sexta-feira, 26 de março de 2010

BANDEIRA MONÁRQUICA GIGANTE HASTEADA EM LISBOA (ACTUALIZAÇÃO)


Não é contra nada nem contra ninguém, não é nem bandeira de um partido nem de uma ideologia: é um símbolo nacional e nela se revêem todos os Portugueses. Hoje, após 100 anos de ausência, voltou triunfante e abraçou Lisboa. Não houve vandalização ou ultraje à bandeira do regime em vigor, não houve provocação nem se violou lei alguma. Subiu e parou a meia haste, como se pedisse aos Portugueses um momento de recolhimento e meditação e lhes lembrasse o difícil transe de luta pela sobrevivência em que esta comunidade se debate. Foi um apelo à unidade e à reconciliação nacional.
(Fonte: Combustões)


Sexta-feira, 26 de Março de 2010

A grande bandeira nacional que se eleva no alto daquele parque da capital e que é visível a partir de vários pontos da cidade foi substituída por uma bandeira monárquica.

A bandeira nacional tinha sido arreada por altura do Natal, para colocar a Árvore. Enquanto não era, de novo, hasteada, alguém decidiu colocar a bandeira da monarquia.

Tudo indica tratar-se de mais uma acção dos mesmos activistas monárquicos que, em Agosto do ano passado, hastearam uma bandeira monárquica na varanda da Câmara Municipal de Lisboa.

(Fonte: Rádio Renascença)

(Fonte Jornal de Notícias de 26MAR2010)

Segundo o Jornal de Notícias, edição online, foi hoje hasteada a Bandeira Monárquica ao cimo do Parque Eduardo VII, em Lisboa.

Esta acção, que aparece no seguimento de outras anteriores – embora, segundo algumas opiniões, peque por não ter uma mensagem apensa ao acto –, não deixa de nos fazer sentir que existe um clima propiciador à necessária mudança de regime.

Tais actos, contribuem para que os portugueses tomem uma atitude de exigência perante o poder instituído, de modo a devolver Portugal aos Portugueses e voltarmos a ser, novamente, uma Nação independente.

A alegada atitude de controle sistemático dos meios de comunicação social por parte do grupo político-partidário instalado no poder – ainda há escassas horas protagonizada por uma conveniente "avaria técnica" que impossibilitou a saída do jornal francês Liberation que contêm alguns artigos inconvenientes –, tem contribuído de modo significativo para a desinformação das populações, tentando dessa forma prolongar o seu estado de apatia em relação à situação política e “ao Estado a que nós chegámos”. Temos a considerar ainda, o facto de no horizonte não se vislumbrar nenhuma alternativa credível aos actuais governantes, mantendo-se a perspectiva de tudo continuar exactamente na mesma.

Como tal, a acção de hastear da Bandeira Monárquica, é indicadora de uma alternativa de regime possível e desejável – e única, convenhamos –, que os portugueses devem exigir a bem da Nação, a bem de Portugal.

Bem-haja

Luiz Andrino
(Fonte: Blogue Acção Monárquica)


Por ocasião do aniversário do nosso Príncipe D. Afonso de Bragança, uma enorme bandeira da monarquia com 8 m, foi hasteada no cimo do Parque Eduardo VII. O acto é atribuído à Carbonara, Movimento Monárquico de Massas.

Publicada por João Távora em Sexta-feira, Março 26, 2010
(Fonte: Blogue Centenário da República)

Uma bandeira monárquica gigantesca foi hasteada no alto do Parque Eduardo VII, em Lisboa, durante a última noite, mas já foi retirada. A acção foi reivindicada por um grupo denominado «Carbonara - Movimento Monárquico para as Massas» e terá servido para festejar o 14º aniversário de Dom Afonso de Santa Maria de Herédia de Bragança, filho primogénito de D. Duarte Pio e considerado príncipe da Beira e Duque de Barcelos, para além de herdeiro da Casa Real portuguesa.

No local costumava estar a bandeira nacional, mas desde que foi retirada por altura do Natal para ser instalada a Árvore não foi substituída.

O Regimento de Sapadores de Bombeiros de Lisboa retirou, entretanto, a bandeira monárquica de seis metros por quatro com recurso a uma auto-escada. O comandante da Polícia Municipal de Lisboa, André Gomes, afirmou, em declarações à Lusa, que vai ser «feito auto de notícia e enviada a informação para o Ministério Público». A viatura dos bombeiros chegou ao local pelas 11:45 e colocou-se debaixo do mastro, elevando um cesto com dois homens, para cortarem os grampos que amarravam a bandeira.

Um dos promotores da iniciativa, que solicitou o anonimato, disse à Lusa que a bandeira monárquica foi ali colocada a meia haste, durante a madrugada, como prova do «estado da nação». Ao longo da manhã, vários simpatizantes da causa monárquica têm passado no Parque Eduardo VII mostrando-se agradados com a iniciativa.

Veja o vídeo TVI

(Fonte: TVI24)

Elementos da Polícia Municipal chegaram cerca das 11h15 ao Parque Eduardo VII, em Lisboa, onde a bandeira (nacional?) foi substituída hoje por uma bandeira monárquica de grandes dimensões.

Um dos promotores da iniciativa, que solicitou o anonimato, disse à Lusa que a bandeira monárquica foi ali colocada a meia haste, durante a madrugada, como prova do "estado da nação". Ao longo da manhã, vários simpatizantes da Causa Monárquica têm passado no Parque Eduardo VII mostrando-se agradados com a iniciativa. Um dos apoiantes monárquicos presentes, o fotógrafo António Homem Cardoso, disse à Lusa que "a Monarquia é uma das soluções para o actual estado do país". "O país nunca esteve tão desalentado como agora, quando se comemora o centenário da república", afirmou.

(Fonte: Jornal Público)



VEJA O VÍDEO DA AGÊNCIA LUSA
http://aeiou.visao.pt/bandeira-monarquica-hasteada-no-parque-eduardo-vii=f553215


A Carbonara - Movimento Monárquico para as Massas - é um grupo de acção.
Não reflectimos, não debatemos, não organizamos conferências, seminários nem doutrinamos. Fazemos.

JUNTE-SE AO CARBONARA - MOVIMENTO MONÁRQUICO PARA AS MASSAS!


quinta-feira, 25 de março de 2010

SS.AA.RR. O Duque de Bragança e O Príncipe da Beira na XII Feira do Folar, em Valpaços


No próximo dia 28 de Março, S.A.R. o Duque de Bragança acompanhado por S.A.R. o Infante Dom Afonso de Santa Maria, Príncipe da Beira, deslocar-se-ão à XII Feira do Folar, Produtos da Terra e Seus Sabores que decorrerá no Pavilhão Multiusos em Valpaços entre os dias 26 e 28 de Março.
 
 
Venha até Valpaços no fim-de-semana e, no dia 28, a partir das 15h, junte-se aos membros da Real Associação de Trás-os-Montes e Alto Douro e do seu Núcleo Concelhio de Valpaços, que acompanharão S.A.R. o Duque de Bragança e S.A.R. o Infante Dom Afonso de Santa Maria na visita à XII Feira do Folar.

(Fonte : Real Associação de Trás-os-Montes e Alto Douro)

SS.AA.RR., OS DUQUES DE BRAGANÇA ASSISTEM COM OS FILHOS ÀS COMEMORAÇÕES DO 50º ANIVERSÁRIO DO CRISTO REI


(Excertos da Revista "Lux" de 21-05-2009:)

«Para mim, Deus é uma referência, um apoio. Por isso, é com grande emoção que vejo tantas pessoas aqui reunidas hoje. Sobretudo porque acho que, actualmente, deixámos de cultivar o amor a Deus e passámos a cultivar o ódio. As pessoas preferem não acreditar Nele e na força que transmite. Procuro transmitir a mesma mensagem aos meus filhos. É importante que aprendam a amar a Deus porque esse amor é um suporte essencial para as suas vidas.» - Dom Duarte de Bragança.

«Acredito que o Senhor nos criou e que todos temos, na terra, uma missão» - Dona Isabel de Bragança.

Há 50 anos, S.A.R., Dom Duarte assistiu à inauguração do Cristo Rei na companhia de Seus Pais.
D. Duarte de Bragança, com 14 anos de idade, durante a cerimónia de inauguração da estátua do Cristo-Rei, em 17 de Maio de 1959. Na primeira fila vêem-se também o Senhor D. Duarte Nuno, o Infante D. Miguel e a Infanta D. Filipa de Bragança. (Fotografia: Centro Cultural do Patriarcado de Lisboa).

(Fonte: Facebook)

MONARQUIA NOVA

Por mais que os seus detractores insistam, ancorados em complexos e preconceitos malsãos e numa certa subcultura de burguesia de dinheiro novo inseguro, a evidênciaé que a solução monárquica se coloca hoje como futurível e muitos portugueses, de esquerda como de direita, aceitam agora discutir a Restauração como tópico relevante da agenda política.

De tema marginal, a possibilidade da Restauração ganhou paulatinamente adeptos. Já não é um dado de memória, partilhado e transmitido por herança familiar; é uma corrente de opinião que vai ganhando espaço, que concita simpatia e adesões em todos os escalões sociais e profissionais. A república habituara-se a monarquices extravagantes de dedos brasonados e bizantinas exibições genealógicas; hoje debate-se com uma verdadeira insurreição cultural que lhe mina os fundamentos, a legitimidade e desafia a sua mitologia. De facto, a república nunca teve republicanos e os que teve confundiram-se sempre com o Partido Democrático, essa coisa tentacular, carregada de baias e dominada por pulsões liberticidas. Os republicanos, hoje, são poucos, inconsistentes e invertebrados. Pedem a mudança na república, mas tudo o que defendem já foi experimentado e falhou: falhou no republicanismo parlamentar primo-republicano, com uma chefia de Estado simbólica, falhou com o cesarismo plebiscitário de Sidónio, falhou com a presidência submetida ao “presidencialismo do Presidente do Conselho”, falhou com o semi-presidencialismo de voto directo universal que ainda temos. No fundo, a república é o passado e desse passado não se consegue libertar. Está, arrasta-se, finge consenso. Não sendo detestada é, no mínimo, desprezada. Viraram-lhe as costas, por ela não se interessam, não mobiliza corações nem inteligências. Refém das lutas partidárias, a chefia de Estado republicana passou a ser encarada como pré-aposentamento para os locatários de Belém. Vai-se descendo em intervenção, subindo na hierarquia do Estado. O Presidente é, hoje, um Roi fainéant, um falso rei constitucional, sem o prestígio de um monarca hereditário, sem a influência fáctica de que gozam os reis e com a tremenda e irreparável suspeita de continuar, por mais que o negue, a depender do(s) partido(s) que o colocaram na chefia do Estado.

Por seu turno, a possibilidade de uma monarquia nova parece identificar-se com a grande política e com a destinação de Portugal. Hoje, defender a monarquia pressupõe a defesa de uma certa ideia de Portugal, da lusofonia, da preservação do mínimo da soberania do Estado, das liberdades regionais, da separação de poderes, da fiscalização dos abusos cometidos pela partidocracia, de colocar no seu lugar os plutocratas mais as negociatas e os favores. Defender uma monarquia nova é sinónimo de reposição da respeitabilidade do Estado, da solidariedade social e da realização dos grandes objectivos colectivos.Acabei de ler uma excelente antologia comentada de textos de Lord Salisbury, quiçá um dos maiores pensadores de acção conservadores do século XIX, infelizmente pouco conhecido pela generalidade dos conservadores portugueses. Salisbury era defensor da paz e do equilíbrio, teoria que aplicava aos negócios estrangeiros como aos assuntos internos. Para a sua realização, advertia para o perigo do imobilismo conservador e do aventureirismo trabalhista. Uma política serena, de unidade no essencial, com partilha de responsabilidades era, em suma, a sua solução. Portugal precisa, mais que no passado, desta concórdia e deste embainhar de espadas. Portugal precisa de recobrar a segurança e o ânimo, voltar a gostar de si, pensar as aventuras do futuro. A república atira-o para o passado, para a guerra civil, para a disputa miniatural, para o fulanismo.

É por isso que sempre que olho para os nossos Príncipes vejo essa possibilidade de recobro do direito que temos ao futuro.

Miguel Castelo Branco in Combustões

UM FELIZ ANIVERSÁRIO PARA S.A.R. O PRÍNCIPE DA BEIRA, DOM AFONSO!

Dom Afonso de Santa Maria Miguel Gabriel Rafael de Herédia de Bragança, filho primogénito de SS.AA.RR., Dom Duarte Pio de Bragança, Duque de Bragança e de Dona Isabel de Herédia de Bragança, Duquesa de Bragança, nasceu numa segunda feira, 25 de Março de 1996, às 7h38 da manhã, no Hospital da Cruz Vermelha , em Lisboa.

Ostenta os títulos de Príncipe da Beira e Duque de Barcelos.

Sua Alteza Real, celebra hoje o Seu 14º aniversário e a Real Associação da Beira Litoral associa-se  a todos os Portugueses desejando muita Felicidade, Alegria, Paz e Saúde ao nosso Príncipe.

MUITOS PARABÉNS E UM FELIZ ANIVERSÁRIO!

QUE DEUS PROTEJA E GUARDE O NOSSO PRÍNCIPE !

VIVA O PRÍNCIPE DA BEIRA!
 
VIVA A FAMÍLIA REAL PORTUGUESA!
 
VIVA PORTUGAL!

quarta-feira, 24 de março de 2010

VIVEMOS NA MENTIRA!!! Por Rainer Daehnhardt (*)


Nunca se fez uma investigação a sério acerca do duplo assassinato régio, para se descobrir quem de facto o ordenou!

Nunca se perguntou ao povo se desejaria viver sob um regime monárquico constitucional ou sob uma república sujeita a organizações secretas globalistas, disfarçada de democracia!

Nunca se perguntou se Portugal queria entregar as suas Províncias Ultramarinas a mercenários e politiqueiros sujeitos a ordens vindas de fora!

Nunca se perguntou se Portugal queria desistir da sua soberania em troca de um mergulho num caldeirão escuro, pomposamente chamado de UE!

Nunca se perguntou se Portugal queria ser governado por comissários, surgidos algures, sem se saber bem como e sujeitos às ordens de quem!

Nunca se perguntou se Portugal queria largar a sua moeda ancestral, o ESCUDO, totalmente coberto por ouro existente como reserva!

Nunca se perguntou se Portugal queria fazer parte da aventura duma moeda inventada, não se sabe bem por quem, baseada em não se sabe o quê e pertencendo a não se sabe bem quem!

Nunca se explicou a Portugal que o EURO surgiu em 1996 como proposta dum país do Médio Oriente, que tudo faz para conseguir entrar na UE!

Nunca se explicou a Portugal que o "Tratado de Lisboa" reintroduzisse a possibilidade da PENA DA MORTE!

Nunca se explicou a Portugal que existe agora o Mandado de Captura Europeu com consequências anti-democráticas!

Nunca se explicou a Portugal que existe agora a "EUROGENFOR", uma força militar de intervenção rápida, com Conselho de Guerra, que pode invadir os países que quiser!

Nunca se explicou a Portugal que esta força pode invadir, confiscar, prender, fuzilar sem ter de prestar contas a ninguém, muito menos ao país invadido!

O REI E O PRÍNCIPE HERDEIRO MORRERAM EM VÃO!


A DEMOCRACIA MORREU NO DIA EM QUE SE SENTOU NO TRONO!


AS MUITAS REVOLUÇÕES DESDE ENTÃO HAVIDAS AFOGARAM-SE NA INGENUIDADE DOS SEUS SONHOS!


ENQUANTO A MENTIRA REINAR NADA VAI MUDAR!


APENAS A AURORA DA VERDADE PODE SALVAR PORTUGAL!


Rainer Daehnhardt
(Fonte: Blogue da Acção Monárquica)

(*) Rainer Daehnhardt é um reconhecido pesquisador, nascido a 7 de Dezembro de 1941 e é descendente de uma família de diplomatas e militares alemães radicados em Portugal desde 1706. Estudou na Alemanha e em Portugal, especializando-se no “estudo da evolução do Homem através da arma e sua utilização”. Presidente da Sociedade Portuguesa de Armas Antigas – Portuguese Academy of Antique Arms – desde 1972, representa Portugal em congressos internacionais. É membro da Rowland Society, da Gesellschaft für Historische Waffen und Kostümkunde de Berlim e da Arms and Armour Society de Londres. É membro honorário da ASAC (American Society of Arms Collectors), entidade máxima americana do género que em 25 anos de existência elegeu o autor como 3º membro honorário estrangeiro. Participou em dezenas de congressos internacionais de historiadores de armas antigas. Foi convidado por entidades governamentais norte-americanas para fazer uma série de conferências sobre a evolução da armaria, em diversos estados americanos, tendo discursado por exemplo no Smithsonian Institute de Washington, no Metropolitan Museum, Harvard, Nova Iorque e Arizona Historical Society, Texas e Califórnia. É autor de dezenas de livros e centenas de artigos, na sua maioria ligados à armaria antiga, à História de Portugal ou à sua preocupação com a evolução da Humanidade. Na Zéfiro publicou as obras Portugal Cristianíssimo – A Missão Templária nos Descobrimentos, Homens, Espadas e Tomates e foi co-autor de O Perdão dos Templários, Codex Templi e Portugal - A Missão Que Falta Cumprir.

(Fonte: WOOK)