preserva o sentido de Portugal.

Uma Câmara Alta ou Senado, que representa a sociedade, que defende a sua identidade, onde não está representada a actual dinâmica materialista, pois a sua função não será legislar, nem interferir na governação, mas sim garantir os direitos e os valores da sociedade. Um Senado representativo do conceito da diferenciação. Uma representatividade igualitária entre as regiões, onde estejam incluídas todas as suas afirmações de identidade própria… História, Religião, Família, Território, Património, Cultura. Um somatório das vontades de participação cívica organizadas de natureza regional, que tem poderes de proposição legal, de apreciação das leis sobre a sociedade e de análise de petições e há proposição de referendos nacionais.

Um Parlamento legislativo, composto pela representação partidária, de onde emana a governação e a gestão da administração pública. Uma reformulação da legislação eleitoral em que os círculos uninominais garantam a responsabilidade directa dos eleitos perante os eleitores, em que não seja admissível a disciplina partidária, em que o financiamento partidário não seja um compromisso público e apenas exclusivo da militância partidária. Associada a esta função legislativa e executiva deverá estar como órgão consultivo, um Conselho Económico e Social, onde todas as corporações inter-profissionais tenham assento, como forma reguladora e indutora da legislação e como expressão da função de parceiros sociais da governação.

Um poder judicial independente e autónomo, sujeito à fiscalização das Câmaras como garantia de meios e como forma de exigência colectiva de funcionamento.

Um Poder Local reformulado, pela introdução do princípio da exclusividade de eleição aos habitantes locais, do reforço das funções e poderes das Assembleias Municipais, da governação autárquica pelas maiorias.

Este esboço doutrinário de um novo sentido do Estado, representa uma concepção política e doutrinária muito mais abrangente do actual conceito de Estado republicano, que se fixa apenas na gestão corrente, na resposta aos problemas de momento e vai muito mais além, do que a simples alteração de um Chefe de Estado eleito, por um Rei, símbolo da nossa história, que sendo uma vantagem evidente, não será suficiente. Ficará sempre muito aquém do interesse nacional e da capacidade colectiva de se regular, equilibrar e de possibilitar a definição do rumo de uma Nação através do seu projecto nacional.

O Rei é o garante da soberania e da independência nacional.

É o Chefe supremo das Forças Armadas e da Diplomacia.

O Rei é apoiado na primazia da sua função por um Conselho de Estado.

Será este Conselho de Estado, que será chamado a pronunciar-se e a propor soluções de graves crises ou conflitualidades nomeadamente a substituição do Rei, nos casos previstos de incapacidade ou de incompatibilidade.

A Aclamação do Rei é feita em simultâneo pelas duas Câmaras, sendo a expressão da vontade unificada da sociedade e do povo.

José J. Lima Monteiro Andrade
(Fonte: Blogue "Acção Monárquica")
Obs: Os destaques do texto são nossos

terça-feira, 20 de abril de 2010

OS PORTUGUESES TÊM DE CELEBRAR A REPÚBLICA - POSSAM PAGAR OU NÃO

O canal de televisão europeu euronews declarou a partir de Lisboa: “Portugal iniciou enormes celebrações para marcar os 100 anos desde o fim da monarquia do país”.

O início das sinistras festividades coincide com o 102º aniversário do assassinato do Rei Português e Príncipe.

A 1 de Fevereiro de 1908 o Rei D. Carlos I e o príncipe herdeiro Luís Filipe foram assassinados em Lisboa.

O empobrecido membro da UE é assim obrigado a perder mais dinheiro em exposições de estado; peças de teatro e concertos, que estão entre a miríade de eventos culturais do país, serão organizados para comemorar a implementação da república, disse a euronews.

De acordo com a euronews, o Presidente de Portugal Aníbal Cavaco Silva disse esperar que os eventos actuem como um catalisador para a mudança e inspirar as pessoas com os valores dos revolucionários de há 100 anos atrás.

Que “valores”? O assassinato do Rei e do Príncipe Herdeiro foi seguido pela perda da Monarquia e décadas de conflitos civis, a anarquia e a ditadura.

Traduzido de http://radicalroyalist.blogspot.com
(Fonte: Blogue do PDR-Projecto Democracia Real)