segunda-feira, 15 de março de 2010
domingo, 14 de março de 2010
PRÉMIO INFANTE D. HENRIQUE (*) JÁ TEM MONITORES

Um grupo de 17 monitores já concluiu a formação para o “Prémio Infante D. Henrique” e ontem recebeu os respectivos certificados. São documentos que atestam que cada um passa a estar apto para desenvolver acções de formação no âmbito do “Prémio Infante D. Henrique”, um programa internacional de desenvolvimento pessoal e social, dirigido a todos os jovens dos 14 aos 25 anos de idade.O programa visa «dar um rumo aos jovens, ajudando-os a descobrirem-se a si próprios e, ao mesmo tempo, a tentarem actividades novas, desde serem úteis à comunidade e desenvolverem-se como bons cidadãos», disse a coordenadora do programa.
(...) O “Prémio Infante D. Henrique” tem três níveis de participação: o bronze, a prata e o ouro. O participante fica sujeito a quatro secções obrigatórias: um serviço à comunidade ao longo do ano, um desporto, um talento e uma aventura, sendo esta realizada dentro de uma equipa.Ao concluir com sucesso a formação, o jovem recebe o prémio que «simboliza ser um cidadão válido nesta nossa comunidade e a certificação das competências que foi adquirindo ao longo da sua vida». A Câmara Municipal do Funchal é parceira neste projecto e ontem o presidente do município, Miguel Albuquerque, explicou as razões pelas quais a autarquia se associou a esta iniciativa. «Em primeiro lugar, porque este é considerado o melhor programa de desenvolvimento dos jovens, ao nível mundial. Em segundo lugar, porque este prémio é liderado e credibilizado por pessoas que merecem a maior confiança», argumentou Miguel Albuquerque, alegando, por outro lado, que na actual conjuntura «é muito importante que os jovens aprendam uma série de valores que muitas vezes não lhes são incutidos na escola, nomeadamente o trabalho de grupo e a interajuda, entre outros. O presidente da Câmara Municipal do Funchal anunciou que «rapidamente» serão anunciadas as inscrições para que já no próximo Verão os jovens possam frequentar os cursos. O Prémio Infante D. Henrique é a versão portuguesa de “The Duke os Edinburgh's Award”, fundando em 1956 na Grã-Bretanha pelo Duque de Edimburgo, seu presidente. Com a fundação do Prémio Infante Dom Henrique, do qual o Duque de Bragança além de membro fundador é Presidente de Honra, Portugal tornou-se o primeiro país europeu de língua não inglesa a adoptar o programa, no qual já participam mais de seis milhões de jovens em aproximadamente 140 países.
(http://www.jornaldamadeira.pt/)
(*) O Prémio Infante D. Henrique é um programa internacional de desenvolvimento pessoal e social, dirigido a todos os jovens dos 14 aos 25 anos de idade, que os encoraja a desenvolverem-se como cidadãos activos, participativos fazendo uma contribuição positiva na sociedade e que os prepara com experiências de vida para marcar a diferença com os próprios, as suas comunidades e o mundo.
HISTÓRIA
O Prémio foi fundado em 1956 no Reino Unido, com o titulo "The Duke of Edinburgh's Award", actualmente está espalhado por mais de 140 Países, porque quer a filosofia e o formato das 4 secções provaram ser jovial, atractivo e facilmente adaptável a muitas culturas, línguas e climas.
Ver mais em: http://www.premio-idh.pt/ ou http://www.casarealportuguesa.org/dynamicdata/premioinfantedhenrique.asp
Muitos Países adoptam os seus próprios títulos, mas a estrutura é a mesma e todos fazem parte da Família Internacional do Prémio.
Em Maio de 1988 representantes dos programas do Prémio no Mundo reuniram-se em Brisbane, na Austrália e fundaram a Associação "The Duke of Edinburgh's Award International Association", para agir como um meio de coordenar e desenvolver o Programa a nível mundial, e para manter os princípios e qualidade do programa do Prémio. Esses princípios e qualidade foram definidos na Declaração, Princípios Fundamentais, Princípios Operacionais e Código de Prática, o qual todos os programas nacionais, locais ou independentes, subscrevem.
O Prémio Infante D. Henrique é a versão portuguesa de "The Duke of Edinburgh's Award". Em Portugal o Prémio, foi fundado no Porto em 1987, por S.A.R. o Duque de Bragança que para além de membro fundador é Presidente de Honra.
O sucesso do Prémio em Portugal deve-se à possibilidade de reconhecer os jovens por aquilo que já fazem.
Historial Nacional
Prémio fundado no Porto em 1987 por S.A.R. o Duque de Bragança.
Iniciou as actividades em Lisboa nos finais de 1990.
Mudou a Sede Social para Lisboa.
Em 1992 deu-se início à expansão do Prémio a nível nacional.
Em 1997 o Prémio foi aceite como Membro total (Full Member) da Associação Internacional.
O Prémio tem actualmente 26 Núcleos a funcionar de Norte a Sul do País (Autarquias, Universidades, Escola Naval, Fundações, Associações de Estudantes).
O Prémio tem 87 Unidades Operacionais (Escolas e outros).
O Prémio tem cerca de 5.638 Participantes.
O Prémio tem 26 Coordenadores de Núcleo. O Prémio tem cerca de 180 Monitores Voluntários.
O Prémio tem actualmente 10 Avaliadores de Aventura.
Em 2008 o Prémio foi o anfitrião e organizador da 6ª Conferência da Região EMAS (Europa, Mediterrâneo e Países Árabes) do “The Duke of Edinburgh’s Award”.
Em 2008 o Prémio foi o anfitrião e organizador do Projecto Residencial Ouro para Jovens da Região EMAS (Europa, Mediterrâneo e Países Árabes) do “The Duke of Edinburgh’s Award”.
Em finais de 2007/08 o Prémio iniciou um Projecto piloto no Estabelecimento Prisional do Linhó.
Em Outubro de 2008 o Prémio elegeu o primeiro “Youth Rep” no Encontro Internacional de Jovens Ouro – “International Gold Encounter” que se realizou nas Maurícias.
Em Janeiro de 2009 o Prémio seleccionou um Formador para apoiar a expansão do programa em Angola “Mérito Juvenil de Angola”.
Em Fevereiro de 2009 dois jovens participaram na “High Level’s Conference” que se realizou em Windsor.
Historial Internacional
O Programa foi fundado em 1956 em Londres pelo Duque de Edimburgo e um grupo de Educadores.
A Associação Internacional foi constituída em 1988.
Existem 140 Países Membros da Associação Internacional.
Existem mais de 200 Países que funcionam com o Programa (Membros totais, provisórios e Operadores independentes).
Desde 1956, mais de 7 milhões de jovens fizeram o Programa.
(Fonte: Sítio do Prémio Infante Dom Henrique)
sábado, 13 de março de 2010
SER MONÁRQUICO. O QUE É?

Ora aqui temos uma reflexão que já vi alguns amigos monárquicos fazerem e realmente também gostaria de dizer o penso que sobre esta temática. Ser Monárquico para mim é:
- Amar a sua Pátria, não obstante acreditar que também os republicanos tenham o mesmo sentimento;
- Amar a sua História, não obstante também aqui acreditar que os republicanos tenham o mesmo sentimento;
- Entender que a Monarquia é uma Instituição ao serviço do bem comum, e que ao contrário da Republica, não se serve do voto com o objectivo de se servir dos dinheiros publicos;
- É defender o que é Português, não adoptando nenhuma doutrina proteccionista nem nacionalista, mas saber defender os interesses de Portugal e dos Portugueses, em primeiro lugar;
- É ser fiel às raízes que nos trouxeram até hoje;
- É ter a convicção de que a Monarquia pode ser um projecto de longo prazo revitalizador para a vida nacional;
- É também ter a convicção de que se pode perfeitamente viver em Democracia, tendo na Chefia do Estado um Rei, cujo o cargo é vitalício, mas que se deseja que seja tão consentido pelos Portugueses em Referendo, que a republica proíbe pelo Art. 288.ºb) da Constituição, e que é reconhecido, tendo em conta a tradição portuguesa, pelos representantes do Povo, no Parlamento, no acto da Aclamação.
- É também ter, uma visão clara sobre o que são as Monarquias Democráticas que existem no mundo, e perceber que Portugal perde mais do que ganha com o regime republicano;
- Em termos pessoais e de militância, o Monárquico tem que ser aquele que procura divulgar a Monarquia aos Portugueses, em diversas iniciativas e o PDR, neste caso concreto, auto-propôs-se a sí, essa missão. Trabalhar, arregaçar as mangas, com o sonho de termos não só uma Monarquia e SAR o Senhor Dom Duarte de Bragança como Rei, mas sobretudo ter um Portugal melhor e estou convencido que só com a Monarquia Parlamentar e Democrática é possível.
Por tudo isto, eu sou Monárquico e orgulho-me disso!
David Garcia
(Fonte: PDR-Projecto Democracia Real)
David Garcia
sexta-feira, 12 de março de 2010
REAL SOLIDÁRIA - Uma Campanha da Real Associação da Região Autónoma da Madeira
No passado dia 20 de Fevereiro a Ilha da Madeira foi fustigada por um temporal de inusitada violência.
As consequências foram devastadoras em algumas zonas da ilha, particularmente no Funchal e na Ribeira Brava. Além das vidas humanas que desgraçadamente se perderam, foram desalojadas centenas de pessoas, provisoriamente instaladas em infra-estruturas militares e em unidades hoteleiras.
O Governo Regional e o Governo da República rapidamente conjugaram esforços para ajudar as vítimas desta catástrofe. A União Europeia activou o Fundo de Solidariedade Europeu.
Volvida uma semana, a ilha voltou a uma relativa normalidade e os trabalhos de limpeza e reparação decorrem a bom ritmo.
Faremos a nossa parte: ajude-nos a ajudar!
A campanha Real Solidária é uma iniciativa da Real Associação da Região Autónoma da Madeira e tem como principal objectivo ajudar os desalojados na auto-construção das suas casas.
Para participar nesta Campanha doando qualquer valor, basta uma simples transferência:
NIB 0019 045 00200042995 83 ou
IBAN PT50 0019 045 00200042995 83
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