terça-feira, 23 de março de 2010

OS NOSSOS PRÍNCIPES



«Os nossos filhos têm uma vida como a das restantes crianças portuguesas e têm amigos em todo o género de famílias, mas não podem esquecer-se de quem são. Procuramos incutir neles o sentido de responsabilidade perante os outros e para com a nossa Pátria. A sua ascendência não dá privilégios, mas responsabilidades... Devem ser um bom exemplo para os outros.» 

S.A.R. D. Isabel de Bragança (07/04/2009).
(Fonte: Facebook)

VAMOS MUDAR PORTUGAL!!



(Fonte: Monárquicos Nortenhos)

segunda-feira, 22 de março de 2010

POSSE DA DIRECÇÃO DO NÚCLEO DE SINTRA DA REAL DE LISBOA


Realiza-se a 26 de Março a posse da Direcção do Núcleo de Sintra da Real Associação de Lisboa, presidida por Douglas Carmo de Lima, seguida de Jantar.

A posse ocorrerá pelas 19h00 na Sala Raio do Restaurante “A Tendinha”, estrada de Mem Martins, 211. O jantar terá lugar às 20h30. As inscrições podem ser feitas para Douglas Carmo de Lima, para o tlm.: 93 921 61 16. O preço é de €17,5.

(Fonte: Jornal de Sintra)

(Fonte: REAL ASSOCIAÇÃO DE LISBOA)

S.A.R. A SENHORA DONA MARIA FRANCISCA DE ORLÉANS E BRAGANÇA

S.A.R., Dona Maria Francisca, de Seu nome completo, Maria Francisca Amélia Luísa Vitória Teresa Isabel Miguela Gabriela Rafaela Gonzaga de Orléans e Bragança e Dobrzensky de Dobrzenicz. (Eu, 8 de Setembro de 1914 — Lisboa, 15 de Janeiro de 1968), Princesa de Orléans e Bragança, sendo bisneta do imperador Dom Pedro II do Brasil. Nasceu no Castelo d'Eu, filha de D. Pedro de Alcântara de Orleans e Bragança, Príncipe Imperial do Brasil, que renunciou a seus direitos dinásticos para se casar com a condessa Isabel Dobrzensky de Dobrzenicz. S.A.R., Dona Maria Francisca, foi sepultada no Convento das Chagas de Cristo, em Vila Viçosa, Panteão das Duquesas de Bragança.

S.A.R. Dom Duarte Nuno de Bragança, neto de El-Rei Dom Miguel, une-se a uma Princesa da Casa Imperial Brasileira, trineta do Imperador Dom Pedro I. Este é um casamento que liga dois ramos da mesma Família, separados há mais de um século. Duas Casas Reais divididas pelo Atlântico e pela História, voltam a ter laços comuns. Ratifica-se um volte-face histórico, unindo as Casa Real de Portugal e Imperial do Brasil, após uma cisão separatista e uma terrível e sangrenta guerra civil. Para melhor sublinhar os sinais de pacificação, a Senhora Dona Maria Francisca convida para sua madrinha, a Rainha Dona Amélia de Orleans e Bragança, a última sobrevivente da linha constitucional da Casa Real Portuguesa. Deste matrimónio nasceria, a 15 de Maio 1945, o actual Chefe da Casa Real Portuguesa, S.A.R., Dom Duarte Pio de Bragança.
 
(Fonte: Facebook)

domingo, 21 de março de 2010

A ÉPOCA PASCAL

«Desde criança que, para mim, este sempre foi um dos momentos mais alegres do ano, lembro-me que eu e os meus irmãos festejávamos sempre. Mas é fundamental, para todos, lembrarmo-nos do motivo da festa. Porque a maioria de nós pensa na Páscoa como a festa das comidas e dos doces. Temos que nos situar devidamente e identificá-la como a festa da Ressureição de Cristo, que coincide, de algum modo, com a festa da ressureição da Natureza. A Primavera e o nascimento das flores, acontecem na mesma altura da Ressureição de Cristo, o que dá toda uma simbologia a esta altura.» 

S.A.R. D. Duarte de Bragança
(Fonte: flash! n.º 306 - 07/04/2009)

Excelente artigo de Marcello Pera, que é laico, agnóstico, filósofo e senador italiano


A REALIDADE OCULTA

Os acontecimentos dos últimos tempos em Portugal, assim como o desmoronamento do sistema de educação e a queda do conceito de Família, são o reflexo de uma realidade preocupante e dissimulada que se propaga nas raízes da nossa sociedade. Os valores que fizeram o nosso modo de vida e que são a tradição que alicerça o mundo tal como o conhecemos, estão a ser constantemente atacados. Há uma banalização das formas primitivas de favorecimento e, como numa guerra fratricida, os meios justificam os fins. Submerge uma nova ideologia baseada no facilitismo e na corrupção, no paganismo materialista e no simplismo mentiroso. Os seus autores (a maçonaria, os grupos de interesse e todas as sociedades secretas) controlam o poder e confundem o povo, alertando para problemas artificiais e idolatrando as partes da nossa cultura que lhes servem.

A própria palavra “segredo” é repugnante num sociedade livre e independente, e nós somos, como pessoas, inerentemente e historicamente, opostos às sociedades, juramentos e procedimentos secretos. Mas a verdade é que as conspirações monolíticas e rudes vão, sigilosamente, expandindo a sua esfera de influência. Há neste momento uma guerra que eles estão a vencer, com infiltração em vez de invasão, com subversão em vez de eleições, com intimidação em vez de liberdade de escolha. É um sistema que tem recrutado vastos recursos humanos e materiais para construção de uma teia, uma máquina altamente eficiente que combina estratégicas económicas e políticas. As suas tarefas são escondidas, nunca publicadas; os seus erros são enterrados, nunca divulgados. Nenhuma despesa é questionada, nenhum segredo é revelado. Só com o despertar de todas as pessoas de bem é que poderemos voltar a ser aquilo para que nascemos: livres e independentes.

Publicada por DAD
(Fonte: Blogue "O Monárquico)"