sexta-feira, 2 de abril de 2010

A PÁSCOA DA FAMÍLIA REAL PORTUGUESA

«Para nós a Páscoa é a Ressurreição de Nosso Senhor, como tal, é a festa mais importante da Igreja, mais até do que o Natal. No fundo é um tempo em que nós repensamos a nossa vida, e em que também tentamos melhorar e ultrapassar os nossos defeitos e as nossas fraquezas. As crianças também fazem sacrifícios. Por exemplo, não vêem tanta televisão nem jogam tantos jogos como no resto do ano. Cada um é levado a pensar no que pode oferecer como sacrifício, sendo-lhes explicado que, no fundo, este gesto também é uma batalha contra as nossas fraquezas, contra as coisas que nós também temos que lutar, para nos fortalecer.»

S.A.R. a Duquesa de Bragança (flash! N.º 306 - 07/04/2009).

«Desde criança que, para mim, este sempre foi um dos momentos mais alegres do ano, lembro-me que eu e os meus irmãos festejávamos sempre. Mas é fundamental, para todos, lembrarmo-nos do motivo da festa. Porque a maioria de nós pensa na Páscoa como a festa das comidas e dos doces. Temos que nos situar devidamente e identificá-la como a festa da Ressureição de Cristo, que coincide, de algum modo, com a festa da ressureição da Natureza. A Primavera e o nascimento das flores, acontecem na mesma altura da Ressureição de Cristo, o que dá toda uma simbologia a esta altura.»

S.A.R. D. Duarte de Bragança (flash! n.º 306 - 07/04/2009)

(Fonte: Facebook)

A Real Associação da Beira Litoral deseja à Família Real Portuguesa uma Feliz e Santa Páscoa, e deixa o vídeo abaixo - que agradece ao Blogue "Estado Sentido" - para que todos aproveitem esses momentos em família que tanta falta nos fazem.


quinta-feira, 1 de abril de 2010

SEXTA-FEIRA SANTA OU DA PAIXÃO

A Sexta-feira Santa, ou 'Sexta-feira da Paixão', é a Sexta-feira antes do Domingo de Páscoa. É a data em que os cristãos lembram o julgamento, paixão, crucificação, morte e sepultura de Jesus Cristo, através de diversos ritos religiosos.

Segundo a tradição cristã, a ressurreição de Cristo aconteceu no domingo seguinte ao dia 14 de Nisã, no calendário hebraico. A mesma tradição refere ser esse o terceiro dia desde a morte. Assim, contando a partir do domingo, e sabendo que o costume judaico, tal como o romano, contava o primeiro e o último dia, chega-se à sexta-feira como dia da morte de Cristo.

Na Igreja Católica, este dia pertence ao Tríduo pascal, o mais importante período do ano litúrgico. A Igreja celebra e contempla a paixão e morte de Cristo, pelo que é o único dia em que não se celebra, em absoluto, a Eucaristia.

Por ser um dia em que se contempla de modo especial Cristo crucificado, as regras litúrgicas prescrevem que neste dia e no seguinte (Sábado Santo) se venere o crucifixo com o gesto da genuflexão, ou seja, de joelhos.

No entanto, mesmo sem a celebração da missa, tem lugar, no rito romano, uma celebração litúrgica própria deste dia. Tal celebração tem alguma semelhança com a celebração da Eucaristia, na sua estrutura, mas difere essencialmente desta pelo facto de não ter Oração eucarística, a mais importante parte da missa católica.

Toda a liturgia católica deste dia está em função de Cristo crucificado. Assim, a liturgia da Palavra pretende introduzir os fiéis no mistério do sofrimento e da morte de Jesus, que assim aparece como uma acção livre de Cristo em ordem à salvação de toda a humanidade.

A veneração da cruz, símbolo da salvação, pretende dar expressão concreta à adoração de Cristo crucificado.

A comunhão eucarística é, para a Igreja, a forma mais perfeita de união com o Mistério pascal de Cristo, e por isso é um ponto culminante na união dos fiéis com Cristo crucificado. O facto de se comungar do pão consagrado no dia anterior vem exprimir e reforçar a unidade de todo o Tríduo Pascal.

Além da celebração da Paixão do Senhor, rezam-se as diversas horas litúrgicas da Liturgia das Horas.

(Fonte: Wikipedia)

OVIBEJA 2010

Como vem sucedendo de há uns anos a esta parte,também este ano, de 28 de Abril a 2 de Maio, durante a grande feira do sul, a OVIBEJA, a Real Assocciação de Beja, terá um stand no pavilhão insitucional, a partir do qual promovemos a divulgação das nossas ideias, dos nossos símbolos, a exposição e venda de livros e de produtos e símbolos Monárquicos.

Também anualmente, neste concorridíssimo certame, reservamos o dia 1 de Maio para a visita de SAR O Senhor Dom Duarte Pio e da Família Real, sempre convidada e que apenas por impossibilidade absoluta, ausente no estrangeiro, no passado ano não esteve presente.

Assim, uma vez mais convidámos SSAARR e ansiosa e esperançadamente contamos com as Suas Régias presenças.

Para além do convívio Monárquico e divulgação do nosso Ideário, que a presença da Família Real potencia, promovemos também, em cada ano, um colóquio de reputado interesse ideológico com a concumitante importancia social e regional, dado que é da nossa vontade e interesse que seja aberto ao público em geral.

Este ano, com as características dificuldades vividas, como eufemisticamente as podemos apelidar, o colóquio, a realizar a 1 de Maio, no Anfiteatro da OVIBEJA terá como tema:

" As Misericórdias, uma Régia ideia assistencial/ A Monarquia, uma ideia de futuro ".

Nesse dia 1 de Maio, realizaremos a Assembleia Geral para aprovação do novo modelo estatutário e também para a eleição dos novos órgãos sociais.(Anfiteatro da Expobeja, 9H00 - 13H00).

O programa será o seguinte:

Dia 1 de Maio 2010

13H30 - Chegada de SSAARR à porta principal do certame

Aguarda : Banda de Música que entoará os Hinos; Real Associação, Convidados, Directores da OVIBEJA;

14H00 - Almoço, em restaurante da feira, com associados, palestrantes e convidados;
(O preço habitual do almoço costuma ser cerca de 20,00€ - Inscrição até 29 de Abril)

Interlúdio com o Rancho de Farinho do Alentejo

15H30 - Anfiteatro da Ovibeja colóquio "As Misericórdias uma Régia ideia assistencial/a Monarquia, uma ideia de futuro"

17H30 - Visita ao stand da Real Associação de Beja

Contacto com a comunicação social, associados, simpatizantes;

Interpretação de temas dedicados a SSAARR pelas Tunas Universitárias de Beja.

18H30 - Visita ao Pavilhão Institucional.

(Fonte: Real Associação de Beja)

O QUE SIGNIFICA SER MONÁRQUICO HOJE, CEM ANOS DEPOIS DO OCULTAMENTO DO REINO DE PORTVGAL? (PARTE III)

Servir a Restauração do Reino de PORTVGAL e o Legítimo Monarca de todos os Portugueses, o Senhor Dom Duarte Pio João Miguel Gabriel Rafael de Bragança, Príncipe Real de Portugal, e Sua Sereníssima Casa Real. Colaborar com Seus lídimos representantes, nomeados, cooptados ou colegialmente eleitos e não servir qualquer agenda pessoal, ideológica ou partidária nem discutir formas de governo nem ideologias oligárquicas ou partidocráticas no seio da CAVSA REAL.

Não criticar em público as Pessoas e a Acção do Príncipe e do Presidente da Causa. Somos livres e o Nosso Rei é livre. Tanto o Príncipe Real de Portugal como o Presidente da Causa Real são livres e humanos. Erram, como todos nós. Todos os dias, como todos nós. E todos os dias dão o Seu melhor por PORTVGAL.

Quem achar que deve criticar, que o faça construtivamente (i.e. com alternativas plausíveis e realistas) pelas vias adequadas, junto dos órgãos das Reais Associações e da CAVSA REAL ou no Congresso Monárquico (da Causa Real). Ou cale-se e trabalhe em prol do Reino e da Restauração em concerto com o Príncipe Real de Portugal e seus legítimos e nomeados representantes.

Basta de dissensão, dissidência e sedição. Foi o que nos liquidou no passado e é o que nos liquida no presente.

Não aceitar pacificamente o pavilhão bicolor de 1830 (azul pálido e branco): esse pavilhão representa a catastrófica divisão do Reino e da Nação que anquilosou a Monarquia do século XIX. Só uma Bandeira Nacional na qual as Nossas Armas Reais assentem sobre um Campo Branco (sendo o branco a soma de todas as cores) pode representar de forma impoluta a Unidade Nacional e a Tradição dos Senhores Reis que fizeram e mantiveram PORTVGAL.

Não há Portugal azul e branco nem Portugal verde-rubro. PORTVGAL não tem cor nem partido nem ideologia.

PORTVGAL não é “este país” clivado e partido. Ser Português não é ser deste país inerte, exangue, sem rumo, sem alma, sem vontade, sem bandeira e sem Rei.

Só a alva Bandeira ancestral do Reino — a qual não é de nenhuma cor, partido, tendência ou facção — permitirá relegar definitivamente para o esquecimento as fracturas ideológicas terríveis que serviram de suporte aos crimes, guerras, abusos, pilhagens, execuções, violências de toda a sorte contra instituições, famílias e indivíduos, anarquia, atraso e empobrecimento que Nosso País e o Nosso Povo sofreram no século XIX.

Se a bandeira verde-rubra do republicanismo representa de forma clara (berrante e inestética) a desgraça da destruição do Reino, é preciso ter a coragem política e patriótica de se reconhecer que a bandeira bicolor de 1830 representa e perpetua simbolicamente a divisão fratricida dos Portugueses e dos Monárquicos, divisão que nos conduziu directamente aos caos republicanista, à guerra, à ditadura, à deriva e ao pântano.

Viva o Rei!

Por António Emiliano no Facebook

UMA SANTA E FELIZ PÁSCOA PARA TODOS!

QUINTA-FEIRA SANTA OU DE ENDOENÇAS

A Quinta-feira Santa ou Quinta-feira de Endoenças é a quinta-feira imediatamente anterior à Sexta-feira da Paixão, da Semana Santa. Este dia marca o fim da Quaresma e o inicio do Tríduo pascal na celebração que relembra a ultima ceia de nosso Senhor Jesus Cristo com os doze Apóstolos.

Na Quinta-Feira de Endoenças, Cristo ceou com seus apóstolos, seguindo a tradição judaica do Sêder de Pessach, já que segundo esta deveria cear-se um cordeiro puro; com o seu sangue, deveria ser marcada a porta em sinal de purificação; caso contrário, o anjo exterminador entraria na casa e mataria o primogênito dessa família (décima praga), segundo o relatado no livro do Êxodo. Nesse livro, pode ler-se que não houve uma única família de egípcios na qual não tenha morrido o primogênito, pelo que o faraó permitiu que os judeus abandonassem do Egito, e eles correram o mais rápido possível à sua liberdade; o faraó rapidamente se arrependeu de tê-los deixado sair, e mandou o seu exército em perseguição dos judeus, mas Deus não permitiu e, depois de os judeus terem passado o Mar Vermelho, fechou o canal que tinha criado, afogando os egípcios. Para os católicos, o cordeiro pascoal de então passou a ser o próprio Cristo, entregue em sacrifício pelos pecados da humanidade e dado como alimento por meio da hóstia.

(Fonte: Wikipedia)

Hoje é Quinta-Feira Santa e celebra-se o dia da Santa Eucaristia.

"Nesta Quinta-Feira Santa, reunimo-nos para celebrar a Ceia do Senhor – a Instituição da Sagrada Eucaristia, memória da última refeição realizada por Jesus com os discípulos. Hoje recordamos também o momento do Lava-pés. Atitude significativa, através da qual Jesus nos ensina como devemos nos servir mutuamente."

Evangelho João 13, 1-15: Antes da festa da Páscoa, Jesus, sabendo bem que tinha chegado a sua hora da passagem deste mundo para o Pai, Ele, que amara os seus que estavam no mundo, levou o seu amor por eles até ao extremo. O diabo já tinha metido no coração de Judas, filho de Simão Iscariotes, a decisão de o entregar. Enquanto celebravam a ceia, Jesus, sabendo perfeitamente que o Pai tudo lhe pusera nas mãos, e que saíra de Deus e para Deus voltava, levantou-se da mesa, tirou o manto, tomou uma toalha e atou-a à cintura. Depois deitou água na bacia e começou a lavar os pés aos discípulos e a enxugá-los com a toalha que atara à cintura. Chegou, pois, a Simão Pedro. Este disse-lhe: «Senhor, Tu é que me lavas os pés?» Jesus respondeu-lhe: «O que Eu estou a fazer tu não o entendes por agora, mas hás-de compreendê-lo depois.» Disse-lhe Pedro: «Não! Tu nunca me hás-de lavar os pés!» Replicou-lhe Jesus: «Se Eu não te lavar, nada terás a haver comigo.» Disse-lhe, então, Simão Pedro: «Ó Senhor! Não só os pés, mas também as mãos e a cabeça!» Respondeu-lhe Jesus: «Quem tomou banho não precisa de lavar senão os pés, pois está todo limpo. E vós estais limpos, mas não todos.» Ele bem sabia quem o ia entregar; por isso é que lhe disse: 'Nem todos estais limpos'. Depois de lhes ter lavado os pés e de ter posto o manto, voltou a sentar-se à mesa e disse-lhes: «Compreendeis o que vos fiz? Vós chamais-me 'o Mestre' e 'o Senhor', e dizeis bem, porque o sou. Ora, se Eu, o Senhor e o Mestre, vos lavei os pés, também vós deveis lavar os pés uns aos outros. Na verdade, dei-vos exemplo para que, assim como Eu fiz, vós façais também.

UMA SANTA E FELIZ PÁSCOA PARA TODOS!

S.A.R. Dom Duarte de Bragança no Facebook

PAULO ESTÊVÃO (*) LIDERA PPM NACIONAL (Não é brincadeira de 1º de Abril)

Paulo Estêvão é o novo líder do Partido Popular Monárquico (PPM) a nível nacional. O até aqui vice-presidente, e único monárquico com assento parlamentar na Assembleia Legislativa Regional, substitui no cargo o antigo líder, Nuno da Câmara Pereira, que se demitiu e desfiliou do partido.

Nas curtas declarações já prestadas, Estêvão referiu que o Nuno da Câmara Pereira se afastou do partido por “razões de índole pessoal”.

(Fonte: JornalDiario.com dos Açores)

(*) Paulo Estêvão nasceu no ano de 1968, em Serpa, Portugal. Iniciou os seus estudos nessa mesma cidade, tendo ingressado no Seminário de Beja a partir de 1979. Em meados da década de 1980 abandona o Seminário e completa o ensino secundário na Escola Secundária Diogo de Gouveia (Beja).

Em 1995 conclui a licenciatura em História pela Universidade de Évora tendo, nesse mesmo ano, iniciado a carreira de docente na ilha Terceira, altura em que se instala no Arquipélago dos Açores. Durante a sua carreira de docente foi também professor nas ilhas do Faial, Pico e Corvo, tendo desempenhado diversas funções nos diversos órgãos das escolas por onde passou, com particular destaque para a Escola Básica Integrada Mouzinho da Silveira, a cujo conselho Executivo presidiu entre 2001 e 2008.

Paralelamente manteve sempre uma vida política activa, primeiro no CDS/PP, onde foi Presidente da Comissão Política da Ilha do Faial e depois Vice-Presidente do Directório Regional do Partido (1996/1999).

A partir do ano 2000 transita para o Partido Popular Monárquico, tornando-se Presidente do Directório Regional do partido nesse mesmo ano. A nível nacional, integra, desde o ano 2000, o Conselho Nacional do PPM e é, desde 2005, 1º Vice-Presidente do Directório Nacional do partido.

Seguindo sempre a matriz monárquica, ambientalista, municipalista e autonomista, Paulo Estêvão desempenhou vários cargos autárquicos na Região Autónoma dos Açores, tendo sido membro da Assembleia Municipal da Horta (1997-1998), da Assembleia Municipal do Corvo e do Conselho de Ilha do Corvo (2005-2009).

A 19 de Outubro de 2008, Paulo Estêvão obteve um resultado histórico para o PPM, ao ser eleito, pelo círculo eleitoral da ilha do Corvo, deputado na Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores. Passando, assim, a ser o primeiro Deputado eleito no partido sem recurso a qualquer coligação eleitoral.

Paulo Estêvão participa também no comentário político açoriano, publicando regularmente crónicas em diversos jornais regionais e blogues.

(Fonte: Wikipedia)