sexta-feira, 5 de março de 2010

DIABO DE VERDADE...

(Fonte: Jornal "O Diabo")

A SOLUÇÃO? A INDEPENDÊNCIA DO ESTADO.


Finalmente começam a surgir expressões da realidade.

A crise foi o sintoma de uma doença profunda, cuja origem já começa a ser expressa por alguns comentadores políticos, que conseguem libertar-se da pressão do condicionamento partidário, que obriga ao discurso do politicamente correcto.
Passaram alguns já à análise da doença, que origina a crise estrutural da sociedade portuguesa.
A doença é grave e só com uma profunda mudança pode permitir a nossa sobrevivência.
Pois de sobrevivência se trata. Preservação da independência, da soberania e também da democracia.
O Estado português, não é independente e está sujeito a todas as formas de pressão.
Interesses económicos, empresarias, sociais e partidários, interligam-se numa promiscuidade evidente, influenciam e controlam, de tal forma, que já não existe autonomia dos poderes constitucionais e impossibilitam a existência de um projecto nacional, capaz de fazer no presente a projecção do nosso futuro.

País sem projecto, é um país sem rumo.

Em que todos apenas querem, ou sobreviver ou usufruir, mas em que a apenas alguns esse privilégio está reservado, restando a todos os demais a descrença evidente a que chegou a maioria da população portuguesa.

A solução está na cura definitiva da doença grave, que Portugal padece á 100 anos.

A solução está num regime que salvaguarde e aprofunde a democracia, mas dê a indiscutível segurança de independência do Estado a todas as formas de pressão.
A solução está num Estado independente e digno, que se liberte de toda a promiscuidade e finalmente reponha na sociedade portuguesa a liberdade e o conceito de respeito pela representatividade dos eleitos.
A solução na independência do Estado, que permita a reposição da responsabilidade dos servidores públicos e a afirmação dos compromissos políticos.
A solução está num Estado independente, que exija a verdade, a honestidade, o mérito, de todos os agentes políticos e do serviço público.
A solução está na eliminação do engano do idealismo republicano, pois nunca um Presidente eleito, pode permitir uma Chefia de Estado independente e livre, das pressões e conluios partidários.

Só um Rei é livre e independente, só uma Chefia de Estado livre e independente, poderá garantir a independência do Estado português e o renascimento do sonho de liberdade e democracia e o futuro de Portugal.

A solução é o projecto Monárquico. A Monarquia moderna, constitucional e democrática, que restaure a motivação dos portugueses e a sua confiança no Estado.

O projecto monárquico é a alternativa, mas a sua afirmação na sociedade portuguesa carece de uma atitude de determinação e convicção, que cada vez mais se assume como a mais importante e patriótica das exigências.
Portugal necessita urgentemente desta afirmação da mensagem monárquica, apresentada como credível, porque é a solução.

A responsabilidade pessoal de D. Duarte de Bragança, está hoje num patamar de exigência patriótica, que o obriga à afirmação a toda a sociedade portuguesa, de que é nele que está a garantia indispensável, a única possível para alcançar a independência do Estado.
Tremenda e histórica responsabilidade. Que não o obrigam apenas a Ele, mas a todos os que entendem esta evidência, em particular aos monárquicos e às suas organizações.
O povo português anseia e entenderá esta mensagem.
A mensagem será mobilizadora e entusiasmante, porque é a verdadeira solução.
A solução que fará renascer a esperança e a motivação nacional.
Mas para que assim seja. Não há mais lugar à hesitação, mas sim à afirmação.

Acreditar.

Portugal precisa de voltar a acreditar.

José J. Lima Monteiro Andrade

(Fonte: Blogue Desafio de Mudança)

quinta-feira, 4 de março de 2010

JANTAR MENSAL DA REAL ASSOCIAÇÃO DA BEIRA LITORAL

É já HOJE, dia 5 de Março, pelas 20 horas no Restaurante "A Proa", em Aveiro, que realiza-se mais um jantar mensal da Real Associação da Beira Litoral. Convidamos todos os associados e simpatizantes a estarem presentes de forma a enriquecer o nosso convívio.
O Restaurante " A Proa" fica na Rua do Gravito 111, Vera-Cruz, em Aveiro. Por trás do prédio da Segurança Social.
 
APAREÇAM! 

Com tal Professor, haveríamos Rei valoroso, se não o tivessem morto.


« Meu Senhor

Quando Vossa Alteza chegou á idade em que a superintendencia da sua educação tinha que ser entregue a um homem houve por bem El-Rei nomear-me ayo do Principe Real. Foi Sua Magestade buscar-me às fileiras do exército. ( ... )

Escolhendo um soldado para vosso ayo que fez El- Rei? Subordinou a educação de Vossa Alteza ao estado em que se acha o paíz. N'esta epocha de dissolução, em que tão afrouxados estão os laços da disciplina, entendeu Sua Magestade que Portugal precisava mais que de tudo de quem tivesse vontade firme para mandar, força para se fazer obedecer ( ... )

Tão bom Rei, tão bom soldado foi D. Pedro V nos hospitaes como outros no campo de batalha, porque a coragem e abgnação são sempre grandes e nobres seja onde fôr que se exerçam e tudo que é grande e nobre è proprio de Rei e de soldado.

Não faltará ensejo a Vossa Alteza de revelar aquellas qualidades. Não lhe escassearão por certo provações e cuidados, revezes que trazem o desconforto ao espírito. Para todos eles carece Vossa Alteza de estar preparado temperado pela educação, pelo estudo dos bons exemplos pela firme vontade de vir a ser um Principipe digno d'esse nome e do da sua Caza. E para ser Principe é preciso primeiro que tudo ser homem (... )

Do seu ayo muito dedicado »

Este excerto duma carta, dirigida por Mouzinho de Albuquerque a D. Luíz Filipe de Bragança, realça a importância da educação num futuro Chefe de Estado, relevando o crucial da autoridade ( que não autoritarismo ) que advém do exemplo.

Numa época em tudo semelhante à que então carecia desmedidamente de um homem de pulso, espera-se que esta carta não caia em saco roto...

publicado por Cristina Ribeiro

(Fonte: Blogue Estado Sentido")

A ANGÚSTIA REPUBLICANA E A NEUTRALIZAÇÃO MONÁRQUICA


A neutralização dos monárquicos, na luta do fim do Regime

Todos sentem que o regime não tem já capacidade de reposta.
Todos sentem que o verdadeiro problema nacional é esta Oligarquia partidária, que esmagou o sonho de liberdade e democracia. Que criou um sistema de dominância partidária, que não permite soluções sustentáveis.
Todos sentem e querem mudar.
As próximas eleições presidenciais são assim, o momento decisivo de uma luta política para a mudança do regime republicano.
Sucedem-se as expressões dessas tentativas de mudança, começam a aparecer os protagonistas das diversas versões do caminho a seguir.
Procura-se a derradeira tentativa de regeneração da República.
A primeira e óbvia das acções destes diversos agentes da tentativa de regeneração republicana, foi naturalmente a neutralização dos monárquicos.
A Monarquia não poderá fazer parte da agenda política, desta luta intensa e derradeira, que agora se inicia.
A candidatura de Fernando Nobre, teve também esse objectivo.
Esta candidatura, tenta comprar o silêncio dos monárquicos, ao dar-lhes esta inconcebível compensação, de um monárquico ( ex-monárquico como se define), ser o verdadeiro arauto do idealismo republicano.
Tem ainda esta candidatura, o objectivo de retirar eleitorado a Manuel Alegre, mas favorece claramente a candidatura de Cavaco Silva.
Este, não quer assumir o papel de liderança da tentativa de regeneração, através do reforço dos poderes presidenciais e do caminho republicano presidencialista.
Cavaco Silva, rejeitou sempre a possibilidade que o eleitorado lhe deu, para assumir esse protagonismo, sobretudo agora, onde poderia ser o promotor de um governo de bloco central, ou de um outro governo de iniciativa presidencial, dado o descrédito público evidente do actual Primeiro-Ministro e da incapacidade deste Governo minoritário para ultrapassar a actual crise portuguesa.
Os defensores do presidencialismo, vêm assim goradas as suas expectativas em Cavaco Silva.
A verdadeira incógnita desta luta, está na postura que os dois partidos dominantes irão assumir.
Levantam-se já os defensores do bloco central. O Pacto Económico e Estabilidade, será um passo nesse sentido. De Pacto, poderá evoluir para Acordo partidário de regime.
Uma candidatura autónoma deste bloco central, poderá vir a ser a solução de preservação do actual sistema e regime.
Também poderá vir a ser uma tentativa de regeneração, se desse acordo fizer parte a revisão constitucional e o reforço dos poderes presidenciais.
O Partido Socialista tem assim de optar, entre duas opções, deixar-se afundar com Sócrates, ou ser protagonista de uma solução. São já evidentes as manifestações de mal estar dentro do PS, decorrentes desta dilema.
As eleições no PSD, serão também decisivas para a viabilização desta solução.
O mais importante que se vai jogar nestas eleições internas do principal partido da oposição, é precisamente a sua postura futura….de apoio a Cavaco Silva, ou de apoio ao acordo de regime e formação de uma solução de bloco central dominante.
Dado o “clubismo” prevalecente nestes dois partidos (PS e PSD), não parece muito viável, que a solução do PSD, venha a ocasionar uma possibilidade de acordo de regime entre estes partidos.
E se assim for, será dada mais uma oportunidade a Cavaco Silva de assumir-se como o protagonista do presidencialismo, mas dada as suas tibiezas anteriores, são poucos os que nele já acreditam.
Ficaremos então na mesmíssima situação. Com ou sem novas eleições legislativas.
Um Pacto de Estabilidade sem consistência política, nunca será cumprido…o regime continuar-se-á a afundar.
Se todos fossemos lúcidos, poderíamos ver as coisas de outra maneira.
Se um Chefe de Estado não estivesse dependente destas lutas partidárias, como seria bem mais fácil encontrar soluções de consenso partidário de governação.
É por isso, que nas Monarquias as crises políticas são facilmente ultrapassáveis, pois não existem crises de regime como esta, de tanta gravidade, que gera tanta confusão e lutas partidárias, tanto desvio das atenções e das energias, que não têm nada a ver com o indispensável acordo maioritário para a resolução da crise económica e financeira nacional.
Mas a premissa foi precisamente a neutralização da mensagem monárquica, porque para os republicanos, sempre esteve primeiro a defesa da sua doutrina e do seu regime, do que os interesses dos portugueses e de Portugal.

José J. Lima Monteiro Andrade
 
(Fonte: Blogue Desafio de Mudança)

DONA TERESA DE ORLÉANS E BRAGANÇA, TIA MATERNA DO SENHOR DOM DUARTE

Dona Teresa Teodora de Orléans e Bragança e Dobrzensky de Dobrzenicz (nasceu em Boulogne-sur-Seine, 18 de junho de 1919), princesa de Orléans e Bragança. É a última filha de D. Pedro de Alcântara de Orléans e Bragança e de sua esposa, a condessa Elisabeth Dobrzensky de Dobrzenicz. Sua avó paterna foi a princesa D. Isabel do Brasil.

É tia materna de S.A.R. O Senhor Dom Duarte, ou seja, irmã de S.A.R. A Senhora Dona Maria Francisca de Bragança, já falecida.

No dia 7 de outubro de 1957, em Sintra, ela desposou Ernesto António Maria Martorell y Calderó (1921-1985). Eles tiveram duas filhas, Elisabeth (1959) e Nuria (1960).

«A minha tia deu-nos durante toda a vida um exemplo de coragem e de coerência. Tem uma vida de dedicação aos mais necessitados.» 
S.A.R. D. Duarte de Bragança sobre a Princesa D. Teresa de Orleans e Bragança.
(Fonte: Facebook)
 
«O segredo para se chegar a esta idade é ser feliz e uma boa cristã, amar a Deus e acreditar sempre. Se não perdermos essas capacidades, conseguimos ultrapassar tudo.» 
Princesa D. Teresa de Orleans e Bragança, a propósito do seu 90.º aniversário (18/06/2009).
(Fonte: CARAS N.º 726 - 11/07/2009)