sábado, 20 de março de 2010

SÁBIAS PALAVRAS




«O Rei de Portugal, Dom Duarte, poderá não ser Monarca Reinante, mas tem a difícil tarefa de manter vivo o espírito cultural da nação; e isso é mais importante do que usar uma coroa.» 

Tenzin Gyatso, 14.º Dalai Lama do Tibete





ÚLTIMO DIA! Comemorações do 14.º aniversário de S.A.R. D. Afonso, Príncipe da Beira


No próximo dia 25 de Março, cumpre-se o 14º aniversário de SUA ALTEZA REAL O AUGUSTO E SERENÍSSIMO PRÍNCIPE Dom Afonso de Santa Maria Miguel Gabriel Rafael de Herédia de Bragança, 9º príncipe da Beira e por mercê de Seu Augusto Pai, 20º duque de Barcelos.

Filho primogénito de SS. AA. RR. D. Duarte Pio e D. Isabel de Herédia, nasceu em 25 de Março de 1996, ás 7.38 H da manhã, no Hospital da Cruz Vermelha (Lisboa) com 3,859 Kg e 50 cm de altura.

           1996                                                                                                                     2010
 
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PORTUGAL - PERSPECTIVAS DE FUTURO

Nenhum regime é eterno, e este, a república em que vivemos, está ferida de morte, a definhar. Cairá, indubitavelmente, num futuro próximo.

Sucede que tanto monárquicos como republicanos estão a analisar a possibilidade de restauração de uma das alternativas para um novo regime em Portugal (a melhor a meu ver, sem dúvida) de forma simultaneamente errónea e irrealista.

É extremamente duvidoso, para não dizer tremendamente improvável, que a velha república dê lugar a uma Monarquia Constitucional Hereditária – não ponho outras variantes em causa -, pela simples razão de que isso seria permanecer em democracia nacional, o que se apresenta como uma hipótese pouco provável.

Antes de mais, é conveniente lembrar que não somos senhores do nosso destino enquanto povo e como nação. Delegámos esse poder a Bruxelas.

A União Europeia não tem mais que dois caminhos de futuro. O Federalismo, a balcanização da Europa, ou a inevitável queda (que se dará de qualquer forma, com ou sem federação, mas nesse caso apenas a médio/longo prazo). Se triunfar a primeira seremos um “Estado”, ou uma (ainda) mais humilhante “região/comunidade autónoma da uma grande república federal europeia, com uma capital, um hino e uma língua comum. O sonho e objectivo último de Monnet e Coudenhove-Kalergi tornado realidade. Uma Europa artificial, mas factualmente unificada.

Neste caso teríamos não uma república portuguesa, mas um super-estado republicano. Noutro cenário, a UE, não conseguindo expandir-se nem tampouco atingir o seu propósito, uns forçados “Estados Unidos Europeus” cairia, mais um fracasso na longa história da integração europeia, que conta com capítulos como o de Napoleão e Hitler (cujas ignóbeis tentativas foram frustradas pelo povo europeu e pelas suas tradições étnicas, culturais e, em última instância, nacionais).

Neste caso, face à explícita incapacidade dos sucessivos governos democráticos de combater a lacerante dívida externa, assim como o défice que apenas excepcionalmente (através de medidas como o encerramento de serviços públicos, como hospitais e maternidades) é contido, e, em derradeira análise à total incapacidade de proporcionar a Portugal um crescimento económico saudável, o povo acabará por revoltar-se e seguir um líder, um santo político, um salvador pátrio que prometa não apenas progresso mas também vingança contra as faces do anterior regime, e do seu, ainda que premeditado, consequente falhanço.

Evoluiria assim Portugal para uma ditadura, inicialmente apoiada por uma população que, mais tarde, e como sempre tem acontecido, a repudiará.

Talvez depois do restabelecimento democrático possa, finalmente, ver a nação a sua Monarquia restaurada. Porém, que amanhã podem os portugueses esperar a curto/médio prazo? Uma Europa balcanizada ou uma pátria agrilhoada?

Rafael Pinto Borges - Portugal – Perspectivas de futuro

Publicada por Maria Menezes
(Fonte: Blogue Família Real Portuguesa)

S.A.R. O SENHOR DOM DUARTE EM VILA VIÇOSA

A Rádio Campanário - Voz de Vila Viçosa tem a honra de anunciar que a Casa Real Portuguesa, representada por S.A.R., Dom Duarte Pio de Bragança esteve em Vila Viçosa, hoje, dia 20 de Março, para presentear o Festival Taurino, da Rádio Campanário - Voz de Vila Viçosa.

O 24º Duque de Bragança, Herdeiro do Trono de Portugal marcou assim a presença neste nobre espectáculo tão português, de cultura e arte taurina, que se realizou nesta vila alentejana. Recordo que em 1461 Vila Viçosa passou a fazer parte do Ducado de Bragança e em 1502 com o inicio da construção do Paço Ducal, Vila Viçosa tornou a sede do Ducado de Bragança. Ainda hoje, o Panteão dos Duques de Bragança, na "vila museu", abriga os restos mortais de diversos membros desta família.

Joaquim Bastinhas, Luís Rouxinol, Ana Batista, Manuel Telles Bastos e Marcos Tenório, foram os nomes já anunciados. José Luís Cochicho, completou este cartel de luxo. José Luís Cochicho, regressou assim às arenas e à praça da sua terra natal, depois de alguns anos sem ali tourear. A última actuação do cavaleiro calipolense remonta ao ano de 2006, na Terrugem. Este festival contou com o fado, nas vozes de Manuel da Câmara, Rodrigo Pereira e Carlos Pegado e abrilhantado pela Banda da Escola de Musica do Centro Cultural de Alandroal.
 
(Fonte: Facebook)

sexta-feira, 19 de março de 2010

ENTREVISTA DE S.A.R. A SENHORA DONA ISABEL DE BRAGANÇA


(Fonte: Revista Caras)

S.A.R. A SENHORA DONA ISABEL DE BRAGANÇA - UMA VERDADEIRA RAINHA

S.A.R. a Senhora Dona Isabel de Bragança nasceu em Lisboa em 22 de Novembro de 1966.
Até 1976 viveu entre Portugal e Angola e estudou no Colégio das Doroteias.
Em 1976 a sua família mudou-se para o Brasil. Estudou então em S.Paulo, no Colégio de S. Luís, da Companhia de Jesus, até 1988.
Licenciou-se em Administração de Empresas na Universidade Getúlio Vargas em 1990.
Nesse ano regressou a Portugal e iniciou a sua actividade profissional numa empresa financeira, a BMF - Sociedade de Gestão de Patrimónios, S.A. onde esteve até 1995.

Em 13 de Maio de 1995 casou com S.A.R. o Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança, tendo três filhos: os Príncipes Dom Afonso de Santa Maria, Dona Maria Francisca e Dom Dinis.

Desde 1995 a Senhora Dona Isabel tem realizado colóquios e conferências em vários países. É patrona de algumas instituições, de entre as quais:

· Refúgio Aboim Ascensão - Faro

Instituição privada de solidariedade social cuja finalidade é admitir, adaptar socialmente e devolver posteriormente às suas famílias naturais, crianças vítimas de abusos físicos , negligência e quaisquer outras formas de violação do seu desenvolvimento e direitos.

· Ajuda ao Recém Nascido

Instituição ligada à Maternidade Alfredo da Costa para apoio de emergência a recém-nascidos carenciados, que apoia cerca de 500 crianças por anos com roupas, medicamentos, alimentos e leite.

 · Trissomia 21

Associação social privada sem fins lucrativos, cujos principais objectivos são a implementação de todas as acções relacionadas com os aspectos científicos, educacionais e sociais da Trissomia 21, Mongolismo e Doença de Down.

· Associação Portuguesa de Miastenia Grave e Doenças Neuro-Musculares

Associação criada no âmbito do Hospital de Santa Maria, em Lisboa, para melhores condições de atendimento dos doentes.

· Ajuda de Berço

Casa que acolhe temporariamente crianças, desde recém-nascidos até aos três anos, em situações de risco, que não tem possibilidade de receber cuidados dos pais.

· Os Francisquinhos

Associação de solidariedade social de pais e amigos de crianças do Hospital de São Francisco Xavier, em Lisboa, com problemas de mal-formação ou filhos de mães toxico-dependentes ou portadoras do vírus da Sida, para acompanhamento e auxílio aos pais em colaboração com a comunidade.

S.A.R, a Senhora Duquesa de Bragança é Grã-Mestra da Real Ordem de Sta Isabel, Grã-Cruz da Ordem de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa e Dama Grã-Cruz de Honra e Devoção da Ordem Soberana e Militar de Malta.

(Fonte: Sítio Oficial da Casa Real Portuguesa)

S.A.R. O SENHOR DOM DUARTE: "SER PAI É DAR O MELHOR"

19 DE MARÇO
DIA DE SÃO JOSÉ, PAI DE JESUS
DIA DO PAI

"Tenho mais tempo, mais calma e mais serenidade para lidar com os meus filhos." As palavras são de D. Duarte Pio, duque de Bragança, que, aos 50 anos, foi pai do primeiro dos seus três filhos, Afonso, hoje com 14 anos. Pouco mais de um ano depois nasceu Maria Francisca, hoje com 13 anos, e há dez anos a família ficou completa com Dinis. Completa ainda não, porque D.Duarte não descarta hoje, aos 64 anos, a hipótese de ter ainda mais filhos.

A desvantagem, para já, é apenas uma: "Não consigo acompanhar os meus filhos em todas as actividades físicas", diz a rir-se. "Mas mesmo assim ainda consigo participar nas suas actividades de canoagem e de ciclismo." "Mas já vou tendo alguma dificuldade." O importante, na opinião do "herdeiro" da Coroa portuguesa, "são os valores que passamos, independentemente da idade, o exemplo que é dado. Muitas vezes, os filhos não ligam ao que nós dizemos mas é importante que, pelo menos, liguem ao que nós fazemos".

A razão dada para ser pai "tardio" é apenas uma: "Não tinha encontrado ainda a pessoa certa para ser mãe dos meus filhos", explica ao DN. "E a diferença de idades que temos não se nota em termos de valores comuns que queremos transmitir aos nossos filhos." Embora reconheça que o facto de a mulher, Isabel de Herédia, ter sido educada no Brasil resulta em algumas diferenças de postura. "A minha mulher tem uma noção de educação mais aberta, mas o que interessa é que os princípios básicos são os mesmos, porque o que interessa é que nos entendemos nos aspectos fundamentais." O duque de Bragança assume ainda que a análise socioeconómica demonstra que as pessoas têm filhos cada vez mais tarde, essencialmente devido a "uma mentalidade política dominante que não dá apoio às famílias".

E remata: "Claro que gostaríamos de ter mais filhos, esse hipótese ainda está em cima da mesa." Mas considera que a "sintonia religiosa" entre o casal ajuda para que a educação que ambos dão esteja no mesmo sentido, "o dos valores católicos e cristãos".

(Fonte: Diário de Notícias)