domingo, 28 de março de 2010

PRIMEIRAS IMAGENS DAS CELEBRAÇÕES DE ONTEM NA COMPORTA

Belíssimo dia na Comporta com a Família Real. O nosso Príncipe da Beira estava muito feliz com os jogos e outros entretimentos proporcionados pela Juventude Monárquica e encabeçados pelo Du Seabra Calado que como sempre é um óptimo "Public Relations".

Vai haver muitas fotos e o Du irá encarregar-se de as colocar aqui no facebook. Já estou a trabalhar nelas mas hoje fica aqui uma da entrega do prémio.
 
(Fonte: Maria Menezes no Facebook)




(Fonte: Juventude Monárquica de Lisboa)

sábado, 27 de março de 2010

LANÇAMENTO DA CAMPANHA DE SOLIDARIEDADE: REAL SOLIDÁRIA

































http://www.realsolidaria.com/

S.A.R. A SENHORA DONA ISABEL E O ESCUTISMO

Quem já esteve activamente no escutismo sabe bem que essa experiência perdura muitos anos e acompanha-nos ao longo de toda a vida. Para o ilustrar convidámos, nas comemorações dos 75 anos do CNE, vários antigos escuteiros, hoje individualidades da sociedade portuguesa, a responderem-nos a algumas perguntas relativas à ...sua experiência no Escutismo.

1. Porque é que foi Escuteiro?
2. O que é que o Escutismo trouxe à sua vida?
3. Do que se recorda mais da sua vivência no Escutismo?
4. Qual a mensagem que gostaria de deixar aos Escuteiros de hoje?

S.A.R., Dona Isabel de Bragança, Duquesa de Bragança

Fui Escuteira porque a minha irmã entrou para os Escuteiros e eu também quis entrar. Depois fomos para o Brasil e os meus pais acharam que devíamos continuar ligadas ao Movimento, continuei e gostei imenso.

O que o Escutismo trouxe à minha vida foi uma série de experiências a nível de participação, solidariedade e de trabalho em grupo. Também me ajudou a improvisar e desenvolver as minhas capacidades ao máximo, devido aos imprevistos com que deparava em acampamentos nos quais os tinha de solucionar rapidamente. Foi isto que o Escutismo me deu, e principalmente parte de solidariedade e do trabalho em conjunto que foi muito frutuosa no Brasil.

O que mais me recordo da minha experiência no Escutismo, é do meu primeiro Acampamento, que se realizou em São Paulo, com todas as Escuteiras desse Estado. Foi um grande Acampamento no qual me diverti bastante.

A mensagem que gostaria de deixar aos Escuteiros de hoje é de parabéns para todo o Movimento pela maneira como tem sido e pela forma como tem actuado. Sobretudo não se esqueçam que os Escuteiros são sempre um exemplo, não só para Portugal mas para o mundo inteiro.

http://www.cne-escutismo.pt/Default.aspx?tabid=402

(Fonte: Facebook)

sexta-feira, 26 de março de 2010

HOJE: FESTA DO 14º ANIVERSÁRIO DE S.A.R. DOM AFONSO, PRÍNCIPE DA BEIRA (OCORRIDO DIA 25)

BANDEIRA DE PORTUGAL HASTEADA EM LISBOA
PARA FESTEJAR O ANIVERSÁRIO DO PRÍNCIPE

DA REABILITAÇÃO DO IDEAL MONÁRQUICO, À REIMPLANTAÇÃO DA MONARQUIA

(Texto de reflexão para o III Encontro da Acção Monárquica, em Lisboa a 27MAR2010)

O casamento de D. Duarte de Bragança e o nascimento dos Infantes, originou um ressurgimento afectivo e também político, da ideia monárquica em Portugal.

Foram momentos marcantes de renascimento da afectividade natural de muitos milhares de portugueses, para com a Família Real e desse facto decorreu também uma mensagem de esperança, que entusiasmou muitos monárquicos e cativou muitos portugueses.

Momento seguinte, também muito marcante foi a forma como foi celebrado o centenário do Regicídio.

Foi um momento de reabilitação da extraordinária personalidade do Rei D. Carlos I e também de divulgação da verdade histórica, que a propaganda republicana sempre tinha escondido e negado aos portugueses.

Mas a realidade é que estes dois momentos altos da expressão monárquica, não tiveram sequência. Encontra-se nesta ausência de dinâmica monárquica, após estes momentos marcantes, a principal razão de uma desmotivação generalizada entre os monárquicos portugueses. Desmotivação que originou um sentimento que se expandiu a toda a sociedade, de que monarquia é um regime do passado e de resignação ao regime republicano.

Esta situação, desmotivou protagonistas, debilitou instituições monárquicas.

A actual situação de crise política, económica e social, é o resultado de um regime republicano que se estrangulou a si próprio numa Oligarquia partidária e não tem capacidade de mobilizar a vontade dos portugueses.

A consciencialização progressiva da responsabilidade do regime perante esta crise grave, faz ressurgir de novo o ideal monárquico e pode fazer ressuscitar o entusiasmo monárquico, que se acreditarem com convicção, terão perante o descontentamento generalizado, condições de mobilizar os portugueses através de uma mensagem de esperança.

Esta possibilidade, que tem de ser assumida como um dever patriótico por todos os monárquicos convictos, não é hoje apenas a reabilitação da nossa história, nem apenas da dignidade da Casa Real Portuguesa.

É isso, mas para ser mobilizadora e entusiasmante, tem de se afirmar como projecto político alternativo, coerente e consistente.

Ou seja, não basta estimular na sociedade portuguesa a afectividade pela Casa Real, não basta recuperar o sentido da nossa herança histórica, é também essencial que o projecto monárquico dê uma resposta política actual e moderna, aos problemas sociais, políticos e de que representa a verdadeira mensagem esperança de Portugal se reencontrar e de encontrar o seu futuro.

A afirmação monárquica actual, não pode ser apenas a divulgação do simbolismo Real, uma referência afectiva essencial, mas manifestamente insuficiente.

A na ausência desta afirmação política, que deveremos encontrar a razão, para a inconsequência do dinamismo monárquico e para carência de convicção.

Nos portugueses está enraizada uma ideia falaciosa de que a eleição de um Presidente da República é uma garantia de democraticidade.

É evidente que não o é. Muito pelo contrário.

O argumento monárquico, do Rei livre, independente e imparcial, a única forma de garantia de associação da referência da história de um povo soberano e unificado, tem exemplos modernos auxiliares de demonstração, como a mais objectiva forma de garantia das liberdades e da democracia política.

Mas este argumento, tão importante, tão actual, tão necessário a Portugal, não tem condições de divulgação na sociedade portuguesa.

Poderemos continuar no debate monárquico, a tentar encontrar responsabilidades para esta limitação, na propaganda do regime, ou a encontrar responsáveis em atitudes de alguns monárquicos, mas isso não leva a nada.

Teremos de finalmente perceber, que não basta para os portugueses a mensagem discursiva genérica das vantagens da monarquia.

Um Presidente da República só é eleito, depois de se afirmar ao povo português através da sua mensagem política e social e do seu próprio carácter e experiência, que origine a confiança de uma parte significativa dos portugueses.

Esta verdade não pode ser negada pelos monárquicos.

O contraponto monárquico, é a afirmação de que o Rei, é melhor, é mais interessado, é mais empenhado, tem melhor preparação, estará muito mais responsabilizado.

Será desta afirmação do Herdeiro, numa atitude de intervenção permanente e consistente, que resultará a confiança popular indispensável.

O Rei moderno, não abdica da sua condição simbólica, nem do seu protagonismo político, mas é auxiliado na sua função por uma organização também ela credível, consubstanciando a indispensável noção de Instituição Real.

A credibilidade e viabilidade do projecto monárquico português, dependerá assim da capacidade de afirmação múltipla, de forma a alcançar a indispensável confiança do povo português.

Afirmação do Herdeiro e do seu discurso político.

Afirmação da Casa Real, como garantia essencial da responsabilidade histórica, que simboliza, e como garantia da responsabilização de todos os actos e decisões políticas, do seu Chefe.

Afirmação da Instituição Real, como garante das funções da Casa Real e do futuro Rei, Chefe de Estado.

Teremos de reconhecer, que há toda uma incipiente afirmação monárquica, e que é nesta verdade, que teremos de encontra a resposta capaz de mobilizar a vontade dos portugueses.

Os monárquicos estão dispersos, não estão eles próprios unificados, numa liderança essencial e motivadora.

A Acção Monárquica, tenta congregar uma massa crítica monárquica, capaz de ultrapassar a cultura do silêncio e promover o debate motivador que origine a consistência organizativa dos monárquicos e a dinâmica que tem hoje o sentido de oportunidade histórica e de obrigação patriótica.

Portugal precisa da afirmação do projecto monárquico, do protagonismo político e cívico dos monárquicos, da Liderança Monárquica unificadora e dinamizadora.

A Casa Real Portuguesa tem uma responsabilidade histórica a desempenhar.

Para colaborar na afirmação dessa responsabilidade, estão surgir cada vez mais expressões de vontade.

Estas vontades não podem ser desprezadas. Têm de ser acarinhadas e entusiasmadas.

Podem co-existir várias estratégias políticas para a acção monárquica, para a expressão do dinamismo monárquico, até para a viabilização da reimplantação da Monarquia.

Mas não é possível o seu sucesso, se não existir uma liderança unificadora, que assuma o discurso síntese do protagonismo monárquico.

Todas essas formas de participação política e cívica, têm de estar referenciadas e motivadas, num projecto, num discurso e numa atitude estimulante do Chefe da Casa Real Portuguesa.

O encontro desta liderança unificadora e estimulante, deste discurso síntese e que simultaneamente, seja de esperança para os portugueses, é assim a prioridade da nova atitude monárquica, como uma resposta objectiva e alternativa a uma Republica, que se mantém e se preserva, através do silêncio e da inacção monárquica.

José J. Lima Monteiro Andrade

Por Portugal.
Pela Casa Real Portuguesa.
A Comissão Coordenadora da Acção Monárquica

BANDEIRA MONÁRQUICA GIGANTE HASTEADA EM LISBOA (ACTUALIZAÇÃO)


Não é contra nada nem contra ninguém, não é nem bandeira de um partido nem de uma ideologia: é um símbolo nacional e nela se revêem todos os Portugueses. Hoje, após 100 anos de ausência, voltou triunfante e abraçou Lisboa. Não houve vandalização ou ultraje à bandeira do regime em vigor, não houve provocação nem se violou lei alguma. Subiu e parou a meia haste, como se pedisse aos Portugueses um momento de recolhimento e meditação e lhes lembrasse o difícil transe de luta pela sobrevivência em que esta comunidade se debate. Foi um apelo à unidade e à reconciliação nacional.
(Fonte: Combustões)


Sexta-feira, 26 de Março de 2010

A grande bandeira nacional que se eleva no alto daquele parque da capital e que é visível a partir de vários pontos da cidade foi substituída por uma bandeira monárquica.

A bandeira nacional tinha sido arreada por altura do Natal, para colocar a Árvore. Enquanto não era, de novo, hasteada, alguém decidiu colocar a bandeira da monarquia.

Tudo indica tratar-se de mais uma acção dos mesmos activistas monárquicos que, em Agosto do ano passado, hastearam uma bandeira monárquica na varanda da Câmara Municipal de Lisboa.

(Fonte: Rádio Renascença)

(Fonte Jornal de Notícias de 26MAR2010)

Segundo o Jornal de Notícias, edição online, foi hoje hasteada a Bandeira Monárquica ao cimo do Parque Eduardo VII, em Lisboa.

Esta acção, que aparece no seguimento de outras anteriores – embora, segundo algumas opiniões, peque por não ter uma mensagem apensa ao acto –, não deixa de nos fazer sentir que existe um clima propiciador à necessária mudança de regime.

Tais actos, contribuem para que os portugueses tomem uma atitude de exigência perante o poder instituído, de modo a devolver Portugal aos Portugueses e voltarmos a ser, novamente, uma Nação independente.

A alegada atitude de controle sistemático dos meios de comunicação social por parte do grupo político-partidário instalado no poder – ainda há escassas horas protagonizada por uma conveniente "avaria técnica" que impossibilitou a saída do jornal francês Liberation que contêm alguns artigos inconvenientes –, tem contribuído de modo significativo para a desinformação das populações, tentando dessa forma prolongar o seu estado de apatia em relação à situação política e “ao Estado a que nós chegámos”. Temos a considerar ainda, o facto de no horizonte não se vislumbrar nenhuma alternativa credível aos actuais governantes, mantendo-se a perspectiva de tudo continuar exactamente na mesma.

Como tal, a acção de hastear da Bandeira Monárquica, é indicadora de uma alternativa de regime possível e desejável – e única, convenhamos –, que os portugueses devem exigir a bem da Nação, a bem de Portugal.

Bem-haja

Luiz Andrino
(Fonte: Blogue Acção Monárquica)


Por ocasião do aniversário do nosso Príncipe D. Afonso de Bragança, uma enorme bandeira da monarquia com 8 m, foi hasteada no cimo do Parque Eduardo VII. O acto é atribuído à Carbonara, Movimento Monárquico de Massas.

Publicada por João Távora em Sexta-feira, Março 26, 2010
(Fonte: Blogue Centenário da República)

Uma bandeira monárquica gigantesca foi hasteada no alto do Parque Eduardo VII, em Lisboa, durante a última noite, mas já foi retirada. A acção foi reivindicada por um grupo denominado «Carbonara - Movimento Monárquico para as Massas» e terá servido para festejar o 14º aniversário de Dom Afonso de Santa Maria de Herédia de Bragança, filho primogénito de D. Duarte Pio e considerado príncipe da Beira e Duque de Barcelos, para além de herdeiro da Casa Real portuguesa.

No local costumava estar a bandeira nacional, mas desde que foi retirada por altura do Natal para ser instalada a Árvore não foi substituída.

O Regimento de Sapadores de Bombeiros de Lisboa retirou, entretanto, a bandeira monárquica de seis metros por quatro com recurso a uma auto-escada. O comandante da Polícia Municipal de Lisboa, André Gomes, afirmou, em declarações à Lusa, que vai ser «feito auto de notícia e enviada a informação para o Ministério Público». A viatura dos bombeiros chegou ao local pelas 11:45 e colocou-se debaixo do mastro, elevando um cesto com dois homens, para cortarem os grampos que amarravam a bandeira.

Um dos promotores da iniciativa, que solicitou o anonimato, disse à Lusa que a bandeira monárquica foi ali colocada a meia haste, durante a madrugada, como prova do «estado da nação». Ao longo da manhã, vários simpatizantes da causa monárquica têm passado no Parque Eduardo VII mostrando-se agradados com a iniciativa.

Veja o vídeo TVI

(Fonte: TVI24)

Elementos da Polícia Municipal chegaram cerca das 11h15 ao Parque Eduardo VII, em Lisboa, onde a bandeira (nacional?) foi substituída hoje por uma bandeira monárquica de grandes dimensões.

Um dos promotores da iniciativa, que solicitou o anonimato, disse à Lusa que a bandeira monárquica foi ali colocada a meia haste, durante a madrugada, como prova do "estado da nação". Ao longo da manhã, vários simpatizantes da Causa Monárquica têm passado no Parque Eduardo VII mostrando-se agradados com a iniciativa. Um dos apoiantes monárquicos presentes, o fotógrafo António Homem Cardoso, disse à Lusa que "a Monarquia é uma das soluções para o actual estado do país". "O país nunca esteve tão desalentado como agora, quando se comemora o centenário da república", afirmou.

(Fonte: Jornal Público)



VEJA O VÍDEO DA AGÊNCIA LUSA
http://aeiou.visao.pt/bandeira-monarquica-hasteada-no-parque-eduardo-vii=f553215


A Carbonara - Movimento Monárquico para as Massas - é um grupo de acção.
Não reflectimos, não debatemos, não organizamos conferências, seminários nem doutrinamos. Fazemos.

JUNTE-SE AO CARBONARA - MOVIMENTO MONÁRQUICO PARA AS MASSAS!


quinta-feira, 25 de março de 2010

SS.AA.RR. O Duque de Bragança e O Príncipe da Beira na XII Feira do Folar, em Valpaços


No próximo dia 28 de Março, S.A.R. o Duque de Bragança acompanhado por S.A.R. o Infante Dom Afonso de Santa Maria, Príncipe da Beira, deslocar-se-ão à XII Feira do Folar, Produtos da Terra e Seus Sabores que decorrerá no Pavilhão Multiusos em Valpaços entre os dias 26 e 28 de Março.
 
 
Venha até Valpaços no fim-de-semana e, no dia 28, a partir das 15h, junte-se aos membros da Real Associação de Trás-os-Montes e Alto Douro e do seu Núcleo Concelhio de Valpaços, que acompanharão S.A.R. o Duque de Bragança e S.A.R. o Infante Dom Afonso de Santa Maria na visita à XII Feira do Folar.

(Fonte : Real Associação de Trás-os-Montes e Alto Douro)