quinta-feira, 8 de abril de 2010

UMA QUESTÃO DE JUSTIÇA: UMA CONDECORAÇÃO PARA S.A.R. A INFANTA DONA ADELAIDE DE BRAGANÇA


Há dias escrevi à Presidência da Republica, enviando uma biografia de SAR A Senhora Infanta Dona Adelaide de Bragança, e sugerindo no final que lhe deveria ser prestada por Portugal uma homenagem quer pela sua vida quer pelo muito que discretamente serviu Portugal. Sugeri que lhe fosse atribuida uma das mais altas condecorações Portuguesas.

Pensei que a minha mensagem iria "cair em saco roto" Qual não foi o meu espanto quando hoje recebi esta carta do Dr José Manuel Nunes Liberato, que por sinal conheço bem de outras lides, e que não enjeita a proposta.

Será que no próximo dia 10 de Junho o Senhor Presidente da Republica irá fazer justiça a esta Senhora que tanto fez por Portugal?

Aguardemos para ver.

José Tomaz Mello Breyner no Facebook

O QUE SIGNIFICA SER MONÁRQUICO HOJE, CEM ANOS DEPOIS DO OCULTAMENTO DO REINO DE PORTVGAL (PARTE IV)



  • Nem rei nem lei, nem paz nem guerra,
  • define com perfil e ser
  • este fulgor baço da terra
  • que é Portugal a entristecer –
  • brilho sem luz e sem arder,
  • como o que o fogo-fátuo encerra.
Volo in te & in semine tuo Imperium mihi stabilire



Servir.

Apenas servir.

Servir sempre e não duvidar, com PORTVGAL na vanguarda do Espírito e do Pensamento como único objectivo verdadeiramente político.

Servir a Restauração do Nosso Reino e do Nosso Rei, com a CAVSA REAL como único porta-estandarte da Nossa Causa.

Sem preconceitos e dogmas ideológicos, religiosos ou sociais.

A Nossa Causa é justa, é preito de progresso, harmonia, reconciliação, elevação e esperança para PORTVGAL nestes tempos de Fim: a Nossa Causa triunfará se, e só se, formos dignos dela. Basta querer, agir e servir. Basta ser Fiel. Basta ser Português.

É um tal preito de lealdade, vassalagem e esperança, um compromisso Real para com o nosso Desenvolvimento e Progresso, sob a égide de um Monarca Legítimo e Esclarecido, que nos poderá guiar a uma forma de sociedade um pouco mais harmónica. Basta querer. Ou não.

Neste momento, neste preciso e terrível momento que atravessamos como Nação Ancestral no final da primeira década do século XXI, tenho para mim que não queremos. Os Monárquicos não querem, ou querem pouco.

  • Ninguém sabe que coisa quer.
  • Ninguém conhece que alma tem,
  • nem o que é mal nem o que é bem.
  • (Que ânsia distante perto chora?)
  • Tudo é incerto e derradeiro.
  • Tudo é disperso, nada é inteiro.
  • Ó Portugal, hoje és nevoeiro...
Seja. A História nos julgará e não será nem benevolente nem complacente para connosco: não nos poupará o labéu de cúmplices com a letargia republicanista partidocrática, de espectadores indiferentes do desmantelar da Pátria, de colaboradores activos com a passagem de mais um século de ocultamento do Reino.

Tudo passa. Porque não há-de PORTVGAL passar também?

Como não há-de passar e finar-se PORTVGAL quando não se vislumbram já Portugueses que entendam o significado de ser Português e compreendam que isto — a apagada e vil tristeza da “república portuguesa” e deste “este país” — isto, seguramente, não é, não pode ser PORTVGAL?

É a Hora!

Será, de facto, a Hora, se e quando ao menos ousarmos querer crer.

Não é, certamente, e para nossa desgraça, ag’ora (= latim HAC HORA(M) “esta hora”).

Viva o Rei!

Por António Emiliano no Facebook

quarta-feira, 7 de abril de 2010

PARABÉNS DOM AFONSO



Vídeo de José Barreiros
(Fonte: Blogue "Família Real Portuguesa")

PORTUGAL É UMA NAÇÃO. NÃO É UMA SOCIEDADE ANÓNIMA DO MERCADO GLOBAL

Portugal está afundado numa crise de valores.
Não encontra rumo político, porque não participam na política homens de cultura e de valor.
Não há homens e mulheres cultos na política, não há idealistas, não há historiadores, não há pensadores…apenas economistas, oportunistas e juristas.
Economistas sem imaginação, qualidade e experiência, que tentam apenas vender espaços para instalação de multinacionais, que não entendem a sociedade, nem conhecem os portugueses.
Oportunistas, que fazem carreiras políticas vertiginosas, são logo grandes gestores, enriquecem pelo uso e abuso dos privilégios, que o sistema lhes oferece.
Juristas, que se afirmam e são muito bem sucedidos, numa ânsia legislativa que suporta as incongruências e domestica a sociedade.
A política é assim apenas a gestão corrente, de uma sociedade que é encarada cada vez mais como uma Sociedade Anónima, de um mercado global.
Uma SA, dirigida por incompetentes e servidores, cuja formação foi consolidada através da premissa, de que estar na política é o aproveitamento das oportunidades.
Não há projecto nacional, nem pode haver com esta gente e com este sistema político.
A Alemanha, continua a ser Alemanha, a França, a Grã-Bretanha, a Suécia, também. Castela mantém a sua hegemonia em Espanha, reforçam-se as autonomias da Catalunha, do País Basco, da Galiza, da Andaluzia…mas em Portugal prevalece a propaganda da mentalidade, de que não fazem sentido as independências, nesta submissão à doutrina da globalização.
Enquanto todos os países estão numa União Europeia numa perspectiva de benefício, mas afirmam-se nos seus projectos, Portugal continua a olhar a União Europeia como a sua única hipótese, numa atitude de perda progressiva dos benefícios e de cedência de soberania.
Ignorantes estes políticos porque não conhecem a história, pacóvios porque não conhecem o mundo, apátridas porque não têm o respeito, nem sentimentos, como valores enraizados.
Sem visão política, porque apenas os preocupa a sua própria satisfação, a preservação do sistema e a sua visão é apenas de dar respostas imediatas. A solução redutora e dramática de gestão corrente.
Cedemos a todos os interesses e por isso estamos completamente dependentes.
Os objectivos políticos nacionais, passam por sermos o porto atlântico que serve o interesse histórico dos castelhanos, que sempre lhes negamos, por esse facto preservamos a nossa oportunidade e a nossa glória. Passam pelo sacrifício das gerações futuras cedendo a esta incrível falta de visão de Estado, de que é na Europa, que exclusivamente deveremos fixar os nossos objectivos políticos e económicos.
Gastamos mais do que produzimos, para manter uma ilusão e os privilégios de alguns, há custa de um endividamento externo, que já condiciona toda a nossa autonomia de decisão.
Teimamos em acreditar que estar na política é apenas gerir e preservamos um sistema, que promove os maus gestores e neutraliza a qualidade.
Portugal é assim desprezado nas suas potencialidades. Basta olhar para o desenvolvimento actual dos países que criamos, que emergem como grandes potências e então perceber, o que toda esta mediocridade promovida por este sistema, nos está a liquidar.
Portugal não é apenas Europa, nunca o foi e nunca o será.
Portugal é um país Atlântico, as nossas fronteiras num mundo global, não são apenas com Espanha, mas com toda a América e todo o Mundo, como o demonstramos há 500 anos, quando éramos um povo aventureiro e com desígnios.
Se isto foi a verdade que nos glorificou e nos preservou, cada vez esta verdade é mais verdadeira, num mundo cada vez mais aproximado, pela tecnologia.
A mais grave mentira política, que corroeu a nossa vontade colectiva, foi a mensagem de que os países independentes, já não fazem sentido na era da moderna comunicação.
Começou tudo e ainda se mantém, com o sonho de Estado Federado Europeu, projecto que entra em falência porque os povos não acreditam nele e porque as identidades das sociedades, ainda preservam em muitos países europeus a sua influência.
Em Portugal insistem estes políticos mal preparados e incultos, nesta mensagem que se reveste de uma intolerável propaganda diária, nesta mentira que apenas procura o declínio de uma sociedade, constituída por um nobre povo.
Povo em silêncio e aparentemente submisso e resignado, mas triste porque está a ser ofendido e desrespeitado.
Povo cujos filhos emigram e se continuam a afirmar-se com êxito no mundo.
Gente que no seu território vê as suas qualidades amordaçadas e o seu nobre carácter aventureiro, trabalhador, criativo e heróico, ser abafado e desprezado.
Povo que não merece esta traição à sua identidade, que não merece estar nesta prisão, neste bloqueio à sua qualidade.
Povo que saberá responder, quando se falar verdade e ouvir a mensagem de um projecto motivador.

José J. Lima Monteiro Andrade
(Fonte: Blogue "Desafio de Mudança")

A TRAIÇÃO DO "ESQUEMA": Onde está a PSP e a GNR? O que faz o governo?

Os órgãos de comunicação social, declaram continuar hasteada a bandeira espanhola na fortaleza de Valença. Monumento nacional, símbolo local da soberania portuguesa, foi profanado por gente que perdeu toda a legitimidade ao optar por este insultuoso tipo de contestação. Trata-se de subversão e de atentado à integridade do Estado. Do que está à espera a GNR? Que explicação dá a PSP? Porque não envia o exército um pelotão que ponha cobro ao dislate? O episódio da taurina coisa nas varandas, não passa de folclore a resolver no próximo embate futebolístico entre as duas "selecções", quando tudo voltará ao normal. Outra coisa, é o assalto estrangeiro a um edifício público. S. Bento não cora de vergonha?O que se estranha, é a total passividade das autoridades nacionais que se têm abstido de impor a Lei e a dignidade do Estado. São precisamente estas autoridades - e aqui incluímos o governo que tutela as policias e as Forças Armadas - que são muito lestas na resolução de outros casos que têm acontecido e que vão continuar a acontecer, queiram ou não queiram, gostem ou não gostem. O critério parece simples: se se trata de uma Bandeira Nacional azul e branca, deve ser de imediato apeada e entregue a um nebuloso "Ministério Público" - o que é isso? -, mas se o caso disser respeito a uma bandeira estrangeira, poderá então ficar ao vento durante o tempo que a subversão militante assim o entender.É o patrioteirismo dos senhores do Centenário da República, com o Palácio de Belém incluído no rol. Enfim, mais um episódio do "Esquema", porque nada deve ser por acaso. Entretanto, o "agente dorado" Saramago, continua a sua prédica. Só visto!

Publicado por Nuno Castelo-Branco
(Fonte: Blogue "Estado Sentido")

terça-feira, 6 de abril de 2010

CENTENÁRIO DA REPÚBLICA: UMA LIÇÃO DO VERDADEIRO PROGRESSO

Entre intrigas e lutas pelo poder, uma parte substancial da esquerda portuguesa, tem desde sempre apresentado o modelo nórdico como um modelo. Habilmente, há quem pretenda escamotear o ordenamento constitucional daqueles países, onde a Coroa surge como um elemento essencial da separação de poderes, independência, unidade do Estado e economia de recursos. Neste ano do Centenário da República, torna-se importante esclarecer a nossa opinião pública, acerca da solidez da instituição monárquica nos socialmente mais desenvolvidos países europeus. Sem população iletrada, com as mais altas taxas de educação universitária, baixos níveis de corrupção, com uma Justiça independente e que funciona, eis a opinião de noruegueses, suecos e dinamarqueses quanto às suas monarquias:


  • 67% dos noruegueses são favoráveis à monarquia, embora os remanescentes 33% não correspondam totalmente aos partidários de uma república.
  • 77,8% dos dinamarqueses são favoráveis à monarquia, enquanto 15,3% apoiam a instauração de uma república.
  • 63% dos suecos são favoráveis à monarquia, enquanto 17% prefeririam uma república.
publicado por Nuno Castelo-Branco
(Fonte: Blogue "Estado Sentido")

A ALTERNATIVA À INSOLVÊNCIA DE PORTUGAL

O tema Monarquia abandonou já a sua condição de ser uma ideia marginal e ao ganhar adeptos passa hoje já por ser uma corrente de opinião na sociedade portuguesa.

Esta afirmação como corrente de opinião, tem a ver com o descontentamento face ao actual regime e também com uma nova forma de apresentação da doutrina Monarquia moderna.

A mensagem curta “ Restaurar Portugal pela Monarquia”, vem ao encontro do sentimento popular de desagrado pela actual dependência externa de Portugal, da realidade que é a desigualdade do desenvolvimento entre as suas regiões, da incapacidade de afirmação da democracia que cada vez se espartilha mais na sua asfixia, dominada pela oligarquia de apenas dois partidos.

A mensagem moderna de que Monarquia representa uma outra concepção de Estado, responde a uma ansiedade nacional de voltar a dar sentido a Portugal, através da defesa dos direitos da sociedade, da preservação territorial, patrimonial, ambiental e dos valores essenciais em que se alicerça a vivência e o bem estar colectivo.

Este projecto de novo Estado, vai muito para além da actual concepção puramente materialista de regulamentação dos poderes e dos deveres dos cidadãos, que a actual Constituição da República impõem como forma de Estado e que nos encaminhou para a insolvência como sociedade diferenciada, como Nação autónoma e soberana e que não permite ter um projecto de futuro.

Esta nova concepção de Estado, que nada tem a ver com doutrinas materialistas, nem nacionalistas, mas sim com a associação, do respeito pelo princípio essencial da diferenciação, de cada um dos portugueses, de cada região e de Portugal, como país independente e soberano, com o direito individual de influenciar, de participar e de decidir, na gestão, na governação e na decisão do futuro colectivo.

Uma nova concepção de Estado, que respeite e reconheça a sua origem, a sua história e que através desse respeito adquira a respeitabilidade dos portugueses, que através da motivação da solidariedade social e do estimulo do orgulho colectivo, permita e induza à realização de grandes objectivos colectivos e origine novas aventuras e desígnios nacionais.

É a recuperação da segurança e do ânimo nacional, através desta nova concepção de Estado Monárquico, que transmitindo de novo, que o Estado só se justifica para servir o povo, induza de novo a paixão e promova a motivação colectiva.

Esta nova concepção de Estado, que restabeleça o Reino e o sentido de Portugal, que a todos orgulhou e que todo o Mundo reconhece como heróico e extraordinário, é uma alternativa muito distinta, muito mais mobilizadora, do que essa simples e ingénua ideia, de reformar o actual sistema politico e nele substituir o Chefe de Estado eleito, pelo Rei.

O discurso monárquico moderno, não pode ser senão alternativo ao actual regime republicano.

O discurso monárquico moderno, não pode ser refém de complexos do passado, porque é uma nova concepção Estado, um reforço das garantias de liberdade individual, das liberdades regionais, da separação dos poderes, da exigência ética, do sentido do dever, da respeitabilidade, da solidariedade e uma garantia da soberania do seu povo, sobre o seu território e na gestão autónoma das suas potencialidades.

O discurso monárquico moderno é alternativo e afirmativo, porque é consistente na sua proposta de um Estado moderno, que garante o sentido de Portugal e permite a sua verdadeira expressão, num projecto moderno de futuro.

Serão porventura os próprios monárquicos os mais resistentes na aceitação desta nova concepção de Monarquia. Preocupações de outra natureza, irão inibir que entre muitos monárquicos se aprofunde e se generalize o debate, sobre esta nova concepção monárquica alternativa.

Mas sendo já muito ténue a consistência e a convicção republicana, que terá de assumir as suas responsabilidades pela actual crise de insolvência nacional, será nesta dinâmica de insurreição cultural e social, que este novo projecto monárquico irá ganhando espaço, simpatias e adesões, em todas as classes sociais ou profissionais.

Esta oportunidade monárquica, que se vai afirmando como realidade política, também escapa a todos aqueles monárquicos tradicionais, que vêm apenas como referência motivadora da sua afirmação, a sua afectividade para com o simbolismo do Rei.

Mas que todos sejamos capazes de entender o essencial.

Monarquia só tem sentido como projecto político. Coerente, consistente e que por responder às ansiedades da maioria do povo, será uma conquista do povo.

Então que sejamos capazes de responder a essa ansiedade popular que é evidente na actual sociedade portuguesa.

Façamos o discurso certo, façamo-nos ouvir.

José J. Lima Monteiro Andrade

Por Portugal.
Pela Casa Real Portuguesa.
A Comissão Coordenadora da Acção Monárquica

(Fonte: Blogue "Acção Monárquica")